Desterro

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Desterro

        Termos equivalentes

        Desterro

          923 Descrição arquivística resultados para Desterro

          919 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
          Justificação de Francisco Silveira de Mattos e outros
          BR SC TJSC TRRJ-63177 · Processo · 1823
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação de Francisco Silveira de Matto, Antonio Silveira de Matto e Bernardino José de Bitencour realizada na Capital, à época da cidade de Nossa Senhora do Desterro

          Partes: Francisco Silveira de Matto, Antonio Silveira de Matto e Bernardino José de Bitencour (Justificantes); Marianno Antonio Correa Borges e outros (Justificados)

          Resumo: Os justificantes entraram com um processo contra o justificado Capitão Marianno Antonio Correa Borges, o Governador João Vieira Tovar e Hipólito Jozé de Morozes, alegando que agiram com má-fé, lhes vendendo terras e depois negando sua legalidade sobre as terras. Tais terras eram de frente com a parte norte do Rio Cubatão, tiradas pelo governador João Vieira Tovar em 1818, sendo repartidas um ano depois dos suplicantes já terem comprado as terras.

          Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Rio Cubatão; Enseada do Brito; Canasvieiras

          Agentes que atuaram:

          • Escrivão Antonio Lopes da Silva;
          • Juiz Francisco José Nunes;

          Variação de nome: Hipólito Jozé de Menezes; Francisco Silveira de Matto; Antônio Silveira de Matto;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Justificação de João Augusto da Rosa Fagundes
          BR SC TJSC TRPOA-22103 · Processo · 1882
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          João Augusto da Rosa Fagundes (justificante); José Porfírio Machado de Araújo (justificado, falecido)

          Arrecadação dos bens do falecido; dívidas; pagamento a Fazenda Nacional

          Juiz Affonso de Albuquerque e Mello; procurador fiscal Manoel Ferreira de Mello; escrivão Antônio Thomé da Silva; signatario Miguel Leopoldo Lima

          Tribunal da Relação de Porto Alegre
          BR SC TJSC TRRJ-21097 · Processo · 1863-1864
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação de curadoria realizada na cidade de Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Joaquina Rofina (suplicada);
          João Francisco de Oliveira (suplicante);
          Manoel Antônio de Azevedo (suplicante).

          Resumo:
          Nesta justificação, os suplicantes buscam atribuir uma curadoria aos bens da suplicada Joaquina Rofina, mãe e sogra dos mesmos autores da ação, no qual oferecem como razão a possibilidade da suplicada libertar os 05 escravizados que ela possuía. De acordo com os suplicantes, ela foi convencida pelos escravizados e outras pessoas a conceder essas alforrias, e por ter uma idade avançada, estaria agindo de forma prejudicial aos seus herdeiros, visto que de bens a suplicada possuía apenas os 05 escravizados e uma casa de vivenda. Os suplicantes foram a juízo implorar para que as autoridades concedessem curadoria para que a suplicada não passasse as ditas alforrias, bem como impedisse os herdeiros de serem prejudicados.

          O juiz concedeu, através de alvará, licença para que João Francisco de Oliveira e Manoel Antônio de Azevedo pudessem acautelar os bens e a pessoa de Joaquina Rofina. Os dois suplicantes foram intimidados para justificarem as alegações que fizeram. Testemunhas foram convocadas e algumas afirmaram que apesar dos herdeiros contestarem a pretensão de sua mãe/sogra de libertar os escravizados e possivelmente deserdar os herdeiros, os mesmos já tinham herdado seus bens pelo falecimento do pai/sogro Patrício Joaquim Francisco, portanto era direito da suplicada em libertar ou não os escravizados.

          Mesmo após ter sido citada pelo juiz para assistir as inquirições de testemunhas da justificação, a suplicada passou as 05 cartas de liberdade, no qual os suplicantes pediram que estas não produzissem efeitos jurídicos, visto que foi um procedimento praticado em “desobediência e despeito” do juízo.

          O juiz julgou a justificação por sentença e afirmou que as alforrias estavam dentro dos conformes da lei, visto que a suplicada agiu a partir de seus direitos, e que apesar de ser idosa, possuía saúde o suficiente para administrar seus bens. Portanto, o juiz negou o pedido de curadoria.

          Através de um procurador, os suplicantes contestaram e embargaram a sentença, afirmando que ela era injusta e nula, e que os escravizados eram “coisas, não pessoas”, portanto eram bens dos seus patrimônios e heranças, e caso eles fossem libertados os justificantes seriam prejudicados.

          Os justificantes desistiram de embargar a sentença e assinaram termo de desistência. O termo foi julgado por sentença e o juiz requereu que ambos pagassem as custas do processo.

          Atuaram no processo:
          escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
          juiz de órfãos segundo suplente em exercício Estanislau Antonio da Conceição;
          procurador Eleutério Francisco de Souza;
          tabelião Leonardo Jorge de Campos.

          Localidade relevantes:
          Desterro (atual Florianópolis, capital de Santa Catarina).
          freguesia do Rio Vermelho (atual bairro do São João do Rio Vermelho em Florianópolis);
          Capivari;
          comarca de São Miguel (atual cidade de Biguaçu).

          Compõem o processo:
          testemunhos;
          procuração;
          termo de desistência.

          Variação de nome:
          suplicada Joaquina Rufina;
          localidade Capivary.

          Justificação de João José da Silva
          BR SC TJSC TRRJ-57913 · Processo · 1819
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação de João José da Silva na Capital, feito à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro

          Partes: João José da Silva (Justificante); Antonio de Souza Lima (Justificado)

          Resumo: O requerente João José da Silva abre um processo justificando que seja feita a libertação de seu escravizado de nome Antonio, que se encontrava preso na cadeia da cidade de Desterro. No decorrer do processo, são feitos múltiplos testemunhos para corroborar com a justificação feita.

          Requerente quer que escravizado que está preso na cadeia da cidade de Desterro, seja liberto e volte para o seu domínio, alegando pagar suas dividas para que seja solto da prisão.

          Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro, Freguesia de São José; Rio Imarui; Sertão do Maruim;

          Atuaram no processo: Escrivão João Francisco Cidade; Juiz Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva;

          Variação de nome: Rio de Sajahi; Certão de Marahi; Ovideo Saraiva de Carvalho e Silva;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Justificação de Joaquim Antonio de Azevedo
          BR SC TJSC TRRJ-86308 · Processo · 1837
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de requerimento de certeza de dívida ocorridos na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Joaquim Antonio de Azevedo (justificante);
          Liandro Ribeiro (justificado);
          Maria Roza (justificada);
          Graciana Roza (justificada);
          Francisco Rabello (falecido).

          Resumo:
          Neste processo, Joaquim Antonio de Azevedo requereu um auto de conciliação entre os herdeiros do falecido Francisco Rabello, pois quando ainda estava vivo, emprestou dinheiro do justificante.
          O processo foi aberto para solicitar o pagamento de duas dívidas deixadas, agora em nome de seus herdeiros, assim como o valor das custas do processo. Constam no chamado documentos passados que comprovam as dívidas realizadas por Francisco ainda em vida.
          O processo termina de modo inconclusivo.

          Localidades relevantes:
          Barreiros;
          Rio Biguassú;
          vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
          vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
          cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          contas;
          petição;
          testemunhas.

          Atuaram no processo:
          curador Jozé Ferreira dos Santos;
          curador Tristão Telles Cortes;
          curador de órfãos Celço Coelho de Lemos;
          escriturário Joaquim Antonio Godinho;
          escrivão José Joaquim da Costa;
          escrivão de órfãos Amancio José Ferreira;
          juiz Alexandre Gonçalves da Luz;
          juiz de paz Alexandre Jozé Varella;
          juiz de órfãos José Fernandes Jorge;
          oficial de justiça Cypriano Teixeira de Limas;
          pregoeiro Jozé de Moraes Lopes;
          procurador Francisco Correa de Araujo;
          tabelião Francisco de Paula Lacé.

          Variação de nome:
          rio Biguaçu.

          Justificação de Joaquim Francisco de Assis e Passos
          BR SC TJSC TRRJ-53483 · Processo · 1828
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação de Joaquim Francisco de Assis e Passos realizada na comarca da Ilha de Santa Catarina, atual comarca da Capital.

          É parte neste processo:

          • Joaquim Francisco de Assis e Passos (justificante).

          Resumo:

          • O justificante, Joaquim Francisco de Assis e Passos, buscou comprovar ser morador na comarca de Santa Catarina, bem como também possuir boa conduta e, também, ser servido do direito de exercer o ofício de tabelião.

          São mencionadas as seguintes localidades:

          • Cidade de Desterro, atual Florianópolis;
          • Ilha de Santa Catarina.

          Atuaram neste processo:

          • Advogado Jozé Joaquim Bernardes de Moraes;
          • Advogado Manoel da Silva e Souza;
          • Corregedor geral/ouvidor Francisco Pereira Dutra;
          • Escrivão Polidoro do Amaral e Silva;
          • Procurador Francisco Vieira de Castro.

          Variação de nome:

          • Polidoro d’Amaral e Silva.
          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Justificação de José Claudio dos Santos
          BR SC TJSC TRPOA-22325 · Processo · 1880
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          Romana Vêga; João dos Santos Geraldo (pai de José Claudio e esposo de Romana)

          Interdição; José Claudio, filho de Romana Vêga (idosa), deseja ser o curador dos bens de sua mãe que, segundo ele, não tem condições para reger sua pessoa e seus bens; demência; sanidade; alcoolismo; prodigalidade; Romana Vêga recorreu e o filho desistiu do processo; exames; conciliação; partilha amigável; variação de nome (Romana Bega); Largo do Palácio; rua do Príncipe (atual Conselheiro Mafra); Rio de Janeiro; França; rua de São Martinho; juiz Antonio Augusto da Costa Barradas; juiz Segundino Lopes de Gomensoro; Curador geral Joaquim Augusto do Livramento; escrivão José de Miranda Santos; tabelião Leonardo Jorge de Campos; advogado Manoel José de Oliveira; advogado Genuino Firmino Vidal Capistrano (3 vezes deputado na Assembleia Legislativa provincial de Santa Catarina, autor da proposta de mudança de nome da capital de Desterro para Florianópolis, fundador do jornal "A opinião catarinense").

          Justificação de José Joaquim Soares
          BR SC TJSC TRRJ-63869 · Processo · 1818
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo de Justificação feito na Capital, à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro

          Partes: José Joaquim Soares (justificante);

          Descrição: Justificação em que José Joaquim Soares comprou dos escravizados de Manoel de Miranda de Bitencourt, 400 braças de terras, ao lado do Rio Cubatão, que haviam sido doadas a Manoel por Ordem Régia, por conta do mesmo ser de origem açoriana. Justificante continua em posses das terras pacificamente cultivando em suas plantações. Contém testemunhos.

          Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Rio do Cubatão; Freguesia da Enseada do Brito; Ilha de Açores;

          Atuantes: Escrivão João Francisco Cidade; Juiz Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva;

          Variação de nome: Freguesia da Enciada do Brito; Ajudante Miranda de Bitencourt; Salto Grande do Rio Cubatão; Juiz Ovideo Saraiva de Carvalho e Silva;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Justificação de Jozé Lourenço de Medeiros
          BR SC TJSC TRRJ-44032 · Processo · 1821
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo de justificação realizado na vila de Nossa Senhora do Desterro, na ilha de Santa Catarina, atual comarca da Capital.

          São partes deste processo:
          Jozé Lourenço de Medeiros (justificante);
          Francisco José da Costa (justificado).

          Resumo:
          Nesta justificação, Jozé Lourenço de Medeiros e seus irmãos vieram a juízo para atestar que tinham posse de determinadas terras em Campina, na freguesia de São José da Terra Firme. Eles tomaram esta atitude pois Francisco José da Costa requereu ao governador da província o reconhecimento de que, na verdade, seria ele o possuidor das terras. Jozé Lourenço de Medeiros e irmãos buscaram comprovar sua posse traçando sua herança através de seus pais e avós, já falecidos na época.

          São mencionadas as seguintes localidades:
          Campina;
          Praia Comprida;
          Freguesia de São José da Terra Firme;
          Vila de Nossa Senhora do Desterro;
          Ilha de Santa Catarina.

          Atuaram neste processo:
          Escrivão João Francisco Cidade;
          Juiz de fora Francisco José Nunes;
          Oficial de justiça Manoel José de Abreu.

          Justificação de Manoel de Souza
          BR SC TJSC TRRJ-86307 · Processo · 1837
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação realizada na Vila de São Miguel, na época sob a comarca do Norte, Província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Manoel de Souza (justificante);
          Liandro Ribeiro (justificado);
          Maria Rosa (justificada);
          Francisco Rebello (falecido);
          José Ferreira dos Santos (curador dos órfãos).

          Resumo:
          O justificante, Manoel de Souza, comparece em juízo para requerer a produção de provas relativas a uma dívida não quitada em vida pelo falecido Francisco Rebello. Tal pendência refere-se a um empréstimo efetuado pelo requerente, com a cobrança de juros sobre os valores concedidos. Diante disso, solicita a inquirição de testemunhas para comprovar os fatos alegados.
          Ao final do processo o Juiz condena os réus a pagar a dívida referida nos autos, com os bens da herança, com acréscimo de juros legais, correção monetária e custas processuais.

          Atuaram no processo:
          curador dos órfãos José Ferreira dos Santos;
          escrivão dos órfãos Amâncio José Ferreira;
          juiz de órfãos José Fernandes Jorge;
          procurador Francisco Corrêa de Araújo;
          signatário alferes Antônio Francisco de Souza;
          signatário Vicente Francisco Pereira.

          Localidades relevantes:
          Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu);
          Rio de Biguaçu;
          Cidade de Desterro;
          Rio Quebra-cabaço do termo da Vila de São José;
          Vila de São José;
          Comarca do Norte;
          Província de Santa Catarina;

          Compõem o processo:
          Carta de promessa de pagamento;
          Termo de Juramento;
          Sentença;
          Contas.

          Variação de nome:
          Rio de Biguassu;
          Sam Miguel;