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            Inventário de Anna Caetana da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-20390 · Processo · 1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Anna Caetana da Conceição (falecida); Achille Silvy (esposo, francês e inventariante)

            Francisco José Pereira Serpa; Joaquim Lopes Martins (testamento); João Luis de Lima (esposo de Maria Guinett)

            Juiz Antonio Augusto da Costa Barradas; jornal O conservador, 20 de nov. de 1870; escrivão João Antonio Lopes Gondim; Ribeirão, freguesia de Nossa Senhora da Lapa; juiz Manoel da Silva Mafra; Biguaçu; vila de São Miguel; direito internacional; advogado Eleutério Francisco de Souza; escrivão Leonardo Jorge Campos; escrivão Vidal Pedro Moraes; juiz Joaquim Augusto do Livramento; Eduardo Francisco de Farias e Calista afirmam ser filhos da falecida; Anna Caetana havia ocultado essa informação do marido; nulidade do testamento.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Anna Bernardina da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-83103 · Processo · 1865
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de São José

            Partes:
            Anna Bernardina da Silva (inventariada);
            Francisco Silveira de Souza (inventariante/testamenteiro).

            Herdeiros:
            Francisco Alexandre da Silva;
            Jacintho Alexandre da Silva (testamenteiro);
            João Alexandre da Silva (testamenteiro).

            Descrição:
            O inventário de Anna Bernardina da Silva foi conduzido por seu esposo, Francisco Silveira de Souza. A finada declarou em testamento a liberdade de dois escravizados, de nomes Alexandra e Clemência; deixou esmola para os pobres e determinou que sua terça parte fosse dividida em quatro partes iguais, sendo três destinadas aos herdeiros e uma ao seu marido, procedendo-se, assim, a uma partilha amigável. Entre os itens inventariados constam uma casa, prataria, forno de cobre, tacho de cobre, alambique, oratório com imagens sacras, mobílias, objetos, meios de transporte, roças de mandioca, animais, terras, engenho de fazer farinha e engenho de fazer açúcar. O processo também registra a presença de dezoito pessoas escravizadas: três descritas como de nação, de nomes Joaquim, Felisberto e José; onze descritas como pardas, de nomes Mariano, Cândido, Galdino, José, Carolina, Maria, Felicidade, Carlota, Luiza, Faustina e Roza; e quatro descritas como crioulas, de nomes Vicente, Venâncio, Reginaldo e Rita. Consta ainda no processo uma carta precatória do juízo municipal da cidade de São José para o juízo municipal da cidade de Desterro.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz municipal Joaquim Augusto do Livramento;
            escrivão e tabelião Manoel Ferreira da Costa Seára;
            escrivão Marcos Francisco de Souza;
            escrivão e signatário Marcolino do Nascimento Ramos;
            avaliador Felisberto Gomes Caldeira de Andrade;
            avaliador Francisco de Paula Seára;
            avaliador Augusto Xavier de Souza;
            avaliador e signatário Constâncio José da Silva Pessoa;
            partidor e signatário Francisco Pereira Fernandes
            partidor Manoel Joaquim Teixeira;
            partidor Constancio José da Silva Pessoa Junior;
            oficial Joaquim Affonso Pereira;
            coletor das rendas Maycon Lopes Garcia;
            signatário João Luiz Ferreira de Mello;
            signatário Antonio Luiz Ferreira de Mello.

            Localidades relevantes:
            Praia Comprida;
            Ribeirão;
            Picadas do Sul;
            Desterro;
            rua do Príncipe;
            Tapera;
            Bom Retiro.

            Compõem o processo:
            Louvação aos herdeiros;
            Traslado do testamento;
            Louvação aos avaliadores;
            Juramento aos avaliadores;
            Autos de carta precatória;
            Auto de avaliação;
            Traslado de avaliação dos bens;
            Louvação aos partidores;
            Auto de partilha.

            Inventário de André Gomes Vieira
            BR SC TJSC TRRJ-19422 · Processo · 1870
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na Capital, na época conhecida como cidade de Desterro.

            Partes do processo:
            André Gomes Vieira (inventariado);
            Maria Rita do Nascimento (Inventariante).

            Herdeiros:
            Guiomar Rita do Nascimento;
            Maria do Nascimento;
            Victorina Maria do Nascimento;
            Antoni Novaes do Nascimento;
            José Gomes Vieira (menor);
            Nicolau Gomes Vieira (menor);
            Wenceslau Gomes Vieira (menor).

            Co-Herdeiros:
            João Ignacio Lopes.

            Resumo: Maria Rita do Nascimento fez o inventario de seu falecido marido, André Gomes Vieira, morador da cidade de Desterro. O falecido deixou herdeiros e sem testamento. Entre os bens inventariados constam: terras, casas, engenho de açúcar, animais, ""thear"", mobílias, animais, ferramentas e dívidas; também constam 5 pessoas escravizadas de nomes: Manoel, Euflabia, Anna, Antonio e um recém nascido, todos descritos como ""crioulos"". Os bens foram partilhados para os herdeiros, e dívidas foram pagas, bem como pagas as custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão Vidal Pedro Moraes;
            signatário João Damasceno Vidal;
            signatário Carlos Augusto da Gama Campos;
            advogado/curador Candido Gonçalves d'Oliveira;
            avaliador José Luis Correia de Mello;
            avaliador Ignacio Francisco Lopes;
            partidor João Narciso da Silveira;
            juiz de órfãos primeiro suplente major Affonso d'Albuquerque e Mello;
            juiz de órfãos terceiro suplente Patricio Marques Linhares.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atualmente conhecida como cidade de Florianópolis, Capital do estado de Santa Catarina);
            freguesia do Ribeirão.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Auto de inventário e juramento ao inventariante;
            Título dos herdeiros;
            Audiencia;
            Louvação aos avaliadores;
            Termo de arrolamento e avaliação dos bens;
            Termo de declaração;
            Auto de partilha;
            Exordia de partilha;
            Contas e pagamentos.

            Variação de nome:
            herdeira Germana Rita do Nascimento;
            escravizada Eufrasia.

            Inventário de Alexandre Jose Vieira Rabello
            BR SC TJSC TRRJ-18295 · Processo · 1816
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Alexandre Jose Vieira Rabello (falecido); Catharina Rosa (viúva e inventariante)

            Vila de Nossa Senhora do Desterro da Ilha de Santa Catarina; juiz de fora pela ordenação sargento-mor José Cezerino da Rosa; escrivão Manoel Antonio de Souza Medeiros; freguesia de São Miguel; curador de menores Luiz Machado Gallo; avaliadores Vicente Francisco Pereira e Mauricio José d'Ávila; 1 escravo; propriedades rurais; localidade de Caeira.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-25166 · Processo · 1851 - 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Alexandre Antonio Soares (falecido);
            Maria Antonia d’Oliveira (falecida);
            Francisca Maria d’Jezus (inventariante).

            Herdeiros:
            Delminda Antonia Soares;
            Domingos Antonio Soares;
            João Antonio Soares;
            Maria Antonia Soares.

            Resumo:
            Francisca Maria d’Jezus abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Alexandre Antonio Soares. Pelo falecido ter deixado herdeiros órfãos provenientes de um matrimônio anterior, a inventariante adicionou os bens da respectiva primeira esposa, também falecida, Maria Antonia d’Oliveira.

            Os bens inventariados foram mobília, objetos de armazenamento (caixas e baú) e casas. Constam três pessoas escravizadas: José, descrito como pardo; Tibério, designado como sendo de Nação (africano); e Joanna, descrita como de nação Rebolo. Mais tarde, alguns credores abrem petição para requerer pagamento de dívidas ativas, incluídas no inventário juntamente às dívidas passivas.

            Para o pagamento de algumas pendências, o curador geral requereu que Joanna fosse arrematada; ao decorrer do processo, a inventariante alega que Tibério não dava rendimentos à sua pessoa, pedindo que também esteja na arrematação. Além disso, ela requer que José faça parte de sua herança na partilha, pois afirma que seu valor é sua “única renda” com que pode contar. O pedido da inventariante foi aceito e Tibério, que estava em Laguna, foi realocado para Desterro, por meio de carta precatória.

            Além das duas pessoas escravizadas, foram arrematadas casas. Um dos arrematadores abre uma petição a fim de requerer débito em sua compra, pois foi preciso um pagamento maior da siza para a Fazenda Provincial do que o negociado inicialmente. Após isso, a quantia retirada das arrematações, a reposição em dinheiro da viúva, a cessão de créditos por parte dos devedores e os bens restantes do inventário passaram por um processo de partilha entre os herdeiros, assim como por meação para a cabeça do casal. O juiz julga a ação por sentença e requer pagamento das custas por parte dos interessados, além de exigir a notificação de um parente próximo para ser nomeado tutor dos órfãos.

            Atuaram no processo:
            avaliador Florianno José Villela;
            avaliador João de Souza Ribeiro;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão João Gonçalves da Silva Peixoto;
            juiz municipal e órfãos suplente comendador Agostinho Leitão d’Almeida;
            partidor Joaquim José Varella;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Jozé da Costa e Oliveira;
            pregoeiro Lucas Rodrigues d’Jesus;
            procurador Antonio Ferreira Cardozo Guimarães;
            procurador Pedro Antonio da Paixão;
            segundo escriturário Antonio Joaquim d’Albuquerque Coelho;
            segundo escriturário Joaquim Candido da Silva Peixoto;
            tesoureiro Francisco de Paula Silveira;
            tesoureiro João Francisco Cidade.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Laguna;
            primeira comarca;
            rua do Passeio (atual rua Esteves Júnior, Florianópolis).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            autos de praça;
            carta precatória;
            certidões;
            cessão de créditos;
            contas;
            edital;
            petições;
            pregões;
            recibos;
            relação de dívidas;
            sentenças;
            termo de declaração;
            termo de louvação;
            termos de juramento;
            traslados de conhecimento.

            Variação de nome:
            nação Rebello;
            nação Rebolla.

            Inventário de Adriana Rosa de Jesus

            Partes:
            Adrianna Rosa de Jesus (falecida); Poluceno (Antônio) José dos Santos e Francisco Poluceno dos Santos (testamenteiros)

            Juiz municipal João de Prado Faria; escrivão Manoel Estevão da Silveira; escrivão Leonardo Jorge de Campos (era escrivão de capelas e resíduos, tabelião do público judicial e notas da cidade de Desterro); testamento; Adrianna Rosa de Jesus era natural de Canasvieiras; filha de Gabriel Coelho da Costa e de Joanna Rosa de Jesus; herdeiras: afilhada e escravas; liberdade; freguesia de São Francisco de Paula de Canasvieiras.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro