Escravidão

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          Ação de Crédito de Francisco Vieira de Castro
          BR SC TJSC TRRJ-84348 · Processo · 1823
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Ação de Crédito na Capital, feito à época da Nossa Senhora do Desterro

          Partes: Francisco Vieira de Castro; Companhia Irmões; (Autores); José Francisco Coelho (réu);

          Resumo: O Alferes Francisco Vieira de Castro, como representante da "Companhia Irmões", requer uma ação judicial de crédito contra José Francisco Coelho, pela compra de dois escravizados não pagos, após audiência à qual o réu não compareceu. O Juiz de Fora Francisco José Nunes determinou juramento de alma, referente a dívida não paga.

          Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora de Desterro; São José;

          Atuaram no Processo: Escrivão João Francisco Cidade; Escrivão Antonio Lopes de Freitas; Oficial de Justiça José de Sousa Freitas; Procurador Manuel da Silva e Souza; Juiz Francisco José Nunes;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Ação de Libelo Cível de João Machado de Souza
          BR SC TJSC TRRJ-83693 · Processo · 1864
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Ação de Libelo realizada na vila de São Miguel, na época sob a Comarca de São José, província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          João Machado de Souza (autor);
          Cypriano da Cunha (réu).

          Resumo:
          Nesta ação, João Machado de Souza quis citar seu cunhado, Cypriano da Cunha, para no juízo falar nos termos de uma ação de libelo cível, referente a nulidade de uma escritura de venda de uma escravizada, de nome Joanna, descrita como “parda"", feita pela mulher do suplicante ao dito Cypriano, e de reivindicação sobre Joanna e suas filhas Maria, Luiza, Sebastiana e Elena, todas descritas como “pardas”.

          Contém no processo certidões de batismo da escravizada Maria, filha de Joana. Ela foi apadrinhada por Jeremias, escravizado por Francisco da Cunha, e Eufrásia, escravizada por Claudino Farias. Sebastiana foi apadrinhada pelos escravizados Domingos e Luiza.

          O suplicante declarou que Joana e suas filhas estavam sendo maltratadas por sua esposa, Maria Rosa, e seu cunhado, Cypriano. João explica que a mesma esposa havia tentado se separar dele, e por consequência dessa vontade, acabou saindo de sua companhia, levando Joana, e não retornando até então. Ambos estavam separados a anos (porém não judicialmente). João afirma que Elena, filha de Joanna, foi batizada como escravizada de Cypriano, ação que ele contestava por ser o dono de Joana, e, por consequência, dono de suas filhas. O suplicante requereu o retorno das escravizadas para o seu poder, visto que Maria Rosa estaria tentando “alienar algumas destas crias” (conforme escrito no documento). Ambos a esposa e o cunhado se negaram a devolver as escravizadas. O suplicante também deixou explícito que sua esposa poderia retornar se quisesse. Os oficiais de justiça informaram que apenas três escravizadas foram apreendidas e entregues ao suplicante, sendo elas Joana, Luiza e Sebastiana, e faltaram duas: Maria e Elena.

          Ao passar o documento de compra da escravizada Joana, Cypriano conseguiu obter do delegado de polícia de São José um mandado para tirar do poder de João as escravizadas apreendidas. No libelo cível, João afirma que uma delas foi retirada a forças, sob o uso de força armada

          Por ser o “dono legítimo"" de Joanna e suas filhas, João contestou a escritura de venda de Joanna, visto que ele permitiu que Joana acompanhasse Maria Rosa quando eles se separaram, porém não passou autorização para que Elena fosse vendida. João requereu que o suplicado, pelo meio conciliatório, abrisse mão das escravizadas devido a contestação da venda pelo João, porém Cypriano recusou a via conciliatória. O juiz louvou os dois como não conciliados.

          No libelo cível de nulidade escritura de venda e reivindicação, foi explicado que, por razão da morte dos pais da mulher de João, ele ficou como cabeça do casal no processo de inventário, tendo sido partilhado os bens do extinto casal (seu sogro e sogra) ficou com o suplicante a dita escravizada, a mesma Joanna que ele permitiu que fosse embora com sua mulher. Joana cresceu e teve cinco filhas, que ficaram em sua companhia. João afirmou que a escritura de venda da escravizada Joanna era além de nula, simulada, visto que, judicialmente, João e Maria não estavam separados, e não houve a separação dos bens, portanto ele era o legítimo senhor das escravizadas.

          João requereu que fosse passada uma precatória para o juízo municipal da capital, informando primeiramente da situação ilegal da escritura, bem como requerendo que a escravizada Maria, filha de Joana, que estava em posse do procurador Eleutério, não fosse entregue para Cypriano. João buscou também embargar o mesmo. No requerimento realizado pelo procurador de João, o objetivo era que Cypriano fosse condenado nas custas, devendo pagar uma quantia determinada pelo valor do dano causado ao suplicante. Os embargos foram julgados como provados e o embargado foi condenado a pagar as custas ao embargante.

          Cypriano pediu vista na ação para que ele pudesse contrariar o libelo, bem como passou procuração designando o doutor Joaquim Augusto do Livramento como seu procurador. O réu acusou sua contrariedade ao libelo, afirmando que quando comprou Joanna, João e Maria já estavam separados a mais de 12 anos, e o inventário dos falecidos pais de Maria que o determinou como cabeça do casal também aconteceu depois de anos de separação. Ele também apontou que o suplicante vendeu bens de raiz que ficaram do inventário sem o consentimento de Maria. Cypriano apontou diversas inconsistências nos argumentos de João, e defendeu a sua escritura de venda, afirmando que a mesma era real e não forjada. O suplicante respondeu e negou as alegações feitas por Cypriano.

          Atuaram no processo:
          coletor Antonio Ignacio Pereira;
          escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
          escrivão do auditório eclesiástico João Luis do Livramento;
          escrivão de órfãos João Francisco Regis;
          escrivão Antonio Ramalho da Silva Xavier Almeida Coelho;
          juiz municipal segundo substituto em exercício Francisco Silveira Dutra;
          juiz municipal primeiro em exercício Antônio Gonçalves Franco;
          oficial de justiça do juiz municipal Francisco José de Souza;
          oficial de justiça do juiz de paz Antonio Faustino Dias;
          oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
          procurador Salvador Cavalheiro;
          procurador Eleutério Francisco de Souza;
          procurador doutor Joaquim Augusto do Livramento;
          tabelião Antônio Francisco de Medeiros;
          vigário João Tabora da Silva Braga;
          vigário Manoel Amancio Barreto.

          Localidades mencionadas:
          vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
          Biguaçu;
          Estreito;
          São José;
          Fundos;
          São Francisco.

          Compõem o processo:
          procuração;
          certidão de batismo de escravizado;
          auto de apreensão;
          termo de responsabilidade;
          termo de audiência e oferecimento do libelo.

          Variação de nome:
          escravizada Helena;
          esposa Maria Joaquina.

          Ação de liberdade de Fabricio
          BR SC TJSC TRPOA-13349 · Processo · 1888-01-10
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Ação de liberdade
          Desterro
          Alfândega de Desterro

          Documento sobre o escravizado Fabrício, matriculado no município de São José

          Fabrício era escravo do Tenente Coronel Francisco José da Rosa e trabalhava no carregamento de carvão.

          Fabrício, filho de Custódia, tinha 29 anos e era cargueiro.

          Wenceslau Martins da Costa

          Juiz municipal Major Affonso de Albuquerque Mello

          Escrivão Francisco Xavier d'Oliveira Câmara Júnior

          Depositário Manoel Joaquim da Silveira Bittencourt

          Curador Dr. Luiz Augusto Crespo

          Carta Precatória para o juízo municipal de São José

          Ação de reinvindicação de José Francisco Rios
          BR SC TJSC TRRJ-45943 · Processo · 1818
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Ação de Reinvindicação na vila de Desterro, à época comarca de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.

          Partes do processo: José Francisco Rios (autor e irmão do falecido Albino de Medeiros Rios); Geralda Ignacia de Jesus (ré e viúva de Albino de Medeiros Rios).

          Herdeiros: Antônio Francisco Rios (falecido); Silvana Joaquina; Maria Constantina; Manoel Pereira de Medeiros; Albino José de Medeiros; José Francisco de Paula Medeiros; Francisca Pereira de Medeiros (falecida).

