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            Inventário de Maria Joaquina de Jezus
            BR SC TJSC TRRJ-69286 · Processo · 1849-1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Joaquina de Jezus (falecida);
            Antonio Manoel (inventariante, testamenteiro e co-herdeiro).

            Herdeiros:
            Francisco Antonio dos Santos;
            Jose Antonio dos Santos;
            Maria Joaquina;
            Policarpo Antonio dos Santos.

            Resumo:
            Antonio Manoel abre um processo de inventário após o falecimento de sua sogra, Maria Joaquina de Jezus, por ter sido nomeado como inventariante no testamento da finada. Durante o processo, é revelado que dois herdeiros encontravam-se ausentes; um residindo em Santos e outro em paradeiro incerto.

            Um dos herdeiros requereu que a louvação do patrimônio fosse feita na sala das audiências, pois não frequentava a casa do inventariante por alimentarem inimizades; o pedido foi aceito e o processo seguiu em frente. Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, mobílias, objetos de armazenamento, um oratório, ferramentas, medidas de café, casas e terrenos. Foram citadas dívidas deixadas pela finada. Constam no inventário duas pessoas escravizadas: Luis, designado como mulato, e Pedro, de nação Congo.

            Ao decorrer da ação, um dos herdeiros pede que uma mulher escravizada de nome Benigna, designada como crioula, seja adicionada ao espólio do inventário da falecida. Ela abre petição para afirmar que está procurando sua liberdade e nomeia um curador para representá-la, enquanto o inventariante se opõe ao pedido ao afirmar que “criou e alimentou Benigna desde pequena” e ainda a tem como legítima propriedade. O juiz dá continuidade ao pedido de Benigna e de sua mãe, Joaquina Maria (descrita como preta liberta), que visavam depositar e arrecadar rendas para sua liberdade. Em escritura anexada, é revelado que o inventariante não teria direito algum à propriedade de Benigna, pois ela foi doada somente à falecida filha da inventariada.

            Ao fim do processo, o juiz afirma que enquanto os dois herdeiros ausentes não fossem citados para presenciarem a partilha e alguns trâmites jurídicos não fossem aplicados, o inventário não poderia seguir. Com isso, a ação é julgada como nula. Além disso, o juiz requereu que se passe a conta de liberdade para Benigna, já que o valor necessário foi depositado.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Silveira de Souza;
            avaliador João Antonio Guimaraes;
            curador Antonio Gonçalves Franco;
            curador Jacintho Jose Pacheco dos Santos;
            depositário João da Silva Ramalho Pereira;
            escrivão e tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão e tabelião e procurador Jose Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão João Antonio Lopes Gondim;
            juiz municipal e provedor de capelas Antonio de Sousa e Cunha;
            juiz municipal segundo suplente Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
            reverendo vigário Joaquim Serrano;
            signatário Manoel Luis Cordeiro;
            tabelião Polidoro do Amaral e Silva.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Santos;
            fazenda dos Três Riachos;
            primeira comarca;
            Tijuca;
            Travessão;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            anulação;
            avaliações;
            conta de liberdade;
            petição da escravizada Benigna;
            procuração;
            termo de depósito;
            termo de descrição;
            termos de juramento;
            termo de responsabilidade;
            traslado de escritura;
            traslado de testamento.

            Inventário de Maria Joaquina Garcia
            BR SC TJSC TRPOA-20603 · Processo · 1874
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Maria Joaquina Garcia (inventariada/falecida)
            Francisco José Garcia (inventariante)

            Mobília; oratório com imagens religiosas; forno de cobre; prataria; talheres; castiçais; joias; casas; chácara; rancho de canoas; terras; propriedades urbanas; propriedades rurais; Rua das Flores; Rua do Senado; Enseada de Brito; Saco do Ribeirão; Fazenda da Tapera; Freguesia do Ribeirão; Distrito de Cubatão; Município de Porto Belo; Município de São José; dívidas; escravisão; 04 escravizados; Camillo; José; Maria; Thereza; contém carta precatória citatória; contém jornais; jornal opinião catharinense; militar; capitão.

            Escrivão Antônio Haenschen; escrivão Antônio Sálvio de Souza Medeiros; escrivão Domingos José Dias; escrivão Joaquim Xavier d'Oliveira Câmara; escrivão Domingos José Dias; escrivão Vidal Pedro Moraes; escrevente João Damasceno Vidal; tabelião Leonardo Jorge de Campos; partidor João Narciso da Silveira; curador geral José Delfina dos Santos; curador geral Cândido Gonçalves de Oliveira; Juiz José Ferreira de Mello; juiz Severino Alves de Carvalho; Procurador José Ramos da Silva Júnior;

            Variação de nomes; Jornal Opinião Catarinense; Antõnio Hänschen;

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inventário de Maria Leonarda Alves
            BR SC TJSC TRRJ-25199 · Processo · 1852 - 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Leonarda Alves (falecida);
            Manoel Alves Ribeiro (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Adolfo José Alves (co-herdeiro);
            Alexandre de Campos (neto);
            Anna Maria de Campos (neta);
            Antonio Alves Ribeiro;
            Aureliano Jozé de Campos (neto);
            Claudino de Campos (neto);
            Estevão Henrique da Cunha (neto);
            Fermentino Alves;
            Francisca de Campos (neta);
            Francisco Martinho de Campos;
            Ignacia Maria;
            Jacintho de Campos (neto);
            Jacintho Jorge (co-herdeiro);
            Joaquim Antonio Pestana (co-herdeiro);
            José Henrique da Cunha (co-herdeiro);
            Leonardo de Campos (neto);
            Leopoldina de Campos (neta);
            Luis de Campos (neto);
            Manoel Bernardes (co-herdeiro);
            Manoel de Campos (neto);
            Manoel Filippe (co-herdeiro);
            Marcellino de Campos (neto);
            Maria Bernardina (neta);
            Maria de Campos (neta);
            Policarpo de Campos (neto);
            Sebastiana Bernardina (neta).

            Resumo:
            Manoel Alvares Ribeiro abre um processo de inventário após o falecimento de sua mãe, Maria Leonarda. Alguns filhos e netos encontravam-se ausentes (muitos deles exercendo funções militares), em locais como “uma província do norte do império”, confederação de Buenos Aires, província do Sul e província de São Paulo, sendo notificados por carta. Como a finada deixou herdeiros menores de idade e residentes fora da província, a ação contou com a nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram um oratório, uma caixa, louças, brincos de prata, utensílios de cozinha, casas e terrenos, sendo adicionado mais tarde um valor em dinheiro, recebido dos Cofres da Tesouraria. São citadas dívidas passivas deixadas pela finada. Constam no processo cinco pessoas escravizadas: Furtuozo e Belizario, descritos como crioulos; e Maria, Roberta e Infancia, designadas como pardas. Ao decorrer do processo, o inventariante abre petição requerendo que Furtuozo seja vendido para uma pessoa de sua escolha, por motivos de “gratidão” pelos serviços prestados à falecida, o que é aceito.

            Outra petição é anexada e, dessa vez, o inventariante requer que a escravizada Maria seja vendida e que o produto da ação seja repartido entre os herdeiros. Além disso, ele pede que seu comprador seja de fora da província, porque os filhos e netos ainda teriam “bastante amor” por Maria. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que alguns herdeiros receberam um valor de reposição, para manter a igualdade de suas legítimas partes. O processo é julgado por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas de maneira pro rata e notificação de um parente idôneo para servir de curador dos órfãos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Antonio Ramos;
            avaliador Polucenio José dos Santos;
            coletor das rendas provinciais Jose Antonio de Lima Rodrigues;
            curador geral Candido Gonçalves de Oliveira;
            escrivão Anselmo Gonçalves Ribeiro;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Joaquim José Varella;
            signatário Caetano do Amaral Figueiredo Mendonça Fernandes;
            signatário Francisco Emilio do Livramento;
            signatário Jacinto Jorge de Campoz;
            signatário José Monteiro Guimarães;
            signatário Manoel Francisco da Silva;

            Localidades relevantes:
            Canasvieiras;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            confederação de Buenos Aires (atual parte da República Argentina);
            freguesia do Rio Vermelho (atual bairro de Rio Vermelho, Florianópolis);
            distrito de Santo Antonio (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
            morro do Pontal;
            Ponta Grossa;
            primeira comarca;
            província de São Paulo (atuais estados de São Paulo e Paraná);
            província do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença;
            termo de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslados de conhecimento do pagamento da meia siza;

            Variação de nome:
            Antonio Alvares Ribeiro;
            Fermentino Alvares;
            Frutuozo;
            Manoel Alvares Ribeiro;
            Maria Leonarda Alvares.

            Inventário de Maria Rosa da Silveira
            BR SC TJSC TRRJ-21830 · Processo · 1863-1880
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Rosa da Silveira (falecida);
            Jeremias Antonio da Silveira (inventariante e co-herdeiro).

            Herdeiros:
            Caetana Maria da Silveira;
            Caetano Vieira Pamplona;
            Francisca Maria da Silveira;
            Francisco de Barcellos e Aguiar (neto);
            Jose de Barcellos (neto);
            Luiz Santana Carpes (co-herdeiro);
            Manoel de Medeiros (co-herdeiro);
            Manoel Vieira Pamplona;
            Marcelina Rosa da Silveira Carpes;
            Maria Luiza (neta);
            Mariano Vieira Pamplona;
            Victorino Jose de Barcellos (neto).

            Resumo:
            Este processo se trata de um inventário iniciado por Jeremias, genro da falecida e inventariada Maria Rosa da Silveira. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com um tutor para representá-los.

            Foram declarados bens como casas, terras, engenhos, sítios, roças, caixas, mobília, animais, objetos de cobre e um alambique. Ainda no arrolamento, são citadas cinco pessoas escravizadas, de nomes: Marcos, Domingos e Augusto, sem etnias especificadas; e Florencia e Jacinto, denominados como crioulos. Durante a ação, os herdeiros solicitam que alguns bens avaliados façam parte de suas legítimas heranças.

            Por meio de petição, Jacinto afirma que foi avaliado com um valor muito superior a o que valia, por estar doente; ele faz essa afirmação porque pretendia pagar por sua liberdade aos herdeiros. Ele requer que os filhos e co-herdeiros da falecida respondam se concordam ou não com o pedido do autor. As partes concordam com o requerimento de alforria, mas pedem que Jacinto seja abonado para conseguir sua liberdade paga com o mesmo valor dado na avaliação. Com isso, a quantia original é depositada e ele consegue sua alforria.

            Ocorre a partilha de bens entre os herdeiros. O juiz julga por sentença o processo, requerendo o pagamento das custas e que o valor da herança dos herdeiros menores seja depositado no Cofre Público, para posteriormente terem acesso. Ao final da ação, é revelado que Victorino, Francisco e Maria Luiza atingiram a maioridade e solicitaram a devolução do dinheiro guardado, enquanto o neto Jose havia falecido.

            Atuaram no processo:
            avaliador Ignacio Gonçalves Lopes;
            avaliador Ricardo Antonio Lopes;
            curador dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
            escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
            juiz de órfãos suplente Antonio Francisco de Farias
            partidor capitão João Francisco Cidade;
            partidor Luiz Carlos de Saldanha e Souza;
            signatário Porfirio Jose Rodrigues;
            signatário advogado Candido Gonçalves de Oliveira;
            signatário Ovidio Antonio Dutra.

            Localidades relevantes:
            Caiacanga Mirim;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital;
            cova funda (localidade em Rio Tavares);
            freguesia do Ribeirão;
            Rio Tavares;
            travessão do limoeiro (localidade em Rio Tavares).

            Compõem o processo:
            auto de avaliação;
            autos de partilha;
            certidão de batismo;
            contas;
            petições;
            sentença;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Inventário de Mariana Joaquina de Paula Fonseca
            TRPOA-21327 · Processo · 1877-10-12
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Manoel José de Oliveira (advogado e inventariante). Mariana Joaquina era avó da esposa de Manoel José.

            Procurador Genuíno Firmino Vidal Capistrano.
            Juiz municipal Antônio Augusto da Costa Barradas.
            Juiz municipal suplente Major Afonso d'Albuquerque Mello.
            Juiz municipal suplente Coronel José Feliciano Alves.
            Escrivão Juvêncio Duarte Silva.
            Tabelião Leonardo Jorge de Campos.

            Processo incompleto?

            Tribunal da Relação de Porto Alegre