Partes do processo:
Manoel Silveira Gularte (inventariado);
Justino Silveira Gularte (inventariante).
Desterro
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Partes: Manoel Vieira Cordeiro; Ludovina Rosa Cordeiro.
Partes do Processo:
Marcellina Catharina de Jesus (inventariado);
José Silveira de Souza Junior (inventariante);
Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Marcellino Machado Fagundes (falecido);
Victorina Roza (inventariante).
Herdeiros:
Candida Roza;
Floriano Gonçalves (neto);
Manoel Gonçalves;
Maria Roza;
Thomas Gonçalves (neto).
Resumo:
Foi aberto um processo de inventário por Victorina Roza em relação aos bens de seu finado marido, Marcellino Machado Fagundes. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador de órfãos. Além disso, a inventariante não pôde estar presente para dar início à ação, já que estava com a idade avançada e doente. José Ignacio Vieira foi nomeado como seu procurador e representante.
Entre os bens avaliados estavam caixas, um oratório com imagens religiosas — Jesus e Nossa Senhora da Conceição usando uma coroa de prata —, mobília, um paiol de guardar farinha, uma canoa, utensílios de cozinha, um ferro de passar roupa, ferramentas, uma vaca, engenhos de farinha e cana, uma casa e terras.
Neste arrolamento, foram mencionadas 16 pessoas escravizadas, dos nomes: Pedro e Maria, descritos como crioulos; Manoel, José (dito estar doente), Zifirino (descrito como “defeituoso de um braço, o direito”), Claudino, Luis, Francisco, Felicidade, Rita, Claudina, Filipa, Luciana, Joana e Anna (com “moléstia interior”), sem etnias especificadas; e Maria, descrita como parda e “doente”. Muitas das pessoas mencionadas eram crianças, com idades inferiores a 10 anos.
Os herdeiros, através de petições, solicitaram bens e pessoas escravizadas para compor suas legítimas partes paterna. Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros. O juiz julgou a ação por sentença, em que requereu o pagamento das custas de maneira pro rata pelos interessados. Mais tarde, Manoel Gonçalves foi juramentado como tutor dos herdeiros menores.
Atuaram no processo:
avaliador e juiz de paz Manoel Teixeira d’Oliveira;
avaliador Manoel Antonio Nunes Vieira;
curador geral dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
escrivão interino Anacleto Ladisláo Ribeiro;
escrivão José Honorio de Sousa Medeiros;
juiz municipal e órfãos Manoel da Silva Mafra;
partidor João Narcizo da Silveira;
partidor Luis Carlos da Saldanha Sousa;
procurador José Ignacio Vieira;
tutor Manoel Gonçalves.
Localidades relevantes:
cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da capital;
freguesia da Lagôa (atual bairro da Lagoa da Conceição, Florianópolis).
Compõem o processo:
auto de avaliação;
auto de partilha;
contas;
petições;
procurações;
recibos;
sentença;
termo de audiência;
termo de declaração;
termos de juramento;
termos de louvação.
Variação de nome:
Filicidade;
Victorina Clara de Jesus.
Partes:
Marcellino Silveira Cardozo (falecido); Maria Laurinda dos Santos (inventariante)
Auto de pobreza; Terras; Casa; Jóias; Dívidas; Engenho de Farinha; Mobília; Freguesia do Rio Vermelho; Freguesia de São João Batista; Inventário tem relação com inventário de Maria Thereza;
Escrivão José de Miranda Santos; Escrivão Manoel Antonio do Nascimento; Juiz Affonso de Albuquerque;
13 Folhas.
Tribunal da Relação de Porto AlegreInventario na cidade de Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina
Partes do processo: Marciano Caetano da Silva (falecido); Pascoa Maria de Jesus (inventariante).
Herdeiros: Maria (menor); Alfredo (menor); Cândida (menor).
Resumo: Páscoa Maria de Jesus fez o inventário dos bens do seu marido falecido, Marciano Caetano da Silva, que morava na cidade de Desterro e trabalhava como mercador tanto em Desterro quanto no Rio de Janeiro. Ele deixou três filhos menores de idade como herdeiros. Entre os bens listados no inventário estão: uma mulher escravizada chamada Mariana (nação Cabinda), uma quantia em dinheiro guardada em conta, dívidas com credores nas cidades de Desterro e Rio de Janeiro, além de dívidas com o tesouro da província.
Atuaram no processo: advogado Custódio Francisco de Souza; avaliador Tristão José Moreira; avaliador Gregório Teixeira Couto; avaliador Antônio Rodrigues da Silva; curador Candido Gonçalves d’Oliveira ; escrivão José Antônio de Souza Medeiros; juiz Sergio Lopes Falcão; partidor Caetano Araújo Figueiredo Mendonça Furtado; partidor Francisco Duarte Silva; procurador Luís do Livramento; procurador Eleutério Francisco de Souza.
Localidades relevantes: cidade de Desterro; cidade do Rio de Janeiro.
Compõem o processo: custas de selo; juramento de curador; autos de avaliação; imposto sobre loja e escravidão; relação de prestação de contas; procuração; recibo de pagamento a credores.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroPartes do processo:
Margarida Antonia da Silva (inventariada);
Francisco Antonio da Silva (inventariante).
Partes: Maria Bernarda; Antônio Pereira Duarte.
Partes:
Maria Caetana da Silveira (falecida); Augusto Rodrigues da Silveira (inventariante)
Rio Tavares; Terras; Dívidas; Mobília;
Escrivão José de Miranda Santos; Juiz Felisberto Elysio Bezerra Montenegro; Oficial de Justiça Manoel Fernandes Garcia; Juiz Major Affonso de Albuquerque Mello;
12 Folhas.
Tribunal da Relação de Porto AlegreInventário realizado na cidade de São José
Partes:
Maria Caetana de Jesus (inventariada);
Cypriano Correia da Silva (inventariante).
Herdeiros:
Joaquim José Garcia;
Anna;
Caetana Roza de Jesus.
Descrição:
O inventário de Maria Caetana de Jesus foi conduzido por seu marido, Cypriano Correia da Silva, sem testamento, e a partilha dos bens ocorreu de forma amigável. Entre os itens inventariados constavam tachos de cobre, forno de cobre, engenho de farinha, objetos diversos, mobília, meios de transporte, engenho de cana, terras, casas e vestuários. O processo também registra a presença de seis pessoas escravizadas, sendo uma descrita como parda, de nome Virgilino, e cinco descritas como crioulas, chamadas João, José, Dizideria, Luiza e Maria, esta última tendo tido uma filha durante a avaliação dos bens. Consta ainda no processo uma carta precatória do juízo da comarca de Desterro para o juízo da comarca de São José.
Atuaram no processo:
juiz municipal Domiciano Barboza da Silva;
juiz municipal Francisco da Silva Ramos;
juiz municipal Patricio Marques Linhares;
juiz municipal Affonso de Albuquerque e Mello;
juiz municipal Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
avaliador Feliciano Coelho Pires;
avaliador Daniel Antonio da Silva Simas;
escrivão Manoel Ferreira da Costa Seára;
escrivão Marcos Francisco de Souza;
coletor das rendas Mariano Francisco de Souza;
avaliador Luis Antonio de Mello;
avaliador Marcelino do Nascimento Ramos;
partidor Constancio José da Silva Pessoa Junior;
partidor Bazilio Albino Ramos;
oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
oficial de justiça José da Costa Seara;
signatário Antonio Firmino de Souza.
Localidades relevantes:
Cubatão;
Aririu;
Desterro;
rua do Príncipe;
freguesia da Enseada de Brito;
freguesia de Santo Amaro.
Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Juramento aos avaliadores;
Traslado da relação dos bens;
Carta precatória;
Juramento aos partidores;
Partilha dos bens.
Variação de nome:
Santo Amaro de Cubatão.