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            Inventário de Felipe da Silva Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-77035 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario na vila de Nossa Senhora do Desterro, á época comarca de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.

            Partes do processo: José Antônio da Silva (inventariante); Felipe da Silva Rosa (inventariado).

            Herdeiros: José Antônio da Silva; Jacinto de Jesus; Laurentino de Jesus; Manoel (menor); Joaquim (menor); Maria (menor).

            Resumo: José Antônio da Silva realizou o inventário de seu falecido pai Felipe da Silva Rosa , morador da freguesia de São José, vila de Nossa Senhora do Desterro. Felipe deixou três filhos e três netos que são seus herdeiros. Os bens foram inventariados em que constam terras, casas, ferramentas, utensílios de cobre e prata, quantia em dinheiro, dívidas. Os bens foram partilhados de forma amigável.

            Atuaram no processo: advogado Francisco José Rebello; avaliador Jeronimo dos Santos; avaliador Joao Vieira da Rosa; curador de menores Francisco José da Costa; escrivão Manoel Antônio de Souza Medeiros; juiz Francisco Borges de Castro; juiz Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva; partidor José Francisco de Paula Avelino; partidor José Joaquim Bernardes de Moraes.

            Localidades: freguesia de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina); vila de Nossa Senhora do Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Compõem o processo: autos de partilha; pagamento de custas; juramento de avaliador; juramento de partidor; juramento de curador.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Feliciano Alves de Brito
            BR SC TJSC TRRJ-24824 · Processo · 1850-1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Feliciano Alves de Brito (falecido);
            Florentina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            José Floriano Alves de Brito;
            Joaquina Flora de Jesus;
            João Alves de Brito (menor);
            Joaquim Alves de Brito (menor);
            Maria Rosa d’Jesus (menor).

            Resumo:
            Neste processo, a inventariante Florentina Rosa de Jesus, viúva do falecido Feliciano Alves de Brito, ficou responsável pela declaração e partilha dos bens entre os seus herdeiros.

            Dentre os bens haviam móveis, um oratório com imagens religiosas, utensílios domésticos, joias de ouro, prataria e pedras preciosas, e dívidas. Constam também quatro pessoas escravizadas: três homens, dentre os quais dois se chamavam Antonio (africanos, designado como sendo "de nação") e Boaventura (designado como crioulo); e uma mulher chamada Eva (designada como crioula).

            Em sequência à descrição dos bens do falecido esposo da inventariante, está inclusa uma relação dos bens deixados por Joaquim Antônio de Simas, pai do falecido Feliciano Alves de Brito. Esta lista, datada de 1840, é composta de móveis, um oratório com imagens religiosas, decorações (castiçais e quadros), bens de armazenamento (caixas e baús), itens e joias de prata, ouro e pedras preciosas, uma casa localizada na rua Menino Deus com fundos ao mar, e dois escravizados; um homem chamado Lucas, e uma mulher chamada Romana. Há, ainda, uma escritura de posse de terras.

            Julgado por sentença, processo conclui-se com a partilha amigável dos bens e o pedido de pagamento dos selos.

            Atuaram no processo:
            avaliador João Maria Sallasar;
            avaliador Tristão José Moreira;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
            fiador João Antonio Lopez Gondim;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella;
            signatário Francisco Gonçalves Guimarães;
            tabelião Francisco de Paula Lacé.

            Localidades relevantes:
            rua do Menino Deus;
            rua do Vinagre;

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            relação de bens de Joaquim Antonio Simas;
            sentença;
            termo de louvação;
            termo de juramento de partidores;
            termo de juramento de tutora e fiança;
            tomada de contas;
            traslado de escritura e contrato de convenção.

            Variação de nome:
            Florentina de Rosa de Jesus;
            Joaquina Flora d’Jesus;
            José Honorio de Souza Mideiros;
            Maria Flora de Jesus.

            TRPOA-22036 · Processo · 1875-06-11
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Sebastião Francisco Goularte (filho e inventariante).

            Casa coberta de telhas e com paredes de pedra, engenho de fazer farinha, terras de frente para o mangue, terras de frente para a estrada geral, um escravo pardo (que durante o inventário apresentou o valor correspondente à sua liberdade), utensílios domésticos, mobiliário e dívidas.

            Juiz de Órfãos José Ignácio de Oliveira Tavares.
            Juiz Severino Alves de Carvalho.
            Juiz de Órfãos e Ausentes Antônio Augusto da Costa Barradas.
            Escrivão João Damasceno Vidal.
            Escrivão Vidal Pedro Moraes.
            Avaliadores: Capitão Joaquim Soares da Silva e José Coelho Goularte.

            Saco de Itacorubi, Freguesia da Santíssima Trindade, Desterro.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inventário de Eduardo Amadeu Adolpho Horn
            BR SC TJSC TRRJ-21092 · Processo
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário ocorrido na Capital (Desterro).

            São partes do processo:
            Eduardo Amadeu Adolpho Horn (falecido);
            Claudina Bernardina Medeiros Horn (inventariante).

            Resumo: Inventário do falecido Eduardo Amadeu Adolpho Horn, inventariado por sua viúva, Claudina Bernardina Medeiros Horn. Entre os bens inventariados há quantia em dinheiro e propriedades urbanas, sendo elas casas e terras.

            São mencionadas as seguintes localidades:
            Rua da Banca;
            Rua da Praça;
            Rio do Capivari;
            Vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna (atual Laguna);
            Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (atual Rio de Janeiro).

            O processo contém cobranças de dívidas, movidas pelos credores do falecido. Contém carta precatória, em que é deprecante o juízo de órfãos da cidade de Desterro, e é deprecado o juízo de direito da cidade de Laguna.

            Atuaram no processo:
            Advogado Manoel José de Oliveira;
            Avaliador Antônio José de Bessa;
            Avaliador Francisco de Souza Machado Cravo;
            Curador geral Cândido Gonçalves d'Oliveira;
            Curador geral Marcellino Antônio Dutra;
            Escrivão Ernesto Aparício de Góes Rebello;
            Escrivão Manoel Baptista de Araújo;
            Escrivão Vidal Pedro Morais;
            Juiz Américo Antônio da Costa;
            Juiz José Martins Vieira;
            Juiz José Rodrigo Pinheiro Cavalcante;
            Juiz Patrício Marques Linhares;
            Juiz Pedro dos Reis Gordilho;
            Juiz/major Antônio d'Albuquerque e Mello;
            Partidor Antônio Gonsalves Barreiros;
            Partidor Pedro Francisco da Silva;
            Procurador/tenente-coronel Manoel Luís do Livramento;
            Tabelião Leonardo Jorge de Campos.

            Variação de nomes:
            Eduardo Amadeos Adolpho Horn;
            Eduardo Amadeu Adolfo Horn;
            Eduardo Amadeus Adolfo Horn.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro