Desterro

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          Auto de Devassa de Severino Nunes
          BR SC TJSC TRRJ-24795 · Processo · 1819
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de Devassa feitos à época de Nossa Senhora do Desterro

          Solicitação feita pelo Juiz Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.
          Partes: Severino Nunes; Maria Caetana (Requerente); Severino Antônio Caetano; Maria de Vargas; Anna Marques; Francisco Porto; Francisco Duarte; Francisco da Costa (Requeridos);

          Resumo: Inquérito de interrogação e coleta de testemunhos referentes a uma carta que contém injúrias e agressão à esposa do requerente. Há menção à um corpo de delito que foi realizado, além de conter cartas anexas. Contém 30 testemunhos. O requerente é Soldado de Infantaria da Linha da Guarnição de Santa Catarina, da Competência de Caçador.

          Localidades: “Arraial”; São José da Terra Firme; Desterro; Caçador;

          Atuaram no Processo: Escrivão - João Francisco Cidade; Juiz - Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva;

          Variação de Nome: São José; Vila de Nossa Senhora do Desterro; Casadores;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
          BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

          É parte neste processo:

          • Manuel da Cruz (réu).

          Resumo:

          • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

          São mencionadas as seguintes localidades:

          • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
          • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Atuaram neste processo:

          • Depositário José Maria da Conceição;
          • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
          • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
          • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
          • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Auto e Devassa da morte de Manoel José Ferreira
          BR SC TJSC TRRJ-51247 · Processo · 1827
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          Manoel José Ferreira (vítima);
          A Justiça (autora);
          Bernardo, filho de Anna (réu);
          Felisberto de tal (réu);
          Joaquim José Leite (réu);
          José Marinheiro (réu).

          Província de Santa Catarina; devassa; juiz de fora; topônimo: Capoeira da Terra Firme, Freguesia de São José; topônimo: lugar Estreito, na Freguesia de São José; “fazenda na paragem da palhoça”.

          Amaro João Pinto;
          Antônio Pinto da Silva;
          Apolinário Ferreira;
          Claudino Maxado;
          Damazio da Silveira;
          Floriano Eloy de Medeiros, sargento mor, juiz de fora da turma civil e crime;
          Francisco Antônio de Freitas, escrivão;
          Francisco Barbosa de Mello;
          Hypolito José;
          Joaquim Gonçalves dos Santos, juiz;
          Joaquim da Silva Quaresma;
          João de Souza da Silveira;
          José Antônio Marques;
          José Joaquim dos Santos;
          José Leite;
          José Corrêa Fernandes;
          José Rodrigues de Anjos;
          José Silveira do Espírito Santos;
          Manoel José Ferreira;
          Manoel de Andrade;
          Silvano Ouriques;
          Vicente José de Gois Rebello, escrivão;
          Vicente Martins da Rosa;
          Victorino Cardoso, testemunha.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Autos de Devassa de Joan Preto
          BR SC TJSC TRRJ-77834 · Processo · 1826
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de Devassa de Joan Preto realizado em Lages.

          Partes do Processo:
          Caetano Jose de Souza (autor);
          Joan Preto (falecido)

          Herdeiro:

          Resumo: Falecido havia saído para caçar com pessoas, deixando sua arma sobre sua perna enquanto andava. Dando um tiro em si mesmo com uma arma de fogo (espingarda) e morrendo.

          Atuaram no Processo:
          escrivão Manoel Pessoa da Silva;
          juiz ordinário Caetano Jose de Souza.

          Localidades Relevantes:
          Villa de Lages;
          Comarca de Desterro;

          Compõem o Processo:
          Testemunhas.

          Variação de Nome:

          Autos de Devassa de Sebastiao José d’Almeida
          BR SC TJSC TRRJ-58247 · 1829
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de Devassa realizado na vila de São José, à época sob a Comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Partes do Processo:
          Sebastião José d'Almeida (réu);
          Francisco Pedro da Silva (autor).

          Resumo:
          O juiz Manoel Moreira de Souza Meirelles ordenou a abertura de um processo de Autos de Devassa contra o réu Sebastião José d'Almeida, ele foi acusado de resistir fisicamente, ofender e agredir o meirinho Francisco Pedro da Silva durante uma diligência de autuação. O autor foi agredido com um rebenque de cavalo (chicote).

          Atuaram no processo:
          juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
          juiz de paz Silvestre José dos Passos;
          escrivão Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
          escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
          vigário Bernardo da Cunha Brochado;

          Localidades relevantes:
          Freguesia de Capoeiras;
          Vila de São José;
          Cidade de Desterro
          Ilha de Santa Catarina

          Compõem o processo:
          Inquirição de testemunhas;
          Corpo de delito;
          Conclusão.

          Devassa de Joaquina Antônia
          BR SC TJSC TRRJ-10604403 · Processo · 1828
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Devassa crime realizada na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca do Desterro.

          São partes neste processo:

          • Joaquina Antônia (vítima);
          • Miguel Linhares (réu);
          • Ângela de tal (ré).

          Resumo:

          • Nesta devassa, a vítima Joaquina Antônia foi acusada de ter enfeitiçado a esposa do réu Miguel Linhares. A vítima foi mantida em cárcere privado e torturada, tendo uma correia ou tira de couro posta e apertada em sua cabeça, a fim de extrair dela uma confissão de autoria do feitiço. A maior parte das testemunhas depoentes afirmou desconhecer o fato criminoso, mas algumas alegaram ter ouvido rumores sobre a agressão descrita na denúncia. Após ouvidos os testemunhos, o juiz admitiu não ser suficientemente versado para lidar com o julgamento, e solicitou que o corregedor efetuasse esta etapa do processo. Em conclusão, o corregedor, por sua vez, afirmou que a autora/vítima era falsária, e a condenou ao pagamento das custas do processo. O corregedor também apontou que Miguel Linhares, acusado da agressão, erroneamente não foi pronunciado no processo.

          São mencionadas as seguintes localidades:

          • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
          • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Atuaram no processo:

          • Escrivão João Manoel Cortês;
          • Juiz Francisco de Paiva Munis.

          Variação de nome:

          • Francisco de Paiva Muniz.
          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro