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            3059 Descrição arquivística resultados para Brasil

            Inventário de Donaria Rodrigues da Luz
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-31223 · Processo · 1893
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Donaria Rodrigues da Luz (falecida); Abílio Lourenço (inventariante)

            Dívidas; Animais; Casa; Terras lavradias; Terras; Quarteirão de Bandeirinhas; Lugar Ponte Alta; Curitibanos; Quarteirão de Canas; Campos de Bandeirinhas;

            Escrivão Filippe Nicoláo de Góss; Juiz Joaquim Fiuza de Carvalho; Contador Manoel Antônio de Oliveira;

            Variação de nome; Coritibanos;

            14 Folhas.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Duarte Muniz Fogaça
            BR SC TJSC TRRJ-19967 · Processo · 1849-1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Duarte Muniz Fogaça (falecido)
            Francisco Muniz de Moura (testamenteiro e inventariante)
            Rita Maria Amaral (inventariante e herdeira)

            Herdeiros:
            Antonio Felippe Pessoa (co-herdeiro);
            Anna do Amaral;
            Altanario Sutil de Oliveira (co-herdeiro);
            Gertrudes (menor de idade);
            Jose Pereira Machado (co-herdeiro);
            Maria do Rozario;
            Maria d’Amaral.

            Resumo:
            Neste processo, foi notificada Rita Maria Amaral, esposa do falecido Duarte Muniz Fogaça, para que no período de 48 horas comparecesse ao juízo da vila de Lages, a fim de assinar termo de inventário. No entanto, Rita, por ser uma pessoa com deficiência, não pôde assinar como inventariante. Durante o processo Rita é chamada de “paralítica”, “aleijada”, e descrita como “sem poder falar”. Em seguida, o irmão do falecido, Francisco Muniz de Moura, além de testamenteiro do casal, foi nomeado como inventariante.

            Ao decorrer do processo, o curador Manoel Cavalheiro Leitão foi impedido de prosseguir como atuante no inventário de Duarte, por ser cunhado do inventariado e irmão de Rita, esposa do falecido.

            No testamento, são citadas 8 pessoas escravizadas, inclusas como bens. 5 eram mulheres: Joanna, designada como de nação Benguela; Joaquina, Roza, Antonia e Anna, designadas como crioulas. 3 eram homens: Francisco, designado como de nação Moçambique; Francisco, designado como de nação Cabinda, e Bento, designado como crioulo. No entanto, dentre eles, Francisco (de nação Moçambique) foi dado como forro (alforriado).

            Os bens presentes no inventário do falecido foram casas, animais, roupas, utensílios, prataria, armas brancas, armas de fogo, ferramentas e meios de transporte, descritos como “carros”. Havia também dívidas ativas e passivas.

            Durante o processo, foram pagas aos credores as quantias em dinheiro requeridas. Na partilha, foi efetuado pagamento a um órfão de nome João e ao forro Francisco (de nação Moçambique). Além disso, foi efetuada a partilha dos bens entre os herdeiros.

            Ademais, é nomeado como tutor da herdeira Gertrudes o curador e tio da dita órfã, Manoel Cavalheiro Leitão, que posteriormente também tornou-se o responsável pelos bens de sua irmã, mãe de Gertrudes, Rita Maria do Amaral.

            Na sequência, o curador Manoel Leitão foi substituído por outro; e, em requerimento, pediu que o atual curador enviasse, através do escrivão, uma certidão em que constasse o que teria restado de saldo na conta corrente de Maria Rita do Amaral.

            Em uma petição feita por Francisco Franco Fogaça, alforriado da família do falecido Duarte, o peticionário pediu que sua esposa Joanna (de nação Benguela) recebesse sua carta de alforria, por conta de sua idade avançada e por ter prestado serviços em sua vida inteira ao dito casal. Foi expedido pelo suplicante um pedido ao curador, para que aceitasse o valor estipulado por Francisco, a fim de que sua esposa fosse liberta, bem como seus filhos e mais outros escravizados que ainda estão em posse da família do falecido.

            Porém, o curador, em sua carta, respondeu que não havia como entregar carta de alforria pelo valor estipulado pelo suplicante, e que também a liberdade de Joanna e seus filhos deveria constar no inventário do falecido. Por não constar, a alternativa que sobrou foi a de pagar a mais do valor que foi oferecido para que assim sejam libertos.

            Assim, foi pago pelo suplicante o valor referido e, de acordo com a resposta do curador, seria expedido no dia em que a carta de alforria de sua esposa Joanna fosse enviada.

            Atuaram no processo:
            avaliador Ricardo Alves da Silva;
            avaliador Francisco Gomes da Silva Coelho;
            curador e tutor Manoel Cavalheiro Leitão;
            curador geral Ignacio Nunes;
            curador major Amancio José Ferreira;
            curador José Machado;
            curador João Antunes Sobrinho;
            escrivão geral e de órfãos Mathias Gomes da Silva;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos terceiro substituto capitão José Marcelino Alves de Sá;
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            oficial de justiça Joze Antonio de Oliveira;
            procurador major Antonio Saturnino de Oliveira;
            partidor Jorge Trueter;
            partidor Francisco Gomes da Silva Coelho;
            procurador Vicente Eufrasio da Silva Abreu;
            signatário Antonio Vicente dos Santos;
            signatário João Luis de Andrade.

            Localidades relevantes:
            Sorocaba;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            província de São Paulo (atual estado de São Paulo);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            auto de tomada de contas;
            conta;
            juramento ao tutor;
            partilha;
            quitação;
            recibos;
            recibos de compra de escravizados;
            termo de juramento de inventariantes nomeados;
            testamento;
            termo de juramento aos louvadores;
            termo de juramento aos procuradores;
            termo de juramento aos partidores;
            termos de juramento aos curadores.

            Variações de nome:
            Rita Cavalheira do Amaral;
            Rita do Amaral Cavalheiros.

            Inventário de Eduardo Amadeu Adolpho Horn
            BR SC TJSC TRRJ-21092 · Processo
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário ocorrido na Capital (Desterro).

            São partes do processo:
            Eduardo Amadeu Adolpho Horn (falecido);
            Claudina Bernardina Medeiros Horn (inventariante).

            Resumo: Inventário do falecido Eduardo Amadeu Adolpho Horn, inventariado por sua viúva, Claudina Bernardina Medeiros Horn. Entre os bens inventariados há quantia em dinheiro e propriedades urbanas, sendo elas casas e terras.

            São mencionadas as seguintes localidades:
            Rua da Banca;
            Rua da Praça;
            Rio do Capivari;
            Vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna (atual Laguna);
            Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (atual Rio de Janeiro).

            O processo contém cobranças de dívidas, movidas pelos credores do falecido. Contém carta precatória, em que é deprecante o juízo de órfãos da cidade de Desterro, e é deprecado o juízo de direito da cidade de Laguna.

            Atuaram no processo:
            Advogado Manoel José de Oliveira;
            Avaliador Antônio José de Bessa;
            Avaliador Francisco de Souza Machado Cravo;
            Curador geral Cândido Gonçalves d'Oliveira;
            Curador geral Marcellino Antônio Dutra;
            Escrivão Ernesto Aparício de Góes Rebello;
            Escrivão Manoel Baptista de Araújo;
            Escrivão Vidal Pedro Morais;
            Juiz Américo Antônio da Costa;
            Juiz José Martins Vieira;
            Juiz José Rodrigo Pinheiro Cavalcante;
            Juiz Patrício Marques Linhares;
            Juiz Pedro dos Reis Gordilho;
            Juiz/major Antônio d'Albuquerque e Mello;
            Partidor Antônio Gonsalves Barreiros;
            Partidor Pedro Francisco da Silva;
            Procurador/tenente-coronel Manoel Luís do Livramento;
            Tabelião Leonardo Jorge de Campos.

