Crime Contra a Honra

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            14 Archival description results for Crime Contra a Honra

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            BR SC TJSC TRRJ-20184 · Processo · 1857
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumário Crime realizado na Vila de Lages, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Matheus Jose de Souza (autor);
            Vidal Fernandes França (réu).

            Resumo:
            O autor acusa o réu de injúria neste processo por tê-lo acusado de fazer uma cobrança indevida. O autor afirma que o réu pediu fiado em sua loja, obtendo 26 ovos, podendo cobrar serviços posteriormente pelos ovos dados. Quando cobrado de suas dívidas, o réu ameaçou o autor com um facão. O autor pede desistência da ação por "compaixão" ao réu. O processo segue com o testemunho de 03 pessoas e o termo de desistência é deferido pelo juiz.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            escrivão Miguel Gonçalves Franco.

            Localidades relevantes:
            Rua da Cadeia.

            Compõe o processo:
            Termo de desistência;
            Termo de qualificação.

            BR SC TJSC TRRJ-74965 · Processo · 1851-1854
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação cominatória para despejo realizada na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Aliot (suplicante);
            Joaquina Constancia de Jesus (suplicante);
            Francisco Joaquim da Silva (suplicado).

            Resumo:
            Neste processo, o suplicante Manoel Aliot, em sua petição, requereu que o suplicado Francisco Joaquim da Silva fosse despejado de uma casa e terreno, os quais pertenciam ao peticionário.

            No requerimento apresentado durante o processo, o suplicante e sua esposa Joaquina Constancia de Jesus pediram ao juízo da vila de São José que o suplicado fosse notificado do despejo, e que este tinha um prazo de 15 dias para retirar-se das dependências do casal. A justificativa dada foi a de que o suplicado teria desrespeitado os proprietários, proferindo injúrias contra eles em boatos feitos pela vila.

            No entanto, o suplicado decidiu comprar a parte do sítio em que está a sua plantação de mandioca, e o casal suplicante por meio de um termo de desistência pede que seja anulado o despejo. O processo conclui-se com o pedido de desistência julgado por sentença e aceito.

            Atuaram no processo:
            escrivão David do Amaral e Silva;
            juiz municipal suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            signatário José Gregorio de Carvalho;
            signatário e oficial de justiça Domingos Jozé da Silva.

            Localidades relevantes:
            Cubatão;
            vila de São José (atual município de São José);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            conclusão;
            contas;
            sentença;
            termo de desistência.

            Variação de nome:
            Francisco Jozé da Silva.

            BR SC TJSC TRRJ-20185 · Processo · 1851
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumário Crime de Injúria realizado na vila de Lages, à época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Balthazar Belchior dos Santos (autor);
            Antônio Joaquim Alves (réu).

            Resumo: Balthazar Belchior dos Santos, comerciante e morador da vila de Lages, registrou uma queixa na delegacia local contra Antônio Joaquim Alves, natural de Porto Alegre. Ele acusava Antônio de tê-lo ofendido com xingamentos e palavras ofensivas, tanto a ele quanto à sua esposa. O desentendimento teria ocorrido em frente à casa de Balthazar, durante uma discussão por causa de uma dívida em dinheiro, com o acusado estando armado com um ""cacête"" durante a discussão. O delegado ouviu testemunhas para apurar os fatos. Após a investigação, a injúria não foi possível de ser comprovada com base nos depoimentos colhidos, com o autor ficando responsável para pagar os custos do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão de paz João da Silva Ribeiro;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            advogado Manoel de Oliveira Guedes;
            signatário Manoel Francisco de Almeida;
            juiz municipal e delegado de polícia Guilherme Ricken.

            Localidades relevantes:
            vila de Lages.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relato;
            Audiência;
            Auto de qualificação;
            Auto de testemunhas;
            Sentença.

            Variação de nome:
            réu Antonio ""da Justa"".

            TRRJ-44947 · Processo · 1869-02-06
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Vítima: Manoel Pires de Lima.
            Assassinato a facadas. Desentendimento entre conhecidos.
            Tribunal do Júri em 23 de março de 1874.

            Recurso ao Tribunal da Relação do Rio de Janeiro.

            Juiz de Direito Jerônimo Martins de Almeida.
            Juiz municipal de Lages Tenente Coronel Henrique Ribeiro de Cordova.
            Juiz municipal suplente de Lages Capitão Ignácio Coelho de Ávila.
            Promotor Público de Lages Roberto Sanford.
            Juiz José Gonçalves da Silva.
            Delegado de Polícia Francisco José de Oliveira Lemos.
            Escrivão José Francisco de Carvalho.
            Escrivão José Luís Pereira.

            Corisco, Freguesia de Curitibanos, Comarca de Lages

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-62860 · Processo · 1833-1836
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo Civel de Reinvindicação realizado na villa de São José, na época sob a Comarca do Sul

            Partes do Processo:
            Antonio da Souza (autor);
            Petrônia Ribeira (autor);
            João de Souza Pereira (réu);
            Maria Joaquina (réu).

            Herdeiro:
            Matheus Cardozo Caldeira;

            Resumo: Processo se trata de um libelo feito por Antonio da Silva e sua mulher Petrônia Ribeira, de forma a reinvindicarem terras as quais eles venderam após serem "enganados" pelo filho dos réus, José de Souza Pereira e Maria Joaquina. A venda ocorreu em decorrência do falecimento da mãe do Autor, a qual falecerá e teve sua casa/terreno herdada, porém o mesmo não se encontrava na província durante a partilha, por estar residindo em Montevidéu, na Província Cisplatina (na época); posteriormente ao recebimento da terra, os autores afirmam que houve a tentativa de compra de parte das terras por Marçallino, filho dos réus, no qual ele afirmava apenas querer pegar uma parcela do terreno que já lhes pertenceria, porém ao chegarem na província de São José, suas terras já estavam sob ocupação dos mesmos réus. Se segue então o processo por 3 anos, contando com diferentes embargos, autos de testemunhos e tentativas de conciliação por parte da justiça, porém sem sucesso. A sentença não fica clara, por decorrência da ação de pragas.

            Atuaram no Processo:
            doutor Jacintho Francisco;
            escrivão Manoel José de Abreu;
            escrivão Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            escrivão de paz Joaquim José Porto;
            escrivão Don Romão Maria Pelaes;
            escrivão Polidoro de Amaral e Silva;
            procurador e curador Vicente da Roza;
            procurador advogado Manoel da Silva e Souza;
            solicitador Antonio Pinheiro Guedes;
            meirinho Francisco Pedro da Silva;
            meirinho Manoel José Fernandes;
            juiz de direito Manoel Paranhos da Silva Vellozo;
            juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
            juiz de paz Silvestre Joze dos Passos;
            juiz de fora Anacleto Jose Pereira da Silva;
            juiz de fora Antonio Joaquim de Sequeira.

            Localidades Relevantes:
            vila de Desterro;
            freguesia de São José;
            Barreiros;
            villa de Minas;
            província de Monte Video;
            província Cisplatina.

            Compõem o Processo:
            Contrariação ao embargo;
            Composição amigável;
            Translado de Documento de Reclamação;
            Termo de Obrigação;
            Testemunhos;
            Termo de Fiança;
            Traslado de petição.

            Variação de Nome:
            autor Patrona Ribeiro;
            autor Antonio da Souza da Silva;
            autora Petrônia Romeiro;

            BR SC TJSC TRRJ-29343 · Processo · 1844
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            José Antunes de Oliveira (réu);
            Serafim Luiz da Silveira (vítima).

            Crime contra o honra; Lages; Comarca do Norte da Província de Santa Catarina; Secretaria de Polícia de Lages; Topônimo: Quarteirão dos Curitibanos; cidade de Sorocaba, província de São Paulo; cidade de Coritiba, Província de São Paulo;

            Antonio Saturino de Souza e Oliveira, delegado de policia, major;
            Generoso José Ferreira;
            Gregorio Mendes de Oliveira;
            Ignacia Maria, perita;
            Izabel Theresa, perita;
            Joaquim Bartolomeu;
            Joaquim Dias de Moraes;
            Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            José Antunes de Oliveira;
            João Pereira;
            Mathias Gomes da Silva, escrivão;
            Manoel Martins;
            Maria das Dores;
            Serafim Luis de Siqueira.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-28990 · Processo · 1847-1848
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de crime realizados na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Antonio Neckel (autor);
            Carlos Hempel (réu).

            Resumo: No presente processo, o autor alegou que o réu cometeu o ato de injúria ao chamá-lo de "ladrão", entre outras coisas, em decorrência de outro processo envolvendo roubo de animais denunciado pelo réu. Neste segundo processo, Carlos Hempel havia perdido seus cavalos e oferecido uma recompensa para quem os encontrasse. Antonio Neckel, segundo Hempel, vendeu os cavalos para João Wolf. Nesse contexto, ocorreram as alegadas injúrias contra Neckel. Em resposta, o juiz determinou que as partes assinassem um Termo de Bom Viver. A defesa de Antonio Neckel foi incluída nos autos. Há menção a rebeldes que participaram da Revolução Farroupilha, acusados de roubo de chapéus de palha e chilins. O juiz condenou o réu Carlos Hempel por injúria, mas também indiciou Antonio Neckel pela venda dos chapéus roubados. Houve interposição de recurso de apelação.

            Atuaram no processo:
            procurador Constâncio Xavier de Souza;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz Guilherme Ricken;
            juiz Firmino Rodrigues Silva;
            procurador Manoel Antônio do Nascimento.

            Localidade relevante:
            Rua Direita.

            Compõem o processo:
            Juramento de testemunhas;
            Depoimentos de testemunhas;
            Termo de declaração e defesa do réu;
            Procuração;
            Termo de perdão.

            BR SC TJSC TRRJ-79777 · Processo · 1837-1863
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Libelo Civil realizado na Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, provincia de Santa Catarina.

            Nome das partes:
            Manoel Antônio do Amaral (autor);
            Joanna Antonia de Jesuz (Autora);
            Bento Ribeiro de Cordova (réu).

            Resumo:
            Libelo cível de nulidade de venda, em que são autores Manoel Antônio do Amaral e Joanna Antônia de Jesus contra o réu e cunhado Bento Ribeiro de Córdova, reivindicando um pedaço de terras que foram recebidas por herança materna, situadas na fazenda dos Pelotinhas. Eles alegam que o suplicado desmereceu, por muito tempo, o valor destas terras, convencendo o suplicante Manoel a vendê-la por um preço muito baixo, sem a autorização de sua esposa.
            Após tomar ciência de que o preço real da propriedade correspondia a quase o triplo do acordado, requereu a nulidade do contrato, alegando lesão grave em razão do engano causado.
            É mencionado o envio de cartas, pelo autor, ao seu irmão, o alferes Antônio Lim de Córdova, no período de 1825 a 1834. Nas cartas, o autor solicitava para que seu irmão o representasse em juízo, visto que este atuava como inventariante e curador no inventário da falecida mãe de ambos.
            Por sua vez, o réu alega que a ação de libelo possui caráter calunioso, fundamentando-se em informações falsas. Requer, ainda, a revisão dos autos do inventário e da partilha de Maria de Sam Boa Ventura, a fim de comprovar a descrição e o valor das terras mencionadas.
            Ademais, foi anexada certidão de compra e venda das referidas terras, identificadas como sesmarias e outras propriedades vizinhas, com o intuito de demonstrar o valor estimado dessas propriedades à época dos fatos.
            É solicitado auto de inquirição de testemunhas para confirmação das informações e avaliação das terras e edificações situadas na propriedade.
            Ao final do processo, é descrita a ausência de informações quanto à localidade do autor, bem como a menção ao falecimento de um dos procuradores e do réu, o que impossibilitou o cumprimento do despacho solicitado pelo juiz municipal.

            Atuaram no processo:
            advogado Andre Antonio Avelhino d’Aguiar;
            curador alferes Antônio Lim de Cordova;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Francisco José de Santa Anna;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Joaquim José Henriques;
            escrivão João Rodrigues de Andrade;
            escrivão José Gomes Pinheiro;
            escrivão judicial Jose Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão Manoel Francisco Silva;
            escrivão Manoel Gomes de Souza;
            inspetor de Pelotinhas Theodosio da Silva Furtado;
            juiz de paz Antônio Pereira Borges;
            juiz de órfãos capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            juiz doutor Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz municipal Claudianno de Oliveira Rosa;
            juiz municipal Jose Nicolau Pereira dos Santos;
            juiz municipal Marcelino de Castro Lima;
            ministro juiz municipal interino Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            pregoeiro público José Christino de Arruda;
            procurador alferes Antônio Lim de Cordova;
            procurador Jose da Silva Furtado;
            procurador Rafael Mendes de Carvalho;
            procurador sargento mor Joaquim Fernandes da Fonseca;
            signatário alferes Antônio Rios Guerreiro de Aboim Amorim.

            Localidades relevantes:
            Vila do Espírito Santo da Cruz Alta, (atual cidade de Cruz Alta, Rio Grande do Sul);
            Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages);
            Comarca de Missões;
            São Pedro do Sul;
            Fazenda dos Pelotinhas;
            Capela da Cruz Alta;
            Três morrinhos;
            Fazenda dos indios mortos;
            Rio Pelotinhas;
            Capão dos índios mortos;
            Chapada Bonita;
            Rio Lavatudo;
            Vila de Laguna;
            Comarca do Norte.

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Termo de substabelecimento;
            Termo de testemunhas;
            Cartas;
            Termo de protesto;
            Traslado de Inventário;
            Traslado de Justificação;
            Traslado de Certidão de compra e venda;
            Termo de audiências.

            Variação de nome:
            Joana Antônia de Jesus;
            Maria de São Boa Ventura;
            Manoel Cavalheiro Leitam;
            Claudiano de Oliveira Rosa.

            BR SC TJSC TRPOA-31243 · Processo · 1885
            Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Processo Crime na cidade de Lages, à época comarca de Lages, Província de Santa Catarina.

            Escravizada: ex-escralizada Mariana (preta).

            Resumo: Bráulio Rômulo Colônia fez uma denúncia contra Antônio Joaquim da Silva Júnior, acusando-o de maus-tratos e da morte da ex-escravizada Mariana, que teria sido enterrada em suas terras. Bráulio indicou testemunhas para provar os maus-tratos.
            O delegado de Lages mandou fazer exame de corpo de delito e autópsia no corpo de Mariana. Os resultados mostraram que não havia sinais de violência ou maus-tratos. Com isso, Bráulio foi acusado de injúria e calúnia contra Antônio Joaquim.
            Durante o inquérito, ficou provado que Bráulio agiu de má fé e tentou simular um homicídio. Por causa disso, ele se tornou réu e ficou sujeito à prisão. O processo foi concluído com essa decisão.

            Atuaram no processo: delegado Joaquim Morato do Canto; escrivão e tabelião José Luís Pereira; juiz Manoel Thomé Freire Batalha; juiz Mauricio Ribeiro de Cordoava; juiz Joaquim Freire de Carvalho; juiz Plácido da Rosa Madruga; oficial de justiça Antônio Carlos do Amaral; perito Leovigildo Pereira dos Anjos; perito Clementino Alves de Assumpção Rocha; procurador e Advogado Pedro Jose Leite Junior; promotor signatário Joaquim Rodrigues de Athayde; signatário Gaspar José Goelinho; signatário Fernando Affonso de Athayde; promotor Aurelino de Oliveira Ramos; promotor José Joaquim de Cordova Passes.

            Localidades relevantes: cidade de Lages; comarca de Lages.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-20188 · Processo · 1852
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de sumário crime realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Benedito dos Santos (autor);
            Américo Pereira dos Santos (réu);
            Francisco Sueiro (réu).

            Resumo:
            O juiz de paz major Antonio Benedito moveu um auto de sumário crime contra os réus Américo Pereira dos Santos e Francisco Sueiro, pelo crime de injúria. Ele afirmou que os suplicados proferiram ofensas e ameaças contra ele e sua família, em sua casa. Os réus foram presos na cadeia pública, e citados para prestarem depoimento.

            Em depoimento, um dos réus afirmou que foi até a casa do autor para cobrá-lo do pagamento de uma dívida, e que não era verdade a afirmação de que eles proferiram injúrias contra o autor. Já o outro réu alegou não se lembrar do ocorrido, por estar embriagado. Eles requereram a citação de testemunhas, que afirmaram não ter ouvido insultos vindos dos réus; somente ouviram o autor negando-se a pagar a pendência equivalente a um "patacão" (moeda de 960 réis).

            Uma audiência foi realizada, e tanto o suplicante quanto suas testemunhas não compareceram. Os réus requereram que a parte autora fosse condenada à revelia. O juiz absolveu os suplicados, lavrando um alvará de soltura em que consta que o autor abandonou o processo. A ação teve seu efeito jurídico anulado, e o autor foi condenado a arcar com as custas da ação.

            Posteriormente, o processo foi revisto duas vezes em correição. Na primeira, o juiz corregedor afirmou que, em crimes afiançáveis, os réus só podem ser presos depois de pronúncia, fato que não aconteceu na ação. Por fim, foi requerido que os presentes autos fossem apresentados à coletoria para a averbação do selo.

            Atuaram no processo:
            coletor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            delegado Guilherme Ricken;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
            juiz municipal substituto alferes Antonio Fellipe Pessoa;
            promotor público Antonio Ricken de Amorim;
            signatário Jorge Xavier de Vasconcellos.

            Localidades relevantes:
            cadeia pública da vila de Lages;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            auto de qualificação;
            correições;
            depoimentos;
            sentença;
            notificação;
            termo de juramento.

            Variação de nome:
            Francisco Suêro.