Parte:
Crispim Gomes de Oliveira.
Obs.: escravizados; processo incompleto; apenas 3 folhas; troca de escravizados; sem capa; escravizados: Benedicta e seus filhos Ignes, Juí e Eivia.
UntitledParte:
Crispim Gomes de Oliveira.
Obs.: escravizados; processo incompleto; apenas 3 folhas; troca de escravizados; sem capa; escravizados: Benedicta e seus filhos Ignes, Juí e Eivia.
UntitledProcesso de Inventário realizado na Comarca da Capital.
Partes: Carolina Walker Formiga (inventariada); Luiz Eduardo Otto Horn (inventariante).
Descrição: O filho herdeiro de Carolina Walker Formiga, João Custodio Dias Formiga, morador de Laguna e Capitão Comandante da 3ª Companhia do 1º Batalhão da Artilharia da Guarda Nacional da Capital de Santa Catarina, tornou seu procurador e inventariante seu cunhado Luiz Eduardo Otto Horn. Carolina Walker Formiga possuía casas na Rua da Constituição (atual Rua Tiradentes) e móveis. Ela tinha também duas escravizadas, de nomes Domingas e Maria, respectivamente identificadas no processo como escravizada de nação e crioula. Por conta de dívidas, também fora hipotecada sua chácara na Rua da Princesa (atual Rua Almirante Alvim ou Rua Victor Konder). O processo termina um requerimento de Luiz Carlos Ferreira, 1º Cadete, 2º Sargento do Depósito de Instrução, para casar-se com a órfã Carolina Walker Formiga e a concessão do pedido por alvará.
Atuam no processo: Avaliador Tenente Coronel Jacinto Pinto da Luz; Avaliador José Martinho Callado; Curador Geral/Advogado Candido Gonçalves de Oliveira; Escrivão Vidal Pedro Moraes; Escrivão João Damasceno Vidal; Escrivão José de Miranda Santos; Juiz Joaquim Augusto do Livramento; Juiz João do Prado Faria; Juiz Major Affonso de Albuquerque e Mello; Juiz Capitão José Porfírio Machado de Araujo; Juiz Antonio Augusto da Costa Barradas; Juiz Severino Alves de Carvalho; Curador Geral/Advogado Candido Gonçalves de Oliveira; Partidor Capitão João Narciso da Silveira.
Compõem o processo: Tutela; Procuração; Declaração de herdeiros; Partilha de bens; Prestação de contas; Alvará para Casamento.
Variação de nome: José Martinho Calado; Carolina Walcker Formiga.
UntitledPartes:
Alferes Damario Martins de Jesus (falecido); Maria Joaquina de Bitencourt (inventariante)
Desterro; escravidão; 1 escravizado; terras; objetos em prata; moveis; Nação do Congo; Caminho do Itacurubi; dividas; praça publica.
UntitledPartes:
Bibiana Roza de Jesus (falecida); Manoel Martins Linhares (inventariante)
Desterro; escravidão; 1 escravizado; engenhos de farinha; casas; terras; testamento; moveis; ferramentas; ferramentas de engenho; Freguesia do Ribeirão.
UntitledInventario na cidade de Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina
Partes do processo: Clemente José d’Abreu (falecido); Alexandrina Rosa de Jesus (inventariante).
Herdeiros: Justino José d’Abreu; Ignácio José d’Abreu; Clarinda Rosa; Camillo José d’Abreu; Prudência Cândida de Jesus; João José de Abreu; Clarinda Maria de Abreu; Francisco José de Abreu.
Resumo: Alexandrina Rosa de Jesus realizou o inventário de seu falecido marido Clemente José d’Abreu, morador de Praia de Fora. Os bens deixados por ele, incluem casas, terras, utensílios de cobre, ferramentas, dívidas e escravizados de nomes Francisco (nação Congo), Joao (nação Congo), Domingos (nação Congo), Caetano (crioulo), Antônio (crioulo), Militão (pardo), Maria (nação congo), Bathina (crioula), Joaquina (Crioula), Henriqueta (parda). Os bens do inventariante foram repartidos entre seus herdeiros, filhos e netos, de comum acordo.
