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            Juramento de Alma de Maria Caetana da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-18219 · Processo · 1821
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Titulo: Juramento de Alma Maria Caetana da Conceição

            Partes: Maria Caetana da Conceição ( ré/ devedora); Antônio Lopes da Silva ( credor)

            Resumo: O juiz de fora, Francisco José Nunes da vila de Desterro ( atual cidade de Florianópolis), na ilha de Santa Catarina, determinou a ré Maria Caetana da Conceição da freguesia de São Miguel( atual cidade de Biguaçu), uma ação judicial de Juramento de Alma, referente a uma divida de certa quantia em dinheiro não paga ao credor Antônio Lopes de Silva para ser paga em um determinado período de tempo.

            Atuaram no processo: Juiz Francisco Jose Nunes; Escrivão Manoel Jose Garcia; Escrivão Joao Francisco Cidade; Advogado Francisco José Rebello; Porteiro das Auditorias Antônio Gil da Silveira;

            Variação de nome; Manoel José de Souza;

            BR SC TJSC TRRJ-8803 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha amigável realizados na vila de São Miguel, à época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jose Maria d’Almeida (falecido);
            Maria Roza de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Roza de Jesus;
            Magdalena Roza de Jesus;
            Manoel Maria de Almeida;
            Nicenica Roza de Jesus;
            Rita Roza de Jesus.

            Resumo:
            Maria Roza de Jesus abriu um processo de inventário após a morte de seu esposo, Jose Maria d’Almeida. O casal possuía somente herdeiros maiores, sem a necessidade de nomear um curador de órfãos para auxiliar na ação.

            Os bens descritos e inventariados foram alguns terrenos de marinha e casas em mau estado de conservação. Após a avaliação, os objetos passaram por um processo de partilha entre os herdeiros, e meação para a esposa. A partilha foi julgada por sentença e as partes inventariantes foram condenadas a pagarem as custas do processo.

            Localidade relevante:
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            avaliação;
            conta;
            correição;
            meação;
            pagamento aos herdeiros;
            partilha amigável;
            petição;
            sentença.

            Atuaram no processo:
            avaliador e partidor Antonio Ignacio Pereira;
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            juiz municipal Luiz Coelho Machado;
            signatário José Manoel d'Araujo Roslindo.

            Inventário e partilha amigável de Anna Thereza da Cunha
            BR SC TJSC TRRJ-84136 · Processo · 1869-1881
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes do Processo:
            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital, da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anna Thereza da Cunha (finada);
            João da Costa Mello Junior (suplicante e herdeiro);
            José de Sousa e Cunha (suplicante);
            José de Sousa e Cunha Junior (suplicante e herdeiro).

            Resumo:
            Foi aberto um pedido de partilha amigável dos bens da finada Anna Thereza da Cunha, por parte de seu marido e dos co-herdeiros. Os bens avaliados foram terras, casas, engenhos de farinha, uma casa de paiol, fornos de cobre, engenho de fazer açúcar, utensílios de cozinha e animais. Os suplicantes declararam suas dívidas ativas e passivas.

            Nesta ação, foram mencionadas 23 pessoas escravizadas, dos nomes: Adão, Justo, Eleuterio, Maria, Eulalia, Saturnina e Amelia, descritos como pardos; Domingos e José, descritos como “de nação” (de origem africana); Eduardo, Geraldo, Basilio, João, Maria, Theodora, Elisia e Julia, descritos como crioulos; e Manoel Garcia, Rufino, Firmino, Placito, Vicente e Justina (em que foi declarado que ela havia sido vendida), sem descrição especificada. Mais tarde, foi feito um termo de ratificação dos bens. O juiz julgou a ação por sentença, e requereu o pagamento das custas pelos interessados.

            Atuaram no processo:
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            juiz municipal interino major José Lins Coelho Ramos.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            Fazenda dos Três Riachos;
            rio de Biguassú;
            sítio de Biguassú;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            partilha de bens;
            petições;
            termo de ratificação.

            Variação de nome:
            Comarca de São Miguel.

            Inventário de Thomé da Rocha Linhares
            BR SC TJSC TRRJ-69290 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário realizado na Comarca de Biguaçu, à época Comarca do Norte, Vila de São Miguel.

            Foram partes do inventário: Thomé da Rocha Linhares (falecido); Francisca das Chagas (inventariante).

            Descrição: o inventário foi realizado pela viúva do finado, procedendo em uma partilha amigável entre os filhos. Entre os bens inventariados há: casas; rancho; grande quantidade de terras; engenho de farinha; engenho de cana; móveis; prataria; animais; ferramentas; dívida; plantações de mandioca e cana. Contém leilão público de venda de bens, sendo estes descritos em edital e autos de praça. Há 28 escravizados, sendo eles: Pedro (pardo); Simão (pardo); João Luís (crioulo); Jacintho (crioulo); Fabiano (crioulo); Manoel (de profissão pedreiro, nação Congo); Antônio Grande (de nação Benguela); Manoel Pequeno (de nação Benguela); João Maria (de nação Congo); Pedro Grande (de nação Mina); Domingos (de nação Moçambique); Antônio (de nação Benguela); Euflosino (pardo): Evaristo (pardo); João (pardo); Domiana (parda); Felicidade (parda); Matildes (parda); Maria (crioula); Jesuína (crioula): Rosa (de nação Angola); Paula (parda); Thomásia (parda); Josefa (parda); Domingas (parda); Maria (parda); Felizarda (parda); Catharina (parda). Ao final do processo consta traslados. Foram mencionadas as seguintes localidades: Rua de Cima; Serra Queimada; Ilhota.

            Atuaram no processo: escrivão José Manoel de Araujo Roslindo; coletor Antonio Ignacio Pereira; juiz Joaquim José Dias de Siqueira; juiz Joaquim da Silva Ramalho Mellado; Signatário José Luis Coelho Ramos;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro