Capoeiras

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              Inventário de Marcelino de Aviz
              BR SC TJSC TRRJ-17309 · Processo · 1864
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário autuado na comarca de São Miguel, na província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Florentina Roza de Jezus (inventariante);
              Marcelino de Aviz (inventariado).

              Resumo:
              Neste processo, deu-se o inventário de Marcelino de Aviz, inventariado pela sua viúva, Florentina Roza de Jesus. O documento está incompleto, carecendo das páginas iniciais.

              Dentre os bens avaliados e inventariados, constam imóveis como: terras; uma roça de mandioca; três roças cana (sendo duas de cana caiana, e uma de cana pequena); uma casa de pau a pique, coberta de palha; e uma casa de engenho. As propriedades imóveis eram distribuídas pelas localidades de Sítio do Inferninho e Capoeiras.

              Foram também listados um carro velho; animais de cria (um novilho, uma vaca e cinco porcos) e animais de trabalho e transporte (uma junta de bois e um cavalo); itens de montaria (um lombilho e uma sela); vestimentas; mobília; objetos para armazenamento (caixas e barricas); um forno de cobre e dois caldeirões de ferro; cargas de mercadoria (açúcar); e ferramentas de trabalho, além de uma arma de fogo (espingarda); entre outros bens.

              Por fim, havia também um homem escravizado, de nome Adão (descrito como “pardo”). Adão foi avaliado em 600.000 réis (600$000).

              Procedeu-se então ao cálculo da partilha, onde os bens passaram pela definição da meação (direito do cônjuge a 50% dos bens) e divisão entre os herdeiros; e foi também separada a décima (imposto de 10% sobre rendimentos de imóveis), destinada à Fazenda Provincial. A soma de todos os bens do inventário resultaram no montante de 2.082.633 réis (2:082$633).

              Em seguida, a inventariante moveu uma petição, onde manifestou seu interesse em pagar as custas devidas à Fazenda Provincial, a fim de poder adjudicar-se (transferir-se formalmente) todos os bens excedentes à meação.

              Por sentença, por não existirem órfãos provenientes do casal, o juiz deu a partilha e a adjudicação como procedentes, deferindo-as em favor da inventariante.

              Porém, em seguida, o procurador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho, que representou a inventariante Florentina durante o processo, apresentou uma petição para embargar a sentença do inventário.

              O embargante, Alexandre Coutinho, afirmou que a sentença era fundada em falsa causa, pois que na verdade havia, sim, órfãos do casal. Além disso, apontou irregularidades, à medida que o inventário deveria ter procedido sob o juízo de órfãos ao invés do juízo municipal. Coutinho também disse que, depois de ter começado a autuação do inventário, faleceu Barnabé Ignacio de Aviz, irmão "germano" (legítimo, verdadeiro) do falecido Marcelino de Aviz. Barnabé deixou órfãos; logo, estes deveriam ter sido incluídos no rol de herdeiros e nas partilhas de bens. Dessa forma, Alexandre Coutinho peticionou pela anulação da sentença, bem como sugeriu a autuação de um novo inventário.

              A matéria dos embargos foi julgada como procedente, por conta da incompetência do juízo que autuou o inventário. Assim, o juiz ordenou a nulidade da sentença, e exigiu a devolução dos autos ao cartório do juízo de órfãos; donde seria autuado um novo inventário correspondente.

              Atuaram no processo:
              avaliador Manoel da Rocha Linhares;
              avaliador e escrivão de órfãos João Francisco Regis;
              coletor provincial Antonio Carlos de Carvalho;
              escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
              escrivão Salvador Miguel de Souza;
              juiz municipal José Maria do Valle Júnior;
              juiz municipal suplente Joze da Silva Ramalho Pereira;
              juiz municipal 1º suplente Antonio Gonçalves Franco;
              partidor Bento de Mello Barretto;
              procurador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho.

              Localidades relevantes:
              Capoeiras (atual bairro em São José, Santa Catarina);
              Sítio do Inferninho (situado na vila de São Miguel).

              Compõem o processo:
              cálculo da partilha;
              contas;
              embargos de sentença;
              recibo de taxa de heranças e legados;
              recibos;
              termo de avaliação;
              termo de juramento.

