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            Autos de inventário de Anna Joaquina da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-18250 · Processo · 1844-1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Joaquina da Conceição (falecida);
            Manoel Jose do Nascimento (inventariante, herdeiro instituído e testamenteiro).

            Resumo:
            Foi aberto um processo de inventário dos bens da finada Anna Joaquina da Conceição, pelo seu irmão e testamenteiro Manoel Jose do Nascimento. Foi anexada à ação um traslado de testamento, constando que a finada não possuía nenhum herdeiro forçado, sendo Manoel o único destinatário; durante o documento, foram separados bens para contemplar os familiares da finada, assim como foi separada uma esmola para o Santíssimo Sacramento da Igreja Matriz — capela onde ela requereu ser sepultada.

            Além disso, a testadora deixa bens à Dionízia, afilhada da falecida e descrita como crioula, e à Felícia, menina escravizada designada como “crioulinha”. Na conclusão deste pedido, foi nomeado o curador Manoel do Couto para representar Felicia durante a ação.

            Os bens inventariados foram casas, jóias, utensílios de cozinha, móveis, caixas e um casco de baú. Mesmo sendo destinatária de alguns bens, Felicia ainda é incluída na avaliação. Foram mencionadas dívidas passivas deixadas pela falecida. Após avaliados, os bens passaram pelo processo de partilha em igualdade, em que o juiz requereu o pagamento da taxa de herança com a adjudicação de parte do patrimônio. O processo foi julgado por sentença, e foi determinado pelo juiz o pagamento das custas da ação pelo inventariante.

            Atuaram no processo:
            avaliador capitão Francisco Pereira da Costa;
            avaliador tenente Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            coletor da fazenda pública Antonio Ignacio Pereira;
            curador Manoel do Couto;
            escrivão Amancio Jose Ferreira;
            escrivão e partidor Antonio Carlos de Carvalho;
            escrivão José Joaquim da Costa;
            escrivão e tabelião José Manoel de Araujo Roslindo;
            juiz municipal e de órfãos Thome da Rocha Linhares;
            partidor José Joaquim Dias.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            rua da praia;
            rua de cima;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentença;
            termo de louvação;
            termos de juramento;
            traslado de testamento.

            Variação de nome:
            Biguassu;
            José Manoel de Araujo Roslindo;
            Manoel do Coito;
            Manoel Jozé do Nascimento.

            Autos de contas de José Joaquim Dias
            BR SC TJSC TRRJ-86309 · Processo · 1837-1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de contas realizados na vila de São Miguel (atual Biguaçu), na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            José Joaquim Dias (suplicante);
            Manoel José de Faria (suplicado).

            Resumo: José era arrendatário de uma propriedade pertencente ao ausente Manoel. Em 1837, devido ao mau estado do imóvel, José fez benfeitorias e solicitou o abatimento dessas contas no valor do aluguel. O processo foi retomado em 1841 pelos herdeiros de Manoel, que cobraram de José um valor referente ao arrendamento da propriedade. Constam documentos que comprovam o arrendamento por José a partir de 1835 e por Henrique de Azevedo Lião Coutinho até 1835.

            Atuaram no processo:
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            avaliador Antonio José de Oliveira;
            curador dos ausentes Tristão Telles Cortês;
            curador Matias Gomes da Silva;
            escrivão dos órfãos Amancio José Ferreira;
            juiz José de Amaral Pereira;
            juiz de órfãos José Fernandes Jorge;
            juiz João da Costa;
            juiz João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz de órfãos João de Amorim Pereira;
            juiz de órfãos José Joaquim Dias;
            juiz Vicente Francisco Pereira;
            pregoeiro Ilario José da Silva;
            procurador João José de Faria;
            procurador José Luis …. de Brito;
            tesoureiro fiscal José Manoel de Souza.

            Compõem o processo:
            Contas;
            Pregões;
            Autos de praça;
            Arrematação;
            Recibos;
            Avaliação de bens.

            Variação de nome:
            Manoel José de Farias.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-18431 · Processo · 1843-02-13
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José da Silva Paranhos.
            Réu: Raphael Tibério do Valle.

            Dívida. Conciliação no ano de 1842. Concordata. Hipoteca. Embargos ao Supremo Tribunal da Relação. Acórdão da Relação fl. 245. Autos de apelação cível. Rio de Janeiro, 1844-12-10. Desembargadores Araújo Vianna, Carneiro Leão e Antônio Paulino Limpo de Abreu.

            Juiz municipal suplente Tomé da Rocha Linhares.
            Escrivão José Manoel de Araújo.
            Oficial de Justiça Antônio Silveira de Souza.
            Procurador de José da Silva Paranhos: Antônio Inácio Pereira e Alexandre Gonçalves da Luz.

            Vila de São Miguel, Comarca do Norte, Biguaçu.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Pobreza de Domingos José de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-22591 · Processo · 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            Domingos José de Souza (falecido);
            Francisco Maria da Silva (inventariante e co-herdeiro).

            Herdeiros:
            Antonio José de Souza;
            Bernarda Rosa;
            Felizarda Rosa;
            Felizardo José de Souza;
            Ignacio Rebello (co-herdeiro);
            Jesuína Rosa de Jesus;
            Vicência Rosa;
            Vicente José de Souza.

            Resumo:
            Este processo se inicia com o falecimento de Domingos José de Souza, que encontrava-se em condições de pobreza. Além disso, sua esposa, Mariana Rosa de Jesus, é descrita como em “estado de demente”, necessitando de um curador para representá-la. O genro do finado, Francisco Maria da Silva, se responsabilizou por meio de juramento para dar seguimento ao processo.

            O finado deixou os seguintes bens: terras, uma casa e um rancho. Ao decorrer do processo, é revelado que o herdeiro Manoel Pereira de Souza havia falecido na Costa da África, deixando viúva e filhos moradores no Cacupé. Além disso, é requerido por meio de petição que um novo tutor para a órfã Felizarda seja nomeado, pois seu pai não cumpriu esse papel. O processo é concluído pelo juiz, que afirma a possibilidade dos suplicantes utilizarem-se dos meios que lhes pertencerem para sanar dúvidas suscitadas.

            Atuaram no processo:
            curador Francisco Maria da Silva;
            escrivão José Honório de Souza Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
            signatário Caetano de Araújo Figueiredo Mendonça Furtado;
            signatário Francisco Luis da Lus.

            Localidades relevantes:
            Cacupé;
            Camboriú;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            costa da África;
            freguesia de Santo Antonio (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
            freguesia do Ribeirão (parte do bairro de Ribeirão da Ilha, Florianópolis);
            primeira comarca;
            São Pedro do Sul;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            avaliação dos bens;
            petições;
            relação de bens;
            termos de juramento.

            Variações de nome:
            distrito de Santo Antonio;
            Domingos Antonio de Souza;
            Domingos Vieira de Souza.

            Auto de Justificação de João Antonio de Azevedo
            BR SC TJSC TRRJ-11029 · Processo · 1833
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Justificação realizado na Vila de São Miguel

            Partes: João Antonio de Azevedo (justificante); Roza (justificada)

            Resumo: Autos iniciados pelo justificante, por razão de falecimento de Thomaz Pereira e Izabel Francisca, pais e curadores da justificada, a qual se encontra em estado de "demência" (não há descrição aprofundada sobre sua condição). Com base nisso, o justificante se posiciona como tio da justificada, se propondo como tutor e responsável pela curadoria dos bens de inventário dos falecidos.

            Localidades mencionadas:
            Vila de São Miguel;
            Biguaçu;

            Atuaram no processo:
            Escrivão Amancio Jozé Ferreira Nunes;
            Juiz João de Amorim Pereira;

            Variação de nome: Biguassú;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Inventário de Felício José de Fraga
            BR SC TJSC TRRJ-18425 · Processo · 1853-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na villa de São Miguel, na época chamada da Comarca do Norte da Província de Santa Catarina, e no decorrer do processo se chama a Primeira Comarca da Província de Santa Catarina.

            Partes:
            Felicio José de Fraga (inventariado);
            Joaquim da Silva Ramalho Mellado (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Joaquina de Jesus;
            Eufrazia Rosa de Jesus;
            Anna Constantina, herdeira;
            Joaquina (menor);
            Isidora Constantina de Jesus (menor);
            Felicia (menor);
            Perpetua (menor).

            Co-Herdeiros:
            Victorino Antonio;
            Eufrazino da Silva.

            Resumo: Após o falecimento de Felício José de Fragam se é iniciado o auto de inventário, com avaliação e partilha dos bens do mesmo. A esposa do finado já havia falecido anteriormente, com o inventário ficando a cargo de seus testamenteiros; O inventário conta com herdeiros maiores e menores. Entre os bens avaliados constam: utensílios, mobília, ferramentas, ferro, cobre, prata, ouro, "carros", canoas, engenhos de mandioca; engenhos de cana; engenhos de farinha; animais, arma de fogo, roças, terras, sítio, dividas ativas e passivas, além de múltiplas pessoas escravizadas.

            São citadas 17 pessoas escravizadas, de nomes: Cressencia, descrita como parda; Adão, Anna, Antonio, Candido, Custódia, Eva, Francisca, Gracianna, Joaquina, Jozé, Justina, Luiza, Maria, Rufino e Theodoro, todos descritos como "crioulos"; e João, descrito como originário de nação Monjollo.

            O processo segue com a realização da avaliação e partilha dos bens, havendo o pagamento e cobrança de dívidas e aos agentes da justiça. Posteriormente são anexados diferentes processos, entre os quais incluem um "Alvará de licença para casamento"; "Autos de apreensão e arrecadação" dos bens do falecido; "Autos de suspeição" instituído ao juiz por conflitos referentes a herança, sendo este seguido por um abitramento; Sendo ao fim seguido por um "Auto de justificação" requerido pelo procurador Joaquim José Dias de Siqueira, alegando irregularidades referentes ao processo de inventário dos bens do falecido Felício. Todos os autos são dados como conclusos, com as custas sendo devidamente pagas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão João José Vieira N.;
            escrivão interino João Francisco Regis;
            escrivão interino Luiz Antonio Gomes;
            escrivão eclesiástico João Luiz do Livramento;
            tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
            tabelião José Manoel de Araújo Roslindo;
            signatário Francisco Gonçalves da Luz;
            signatário Joaquim Silvanio Pereira;
            signatário Domingos Dias da Silveira;
            primeiro testamenteiro Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            segundo testamenteiro Alexandre José Varella;
            terceiro testamenteiro Vicente Rodrigues Pereira;
            tutor Albano Luiz de Souza;
            curador João Antonio Guimarães;
            curador doutor José Maria do Valle Junior;
            avaliador João de Deos da Silva;
            avaliador Jacintho Gonçalves da Luz;
            partidor Manoel Joaquim da Costa Junior;
            partidor Jacintho José Pacheco dos Santos;
            vigário Joaquim Serrano;
            oficial de justiça Paulino Jozé de Mello;
            procurador Joaquim José Dias de Siqueira;
            procurador Jozé Severiano da Silva;
            procurador Luiz Antonio Gomes;
            procurador Salvador Cavalheiro;
            procurador advogado Manoel do Nascimento Ramos;
            coletor de rendas Antonio Carlos de Carvalho;
            juiz Joaquim da Rocha Linhares;
            juiz doutor Sergio Lopes Falcão;
            juiz de órfãos primeiro suplente Alexandre Eloy d'Azevedo Coutinho;
            juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
            juiz de órfãos terceiro suplente Luiz Coelho Machado;
            juiz arbitro Candido Machado Severino;
            juiz corregedor Jozé Christiano Garção Stockler.

            Localidades mencionadas:
            São Miguel (atualmente parte da cidade de Biguaçu);
            Desterro;
            Tijuca Grande;
            Tijuquinhas;
            Praia Grande;
            Porto Bello;
            freguesia de Penha;
            "fazenda do Jordão".

            Compõem o processo:
            Traslado de testamento;
            Relação de herdeiros;
            Juramento ao curador;
            Termo de responsabilidade;
            Termo de louvação dos avaliadores;
            Juramento aos avaliadores;
            Custas, despesas e dívidas;
            Recibos;
            Declarações;
            Juramento;
            Auto de partilha;
            Exordia de partilha;
            Pagamentos;
            Tutela;
            Alvará de licença para casamento;
            Autos de apreensão e arrecadação;
            Autos de "suspeição";
            Arbitramento;
            Termo de desistencia;
            Procuração;
            Autos de justificação.
            Testemunhos.

            Variação de nome:
            escravizada Faustina (crioula);
            escravizado Rofino (crioulo);
            localidade Tyjucas Grandes;
            localidade Tyjuquinhas:
            localidade "Retiro do Jordão";

            Auto de inventário de Claudino Antônio de Faria
            BR SC TJSC TRRJ-9509 · Processo · 1864-1866
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Claudino Antônio de Faria (falecido);
            Maria Ignácia (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Maria;
            Elias Claudino de Farias;
            Firmina (filha de Thomazia e Porfírio);
            José (filho de Thomazia e Porfírio);
            José Claudino de Faria;
            Libania Maria;
            Luiz Martins d’Ávila (co-herdeiro);
            Manoel Claudino Vieira;
            Maria (filha de Thomazia e Porfírio);
            Miguel Claudino de Faria;
            Porfírio José do Amaral (co-herdeiro);
            Thomazia Maria do Amaral.

            Resumo:
            Maria Ignácia abre um processo de inventário para os bens de Claudino Antônio de Faria, seu falecido marido. Como o finado deixou netos menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram terrenos, casas, uma roça, engenhos, uma máquina de fabricar farinha, um rancho, animais, mobília, canoas e alambiques. Ainda no arrolamento, foram citadas 21 pessoas escravizadas: Germano, Joaquim, Sabino, Antonio, Gaspar, Ancelmo, Adão, Henrique, José, Ventura, Fermentino, Eufrazia, Fortunata, Adriana, Victoria, Eva, Maria, Antonia, Roza, Florinda e Cypriana; todos foram descritos na ação como “crioulos” e “mulatos".

            Após avaliados, os bens e as pessoas escravizadas passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. A ação é julgada por sentença, em que o juiz requer que o co-herdeiro Porfírio seja citado para exercer a função de tutor dos herdeiros netos, seus filhos; além disso, é determinado que o pagamento das custas seria feito de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador José de Souza Silveira;
            avaliador Francisco Silveira Dutra;
            credor Claudino Antônio de Faria;
            credor Luiz Antônio de Amorim;
            curador geral Jacintho Gonçalves da Luz;
            escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
            escrivão de órfãos João Francisco Régis;
            juiz de órfãos quinto suplente José da Silva Ramalho Pereira;
            juiz José Francisco Mafra;
            juiz major Francisco Silveira Dutra;
            partidor João Martins Barbosa;
            partidor Joaquim Libanio Pereira.

            Localidades relevantes:
            colônia dos Três Riachos;
            comarca da capital;
            Fazenda;
            Fundos;
            Serraria;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            correição;
            custas;
            petição;
            procuração;
            sentença;
            termo de administração;
            termos de descrição;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel.