Partes do Processo:
José Alexandre de Araujo (autor);
Antonio Teixeira de Souza (réu);
Dívidas
325 Descrição arquivística resultados para Dívidas
Assignação de dez dias realizada na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Angelica Joaquina de Jesus (autora);
José Pereira da Cruz (réu).
Resumo:
Neste processo, Angélica Joaquina de Jesus requer o pagamento de uma dívida por parte do capitão José Pereira da Cruz. A autora afirma que o réu lhe deve valores referentes ao inventário de seu falecido marido, Manoel Leite da Silva, e pede ainda que seja estipulado prazo de dez dias para o réu pagar ou se defender. A quantia disputada é de 79$641 (setenta e nove mil, seiscentos e quarenta e um réis), proveniente do valor referente aos bens adjudicados à autora durante a meação e também de algumas despesas feitas durante a antiga ação.
Ao decorrer do processo, o réu requer um embargo de nulidade afirmando que provará alguns pontos, como a informação da autora não ter anexado documentos válidos para comprovação da dívida e somente ter extraído-os do inventário. Além disso, o embargante conta que o valor da dita pendência já teria sido ultrapassado no pagamento de advogados e agentes da justiça.
Em réplica ao embargo, a autora afirma que deu dinheiro em moeda para o réu fazer o pagamento das despesas judiciais em que foi incumbido, contrariando a versão do embargante que alegou ter gasto seu próprio dinheiro. Uma cópia dos autos de inventário e partilha de bens do falecido foi anexada, para observar os bens adjudicados na meação.
O réu anexou recibos de seus gastos com o processo (tabelião, advogado, oficiais de justiça, entre outros) através de um auto de justificação. Durante o depoimento das testemunhas e leitura dos documentos, é citado que 5 pessoas escravizadas estavam inseridas no inventário e adjudicação para a meação: Luiz, Faustina, Jacintho, Manoela e Maria, descritos como crioulos.
Além disso, é revelado que o réu era o antigo procurador da autora no inventário de seu marido. Os testemunhos se dividem entre a autorização ou não que o réu teria para fazer as despesas judiciais na conta da autora, assim como se algumas pessoas escravizadas citadas teriam permanecido ou não na casa do réu por um longo período de tempo.
O juiz julga o processo por sentença, em que condena o réu ao pagamento do valor pedido pela autora e requer que sejam exibidas as escrituras que corroboram com a intenção da ação, por parte da suplicante.
Atuaram no processo:
escrivão do juízo de paz Alexandre Gonçalves da Luz;
escrivão interino Antonio Francisco de Medeiros;
juiz de paz José Francisco Mafra;
juiz municipal primeiro suplente Joaquim da Rocha Linhares;
juiz municipal terceiro suplente Luiz Coelho Machado;
oficial de justiça José Thomé dos Santos;
pregoeiro dos auditórios Hylario José da Silva;
procurador Francisco José da Silva;
procurador Luis Antonio Gomes.
Localidades relevantes:
primeira comarca;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).
Compõem o processo:
autos de justificação;
contas;
cópia de inventário;
correição;
dilação de vinte dias;
embargo de nulidade;
petições;
procurações;
recibos;
reconvenção;
réplica;
sentença;
testemunhos.
Variação de nome:
Biguassú;
Joze Pereira da Cruz.
Partes: Luiz de Souza Fagundes; Joaquim Alexandre Xavier.
Autor: José Mendes da Costa Rodrigues. Dívida. Penhora de bens.
Juiz suplente Luiz Francisco de Souza e Conceição.
Escrivão Guilherme Augusto Varella.
Pedras, São João Batista, Porto Belo, Vila de São Sebastião da Foz de Tijucas, Comarca de São Miguel.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroAuto de apreensão de bens realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.
Partes: Nicolau Born (devedor);
Maria Zimmermann (inventariante).
Resumo: Nicolau Born, imigrante alemão, estava devendo para a justiça e teve seus bens apreendidos para o pagamento das suas dívidas a partir de sua viúva, entre seus bens estão: vestuário, utensílios pessoais, de escrita, alimentação, higiene, perucas, jóias e 01 animal.
Atuaram no processo:
curador geral Padro João Vicente Fernandes;
escrivão de orfãos Generoso Pereira dos Anjos;
escrivão Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
escrivão Mathias Gomes da Silva;
juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
juiz Guilherme Ricken;
juiz de orfãos Antonio Caetano Machado;
tabelião João Antonio Lopes Gondim;
procurador Lourenço Waltrich;
procurador Jorge Trueter;
vice-consulado da Rússia, Roberto de Trompowsky.
Localidades relevantes:
Desterro;
São Pedro de Alcântra.
Contém no processo:
Auto de arrematação;
Edital;
Termo de deposito;
Termo de juramento;
Partilha de bens;
Preção;
Procuração;
Recibos.
Variação de nome:
Maria Zimerman.
Partes:
Manoel Coelho Jordão, alferes, justificante;
Liandro Ribeiro, justificante;
Anna Maria Rosa e outros, justificantes;
Francisco Rebello, justificado;
Celço Coelho de Lemos, curador, justificado;
Descrição:
Processo autuado na vila de São Miguel. Trata-se de auto de habilitação do credor Manoel Coelho Jordão ao inventário de Francisco Rebello pelo crédito de 25$600 réis (vinte e cinco mil réis). Há época alguns atos judiciais eram realizados na sala de audiências da câmara municipal;
Localidades:
Biguaçu;
Vila de São Miguel;
Comarca do Norte.
Atuaram no processo:
Alexandre José Varella, cidadão, juiz de paz;
Amancio José Pereira, escrivão;
Antonio Francisco de Souza, alferes;
Antonio Silveira de Souza, signatário;
José Joaquim da Costa, escrivão.
Auto Justificação de Dívida realizado na Vila de Lages.
Partes: Gaspar Teixeira da Rocha (justificante).
Resumo:
Justificação da dívida criada a partir das despesas do funeral e enterro de Manoel Lemos de Jesus (falecido). Contém recibos.
Localidades mencionadas:
- Vila de Lages.
Atuaram no processo:
- Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
- Curador Geral Joaquim José Ribas;
- Signatário Guilherme Ricken;
- Signatário Joaquim Jospe Henriques;
- Signatário João d'Oliveira Prado;
- Signatário Jorge Trueter;
- Vigário João Vicente Fernandes;
- Juiz João Thomaz e Silva.
Variação de nome: Gaspar Teixeira da Roxa; João de Oliveira Prado; João Tomaz e Silva.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroAuto de justificação cível realizado na vila de Lages.
Partes do processo:
Silvana Maria de Saldanha (justificante);
Manoel Ignácio da Silveira (justificado).
Resumo: Neste proceso é feita a compra de um par de brincos de prata, e após determinado tempo foi-se desgastando o material levando a justificante a pagar a José Bezerra de Almeida para tratar os danos. Porém o prestador do serviço acabou falecendo sem cumprir o serviço, fazendo com o que a justificante realize a cobrança de dívidas aos autos de inventário do falecido.
Atuaram no processo:
escrivão de orfãos Generoso Pereira dos Anjos;
juiz de orfãos Bento Ribeiro de Cordova;
juiz corregedor Joaquim José Henriques.
Variação de nome:
Silvana Maria de Saldenha.
Auto de Partilha realizado na Vila de São José.
Foram partes do processo: João Adão Schimidt e Anna Maria Bing, ambos inventariados.
Resumo: Inventário dos falecidos João Adão Schimidt e Anna Maria Bing; contendo herdeiros, terras e dívidas.
Localidades mencionadas:
- São José;
- Biguaçu;
- Freguesia de São Pedro de Alcântara;
- Itajaí;
- Tubarão;
- Sismaria dos Pinheiros;
- Rio Imarui;
- Maciambu;
Atuaram no processo:
- Escrivão Francisco Xavier d'Oliveira Camara Junior
Auto de pobreza realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Nicolao Born (falecido);
Maria Gertrudes (requerente e inventariante).
Herdeiro:
João Born (menor).
Resumo:
Maria Gertrudes, viúva de Nicolao Born e responsável pelo inventário dos bens deixados por ele, morador da vila São José, pediu ao juiz que fosse concedido um auto de pobreza. Ela fez esse pedido para não precisar pagar o valor do selo exigido no processo.
Nicolao deixou um filho menor de idade como herdeiro. Entre os bens deixados estão: terras, casas, móveis, utensílios domésticos e também dívidas.
O pai de Nicolao informou que parte das terras foi vendida sem autorização judicial, com o objetivo de pagar dívidas e as despesas do funeral.
Depois de analisar todos os bens e a situação do inventário, o juiz decidiu que seriam cobradas as custas fazendárias, ou seja, os valores devidos ao Estado pelo andamento do processo.
Atuaram no processo:
curador Manoel de Freitas Sampaio;
escrivão Francisco Xavier de Oliveira;
juiz Domingo José da Costa Sobrinho;
juiz João Francisco de Souza;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.
Localidades relevantes:
vila de São José (atual município em Santa Catarina);
comarca do sul da província de Santa Catarina.
Compõem o processo:
recibo de pagamento de custas;
termo de juramento de curador;
termo de juramento de partidor.