              Variações de nome:
              Marcelino de Avis;
              Marcellino de Avis;
              Marcellino de Aviz;
              partidor Bento de Mello Barreto.

              Inventário de Marcelino Gonçalves dos Santos
              BR SC TJSC TRRJ-77402 · Processo · 1849
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário de Marcelino Gonçalves dos Santos na Vila de São José parte da Segunda Comarca da Província de Santa Catarina.

              Partes do Processo:
              Marcelino Gonçalves dos Santos (inventariado);
              Roza Joaquina (inventariante)

              Herdeiro:
              Maria Rosa (filha);
              Feliciana Rosa (filha);
              Bernardino Rosa (filho);
              Joaquim Rosa (filho);
              Eduardo Antonio Domingos (neto/menor);
              Francisco Antonio Domingos (neto/menor);
              Joaquim Antonio Domingos (neto/menor);
              Maria (neta/menor);
              Anna (neta/menor);
              Thomasia (neta/menor);
              Luisa (neta/menor);
              Rosa (neta/menor);

              Resumo: Este inventário foi feito na Vila de São José por Roza Joaquina, viúva do falecido Marcelo Gonçalves dos Santos. Feito o juramento do curador e dos avaliadores, foi feita a avaliação dos bens, que incluía móveis, terras, uma casa e um escravizado. O escravizado, denominado como crioulo, chamava-se Bento.
              Após a avaliação e uma certa dificuldade para contatar toda a vasta lista de herdeiros, segue-se para a partilha dos bens. Durante este processo, um dos herdeiros falece, e há um trecho do inventário deste falecido na partilha, incluindo a sua parte da meação.
              Antonio Domingos Alves assinou um termo se comprometendo a administrar os bens das filhas menores.

              Atuaram no Processo:
              avaliador Constancio José de Souza Pessoa;
              avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
              escrivão; oficial de justiça Francisco Xavier de Oliveira Camara;
              curador Manoel de Freitas Sampaio;
              partidor Joaquim lourenço de Souza Medeiros;
              partidor Duarte Vieira da Cunha;
              juiz de órfãos suplente João Francisco de Souza;

              Localidades Relevantes:
              Vila de São José;
              Segunda Comarca;
              Distrito de Capoeiras;
              Rio do Araújo;
              Comarca do Sul;

              Compõem o Processo:
              Termos de juramento;
              Avaliação de bens;
              Termo de tutoria;
              Partilha de Bens.

              Justificação de Feliciano dos Santos
              BR SC TJSC TRRJ-53836 · Processo · 1836
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Justificação cível ocorrida na vila de São José, na época sob a comarca do Sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Feliciano dos Santos (justificante);
              João Alvares Orique (justificado);
              Sebastião José d’Arruda (justificado).

              Resumo:
              Neste processo, o justificante, Feliciano dos Santos, buscou anular uma ação de sequestro de bens que os justificados, João Alvares Orique e Sebastião José d'Arruda, moveram contra ele. Os justificantes alegaram que certos terrenos foram doados pela finada Maria d’Arruda, e que ela tinha a posse destas terras em vida. Foram solicitados os títulos originais das terras para serem analisados e a assinatura de nova dilação do processo. A ação contou com testemunhas, que compartilharam informações sobre as diversas vendas dos bens tratados na ação. As terras em questão estavam distribuídas na localidade de Campina, nas proximidades da entrada da vila de São José; e tinham fronteiras com uma estrada, que seguia da vila de São José até o Estreito. O processo termina de modo inconclusivo.

              Localidades relevantes:
              Campina;
              Capoeiras;
              Estreito;
              Maruhi (atual cidade de Imaruí, Santa Catarina);
              vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              justificação;
              testemunhas;
              contas.

              Atuaram neste processo:
              escrivão Joaquim Francisco d'Assiz e Passos;
              juiz municipal Francisco da Costa Porto;
              procurador Manoel do Nascimento Ramos;
              procurador Sebastião José d’Arruda;
              signatário Joaquim Affonso Pereira;
              signatário Mariano José Coelho;
              signatário major Silvestre José dos Passos.