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          Autos crime de Floriano Joze Cardenas
          BR SC TJSC TRRJ-29003 · Processo · 1844 - 1861
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos crimes de queixa realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Floriano Joze Cardenas (queixoso);
          Daniel Schutel (réu).

          Resumo:
          Floriano Joze Cardenas abre um processo para queixar-se de alguns danos e prejuízos causados a sua propriedade. Ele aponta Daniel Schutel, estrangeiro norte americano, como um dos culpados pelo crime; o delito ocorreu enquanto o queixoso estava em viagem para a província do sul e, quando voltou a Lages, se deparou com o arrombamento de sua loja e o furto de alguns objetos.

          Em depoimento, o réu afirma que cometeu o ato a mando de Felisberto Olimpio Caldeira e Manoel Joze de Andrade Pereira, sendo acompanhado por eles até a loja do queixoso. No local, os culpados retiraram um balcão, tábuas e uma porta. Mais tarde, Luiz Gonzaga d’Almeida e um homem escravizado não nomeado são apontados como cúmplices.

          O local passou por auto de corpo de delito, em que os peritos constataram a falta de portas, portaladas, janelas, tábuas, forros e armações da venda. O processo contou com testemunhas, que confirmaram o fato; eles afirmam que o réu os contou pessoalmente que havia retirado os objetos da casa. Ao decorrer da ação, o delegado se coloca como suspeito no caso, por ser próximo de uma das partes do processo, e com isso ela é passada para o seu suplente.

          A queixa é julgada improcedente pelo delegado suplente, por falta de provas. Mais tarde, o juiz da correição afirma que o responsável pelo formador da culpa foi errôneo ao tentar reconhecer se o réu agiu com má fé ou conhecimento do mal, declarando que essa decisão não era de sua alçada. Além disso, o corregedor requer que se proceda a ação com formalidade e inquirição de testemunhas, multando o formador da sentença inicial. O processo é finalizado com pedido de pagamento do selo para a coletoria das rendas provinciais.

          Atuaram no processo:
          coletor e delegado major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          delegado primeiro suplente Antonio Caetano Machado;
          escrivão da coletoria Estacio Borges da Silva Mattos;
          escrivão do cível Generoso Pereira dos Anjos;
          escrivão e tabelião Mathias Gomes da Silva;
          juiz de direito em correição Joaquim Jose Henriques;
          juiz municipal José Nicolau Pereira;
          perito Joaquim Dias de Moraes;
          perito Mariano Cardoso Monteiro;
          procurador capitão Hipolito Machado Dias;
          procurador Miguel Ferreira Braga;
          signatário Joze Fabiano de Campos.

          Localidades relevantes:
          América do Norte;
          pátio da matriz;
          província do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina)
          vila de Mancefield.

          Compõem o processo:
          auto de corpo de delito direto;
          auto de qualificação;
          contas;
          correição;
          inquisição;
          petição;
          procuração;
          réplica;
          sentença;
          termo de declaração;
          termos de juramento;
          testemunhas.

          Variação de nome:
          vila de Mansfield.

          Autos crime da agregada Maria
          BR SC TJSC TRRJ-29346 · Processo · 1845-1867
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos crimes realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          A Justiça (autora);
          Maria (vítima);
          Joaquim Fernandes da Fonseca Azambuja (réu);
          Candido Dazio Machado (réu);
          Anastacio de Tal (réu).

          Resumo:
          Este processo se inicia com o homicídio de Maria, mulher indígena descrita na ação como “catequizada”, por ter sido agregada do padre João Vicente Fernandes. O termo “agregado” remonta a um tipo de registro utilizado no Brasil escravista para definir pessoas que, apesar de juridicamente livres, tinham suas vivências marcadas pela condição colonial de trabalho nas terras de senhores.

          No auto de corpo de delito, é revelado que seu corpo foi encontrado no fundo de um itaimbé (morro alto), com marcas de perdigoto (chumbo utilizado em armas de caça) e sangue, que também estava no topo do morro. Só foi possível identificá-la pelo vestido azul listrado que ela usava, e roupas que estavam espalhadas no local do crime.

          Em depoimentos, um homem escravizado de nome Luiz é citado; ele desceu o itaimbé para examinar o porquê de algumas aves estarem sobrevoando a área, e foi o primeiro a se deparar com o cadáver de Maria. De acordo com as testemunhas, Maria teria fugido da vila com dois homens escravizados, durante uma comitiva militar sob comando de Joaquim Fernandes, que ia em direção a Porto Alegre. Além disso, é mencionado que a vítima se comunicava e mantinha redes de relações com outros indivíduos escravizados, trabalhando na cozinha e distribuindo comida para pessoas que, de acordo com a descrição, “estavam no mato” — dentre estas, os chamados Munderé, Francisco (descrito como “de Nação”) e Joze.

          Ainda durante inquirição, uma testemunha alega que os homens Joaquim Fernandes da Fonseca Azambuja, Candido Dazio Machado e Anastacio de Tal ofenderam Maria, e que alguns dias depois afirmaram ir até o Passo do Constante — local do crime — para “irem atrás de uma égua”. Após esse depoimento, foi anexado um auto de queixa crime em que os citados tornaram-se réus.

          Dentro da queixa crime anexada, é afirmado que os réus seduziram Maria, Joze e Francisco, para irem a campos estranhos em suas companhias — contrariando a versão de que eles teriam fugido. Os autores queixaram-se do furto e ocultamento das pessoas escravizadas, afirmando que sabiam, por ouvir dizer, que os réus foram vistos levando dois homens negros à freguesia de Vacaria a cavalo, já sem a presença da vítima, para vendê-los.

          14 anos após o início do processo, o escravizado Joze voltou à vila de Lages e afirmou que esteve em poder do réu Joaquim Azambuja durante esse período. É revelado que Maria conseguiu fugir do furto e, para não serem delatados pelo crime, os réus a mataram. Com isso, os agravantes levaram à pronúncia dos suplicados. Os últimos documentos do processo revelam a nomeação do réu Joaquim Fernandes da Fonseca Azambuja ao cargo da escrivania eclesiástica. Portanto, a ação termina de modo inconclusivo e sem sentença sobre os crimes cometidos por ele.

          Atuaram no processo:
          curador geral reverendo João Vicente Fernandes;
          delegado major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          escrivão Affonso de Araujo e Silva;
          escrivão Constancio Carneiro Barbosa de Brito;
          escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
          escrivão e promotor público Antonio Ricken de Amorim;
          escrivão e tabelião Constancio Xavier de Souza;
          escrivão Mathias Gomes da Silva;
          inspetor do quarteirão Tiburcio Pinto Carneiro;
          juiz de paz Joaquim Rodrigues de Oliveira;
          juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos;
          juiz municipal capitão José Marcelino Alvez de Sá;
          juiz municipal suplente Henrique Ribeiro de Cordova;
          oficial de justiça Gregorio Antonio;
          padre Juliano de Faria Lobato;
          procurador Ignacio Coelho d’Avila;
          procurador alferes José Joaquim da Cunha Passos;
          promotor público João Francisco de Souza;
          promotor público Roberto Sanford;
          signatário Joaquim Dias de Moraes;
          tenente Anastacio Gonçalves de Araujo;
          tenente Luiz Gonzaga de Almeida;
          tenente Manoel Firmanno.

          Localidades relevantes:
          Capirú;
          cidade de Porto Alegre;
          Cima da Serra;
          freguesia de Vacaria;
          passo da Guarda;
          passo de Pelotas;
          passo de Santa Vitória;
          passo do Constante;
          Potreiro;
          quarteirão de Pelotinhas;
          rio Lava-Tudo;
          vila de Cruz Alta (atual município de Cruz Alta, Rio Grande do Sul);
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
          vila de Passo Fundo (atual município de Passo Fundo, Rio Grande do Sul).
          comarca do norte.

          Compõem o processo:
          agravo;
          auto de corpo de delito direto;
          auto de queixa crime;
          carta precatória;
          citação;
          contas;
          diligência;
          inquirições;
          libelo crime acusatório;
          mandado de captura;
          notificações;
          procuração;
          pronúncia;
          termo de declaração;
          termo de desistência;
          termos de juramento.

          Variação de nome:
          Monderé;
          Sima da Serra;
          Rio Lavatudo.

          Auto de requerimento para inventário de Liberata Nunes
          BR SC TJSC TRRJ-57851 · Processo · 1869-1870
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na cidade de Laguna, na época sob a comarca de Santo Antônio dos Anjos da província de Santa Catarina

          Partes do processo:
          Liberata Nunes (falecida);
          Manoel Antonio de Mattos (inventariante).

          Herdeiros:
          Maria Liberata.

