Escravidão

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          Inventário de Manoel Cavalheiro Leitão
          BR SC TJSC TRRJ-31508 · Processo · 1860
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          Manoel Cavalheiro Leitão (falecido); Joaquim Cavalheiro do Amaral (inventariante)

          Propriedades rurais; animais; objetos de prata; Manoel, herdeiro e capataz; curador de órfãos Antonio Ricken de Amorim; escrivão Antonio Saturnino de Souza e Oliveira; escrivão interino Theodorico José Corrêa; cidade de Sorocaba, província de São Paulo; Manoel Cavalheiro Leitão era filho do capitão Manoel Cavalheiro Leitão e Mathilde do Amaral Fontoura, era solteiro, sem ter se casado, tinha 7 filhos; esmola aos órfãos; deixa escravos e animais para Maria Roza; para os demais herdeiros deixou centenas de animais, utensílios domésticos, vários escravos africanos e crioulos; Fazendo do Morro Agudo e Varginha; rincão de campos denominado Ilha; parte da Fazenda do Colégio; terras na Rocinha; casas; casa de olaria coberta de capim; casa coberta de capim e cozinha coberta de telha; casas cobertas de telhas na Praça da Matriz de Lages; casa na Rua Direita; juiz José Nicolau Pereira dos Santos; escrivão Generoso Pereira dos Anjos.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Inventário de Manoel Cardoso da Silva
          BR SC TJSC TRRJ-18257 · Processo · 1845-1855
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na vila de São Miguel, à época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Manoel Cardoso da Silva (inventariado)
          Constância Rosa de Jesus (inventariante).

          Herdeiros:
          Maria Constância da Rosa;
          José Cardoso;
          Zeferino Cardoso;
          Custodia Rosa;
          João Cardoso;
          Beztho Cardoso;
          Francisca Rosa;
          Jacob Cardoso;
          Antônio Cardoso;
          Felizarda Rosa;
          José;
          Alexandrina.

          Resumo:
          Constância Rosa de Jesus ficou responsável pelo inventário dos bens de seu falecido marido Manoel Cardoso da Silva. O falecido Manoel deixou terras, casas, roças, utensílios, mobílias, joias, quantia em dinheiro, dívidas e uma pessoa escravizada de nome Manoel, descrito como crioulo. Esses bens foram destinados aos seus herdeiros, filhos e netos. Além disso, Thomas Fernandes d’Aquino foi designado como tutor dos orfãos menores, sendo necessário realizar uma prestação de contas de sua tutoria.

          Atuaram no processo:
          juiz de orfãos Thomé da Rocha Linhares;
          juiz de orfãos Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
          juiz de orfãos José Luiz Coelho Ramos;
          juiz de orfãos Sérgio Lopes Falcão;
          juiz de orfãos Luis Coelho Machado;
          juiz de orfãos Christiano Garção Stockler;
          curador Jacob pereira dos Santos;
          curador Zeferino Cardoso da Silva;
          escrivão Amâncio José Ferreira;
          avaliador/signatário Antônio Gonçalves Franco;
          avaliador Antônio Francisco de Souza;
          avaliador Antônio Francisco Mafra;
          partidor Luiz Antônio Gomes;
          partidor Francisco Gonçalves da Luz;
          tutor Thomas Fernandes d’Aquino.

          Localidades relevantes:
          Biguassu (hoje cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
          Vila de São Miguel;
          Três Riachos.

          Compõe o processo:
          descrição de bens;
          auto de partilha;
          juramento ao tutor;
          auto de tomada de contas;
          juramento ao curador.

          Inventário de Manoel Caetano do Amaral
          BR SC TJSC TRRJ-30917 · Processo · 1850 - 1863
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de inventário realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Manoel Caetano do Amaral (falecido);
          Genoveva Cavalheira do Amaral (inventariante).

          Herdeiros:
          Anna Genoveva do Amaral;
          Antonio do Amaral;
          Manoel Antonio Cavalheiro do Amaral;
          Maria do Sacramento.

          Resumo:
          Genoveva Cavalheira do Amaral abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Manoel Caetano do Amaral. Como o finado deixou filhos menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram canastras e caixas, ferramentas, mobília, objetos de cozinha, arreios, portas e janelas, uma espada, acessórios de ouro, prataria, volumes do livro “Novellas Orientais”, vestimentas, objetos e equipamentos da Guarda Nacional, animais, decorações, uma quantia em dinheiro, invernadas, faxinais e casas. Além disso, o finado deixou dívidas ativas e passivas. Constam no processo nove pessoas escravizadas: Adão, Mathias, Joaquina e Maria, descritos como de nação (africanos); e Jezuino, Antonia, Luiz, Antonia e Bento, designados como crioulos.

          Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que uma quantia em dinheiro foi separada para o pagamento das dívidas. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requer notificação para a inventariante assinar termo de tutoria dos filhos menores e pagar as custas do processo. Ao final do processo, os herdeiros Anna Genoveva do Amaral (casada) e Manoel Antonio Cavalheiro do Amaral (emancipado) abrem petição para receber suas legítimas partes dos bens.

          Atuaram no processo:
          avaliador Antonio da Costa Varella;
          avaliador Sezefredo Antonio Barboza da Silva;
          curador Claudianno de Oliveira Roza;
          escrivão de órfãos e serventuário do ofício de órfãos Mathias Gomes da Silva;
          escrivão Manoel Antonio de Azevedo;
          juiz de órfãos Guilherme Ricken;
          partidor Francisco Gomes da Silva Coelho;
          partidor José da Silva Furtado;
          procurador Antonio Pereira Borges;
          procurador Manoel Delfes da Crus.

          Localidades relevantes:
          faxinais das éguas;
          quarteirão dos Baguais;
          segunda comarca;
          vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          contas;
          correição;
          partilha;
          petições;
          procuração;
          quitação;
          sentença;
          termo de fiança e responsabilidade;
          termo de louvação;
          termo de tutoria dativa;
          termos de declaração;
          termos de juramento.

          Variação de nome:
          Genoveva do Amaral Cavalheira.