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            3059 Descrição arquivística resultados para Brasil

            BR SC TJSC TRRJ-83500 · Processo · 1858-06-22
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José da Silva Paranhos.
            Réus: José Francisco de Araújo e Maria Francisca

            Dívida. Hipoteca. Terrenos, casas. Laguna.

            Juiz municipal Coronel Luís Ferreira do Nascimento e Mello.
            Juiz municipal Francisco José de Senna Lopes.
            Juiz municipal Frederico Afonso de Barros.
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.
            Estreito, São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-18431 · Processo · 1843-02-13
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José da Silva Paranhos.
            Réu: Raphael Tibério do Valle.

            Dívida. Conciliação no ano de 1842. Concordata. Hipoteca. Embargos ao Supremo Tribunal da Relação. Acórdão da Relação fl. 245. Autos de apelação cível. Rio de Janeiro, 1844-12-10. Desembargadores Araújo Vianna, Carneiro Leão e Antônio Paulino Limpo de Abreu.

            Juiz municipal suplente Tomé da Rocha Linhares.
            Escrivão José Manoel de Araújo.
            Oficial de Justiça Antônio Silveira de Souza.
            Procurador de José da Silva Paranhos: Antônio Inácio Pereira e Alexandre Gonçalves da Luz.

            Vila de São Miguel, Comarca do Norte, Biguaçu.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de cobrança da Sociedade Comercial Ramos e Silva
            BR SC TJSC TRRJ-48160 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de cobrança realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Sociedade Comercial Ramos e Silva (suplicante);
            José Candido Coimbra Mayer (suplicado).

            Resumo:
            Neste processo, a Sociedade Comercial Ramos e Silva move uma ação para notificar judicialmente José Candido Coimbra Mayer, que encontrava-se ausente. A ação é aberta a fim de tratar sobre dívidas que o suplicado havia deixado pendente, requerendo também que sejam pagos os juros e as custas da ação.

            Como o suplicado estava fora da vila, seu pai, Luiz Gonzaga Mayer, ficou responsável por quitar a dívida, sendo nomeado como fiador. É realizada uma audiência de conciliação mas, ao decorrer do processo, o juiz se declara suspeito para julgar a execução por já estar movendo uma ação pessoal contra uma das partes; com isso, ele é substituído por outro juiz.

            Um traslado do crédito existente é anexado na ação, revelando que a dívida se originou de uma compra de fazendas secas. O juiz reconhece a dívida e determina seu pagamento em 24 horas, mas o suplicado não cumpre o prazo estabelecido; com isso, os autores requerem que se proceda uma penhora dos seus bens.

            O fiador é notificado, e o meirinho nomeado declara o embargo e a penhora de cinco pessoas escravizadas, em posse do suplicado: Luiza, Jenuaro e Felicidade, descritos como crioulos; e Francisco e Thomas, designados como “de nação” (africanos). Ficou como responsável pelo pagamento o depositário José Pereira de Medeiros.

            Ao decorrer da ação, Domingos Antônio Guimarães, procurador de Francisca Carolina Coimbra Mayer – filha do fiador e de sua mãe falecida, Joaquina Coimbra Mayer – abre uma petição se opondo ao embargo e penhora, pois afirma que as pessoas escravizadas faziam parte do inventário da falecida, e que ainda não tinham passado por um processo de partilha.

            Uma nova petição é anexada, em que a parte autora afirma se achar satisfeita com um pagamento realizado, deixando “relaxada” a penhora feita. O processo foi concluído e a sociedade comercial assina o termo de quitação.

            Atuaram no processo:
            depositário José Pereira de Medeiros;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            escrivão do juízo da paz Duarte Vieira da Cunha;
            juiz de paz Francisco da Costa Porto;
            juiz municipal quarto suplente Domingos José da Costa Sobrinho;
            meirinho Manoel Ignacio Borges;
            oficial de justiça Joaquim Affonso Pereira;
            oficial de justiça José da Costa Seara;
            procurador Domingos Antonio Guimaraes;
            tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos.

            Locais relevantes:
            Aririú;
            comarca do sul;
            Passavinte;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            contas;
            petição;
            procuração;
            quitação;
            termo de obrigação;
            traslado de crédito.

            Variações de nome:
            depositário Jose Pereira de Mederos;
            fiador Luiz Gonzaga Maia;
            vila de Sam José.