          Resumo: Traslado do processo, o autor, José Francisco Rios, moveu uma ação de reivindicação contra a ré Geralda Ignacia de Jesus, moradora da freguesia de São José, vila de Desterro, viúva, e seus herdeiros, na qualidade de inventariante do espólio de Albino de Medeiros Rios. O objetivo da ação foi solicitar para que fosse realizada uma nova partilha dos bens inventariados, devido à alegação de parcialidade e irregularidades na divisão anterior. Entre os pontos questionados, destacou-se a troca de pessoas escravizadas: Vicente, de origem angolana, foi substituído por Albino, identificado como crioulo. Essa substituição foi considerada indevida pelo autor. Após a oitiva de testemunhas e a apresentação de provas, o juiz determinou a realização de uma nova partilha, com novos critérios de divisão. Parte dos bens foi leiloada em praça pública para quitação de dívidas do espólio. A alegação de troca indevida entre as pessoas escravizadas foi julgada improcedente. Ao final, os bens foram repartidos de forma igualitária entre os herdeiros.

          Atuaram no processo: advogado Joaquim Augusto de Lima; advogado Manoel de Freitas Sampaio; advogado Joaquim Augusto do Livramento; escrivão Manoel Antônio de Souza Medeiros; escrivão Manoel Firmino da Costa Souza; juiz José Silvano da Luz Fagundes; juiz Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva; partidor José Francisco de Paula Albino; José Joaquim Pereira de Moraes.

          Localidades relevantes: freguesia de São José, vila de Desterro.

          Compõem o processo: custas de selo; autos de partição.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          BR SC TJSC TRRJ-10832842 · Processo · 1856
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Corpo de delito realizado na vila de Lages, na época sob a comarca de São José, província de Santa Catarina.

          Partes:
          João Pereira Soares, castelhano (possível réu)
          Paulo Granier (dono da caixa);
          escravizada Leocádia (encontrou a caixa);
          Flambiano Feliz da Silva (senhor da escravizada Leocádia).

          Resumo:
          Nesta ação, foi realizado um auto de corpo de delito em uma caixa encontrada pela escravizada Leocádia, descrita como “preta”, que achou o objeto no chão no caminho que traçava para buscar água. Por não ver nada em sua volta, retornou para casa com a caixa e a entregou ao seu senhor, Flambiano Feliz da Silva, que levou a caixa ao delegado. O delegado descobriu que a caixa pertencia a Paulo Granier, e que ela havia sido roubada na casa do teatro a poucos dias. O castelhano João Pereira Soares foi avistado pernoitando no local onde a caixa foi encontrada, tornando ele um possível responsável pelo roubo.

          A compreensão do processo foi comprometida, visto que o mesmo encontra-se incompleto e sem capa.

          Atuaram no processo:
          carcereiro Domingos Leite;
          delegado José Joaquim da Cunha Passos;
          delegado de polícia José Nicolau Pereira dos Santos
          escrivão Constancio Xavier de Souza;
          escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
          juiz corregedor Joaquim José Henriques;
          perito Paulo Lopes de Haro;
          perito Elias Borges Vieira;
          promotor público Antonio Ricken de Amorim.

          Localidades mencionadas:
          Lages;
          localidade denominada “Vassouras”.

          Compõem o processo:
          corpo de delito;
          juramento aos peritos.

          Auto de Inventário de Roberto Suain Cathecart
          BR SC TJSC TRRJ-17318 · Processo · 1862-1868
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de Inventário realizados na vila de São Miguel, à época sob a comarca de São José.

          Partes:
          Roberto Suain Cathecart (inventariado);
          Maria Gama Cathecart (inventariante).

          Herdeiros:
          Maria Roberta Suaim Cathecart;
          Diogo Suain Cathecart;
          Roberto Suain Cathecart;
          José Mafra Cathecart (menor);
          Lucia Maria Cathecart (menor);
          Maria Luiza Cathecart (menor).

          Co-Herdeiros:
          Vital José da Matta.

          Resumo: Processo de inventário autuado após o falecimento de Roberto Suain Cathecart, sendo regido sob responsabilidade da viuva Maria Gama Cathecart. O processo contou com múltiplas instâncias de avaliação, além de contar com herdeiros adultos e menores. São apresentadas dividas e contas de credores, além de serem citados entre os bens: terras, sítio, mobília, animais, engenho de farinha e casa. São também descritos 16 escravizados, de nomes: José, Adão, Manoel, Mariano, João, Maria (a qual se encontrava grávida), Isabel e Maximiana, descritos como crioulos; Antonio e Mauricia, descritos como pardos; José e João, descritos como de nação Mina; Pedro, descrito como de nação Congo; Bento, descrito como de nação Moçambique; Juliana, descrita como de nação Cambinda; e Francisco, menor de idade. Como o falecido apresentava bens na cidade de Desterro, foi expedida carta precatória de forma a seguir-se a avaliação de uma propriedade.

          Carta precatória enviada "do Juízo de Órfãos dos termos munidos da cidade de São José, para o Juízo de Órfãos do termo da cidade do Desterro Capital da Província".

          Atuaram no processo:
          escrivão João Francisco Regis;
          escrivão João Luiz do Livramento;
          escrivão Vidal Pedro Moraes;
          escrivão Antonio Estanislau Ferreira de N.;
          escrivão José Rodrigues Pereira;
          escrivão interino e tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
          avaliador Jacintho Gonçalves da Luz;
          avaliador Manoel Antonio Rachadel;
          avaliador tenente coronel Anastacio Silveira de Souza;
          avaliador Patricio Marques Linhares;
          curador João Francisco de Andrade;
          curador doutor José Maria do Valle Junior
          curador João do Padro de Farias;
          curador geral de órfãos interino e partidor Salvador Cavalheiro;
          partidor Isidoro José Pereira;
          coletor de rendas Antonio Carlos de Carvalho;
          vigario Joaquim Gomes d'Oliveira Paiva;
          vigario interino Antonio de Santa Pulcheria Mendes e Oliveira;
          oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
          signatário Antonio Marques da Silva;
          signatário e procurador e juiz Joaquim da Silva Ramalho;
          juiz doutor Augusto Elísio de Castro Fonseca;
          juiz de direito doutor Manoel Vieira Tosta
          juiz de órfãos doutor Raymundo Borges Leal Castello Branco;
          juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
          juiz dos órfãos interino capitão Eduardo José do Amaral;
          juiz dos órfãos interino doutor José Maria do Valle Junior;
          juiz dos órfãos interino José Martins de Assis;
          juiz de direito corregedor doutor Manoel Vieira Tosta.

          Localidades:
          Palmas;
          Caieira;
          Jordão;
          Magalhães;
          Praça da Cidade;
          São José;
          Desterro (atual cidade de Florianópolis, Capital de Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          Petição inicial;
          Louvação de avaliadores e partidores;
          Auto de inventario e juramento;
          Título dos herdeiros;
          Termo de audiencia;
          Juramento a tutora;
          Juramento ao curador;
          Termo de descrição dos bens;
          Contas;
          Termo de louvação aos avaliadores e partidores;
          Juramento aos avaliadores;
          Avaliação dos bens;
          Auto de carta precatória;
          Declaração;
          Auto de partilha e juramento aos partidores;
          Exordia de partilha;
          Pagamento aos herdeiros;
          Recibos;
          Auto de tomada de contas;
          Autos de justificação para suprimento de idade;
          Procuração;
          Auto de justificação de baptismo;
          Testemunhos.

          BR SC TJSC TRRJ-20363 · Processo · 1857-1864
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de apreensão e arrecadação de bens realizados na vila de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Gertrudes Maria do Amaral (falecida e arrecadada);
          Antonio do Amaral Gurgel (inventariante e depositário).

          Resumo:
          Após o falecimento de Gertrudes Maria do Amaral, foi feito um auto de arrecadação e apreensão de seus bens por Antonio do Amaral Gurgel, já que Gertrudes não possuía nenhum herdeiro forçado. Os bens apresentados foram animais.

          Nesta ação, foram mencionadas cinco pessoas escravizadas, dos nomes: Pedro, Maria, Francisca, Maria e Antonia, designados como pardos. Os bens e pessoas escravizadas foram arrematados em praça pública.

          Foram feitos lances por Anacleto de Azevedo do Amaral, que solicitou por meio de pagamento as alforrias de Antonia e Maria, aceitas pelo juiz e pregoeiro presentes. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas.

          Mais tarde, o processo foi visto em correição, reconhecendo uma irregularidade nos pregões, e o juiz notificou os arrematantes para apresentar seus comprovantes de arrematações. Anacleto de Azevedo do Amaral prestou atualizações sobre Antonia e Maria, e foi apresentado o pagamento da meia siza (um imposto de 5% sobre transação de pessoas escravizadas nascidas na América Portuguesa).

          Atuaram no processo:
          avaliador Estacio Borges da Silva Mattos;
          avaliador João Luis de Andrade;
          coletor das rendas gerais e nacionais major Antonio Saturnino de Sousa e Oliveira;
          curador Diogo Teixeira Nunes;
          curador Paulo Lopes de Haro;
          escrivão agente Carlos Fernandes de Henriques;
          escrivão de órfãos e ausentes Antonio Ricken de Amorim;
          escrivão de órfãos e ausentes Generoso Pereira dos Anjos;
          escrivão interino Constancio Pereira de Souza;
          juiz de órfãos e ausentes terceiro suplente capitão José Marcellino Alves de Sá;
          juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos;
          pregoeiro público dos auditórios Domingos Leite.

          Localidades relevantes:
          comarca de São José;
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          auto de alimpação dos bens;
          auto de apreensão e arrecadação dos bens;
          auto de arrematação;
          auto de praça;
          avaliação e carregação dos bens;
          contas;
          correição;
          petições;
          pregões;
          recibos;
          sentença;
          termo de avaliação;
          termo de declaração;
          termo de depósito;
          termo de louvação;
          termos de juramento.

          Variação de nome:
          Estacio de Silva Mattos;
          Jertrudes do Maria do Amaral;
          Paulo Lopes d’Haro.

          Autos de inventário de Mariano Antonio da Silva
          BR SC TJSC TRPOA-77257 · Processo · 1876
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Inventário realizado na cidade de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Mariano Antonio da Silva (falecido);
          Rita Maria da Silva (inventariante).

          Herdeiros:
          Estanislau Guilherme Schmidt;
          Joaquim Mariano da Silva;
          José Marcelino de Faria;
          José Mariano da Silva;
          Manoel Mariano da Silva;
          Maria Rita da Silva;
          Vicente Mariano da Silva.

          Resumo:
          Neste processo, a viúva inventariante Rita Maria da Silva deu início ao inventário dos bens de seu falecido marido, Mariano Antonio da Silva.

          Os bens foram divididos em rateio entre os herdeiros. Além disso, houve a arrematação de três pessoas escravizadas, de nomes Antonio, Domingos, e Luisa.

          Os herdeiros Joaquim Mariano da Silva, Manoel Mariano da Silva, Vicente Mariano da Silva e Maria Rita da Silva, por serem menores, tiveram suas partes da herança depositadas no Cofre dos Órfãos. Por conta disso, eles recorreram ao escrivão do auditório eclesiástico para requerer suas certidões de batismo e comprovar terem idade suficiente para sacarem as referidas quantias em dinheiro em depósito. No entanto, o herdeiro Vicente Mariano da Silva, por não possuir sua certidão de batismo, recorreu a uma declaração de sua maioridade. O processo termina com as contas acerca da herança de Maria Rita da Silva.

          Localidades relevantes:
          Barreiros;
          cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          cidade de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          certidões de batismo;
          contas;
          requerimentos de certidão.

          Atuaram no processo
          advogado/signatário Francisco Tolentino Vieira de Souza;
          cônego Joaquim Eloy de Medeiros;
          contador Caetano Joze de Souza;
          contador Marcelino do Nascimento Ramos;
          escrivão de órfãos Joaquim Xavier d'Oliveira Camara;
          escrivão do auditório eclesiastico e arciprestado João Luis do Livramento;
          juiz Barcimio Paes Barretto;
          juiz Cunha;
          juiz Felisberto Elysio Bezerra Montenegro;
          vigário arcipreste Martens.

          Variação de nome:
          Estanislau Guilherme Schimit.

          Tribunal da Relação de Porto Alegre