Atuaram no processo: avaliador Floriano José Vilella; avaliador Manoel José Luís Pinto; curador Candido Gonçalves d’Oliveira;
escrivão José Honório de Souza Medeiros; juiz Sergio Lopes Falcão Cordeiro; partidor João Narciso da Silveira; partidor Joaquim José Varella.
Localidades: praia de Fora; cidade de Desterro.
Compõem o processo: custas de selo; juramento do avaliador; juramento do partidor; autos de partição.
UntitledInventario na cidade de Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina
Partes do processo: Marciano Caetano da Silva (falecido); Pascoa Maria de Jesus (inventariante).
Herdeiros: Maria (menor); Alfredo (menor); Cândida (menor).
Resumo: Páscoa Maria de Jesus fez o inventário dos bens do seu marido falecido, Marciano Caetano da Silva, que morava na cidade de Desterro e trabalhava como mercador tanto em Desterro quanto no Rio de Janeiro. Ele deixou três filhos menores de idade como herdeiros. Entre os bens listados no inventário estão: uma mulher escravizada chamada Mariana (nação Cabinda), uma quantia em dinheiro guardada em conta, dívidas com credores nas cidades de Desterro e Rio de Janeiro, além de dívidas com o tesouro da província.
Atuaram no processo: advogado Custódio Francisco de Souza; avaliador Tristão José Moreira; avaliador Gregório Teixeira Couto; avaliador Antônio Rodrigues da Silva; curador Candido Gonçalves d’Oliveira ; escrivão José Antônio de Souza Medeiros; juiz Sergio Lopes Falcão; partidor Caetano Araújo Figueiredo Mendonça Furtado; partidor Francisco Duarte Silva; procurador Luís do Livramento; procurador Eleutério Francisco de Souza.
Localidades relevantes: cidade de Desterro; cidade do Rio de Janeiro.
Compõem o processo: custas de selo; juramento de curador; autos de avaliação; imposto sobre loja e escravidão; relação de prestação de contas; procuração; recibo de pagamento a credores.
UntitledInventário realizado na cidade de Desterro, Capital da Ilha de Santa Catarina.
Partes do processo:
Anna Francisca das Chagas (inventariada);
Francisco Machado Dias (inventariante).
Herdeiros:
Florentino Machado;
Francisca das Chagas;
Maria José (menor);
Ignacio Dias (menor);
Laurinda das Chagas (menor);
João Machado (menor).
Co-herdeiro:
Silverio Joze Pinheiro.
Resumo: Após o falecimento de Anna Francisca das Chagas, o marido da falecida, Francisco Machado Dias, fica responsável pelos autos de inventário de seus bens. Com a divisão sendo feita entre os herdeiros, são feitas diferentes requisições para que sejam inclusos na lista de bens do inventário que não foram mencionados na listagem original, os quais são: uma casa e três escravizados pertencentes à primeira esposa de Francisco. Os bens listados incluem terras, casas, móveis, utensílios, engenhos de farinha e de açúcar, animais, ouro, prata, quantia em dinheiro, dívidas ativas e passivas, além de seis escravizados, os quais são: Domingos e Antonio, ambos descritos como de nação Cabinda, Faustino, João, Miguel e Joaquina, todos descritos como crioulos. No decorrer do processo, é feito por Silverio Joze Pinheiro uma procuração para sua inclusão na lista de co-herdeiros para receberem bens durante a partilha.
Atuaram no processo:
escrivão e tabelião José Honorio de Souza Medeiros;
curador geral de órfãos Candido Gonçalves d'Oliveira;
signatário Carlos Frederico Seára;
signatário José de Souza Freitas;
arcipreste vigário interino Antonio de Souza Pulcheria Mendes e Oliveira;
louvador João Francisco d’Oliveira;
louvador Antônio Coelho de Castro;
avaliador João Francisco Rodrigues;
avaliador Antônio Luiz da Costa;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Joaquim José Varella;
procurador advogado Polidoro de Amaral e Silva;
juiz municipal e órfãos suplente comendador Agostinho Leitão de Almeida;
juiz municipal e órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.
Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
freguesia de São João Baptista do Rio Vermelho;
freguesia de São Francisco de Paula de Canasvieira;
Vargem Grande;
Vargem de Ratones.
Compõem o processo:
Petição inicial;
Recibo de pagamento de custas;
Juramento de curador;
Juramento de louvador;
Procuração;
Juramento de avaliador;
Certidão de batismo de escravizados;
Juramento de partidor.
Inventário realizado na Capital, na época sob o nome de cidade do Desterro.
Partes:
Feliciano José d'Azevedo (inventariado);
Joaquina Candida d'Azevedo (inventariante).
Herdeiros:
Infancia Candada d'Azevedo;
Rita Thomazia;
Maria Francisca d'Oliveira;
Maria Joaquina de Conceição;
Felicidade Candida de Conceição;
Prudencia;
Angelica.
Resumo: Inventário realizado após a morte de Feliciano José d'Azevedo, com a viúva do falecido atuando como inventariante, com o seu testamento afirmando que o mesmo não apresentou descendentes, exceto por uma filha adotada. São citados como bens partilhados os seguintes itens: quantia de dinheiro, múltiplas moradas de casas, terras, prata, ouro, jóias, cobre, mobília, alqueres de plantio, engenhos de farinha, roça, dívidas. Além disso o inventario apresenta 27 escravizados, os quais são: João, Caetana, Joaquim, Thomaz, João, Jeremias, Anastacio, João, Adão, Luis, Maria, Roza, Leonor, Domingas, Bemvinda e Izabel, com todos sendo descritos como crioulos (brasileiros); José, Francisco, Sebastião, Francisco, Theresa e Rita, com todos descritos como de Nação Congo (África); José descrito como de Nação Quiçamã (África); Luiz descrito como pardo; e, por fim, Candido, Manoel, Mariana e Constança, sem descrição presente. São feitas múltiplas avaliações de bens no decorrer do processo, por conta de múltiplos itens não estarem citados no testamento do falecido.
Atuaram no processo:
procurador e testamenteiro Antonio Ferreira Cardozo Guimaraens;
escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
escrivão Francisco de Paula Lacé;
tabelião João Antonio Lopes Gondim;
tabelião João Schmidt Lopes Genuino;
curador geral de órfãos Candido Gonçalves d'Oliveira;
procurador fiscal João Silveira d'Souza;
procurador tenente coronel João Caetano Rosado;
procurador Polidoro do Amaral e Silva;
louvador Tristão José Moreira;
louvador João Maria de Moraes;
avaliador Domingos Vellozo d'Oliveira;
avaliador Floriano José Villela;
avaliador Miguel Francisco Pereira;
avaliador José Francisco Pereira;
avaliador João Francisco Pinheiro;
avaliador José Pereira de Souza;
avaliador Antonio José Pacheco;
avaliador Anselmo Gonçalves Ribeiro;
avaliador Claudino José da Silva;
avaliador Domingos da Cunha Silveira;
coletor de rendas José Manoel de Souza;
vigario Antonio Joaquim Pereira Matheiros;
oficial da assembleia provincial Antonio Justiniano Esteves;
oficial de justiça Lucas Rodrigues d'Jesus;
juiz municipal e dos órfãos suplente comendador Agostinho Leitão de Almeida;
juiz municipal dos órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.
Localidades relevantes:
cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina);
freguesia de Nossa Senhora da Lagoa (atual bairro da Lagoa da Conceição);
fregueisa de Nossa Senhora das Necessidades (atual bairro de Ratones);
Saco dos Limões;
Vargem dos Ratones;
Praia da Gamboa;
Rio de Janeiro;
local denominado de "Grutão";
Rua Augusta (atual Rua João Pinto);
Rua da Cadeia (atual Rua Tiradentes);
Rua da Conceição (atual Rua Tenente Silveira);
Rua da Fonte Grande (atual Cruzamento da Avenida Mauro Ramos com a Rua Anita Garibaldi);
Rua do Governador (atual Rua Tenente Silveira);
Rua da Lapa (atual Rua Nunes Machado);
Rua do Ouvidor (atual Rua Deodoro);
Rua da Tranqueira (atual Rua General Bittencourt);
Rua Menino Deus.
Compõem o processo:
Traslado de testamento;
Petição;
Múltiplas avaliações;
Termo de contra protesto;
Certificado de sepultação de escravizado;
Traslado do conhecimento das dízimas;
Tutela;
Procuração;
Execução de sentença;
Audiência.
Inventário realizado na cidade de Desterro.
Partes do processo:
José Pereira de Medeiros Vasconcellos (falecido);
Clara Caetana da Silva (inventariante).
Herdeiros:
José Pereira de Medeiros;
João Pereira de Medeiros;
Clara Caetana da Silva;
Joana Maria d’Jesus;
Luis Pereira de Medeiros;
Pedro Pereira de Medeiros.
Resumo: Inventário requerido pela viúva do falecido, Clara Caetana da Silva, a fim de reaver os bens deixados pelo seu marido a seus herdeiros, incluindo um nascituro; nele contendo utensílios domésticos, ferramentas, ouro, prata, mobília, terras, casas e dívidas. Além disso, há o registro de 02 pessoas escravizadas, de nomes: Joaquim e Joaquina.
Atuaram no processo:
escrivão José Honório de Souza Medeiros;
advogado Eleutherio Francisco de Souza;
avaliador Domingos Velozo d’Oliveira;
avaliador Florianno José Vella;
juiz Sergio Lopes Falcão;
curador geral Candido Gonçalves de Oliveira;
juiz Agostinho Leitão de Almeida;
curador geral Marcellino Antonio Dutra;
escrivão João Luis do Livramento;
escrivão Vidal Pedro Marques;
partidor João Narciso de Silveira;
partidor José da Costa e Oliveira;
signatário Leonardo Jorge de Campos.
Localidades relevantes:
Rua do Príncipe;
Rua do Segredo;
Rio Grande;
Rio de Janeiro.
Compõe o processo:
Auto de Tutela;
Auto de Tomada de Contas.
Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a Primeira Comarca, província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Jose Antonio Alves (inventariado);
Anna Joaquina (inventariante).
Herdeiros:
Maria Luiza Alves;
Justino José Alves;
Manoel Antonio Alves;
Jozefina Francisca Alves;
Leopoldina Francisca Alves;
José Felizario Alves;
Luiza Francisca Alves;
Francisco Alves.
Resumo:
Inventário requerido pela viúva do falecido, Anna Joaquina, nele contendo objetos em ouro, cobre e ferro. Também consta prataria, utensílios domésticos, animais, casas, engenho de cana, engenho de fazer farinha e terras. Além disso, contém 06 pessoas escravizadas, de nomes Joaquim, Pedro, Ignácio, Domingos, Josefa e Maria. Joaquim, Pedro e Maria foram descritos como escravizados africanos, pertencentes, de forma respectiva, as nações: Cassange, Ganguela e Moçambique. Já Ignácio e Domingos foram descritos como crioulos, e Josefa como parda. Há processo de tutela de uma das menores.
Atuaram no processo:
juiz de orfãos Sergio Lopes Falcão;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
avaliador Anselmo Gonçalves Ribeiro;
avaliador Manoel Francisco de Paula;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Joaquim José Varella;
curador Fernando Gomes Caldeira de Andrada;
curador Caetano d'Araújo Figueredo Furtado Mendonça.
Localidades relevantes:
Vargem de Ratones;
Gratão;
Freguesia de Santo Antonio;
Morro do Antão.
Compõem o processo:
Descrição de bens;
Auto de partilha;
Termo de responsabilidade;
Auto de Contas tomadas verbalmente;
Tutoria.
Variação de nome:
Inventariante Anna Joaquinia;
Avaliador Antonio Gonçalves Ribeiro.