Homicídio

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          BR SC TJSC TRRJ-79480 · Processo · 1822
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo de devassa ocorrido em Lages.

          São partes do processo:
          Anna Francisca (vítima);
          Manoel Francisco (vítima);
          João Francisco (réu).

          Resumo: Auto de devassa ex officio, requisitado pelo juiz ordinário José Jacinto de Oliveira, no intuito de investigar o falecimento de Manoel Francisco e sua filha, Anna Francisca. No auto de corpo de delito, foram localizados ferimentos na cabeça e nuca, bem como foram encontradas balas alojadas no torso das vítimas, produzidas por arma de fogo. Os depoimentos das testemunhas sugerem que João Francisco, filho do falecido, apareceu na casa das vítimas, munido de trabuco, faca e espada, e tinha a intenção de resolver desavenças em relação a supostas desobediências que tinha recebido. Depois de uma discussão, João Francisco teria disparado contra o pai e golpeado a irmã. Após ouvidas as testemunhas, é expedido mandado de prisão do réu e de sequestro de seus bens.

          São mencionadas as localidades de:
          Paragem de Capão Grande;
          Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages.

          Atuaram neste processo:
          Escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral;
          Juiz José Jacinto de Oliveira;
          Oficial de justiça Donato José dos Santos.

          Variação de nome:
          Ana Francisca.

          BR SC TJSC TRPOA-30275 · Processo · 1884
          Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          João da Silva Motta (réu); Antônio Carlos de Mello (réu)

          Pedido de Habeas-Corpus; prisão da cadeia pública; homicídio; assassinato; julgamento; Tribunal da Relação de Porto Alegre; recurso crime;

          Escrivão Pereira da Cunha; Escrivão José Luís Pereira; Carcereiro Joaquim Bernardo de Sousa Brito; Juiz Manoel Cardozo Meira de Mello

          30 Folhas

          Untitled
          BR SC TJSC TRPOA-31242 · Processo · 1888
          Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          Pedro José Vellarte (réu); Cyriano José de Lima (vítima)

          Homicídio; Violência; Agressão; Conflito gerado por ameaças de castigo a menor; Briga; Desentendimento; Arma do crime; Facão; Vitima com lesão interna; Vitima encontrada morta em um campo; Encontrada uma faca enfiada no estomago da vitima; Órgão exposto; Réu sofreu um corte no rosto; Lesão na mão; Grande risco de morte; Réu preso em flagrante; Traslado; 2 autos de corpo de delito; Contém tribunal do júri; Réu se encontra preso durante o tribunal; Lugar; Porto Alegre; Freguesia de Nossa Senhora do Patrocínio de Baguais; Quarteirão de Pinheiros Ralos; Rio Grande do Sul; Vacaria; São Paulo; Edital; Condenação; Termo de apelação;

          Escrivão José Luiz Pereira; Escrivão João Francisco Ignácio; Juiz Maurício Ribeiro de Córdova; Juiz Joaquim Fiuza de Carvalho; Juiz José Antunes Lima e Silva; Juiz Francisco Ferreira Cavalcante Lins.; Jurado Simplício dos Santos Souza; Jurado Frederico Binger; Jurado Satornino Gonçalves Pereira da Silva; Jurado Manuel José Godinho; Jurado Manuel Geraldo da Silva Furtado; Jurado João de Costa Nunes Júnior; Jurado Pedro Antônio Cândido; Jurado Antônio Manoel de Lêdo; Jurado Antônio Waltrich Filho; Jurado Henrique Luiz de Córdova; Jurado José Domingues de Arruda; Jurado Belmiro José Alves de Menezes; Perito Antônio Delfes da Cruz Sobrinho; Perito Joaquim Antônio Corrêa Cachoeira; Promotor público João José Theodoro da Costa; Promotor público Pedro José Leite Júnior; Promotor público Albino dos Santos Pereira; Subdelegado Euzébio Baptista de Almeida; Subdelegado Jerônymo Xavier Leite; Presidente do Tribunal Antônio de Souza Martins; Inspetor Galvão Alves da Silva; Curador José Joaquim de Córdova Passos; Oficial de justiça Joaquim Bernardo Souza Brito; Oficial de justiça José Balthazar de Oliveira; Signatário Pedro Quintino dos Santos; Signatário João Moreira Branco; Advogado Viera Caldas;

          86 Folhas.

          Untitled
          Sumário Crime
          BR SC TJSC TRPOA-79745 · Processo · 1874
          Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes: Maria Joaquina Coelho; Jeronimo José da Rosa; Joaquina Maria de Andrade; Marcos Pereira de Andrade; Maria Theodora; Miguel Alves de Chaves; escravizada Francisca.

