Desterro

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          Inventário de Antônio de Freitas Noronha
          BR SC TJSC TRRJ-25203 · Processo · 1852
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          Antônio de Freitas Noronha (falecido)
          Caetana Leopoldina de Noronha (inventariante)

          Tecidos; peles de animais; calçados; móveis; dividas; petição para arrematação de bens; praça publica; praça publica; loja de calçados; muito deteriorado; difícil compreensão; restauro; folhas bem danificadas

          119 Folhas

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Inventário de Antônio Alves Ribeiro
          BR SC TJSC TRRJ-19823 · Processo · 1872-1879
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventario realizado na Capital, à época conhecida como cidade de Desterro.

          Prates do processo:
          Antônio Alves Ribeiro (inventariado);
          Leonarda Cândida Alexandrina (Inventariante).

          Herdeiros:
          Antonio Alves de Ribeiro;
          Clarice Leocadea;
          Manoel Porfirio Alves;
          Maria Magdalena;
          Francisco Timótheo Alves;
          Clementina;
          Anna Alves;
          Joanna Alves;
          Marcos Alves de Ribeiro;
          Justo Alves Ribeiro;
          Martinho Laureano Alves;
          Antonio Luis Bião (menor);
          Francisco Bião (menor);
          Luiz Bião (menor);
          Armindo Bião (menor).

          Co-Herdeiro:
          Manoel Portella Alves;
          José Marcollino Nunes;
          Manoel Polucenio dos Santos.

          Resumo: Leonarda Cândida Alexandrina fez o processo de inventário de seu falecido marido Antônio Alves Ribeiro, com o falecido deixando herdeiros e nenhum testamento. Entre os bens inventariados constam: terras, casas, mobílias, utensílios de cobre, ferramentas, dívidas, e uma pessoa escravizada de nome Josina, a qual é descrita como crioula.

          Atuaram no processo:
          escrivão Vidal Pedro Moraes;
          escrivão interino João Damasceno Vidal;
          oficial de justiça Francisco José de Souza;
          signatário tenente coronel Anastacio Silveira de Souza;
          signatário Francisco Timótheo Alves;
          curador Candido Gonçalves d'Oliveira;
          avaliador João José Pinheiro;
          avaliador José Henrique da Cunha;
          partidor João Narciso da Silva;
          juiz de órfãos José Ferreira de Mello;
          juiz dos órfãos primeiro suplente José Delfino dos Santos.

          Localidades relevantes:
          freguesia de Canasvieira;
          freguesia do Ribeirão;
          freguesia de Santo Antonio;
          província do Rio Grande do Sul.

          Compõem o processo:
          Petição inicial;
          Juramento a inventariante;
          Relação de herdeiros;
          Tutela;
          Louvação aos avaliadores;
          Juramento aos avaliadores;
          Avaliação dos bens;
          Termos de declaração;
          Auto de partilha;
          Contas.

          Inventário de Antonia Joaquina de Souza
          BR SC TJSC TRRJ-24627 · Processo · 1825-1827
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na cidade de Desterro.

          Partes:
          Antonia Joaquina de Souza (inventariada);
          Vicente José de Assumpção (inventariante/testamenteiro).

          Resumo:
          O inventário de Antonia Joaquina de Souza foi conduzido por Vicente José de Assumpção, deixando um testamento onde cita que deixou um "sítio da ostra" no Cordão do Estreito em São José, com uma casa e um engenho de fazer farinha. Também deixou algumas terras destinadas a duas escravizadas, de nomes Antonia e Maria (ambas descritas como crioulas), além de citar também 03 outras pessoas escravizadas, de nomes: José (de nação Benguela), Emerenciana (menor descrita como crioula), deixada de doação para a escravizada Antonia, e Joanna (de nação Ganguela), que foi liberta. Cita em seu testamento que deixou uma quantia em dinheiro para algumas instituições de nomes: Ordem terceira de São Francisco, Irmandade da Santíssimo Sacramento, Nossa Senhora do Rosário, Hospital da Caridade dos Pobre, além de deixar também uma quantia em dinheiro para algumas pessoas, de nomes: Manoel de Bitencourt, Maria Vitoria, filhas de José Venero, Maria, filha de Domenciano Pereira Fernandez, filhas da escravizada Joanna, de nomes: Felicidade, Feliciana e Emerenciana. Entre os bens inventariados havia terras, uma casa, forno de cobre, animais, vestimentas, prataria e dívidas. Consta no processo um auto de justificação, para tratar sobre os bens que, devido ao falecimento da inventariada, ficaram para as ex-escravizadas "Maria do Livramento", ambas possuem o mesmo nome e foram descritas enquanto crioulas e forras.

          Atuaram no processo:
          juiz de fora e ouvidor geral Antonio Pereira Baretto Pedrozo;
          juiz de fora Francisco Antonio Cardoso;
          juiz de fora Floriano Eloy de Medeiros;
          escrivão e tabelião Antonio Lopes da Silva;
          avaliador João Vieira da Rosa;
          avaliador Antonio José Duarte;
          avaliador Francisco Antonio Bitancourt;
          avaliador José da Costa Bastos;
          partidor José Joaquim Bernardes de Moraes;
          partidor Luis de Souza Medeiros;
          signatário Domenciano Pereira Fernandez;
          justificante Maria do Livramento.

          Localidades relevantes:
          Ilha Gracioza;
          freguesia de São José;
          Terra Firme;
          Estreito.

          Compõem o processo:
          Traslado do testamento;
          Alforria;
          Avaliação dos bens;
          Autos de justificação;
          Partilha de bens;
          Pagamentos;
          Traslado de recibo.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro