Carta Precatória

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              Carta Precatória São José para Tubarão
              Processo · 1876
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Partes:
              Juízo Municipal do termo de Tubarão, deprecado.
              Juízo Municipal do termo de São José, deprecante.

              O processo de origem é sobre o homicídio do italiano Felício Rescio.
              Antônio Marques da Silva, escrivão.
              Tenente José Maria da Luz, juiz municipal.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Carta precatória requisitória de Bernardino Jose Loppes
              BR SC TJSC TRRJ-78557 · Processo · 1835
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Carta precatória requisitória realizada na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

              São partes do processo:
              Bernardino Jose Loppes (autor);
              Segundo (réu);
              José Antonio da Silva Castro (réu);
              Bento Antonio (réu).

              Resumo:
              Nesta carta precatória requisitória, é deprecante o juízo de paz da vila do Espírito Santo da Cruz Alta, e é deprecado o juízo de paz da vila de Lages.

              O processo contido na carta precatória trata de uma denúncia feita pelo reverendo vigário Bernardino Jose Loppes, tesoureiro da Igreja do Espírito Santo, a igreja matriz da vila de Cruz Alta. Ele descreve que, há seis meses da data autuação de sua denúncia, a igreja em que presta seus serviços foi arrombada e saqueada por ladrões, que levaram diversas artigos religiosos, confeccionados em ouro, prata e outros materiais. O denunciante acusou um homem chamado Segundo (descrito como pardo "balviano") de ter sido quem arrombou as portas da igreja; e acusou José Antonio da Silva Castro e Bento Antonio (descrito como crioulo, preto e forro) de terem efetuado o roubo, e de terem levado os artefatos roubados.

              O autor da denúncia afirmou que José Antonio da Silva Castro e Bento Antonio trabalharam para a igreja como armadores de um evento religioso; e tendo o fato criminoso acontecido depois do evento, ambos os armadores foram presos na vila de Cruz Alta. Entretanto, as peças levadas da igreja não foram encontradas, e sem provas conectando-os ao crime, os dois presos foram soltos.

              De acordo com o denunciante, mais tarde, esses mesmos dois réus que foram presos seguiram a estrada da Vacaria até chegarem em Lages. Lá, foram encontrados na posse de itens que batiam com a descrição dos artefatos roubados da igreja; e foram novamente presos na vila de Lages. O autor da denúncia especulou que alguns dos bens já haviam sido vendidos, perdidos ou danificados ao longo da viagem dos réus para Lages.

              Os artigos religiosos roubados constavam em uma "custódia" (também chamada de "ostensório" — é um artefato religioso, geralmente feito de ouro, usado pela igreja católica durante liturgias), três cálices, duas "patenas" (pratos usados para hóstias e para cobrir os cálices no catolicismo), uma caixa, um "frontal" (tecido que cobre o altar) com franjas de prata, e mais dois acessórios do frontal.

              São mencionados depoimentos de testemunhas, que não constam no corpo documental deste processo; mas, na sentença, o juiz atestou que elas corroboram a denúncia do vigário, tornando-a procedente e pronunciando os réus culpados pelos crimes de arrombamento e roubo. Posteriormente, pelo mau estado da cadeia da vila de Lages, foram transferidos para a capital da província de Santa Catarina.

              Localidades relevantes:
              cadeia da vila de Lages;
              comarca de Missoins;
              comarca do norte;
              província do Rio Grande de São Pedro do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
              vila do Espírito Santo da Cruz Alta (atual município de Cruz Alta, Rio Grande do Sul);
              vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              correição;
              denúncia;
              despacho com descrição dos bens roubados;
              mandado de prisão e livramento;
              mandado de levantamento;
              procuração.

              Atuaram no processo:
              escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
              escrivão do juízo de paz Camillo Justiniano Ruas;
              depositário João Rodrigues de Andrade;
              juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
              juiz municipal Jose Jacinto de Oliveira;
              juiz de paz Francisco das Chagas do Amaral Fontoura;
              juiz de paz João Guilherme Catelam.

              Variações de nome:
              Bernardino Jose Lopes;
              Bernardino Joze Lopes;
              depositário João Roiz de Andrade;
              comarca de Missões;
              juiz de paz João Guilherme Catelan.

              BR SC TJSC TRRJ-29190 · Processo · 1848
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Partes:
              Antônio Godinho da Silva e Companhia (exequente);
              Elena Floriana de Andrade (executada);
              Luis Francisco de Medeiros (executado);
              Floriano José de Andrade (curador executado).

              Traslado; Laguna; carta precatória oposta em execução de sentença; Lages; Côrte do Rio de Janeiro; dívida de 4.246$000 (quatro contos, duzentos e quarenta e seis mil réis); Dom Pedro Segundo.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              BR SC TJSC TRRJ-19598 · Processo · 1815
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Carta precatória realizada em Laguna à época Vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna.

              Partes: Carlos José da Cunha (denunciante); Joaquim Antônio Monteiro (denunciante); Manoel Joaquim (réu);
              Jeronimo da Silva (réu)

              Resumo: O processo de carta precatória provém de um requerimento de auto de devassa. A carta é expedida pelo Juiz Thomaz José Freire, do juízo da vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna (atual cidade de Laguna) para o juízo da vila de Lages, (atual cidade de Lages). Relacionado à um crime de roubo em uma embarcação de nome Fumaça Monte Alegre, pelos marinheiros Manoel Joaquim e Jeronimo da Silva. É mencionado um mandado de busca e apreensão dos bens furtados. O delito ocorreu na vila de laguna, com a fuga dos réus para a vila de Lages.

              Atuaram no processo: Juiz Thomas José Freire; Escrivão Joao Batista Rodrigues

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Carta precatória de Rosa Teixeira de Viterbo
              BR SC TJSC TRRJ-10603882 · Processo · 1831-1861
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Traslado de carta precatória realizado na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a Comarca da Ilha de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Jose Ferreira de Oliveira Boenno (falecido);
              José Ferreira (herdeiro e deprecado);
              Rosa Teixeira de Viterbo (inventariante, deprecante e herdeira).

              Resumo:
              Neste processo, é deprecante o juízo de órfãos da vila de Curitiba, que enviou uma carta precatória ao deprecado, o juízo de órfãos da vila de Lages, em favor da inventariante, Rosa Teixeira de Viterbo, a fim de citar o herdeiro José Ferreira.

              A inventariante alegou que o falecido, Jose Ferreira de Oliveira Boenno, deixou bens como campos e animais na vila de Lages; e para prosseguir com o inventário, era necessário que o herdeiro preparasse uma relação destes bens existentes, e a enviasse ao juízo da vila de Curitiba. O processo concluiu-se com a realização da avaliação dos bens e retorno à inventariante. Com o processo visto em correição, no ano de 1860, foi pedido pelo juiz corregedor que fossem pagos os selos do processo.

              Atuaram no processo:
              avaliador Anacleto Jose Gonçalves;
              avaliador Camillo Justiniano Ruas;
              coletor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
              escrivão Manoel Antonio ferreira;
              escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos
              escrivão de órfãos Manoel Antonio Teixeira;
              juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
              juiz ordinário e de órfãos sargento-mor Ignacio Lustosa de Andrade;
              juiz de órfãos alferes João Tomas e Silva.

              Localidades relevantes:
              Campo do Tributo;
              Campo da Varginha;
              vila de Curitiba (atual município de Curitiba, Paraná);
              vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais (atualmente parte do município de Curitiba, Paraná);
              vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
              província de São Paulo (atual estado de São Paulo);
              comarca da Ilha de Santa Catarina.

              Compõem o processo:
              carta precatória de diligência;
              correição;
              cumpra-se;
              termo de avaliação;
              termo de juramento aos avaliadores;
              termo de juramento aos louvadores;

              Variação de nome:
              Campo do Estributo.

              Carta Precatória de Manoel Joaquim da Rosa
              BR SC TJSC TRRJ-75744 · Processo · 1849
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Carta Precatória de Manoel Joaquim da Rosa realizado em São josé, na Segunda Comarca.

              Partes do Processo:
              Manoel Joaquim da Rosa (inventariado);
              Manoel Maria da Rosa (inventariante).

              Herdeiro:

              Resumo: Carta precatória referente ao inventário de Manoel Joaquim da Rosa, entre o juízo de órfãos da Villa de São José do Norte e o juízo de órfãos da província de São Pedro do Rio Grande do Sul. Os bens citados em relação a carta precatória são terras.

              Atuaram no Processo:
              escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
              escrivão Luis Joaquim de Carvalho;
              juiz de órfãos João Francisco de Souza;

              Localidades Relevantes:
              Vila de São José;
              Segunda Comarca;
              Cubatão.

              Compõem o Processo:

              Variação de Nome:

              Carta Precatória de Joaquim José dos Passos
              BR SC TJSC TRRJ-21631 · Processo · 1867
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Traslado de carta precatória de diligência autuado na cidade de Desterro, cabeça da comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Joaquim José dos Passos (tutor; requerente);
              Mariana da Lima de Arruda Capistrano (requerente);
              José Joaquim Capistrano (falecido);
              Marcionilla (menor; tutelada);
              Sibilia (menor; tutelada).

              Resumo:
              Este processo é um traslado de uma carta precatória de diligência, que foi deprecada pelo juízo de órfãos da cidade de Ouro Preto, da província de Minas Gerais, com destino ao juízo de órfãos da cidade de Desterro, da província de Santa Catarina.

              O processo trasladado pela carta precatória se trata de um requerimento, movido pelo capitão Joaquim José dos Passos, o qual também era tutor de Marcionilla e Sibilia, as duas filhas do finado tenente José Joaquim Capistrano, órfãs em razão do falecimento de seu pai. O finado tenente Joaquim José teve as filhas com Mariana da Lima de Arruda Capistrano; ela, por sua vez, casou-se com o capitão José Joaquim após o falecimento do tenente Joaquim José.

              Dentre os bens deixados pelo falecido tenente, constava uma garota de nome Ursula, de 14 anos de idade, escravizada, descrita como “cabra” (termo usado nos séculos XVIII e XIX para designar mestiços, indicando pele de tonalidade escura). Ursula estava no poder de sua irmã, Maria Tiberia Rodrigues, pois que o tenente faleceu na cidade de Minas Novas, onde estava destacado no exército.

              Quando soube do falecimento do tenente, Ursula entendeu-se “forra” (alforriada, livre); e foi embora da casa onde estava. Posteriormente, foi capturada e detida pela polícia. Ursula foi submetida à praça pública, onde foi arrematada; e o valor em dinheiro a ela atribuído no leilão foi armazenado nos cofres públicos. Logo, o intuito do capitão Joaquim José dos Passos é o de levantar e extrair esse referido valor, sob o argumento de possuir direitos sobre a escravizada Ursula, uma vez que ele é tutor das filhas do finado tenente.

              Em uma procuração, o procurador do requerente peticiona pelo saque da quantia em dinheiro que configurava o valor de Ursula, que totalizava 779.000 réis (779$000). O procurador informa que o depósito nos cofres públicos foi realizado no dia 10 de dezembro de 1864.

              Atuaram no processo:
              escrivão de órfãos Francisco de Paula Soares Ferreira;
              escrivão de órfãos Vidal Pedro de Moraes;
              juiz Linhares;
              juiz municipal e de órfãos José Joaquim Fernandes Torres Júnior;
              procurador tenente-coronel Joaquim Ferreira da Silva Júnior.

              Localidades relevantes:
              cidade de Desterro;
              cidade de Minas Novas;
              cidade de Ouro Preto;
              província de Minas Gerais;
              província de Santa Catarina;
              comarca de Ouro Preto;
              comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Compõem o processo:
              despachos;
              procuração.