            Variação de nomes:
            Eduardo Amadeos Adolpho Horn;
            Eduardo Amadeu Adolfo Horn;
            Eduardo Amadeus Adolfo Horn.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Emerenciana Maria de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-29024 · Processo · 1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Emerenciana Maria de Jesus, realizado na Vila de Lages, na época parte da Comarca do Norte- 1843

            Partes do processo:
            Antônio Ribeiro da Assumpção (inventariado)
            Emerenciana Maria de Jesus (inventariante)

            Herdeiros:
            Alexandre;
            Claudio;
            Joaquim;
            Manoel;
            Antonio;
            Pedro;
            Generoso;
            Domingos;
            Maria;
            Isadora;
            Fermina;
            Inocencia;

            Resumo:
            Inventário que faz de seu marido, Antonio Ribeiro de Assumpção, a viúva Emerenciana Maria de Jesus. Após a listagem dos herdeiros e a aprovação e juramento dos avaliadores, prosseguiu-se a avaliação dos seguintes bens: Mobília; Prataria; Vestuário; Roupas; Acessórios; Ferramentas; Utensilios de ferro; Arma; Animais; Dívidas; Casas; Terras; Além destes bens, estão referenciados três escravizados: João, Rita e Vicente, todos crioulos.
            Feita a partilha dos bens entre os herdeiros, foi nomeado João Alves da Rocha o tutor e depositário dos herdeiros menores de idade filhos do falecido Antonio e Emerenciana. Para pagamento de dívidas, é preparada a arrematação de duas casas em ruínas, sendo feito o pregão em praça pública em Lages. Outros credores e devedores surgem, como José Francisco de Oliveira, que morava em Vacaria, e de Antonio Gonçalves dos Santos, sendo as dívidas quitadas pelo cofre de órfãos.

            Agiram no processo:
            arrematante; major Antonio Benedito dos Santos;
            avaliador Bento José Sabre;
            avaliador Francisco Alves Valente,
            curador geral/coletor Joaquim Fermandes da Fonceca;
            escrivão João Faustino de Oliveira,
            escrivão de órfãos Felippe Nicoláo de Góss,
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de órfãos Joaquim Fiuza de Carvalho,
            juiz municipal Alferes João Thomaz e Silva;
            juiz municipal Antonio Caetano Machado;
            partidor José Cândido Coimbra Mayor,
            partidor José Joaquim da Cunha Passos;
            pregoeiro José de Araújo Braga,
            procurador Clementino dos Santos Pacheco;
            procurador Guilherme Ricken;
            procurador João Alves da Rocha;
            procurador; alferes Antônio Lins de Córdova;
            signatário Felisberto José de Mello;
            signatário Felisberto Olimpio Caldeiras;
            signatário Guilherme Alves da Rocha;
            signatário Joaquim José Henriques;
            coletor João Augusto Xavier Neves;
            vigário João Vicente Fernandes;
            tesoureiro Joaquim Rodrigues;

            Localidades relevantes:
            Cabaçais;
            Fazenda de Cabaçais;
            Passo de Canoas;
            Vacaria;
            Vila de Lages;

            Compõem o processo:
            termos de juramento;
            avaliação de bens;
            partilha dos bens;
            pregão;
            arrematação;
            carregação;
            termo de tutoria;
            termo de depósito;
            termo de quitação;

            Variação de nome:
            Antônio Ribeiro da Assunção;
            Felipe Nicoláo de Góss,
            Felipe Nicolau de Góss
            Joaquim Fernandes da Fonseca,
            João Tomaz e Silva;

            Inventário de Emerenciana Maria de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-30758 · Processo · 1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Emerenciana Maria de Jesus (falecida); Domingos Ribeiro de Assumpção (filho e inventariante)

            Juiz capitão Henrique Ribeiro de Cordova; escrivão José Luiz Pereira; escravos; animais; objetos de prata; utensílios domésticos; advogado Lourenço Dias Baptista; escrivão Generoso Pereira dos Anjos; procurador dos herdeiros Antonio Ricken de Amorim.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro