Inventário realizado na vila de Laguna, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Jozé Silveira Luiz (inventariado);
Francisca Roza (inventariante);
Constantina Roza de Jesus (inventariante e herdeira);
Bastião Antonio Cardoso (inventariante e co-herdeiro);
Alexandro Luís das Silveira (inventariante e herdeiro);
Luiza Joaquina de Jesus (inventariante e herdeira);
Polidoro Joze Pereira (inventariante e co-herdeiro).
Resumo:
Francisca Roza e seus filhos abrem um inventário dos bens do finado Jozé Silveira Luiz, respectivo marido e pai dos inventariantes. Como o falecido deixou somente herdeiros de maior idade, as partes do processo entraram em consenso sobre a partilha do patrimônio.
Os bens arrolados foram casas, terras, roças, engenhos de farinha e cana, um carro, um laço de couro, uma arma de fogo, mobília e ferramentas. São declaradas as dívidas deixadas pelo finado. Ainda na ação, é citado Jacinto, homem escravizado advindo da “Costa”.
Os bens foram repartidos igualmente na presença de testemunhas. O juiz deu como concluído o inventário, por meio de sentença.
Atuaram no processo:
escrivão Vicente José de Gois Rebello;
juiz de direito Severo Amorim do Valle.
Localidades relevantes:
comarca do sul;
freguesia de São João de Imaruí (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
Ribeirão de Cangueri;
rio do Ribeirão;
vila de Santo Antonio dos Anjos da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina).
Compõem o processo:
auto de partilha;
contas;
sentença.