Partes: Anna Jacintha de Cordova Passos.
Escravizados: Antônia; Theódula (menor).
TE Bahia
TE Minas Gerais
TE Paraná
TE São Paulo
Partes: Anna Jacintha de Cordova Passos.
Escravizados: Antônia; Theódula (menor).
Partes: Antônio dos Santos; escravizado Dionísio.
Partes: Maria Antônia da Silva; escravizada Esperança.
Autoridades: escrivão José Luís Pereira; advogado Bráulio Romulo Colônia; juiz Manoel Cardoso Vieira de Mello; curador Antônio Dias.
Partes: João Francisco de Lemos; Manoel do Amaral Gurgel; Maria do Amaral.
Partes:
Joaquim Antonio de Oliveira, agravante,
José Caetano de Carvalho e Souza, capitão, juiz agravado;
Descrição: O processo é um agravo de decisão sobre “querela” (área crime) dada pelo “preto forro”, o agravo foi direcionado à Ouvidoria Geral. Inicialmente o processo veio de Lages. Há alvará de soltura na página virtual número 9 em que aparece explicita a relação da religião com o Estado nos dizeres: “No ano de nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo […]”. O “objeto” do processo principal foi o roubo de uma esfera de prata. O Sr. Antonio Januario Garcia, uma das partes do processo principal, assinava com um “signal”, como visto na página digital de número 53.
Localidades: Nossa Senhora dos Prazeres das Lages; Desterro;
Atuaram no processo:
Antonio Janoario Garcia, preto forro;
João Manoel Coelho, procurador;
João Rodrigues de Andrade, escrivão;
Generoso Pereira dos Anjos, escrivão;
Manoel Joaquim Pereira, “fiador” do agravante;
Paulo José Pereira.
Partes: Francisco de Souza Xavier Caldeira; Eufrásia Xavier Caldeira (adotante).
Partes: Evaristo Coelho d'Ávila; Florência Maria de Moraes; Ignacio Coelho d'Ávila.
Partes: Vicente Antônio de Pinho; Constância Theodora do Amor Divino.
Partes: Francisco da Costa Pereira; Narciza Rosa de Jesus.
Escravizados: Adão; Úrsula.
Partes:
Vidal José de Oliveira Ramos Júnior;
Thereza Fiuza de Oliveira Ramos;
Vidal José de Oliveira Ramos Sobrinho, major;
Joaquina Domingues Vieira Ramos
Acordo amigável referente aos limites entre as fazendas denominadas "Potreirinhos" e "Índios Mortos" (ou Monte Calvário).
Tribunal de Justiça de Santa Catarina