Florianópolis

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos equivalentes

        Florianópolis

          Termos associados

          Florianópolis

            535 Descrição arquivística resultados para Florianópolis

            215 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            BR SC TJSC TRRJ-42342 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de embargo de Vicente da Rosa

            São partes neste processo:

            • Vicente da Rosa (embargante);
            • Gertrudes da Conceição (embargante);
            • José da Rosa (embargado);
            • Rosa Luiza (embargada);
            • Manoel da Rosa (embargado).

            Resumo:

            • O juiz de fora José Antônio da Luz, da cidade de Desterro, requereu embargos ao réu Vicente da Rosa, morador no lugar denominado Costeira dos Barreiros, na freguesia de São José, a pedido do embargante Manoel da Rosa, morador na freguesia de São José. Consta, neste processo, que uma outra ação ordinária estava pendente desde 1830, em que eram réus João de Souza Pereira e sua mulher; e que, nestes autos de embargo, os embargados José da Rosa, sua mulher Rosa Luiza, e seu filho Manoel da Rosa se aproveitaram da demora da referida ação ordinária, e utilizaram-se indevidamente das terras dos embargados, invadindo-as durante a noite e lá plantando arroz, cana, feijão e milho, e também cortando madeira. O meirinho geral Gerônimo Lopes de Carvalho, por determinação do juiz, foi ao local das terras e proferiu o embargo.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Costeira dos Barreiros;
            • Freguesia de São José (atual cidade de São José , Santa Catarina)
            • Cidade de desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina)
            • Ilha de Santa Catarina.

            Atuaram neste processo:

            • Advogado Manoel de Silva de Souza;
            • Escrivão/tabelião Joaquim Francisco d’Assis Passos;
            • Juiz/major José Antônio da Luz;
            • Juiz José da Costa Pereira;
            • Meirinho Gerônimo Lopes de Carvalho;
            • Procurador Antônio Pinheiro Guedes.

            Variação de nome:

            • Joaquim Francisco de Assis e Passos.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Embargo de Marcos Antonio da Silva Mafra
            BR SC TJSC TRRJ-83556 · Processo · 1839-1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Embargo realizados na villa de São José, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            major Marcos Antonio da Silva Mafra (embargante);
            José Antonio Vieira (embargado).

            Resumo: O embargante requer que seja paga uma dívida de uma certa quantia em dinheiro, que após um longo período sem retorno, foi requisitado pelo embargante para que sejam recolhidos os bens do embargado de forma a quitar a dívida. É necessário também que seja feito um chamado para encontrar o embargado, tendo em vista que o mesmo se encontrava na Província do Rio Grande do Sul. O processo segue com testemunhas corroborando com o que foi afirmado pelo embargante, com o processo sendo finalizado com os bens sendo recolhidos e a dívida paga pela justiça.

            Atuaram no processo:
            escrivão interino David do Amaral e Silva;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            tabelião Francisco de Paula Lacé;
            oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
            procurador Patricio Marques Linhares;
            depositário Albino José Vieira;
            juiz municipal João Francisco de Sousa;
            juiz de direito doutor Severo Amorim do Valle.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José;
            Desterro (atual cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina);
            Vacaria;
            Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual Estado de Rio Grande do Sul).

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Testemunhos;
            Termo de obrigação;
            Conclusão.

            Autos de Contas de Testamento de Antônio Manoel de Souto
            BR SC TJSC TRRJ-22568 · Processo · 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Contas de testamentos realizadas na cidade de Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antônio Manoel de Souto (falecido; testador);
            Polidoro do Amaral e Silva (testamenteiro).

            Resumo:
            O advogado Polidoro do Amaral e Silva, testamenteiro do falecido Antônio Manoel de Souto, realizou a prestação de contas referentes a sua função, tendo cumprido com as disposições do testador. Constam no processo os recibos e quitações da testamentaria. O testamenteiro também apontou que restavam duas contas para resolver, uma relacionada a uma quantia de dinheiro deixada pelo testador, e a segunda era referente ao legado deixado para realizar a alforria de Basilia, descrita como “parda”, posteriormente escravizada por João Ricardo Pinto, que não quis libertá-la. O testamenteiro também afirmou que não havia dinheiro o suficiente para tal ação. Alguns herdeiros receberam uma quantia de dinheiro destinada à liberdade de Basilia.

            Escravizados mencionados nesta ação: José, Pedro e Custódia, descrita como “crioula”, que recebeu do testamenteiro uma quantia de dinheiro que ele havia levado em conta da sua liberdade, “na parte em que ficara captiva” (p. 43).

            As contas foram tomadas e a prestação de contas finalizada.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Honório de Souza Medeiros;
            escrivão João Antonio Lopes Gondim;
            juiz municipal de capelas e resíduos Sérgio Lopes Falcão;
            juiz municipal de capelas e resíduos coronel José Bonifácio Caldeira de Andrade;
            signatário Antônio Pereira Machado Junior;
            signatário Domingos José Leopoldo;
            signatário João Marianno de Sant’Anna;
            signatário José Antonio de Souto;
            signatário capitão Anselmo Gonçalves Ribeiro.
            padre Sebastião Antonio Marfim;
            promotor do resíduos tenente coronel Francisco José d’Oliveira;
            procurador fiscal Joaquim Candido da Silva Peixoto.

            Localidades mencionadas:
            Desterro (atual Florianópolis);
            freguesia de Santo Antônio;
            Nossa Senhora das necessidades;
            Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos;
            Hospital da Caridade.

            Compõem o processo:
            recibos;
            quitação;
            taxa de heranças e legados.

            Variação de nome:
            juiz municipal de capelas e resíduos coronel José Bonifácio Caldeira d’Andrade;
            Polidoro d’Amaral e Silva.

            Autos de Contas de Inventário de Manoel Antonio da Costa
            BR SC TJSC TRRJ-55664 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de contas de testamento realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Antonio da Costa (testamenteiro e inventariante);
            Alberto José Francisco (testamenteiro);
            Barbara Ignacia de Jesus (falecida).

            Resumo:
            Manoel Antonio da Costa precisa prestar contas de seu cargo como testamenteiro da falecida Bárbara Ignacia de Jesus. Ele peticiona ao juiz que passe uma tomada de contas para poder quitar elas. Em seu testamento, Bárbara Ignacia de Jesus deixou por escrito suas últimas vontades, determinado que quem aceitasse o cargo de testamenteiro receberia metade do valor da escravizada Maria (descrita como crioula), e prêmios por seu trabalho.

            A testadora alforriou e libertou os seguintes escravizados: Martinho, Francisco, João, Patrícia, Bernarda, Luiza, Luis, Hypolito, Manoel e Maria (junto de seus filhos). A falecida deixou esmola para a instituição Santíssimo Sacramento da Matriz e terras para as escravizadas Luiza e Bernarda. Para Alberto José Francisco ela deixou dois escravizados, um descrito como pardo, de nome Polidoro, e Deolinda, descrita como crioula. O restante dos bens deveriam ser inventariados e partilhados entre os herdeiros. Ao final do testamento a falecida alertou que Luis Rodrigues possui um papel que clandestinamente lhe daria posse sobre seus bens, mas suas investidas não devem ser aceitas na justiça. As contas do testamento foram quitadas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão interino José Joaquim Valente;
            juiz municipal de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz de direito Severo Amorim do Valle;
            promotor Joaquim de Freitas Sampaio.
            tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do sul;
            Itapocoroy (atual Itapocorói, baía localizada no município de Penha);
            vila de São Francisco;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentença;
            termo de juramento;
            traslado de testamento.

            BR SC TJSC TRRJ-83500 · Processo · 1858-06-22
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José da Silva Paranhos.
            Réus: José Francisco de Araújo e Maria Francisca

            Dívida. Hipoteca. Terrenos, casas. Laguna.

            Juiz municipal Coronel Luís Ferreira do Nascimento e Mello.
            Juiz municipal Francisco José de Senna Lopes.
            Juiz municipal Frederico Afonso de Barros.
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.
            Estreito, São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de arrecadação de Anselmo de Andrade Castro
            BR SC TJSC TRRJ-25175 · Processo · 1851 - 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de arrecadação realizados na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes:
            A Justiça (autora);
            Anselmo de Andrade Castro (falecido).

            Resumo:
            O processo informa que Anselmo de Andrade Castro, descrito como preto liberto, foi encontrado morto na estrada pública. É revelado que o finado era novo na cidade, e tinha uma pequena venda. Um auto de corpo de delito foi realizado, mas não houve vestígio referente a um possível assassinato.

            Na véspera de sua morte, Anselmo participou de um terço do Senhor Bom Jesus, vestindo calça e jaqueta e carregando consigo uma faca de prata. Apesar disso, o finado foi encontrado sem pertences ou vestimentas. O subdelegado da freguesia de Canasvieiras realizou uma relação dos bens que estavam na casa do falecido, afirmando também que, pelo local não ser seguro, ele não se responsabilizaria pelo patrimônio.

            Dentre os bens inseridos na relação, destacam-se: carne de charque, potes de açúcar, café, fumo, utensílios domésticos, uma quantia em dinheiro, temperos, mobília, tecidos, vestimentas e animais. Além disso, o falecido deixou algumas dívidas. Após relacionados, o patrimônio do finado passou por um processo de arrematação. A ação se conclui com termo de recebimento e comprovante de pagamento das dívidas deixadas pelo finado.

            Atuaram no processo:
            avaliador Anastácio Silveira de Souza;
            avaliador Thomas dos Santos;
            curador interino dos defuntos e ausentes Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Honório de Souza Medeiros;
            juiz municipal Agostinho Leitão d’Almeida;
            juiz municipal e de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
            pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
            procurador fiscal Polidoro Amaral e Silva;
            subdelegado José Henriques da Cunha;
            tesoureiro Laurentino Eloy de Medeiros;

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            estrada pública;
            freguesia de Canasvieiras (atual bairro de Canasvieiras, Florianópolis);
            primeira comarca;
            província da Bahia (atual estado da Bahia).

            Compõem o processo:
            arrecadação de bens;
            comprovante de débito;
            contas;
            petições;
            pregões;
            relação de bens;
            sentença;
            termo de juramento;
            termo de recebimento.

            Auto de violação do artigo 111 do Código de Postura
            BR SC TJSC TRRJ-32867 · Processo · 1862-02-17
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Réus: Manoel Luís Alves de Brito, José Feliciano, João José Pinheiro, Marcelino de Bitancourt, Joaquim Pereira, Antônio Coelho da Costa, Rufino Valente, Francisco Porfirio dos Santos, Laurentino Machado, José Marcelino de Bitancourt, Maria Leonarda de Souza, Manoel Dutra Pereira, Antônio José da Silva, Alexandre Manoel de Bitancourt, Francisco de Souza Lisboa e José Joaquim Pinheiro.

            Construção de caminho e limpeza da testada de terrenos. Abertura de estradas. Código do Processo Criminal. Art. 85 da Lei de 1º de outubro de 1828. Código de Posturas. Art. 111 do Código de Posturas da Câmara Municipal. Problemas com a comunicação dos proprietários de terrenos a respeito do cumprimento do Código de Posturas. Ação improcedente. Sem pagamento de multas. Decisão contestada.

            Juiz Affonso Cordeiro de Negreiros Lobato.
            Escrivão Joaquim do Amaral e Silva Ferrão.
            Escrivão José Luís Alves de Brito.
            Subdelegado de polícia José Henriques da Cunha.
            Fiscal da Câmara José Rodrigues da Silva.
            Inspetor de Quarteirão Francisco Maria da Cunha Júnior.
            Inspetor do 6º Quarteirão José Pacheco de Souza.
            Procurador da Câmara Municipal Anastácio Silveira de Souza.

            São Francisco de Paula de Canasvieiras; Freguesia de Canasvieiras;

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            TRPOA-40009 · Processo · 1887-08-23
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Manoel José de Oliveira (advogado e testamenteiro).
            Inventário de Francisco José da Silva e sua esposa Francisca Ignacia de Jesus
            Elisiaria Amália da Silva (herdeira).

            Relicário de ouro, peças de prata, dinheiro.

            Juiz municipal Felisberto Elísio Bezerra Montenegro.
            Juiz municipal Major Afonso de Albuquerque e Mello.
            Escrivão Antônio Tomé da Silva.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.

            Desterro, Comarca da Capital.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de Pobreza de Rita Luisa da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-22602 · Processo · 1853 - 1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Rita Luisa da Silva (falecida);
            José Manoel da Silva (inventariante e tutor).

            Herdeiros:
            Aurelio José da Costa (ausente);
            José Gabriel da Costa (ausente);
            Jezuino da Costa (ausente);
            João Marcellino da Costa;
            Joaquim de Souza da Costa.

            Resumo:
            José Manoel da Silva abre o processo após o falecimento de Rita Luisa da Silva, visando a organização de um inventário dos seus bens, por ela ter vivido em extrema pobreza. Como a finada deixou herdeiros ausentes e menores de idade, a ação contou com a nomeação dos tutores José Manoel da Silva e Clemente Antonio Gonçalves. O único bem inventariado foi uma morada de casas, localizada na rua do Desterro. A ação foi concluída com termo de depósito referente ao bem avaliado, assinado pelo depositário nomeado.

            Atuaram no processo:
            depositário e tutor Clemente Antonio Gonçalves;
            escrivão de órfãos José Honório de Sousa Medeiros;
            juiz municipal e de órfãos Sérgio Lopes Falcão.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            primeira comarca;
            rua do Desterro.

            Compõem o processo:
            correição;
            sentença;
            termo de depósito;
            termos de juramento.