          Resumo:
          O viúvo Manoel Antonio de Mattos conduziu o inventário de sua falecida mulher, Liberata Nunes. Consta no processo o testamento da finada, no qual ela dispôs suas últimas vontades. Filha legítima de Antonio Nunes e Marianna Antonia de Jesus, Liberata nomeou Manoel, seu marido, para ser seu testamenteiro. Liberata deixou “metade livre” o escravizado Antonio, descrito como “crioulo”, bem como lhe deixou duas braças de “chões” (terras). Os outros bens a finada destinou a Maria, que foi sua companheira e lhe prestou serviços durante sua vida. Na avaliação dos bens para a realização do inventário foi constatado que ficaram pelo falecimento da inventariada uma morada de casa e algumas braças de terras. Manoel declarou que devido a insignificância do monte de Liberata não fazia sentido prosseguir com os últimos termos do inventário, visto que aumentaria as custas que ele teria que pagar ao fim da ação. O processo foi julgado por sentença e o juiz requereu o pagamento das custas do processo.

          Atuaram no processo:
          administrador da mesa de rendas provinciais Jerônimo Coelho Neto;
          avaliador Custódio José de Bessa;
          avaliador Francisco Fernandes Martins;
          escrivão Vicente de Paulo Goss Rebello;
          juiz municipal primeiro suplente João Pacheco dos Reys;
          juiz municipal e provedor de capelas e resíduos suplente Americo Antonio da Costa;
          juiz municipal terceiro suplente João de Souza Dutra;
          signatário Domingos Custódio de Souza;
          signatário Antonio Francisco de Araujo;
          signatário José Joaquim Cardoso;
          signatário tenente Joaquim José Mendes Braga.

          Localidades mencionadas:
          Laguna;
          Rua da Igreja.

          Compõem o processo:
          auto de inventário e juramento ao viúvo inventariante;
          testamento;
          termo de abertura;
          termo de aceite;
          termo de conclusão;
          termo de louvação de avaliadores;
          termo de juramento;
          taxa de herança e legados.

          Auto de Praça de João de Souza da Silva
          BR SC TJSC TRRJ-62253 · Processo · 1852
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de Praça realizado na cidade de Nosso Senhor da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, à época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Simão (escravizado);
          João de Sousa da Silva (comprador);
          Manoel Luiz do Passos (pregoeiro).

          Resumo:
          João de Sousa da Silva comprou uma pessoa escravizada de nome Simão em um leilão público na cidade de Nossa Senhora da Graça de Rio de São Francisco Xavier do Sul. O leilão foi conduzido por Manoel Luiz do Passos. Há testemunhas da compra nos documentos. Contém um recibo de compra mencionando uma "meia sisa de escravos", no qual se refere a um imposto de 5% cobrado por meio da compra e venda de escravizados. O processo está incompleto, e aparenta estar relacionado a um processo maior.

          Atuaram no processo:
          juiz de orfãos José Antônio de Oliveira;
          escrivão Manoel Joaquim Pinheiro;
          escrivão João Chrysostomo Pinheiro Ribas;
          depositário Bento da Costa Carneiro;
          coletor Francisco Mathias de Carvalho.

          Localidades relevantes:
          Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.

          Compõem o processo:
          recibo de pagamento de custas;
          termo de depósito;
          termo de entrega do edital do pregoeiro;
          traslado do edital.

          Auto de Perguntas feitas a João Corrêa de Mello
          BR SC TJSC TRRJ-10729467 · Processo · 1868-1869
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de perguntas realizado na cidade de Lages, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          João Gonçalo de Athayde (capataz);
          João Corrêa de Mello (inspetor do quarteirão).

          Resumo:
          Nesta ação, foi explicado que a casa de Maria Gertrudes de Moura estava cercada por uma quadrilha de ladrões, decorrente de um assalto em andamento. Um capataz (assim como descrito no processo), vendo que a casa estava cercada, tentou ir pelo lado do quintal para ver se reconhecia algum dos ladrões. Ao tentar abrir um portão lateral, acabou chamando a atenção dos ladrões, que dispararam dois tiros em sua direção e deferiram outros ferimentos. João Gonçalo de Athayde, descrito como o capataz mencionado, disparou tiros para a mesma direção de onde os agressores atiraram. O capataz conseguiu dar uma bordoada com uma pistola e derrubou um dos ladrões. Ao examinarem o local do ocorrido, os peritos encontraram o defunto do ladrão, que faleceu devido a um tiro no peito (provavelmente disparado pelo capataz), e também possuía um ferimento na testa. Ao lado do cadáver foi encontrada uma mala que continha roupas, chumbo e pólvora. Foi descoberto que o defunto era Benedito, um escravizado, descrito como mulato, do falecido João Ramos. Além disso, foi mencionado que um dos suspeitos pelo crime possuía o nome/apelido “Manduca”, e Benedicto fazia parte de seu grupo.

          Outros escravizados foram mencionados, de nomes Joaquim (descrito como africano), Sidoca e Elias. Os três foram testemunhas/informantes do caso. Foi mencionado que Elias estava na senzala durante o ocorrido. Também foi revelado que Elias e Benedicto eram irmãos, e que não se viam a muitos meses. As testemunhas ficam em dúvida se foi Gonçalo quem atirou em Benedicto, ou se ele morreu por conta dos disparos dados em Gonçalo pelos seus companheiros.

          O promotor público julgou esta inquirição como improcedente, pelo processo não ser contra ninguém. Ou seja, era necessário descobrir mais informações para que o processo pudesse prosseguir. O delegado chegou à mesma conclusão e julgou a ação como improcedente, justamente por não haver convicção nos testemunhos para descobrir quem matou o escravizado Benedicto. O juiz apenas requereu o pagamento das custas do processo.

          Atuaram no processo:
          delegado de polícia Lourenço Dias Baptista;
          escrivão José Luiz Pereira;
          inspetor do quarteirão João Correia de Mello;
          perito Firmino da Cunha Passos;
          perito Joaquim Luiz Wolff;
          promotor publico da comarca Roberto Sanford.

          Localidades mencionadas:
          fazenda de São João;
          Guarda Mor.

          Compõem o processo:
          auto de perguntas.

          Auto de Perguntas feitas à Antonio Gonçalves do Saibro
          BR SC TJSC TRRJ-59693 · Processo · 1827
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de Perguntas realizado na Comarca da Capital, à época da Cidade de Desterro

          Partes do Processo: Vicente José de Gois Rebello (autor); Antonio Gonçalves de Saibro (réu)

          Resumo: Auto de perguntas a Antonio Gonçalves de Saibro sobre a morte de Antonio Indio. É citado a escravizada Ritta, que estava presente no local da sepultura. As perguntas são referentes ao desaparecimento do corpo de Antonio, cujo túmulo fora aberto, e lhe é questionado o motivo que levou à sua morte, porém o réu aparenta não saber.

          Localidades:

          • Desterro; Ilha de Santa Catarina;
          • Capoeiras;

          Atuaram no processo:

          • Escrivão Vicente José de Gois Rebello; Escrivão Antonio Lopes da Silva;
          • Juiz Floriano Eloy de Medeiros; Militar; Major;
          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Auto de Perguntas de Raymundo Antônio de Farias
          BR SC TJSC TRPOA-31380 · Processo · 1885
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          Raymundo Antônio de Farias (desaparecido)

          Autuação de várias autos de perguntas feitas relativamente ao desaparecimento de Raymundo Antônio de Farias; Interrogatório; Intimação a Antônio Carlos do Amaral, Aureliano Bellum, Ignez, João Manoel Affonso Barroso de Castro, José Américo Filho, Júlia Maria da Glória e Horácio; Conflito envolvendo Atanásio Marques de Oliveira, José Maria Antunes Ramos, Raymundo Antônio de Farias e Vidal José de Oliveira Ramos Junior, Emboscada durante o passeio e visita á casa de Raymundo Antônio de Farias, Sita á Rua o presidente Araújo; Briga; Agressão; Fuga de Atanásio Marques de Oliveira, José Maria Antunes Ramos e Vidal José de Oliveira Ramos Junior á casa de Joaquim Augusto Xavier Neves; Desavença entre Pedro José Leite Junior e Raymundo Antônio de Farias; Reaparição de Raymundo Antônio de Farias ao final do processo; Enceramento da ação por inexistência de fato criminoso; Escravidão; Libertos; 01 escravizado; Horácio; 02 ex - escravizadas; Ignez; Júlia Maria da Glória; Militares; Capitão; Tenente;

          Escrivão José Luiz Pereira; Juiz Mauricio Ribeiro de Cordova; Promotor público José Joaquim de Cordova Passos; Oficial de Justiça Antônio Carlos do Amaral; Oficial de Justiça Pedro Casanova; Subdelegado Ignacio Alves de Chave;

          Variação de nome; Athanázio Marques de Oliveira; Atanásio Marques de Oliveira; Aureliano Bellum; Ignacio Alves de Chaves; Inês; João Manoel Afonso Barrozo de Castro; João Manoel Afonso Barroso de Castro; Raymundo Antônio de Farias;

          10 folhas;

          Tribunal da Relação de Porto Alegre