          BR SC TJSC TRRJ-29188 · Processo · 1848
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          José Bento de Andrade (réu);
          A Justiça por seu Promotor (autor);
          Gregório Mendes (vítima).
          Homicídio; arma de fogo; Comarca do Norte da Província de Santa Catarina; Topônimo: “Quarteirão dos Curitibanos”

          Antonio Carlos de Carvalho, promotor público;
          Guilherme Ricken, juiz municipal, delegado de policia; cidadão; Cavaleiro da Imperial Ordem da Roza;
          Gregorio Mendes;
          José Albino Salvador Nunes, testemunha;
          José Albino;
          Mathias Gomes da Silva;
          Maria Joaquina;
          Manoel Francisco de Sousa, testemunha;
          Mathias Gomes da Silva;

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-79618 · Processo · 1847
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos crimes de justificação realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Amancio Jose Domingues (justificante);
          Manoel Joaquim Correia (justificante);
          João Jesuíno (justificado);
          Jose Christino d’Arruda (justificado).

          Resumo:
          Neste processo, o cabo João Jesuíno e o oficial de justiça Jose Christino foram intimados para comparecerem aos autos crime de justificação referentes à morte de Domingos Jose d’Oliveira.
          Os justificantes, Amancio Jose Domingues e Manoel Joaquim Correia, filho e genro do falecido, afirmaram que os justificados estavam presentes no momento de sua morte. A família do falecido alegou ter ouvido gritos vindos da roça, e quando foram verificar o que aconteceu, encontraram Domingos sem vida, ao lado de sua mulher. Ela disse que esse ato havia sido um homicídio seguido do roubo de três doblas de prata. Este ato de força contou com uma tropa de 15 homens, capitaneados pelo tenente coronel Manoel Rodrigues de Souza, em nome do governo provincial. As partes foram citadas para depor sobre a morte, sob pena de desobediência e revelia caso não estivessem presentes.
          No processo, consta a cópia de uma ordem enviada um ano antes de sua morte. O autor, Antero José Ferreira de Brito, o então presidente da província de Santa Catarina, ordenou Domingos para que este derrubasse imediatamente as cercas que ele havia construído próximo à estrada, causando confusões com quem passava pela área, sem autorização. Em seguida, o presidente da província redigiu outro documento, em que liberou uma quantia em munição de pistola para as tropas, para se movimentarem até a sua casa e o desalojarem. Em sua justificação, Jose Christino afirma que o falecido desobedeceu a ordem de prisão três vezes, com uma faca na mão e uma pistola na cintura, sendo necessário bordear sua mão e atirar em seu corpo. Após o homicídio, foram apreendidas onze armas de fogo, uma lança, uma espada e uma porção de cartuchos.
          Foram chamadas testemunhas ex officio, que corroboraram com a versão oficial dos policiais e afirmaram desconhecer a alegação de roubo da prata por parte das tropas. O juiz declarou que a ação da escolta se deu para evitar males maiores, concluindo como justificado o procedimento do cabo e do oficial de justiça.
          O processo foi visto em correição, em que o juiz responsável afirmou que certos procedimentos, como a formalização da culpa e do caráter do crime sem serem ouvidas as defesas das partes no tribunal, excederam a natureza de um processo sumário. Com isso, foi ordenado que o processo fosse cessado, para que a próxima autoridade que analise a ação não exceda novamente os limites existentes e prescritos pela lei.

          Atuaram no processo:
          comandante do distrito de Lages e major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          escrivão geral Mathias Gomes da Silva;
          juiz municipal e delegado Guilherme Ricken;
          juiz municipal e de órfãos Antonio Caetano Machado;
          presidente da província Antero José Ferreira de Brito;
          procurador Jose Neny da Silva;
          signatário José da Silva Furtado;
          signatário Manoel Jose de Santa Anna;
          signatário Matheus Jose de Souza.

          Localidades relevantes:
          Braço do Norte (sertão localizado no caminho para Lages);
          Passo do Rio;
          estrada do Imaruhi;
          freguesia do Imaruhi (entre as cidades de São José e Palhoça);
          vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          autos crimes de justificação;
          autos de testemunhas;
          cópia de requerimento;
          petição de queixa.

          Variações de nome:
          Manoel Joaquim Corrêa.
          estrada do Imaruí;
          freguesia do Imaruí.