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              Inventário de Pedro Julio Roberge
              BR SC TJSC TRRJ-22934 · Processo · 1858-1878
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital, da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Pedro Julio Roberge (falecido);
              Maria Leopoldina Roberge (inventariante).

              Herdeiros:
              Pedro Julio Roberge.

              Resumo:
              Foi aberto um inventário dos bens de Pedro Julio Roberges, por parte de Maria Leopoldina Roberges, sua esposa. Como o finado deixou um filho menor de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador para representá-lo.

              Os bens avaliados foram casas, terras, um cordão de ouro, utensílios de cozinha, um relógio de prata, mobília, baús, garrafões, quadros pequenos e roupas. Nesta ação, foram mencionadas cinco pessoas escravizadas, dos nomes: Agostinho, de nação Mina; João, Manoel (de 3 anos de idade), Inocencia (descrita como “com achaque”, ou seja, enferma) e Cesilia (de seis anos de idade), designados como crioulos. Além disso, a inventariante declarou possuir dívidas passivas.

              Parte do patrimônio foi separado para o pagamento das dívidas da inventariante, e os bens passaram por uma partilha em igualdade entre os herdeiros. As custas foram pagas com metade do valor do homem escravizado João, e a outra metade foi incluída em sua meação; por isso, são anexados à ação recibos comprovando o pagamento das dívidas.

              O juiz julgou a ação por sentença, que realizou a adjudicação de João e requereu o pagamento das custas aos interessados em proporção. A inventariante, por meio de uma petição, solicitou que fosse nomeada como tutora de seu filho, se comprometendo a renunciar aos “benefícios de Veleiano”, que impediam a tutela de mulheres viúvas. O pedido foi negado pelo juiz.

              A inventariante passou a ser representada pelo procurador Eleuterio Francisco de Sousa. Mais tarde, ela declarou que estava na província do Rio Grande do Sul, juntamente com seu filho, a fim de visitar sua mãe. Como os bens de Pedro estavam em sua posse e eles se encontravam ausentes da cidade, o patrimônio passou por um processo de depósito. Foi realizada uma audiência em hasta pública para a arrematação de Manoel (de nove anos de idade), que era parte da herança de Pedro; o menino foi arrematado pelo tenente-coronel Manoel Luiz do Livramento, e o valor arrecadado incorporou-se ao depósito.

              Como o herdeiro ainda não era tutorado, o juiz nomeou Felix Vieira da Cunha para realizar esta função. Por meio de petição, o tutor requereu a venda ou conserto da casa apossada por Pedro, já que estava “em extremo velha”, para que o tutelado não sofresse prejuízos. Atendendo ao seu pedido, é feita uma segunda avaliação da casa por peritos, em que foi constatado o valor do conserto sendo superior ao da casa, e o juiz negou o pedido para realizar os reparos. Após esta ação, a casa foi arrematada em um auto de praça por Joaquim José Alves Beserra.

              Por fim, foi revelado que Pedro havia obtido e assinado um documento chamado “suplemento de idade”, nomeando um procurador para representá-lo. Ele requereu os bens de sua legítima parte, assim como que fosse deprecado à Tesouraria da Fazenda a entrega de uma quantia de dinheiro e seus juros agregados, pertencentes ao suplicante. Foi anexado ao processo o documento citado acima, declarando sua capacidade para administrar seu patrimônio sem a necessidade de um representante.

              Atuaram no processo:
              avaliador e perito Anselmo Gonçalves Ribeiro;
              avaliador José Manoel de Lima;
              curador geral dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
              escrivão de órfãos José Honorio de Sousa Medeiros;
              escrivão de órfãos Vidal Pedro Mendes;
              escrivão José de Miranda Santos;
              escrivão José Thomas de Sousa Medeiros;
              juiz de órfãos Augusto da Costa Barradas;
              juiz de órfãos Joaquim Augusto de Livramento;
              juiz municipal e órfãos suplente coronel Jose Bonifacio Caldeira de Andrade;
              juiz municipal e órfãos Sergio Lopes Falcão;
              oficial de justiça e pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
              partidor João Francisco Cidade;
              partidor Peregrino Servita de Santiago;
              perito João Pereira da Cunha;
              procurador coronel José Feliciano Alves de Brito;
              procurador Eleuterio Francisco de Sousa;
              tabelião Joaquim Amaral e Silva;
              tesoureiro geral José Silveira de Sousa Junior;
              tutor Felix Vieira da Cunha.

              Localidades relevantes:
              caminho das vacas;
              cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              cidade de Porto Alegre;
              comarca da capital;
              freguesia de Santo Antonio (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis);
              província do Rio Grande do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
              rua da carioca;
              rua da praia.

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              autos de avaliação;
              autos de praça;
              contas;
              petições;
              procuração;
              quitação;
              recibos;
              selo;
              sentença;
              termo de reclamação;
              termos de arrematação;
              termos de juramento;
              traslado de carta de suplemento de idade.

              Variação de nome:
              Pedro Julio Róberges;
              Maria Leopoldina Gularte.

              Inventário de Pedro Machado Ferreira
              BR SC TJSC TRRJ-76676 · Processo · 1817
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventario na vila de Nossa Senhora do Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo: Pedro Machado Ferreira (falecido); Florência de Jesus (viúva e inventariante).

              Herdeiros: João Machado; Maria de Jesus; Joana Maria; Sarita Rosa; Magdalina Thereza.

              Resumo: Florência de Jesus fez o inventário de seu falecido marido Pedro Machado Ferreira, morador na praia do Estreito, na freguesia de São José, na vila de Nossa Senhora do Desterro, deixando filhos e herdeiros. Entre os bens listados no inventário constam terras, casas, objetos de ouro e prata, dinheiro, utensílios, móveis, dívidas.

              Atuaram no processo: avaliador Gerônimo dos Santos; avaliador Manoel Teixeira de Mello; escrivão Joao Francisco Cidade; juiz Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva; partidor José Joaquim Bernardes de Moraes; partidor José Francisco de Paula Avelino.

              Localidades: praia do Estreito; freguesia de São José; vila de Nossa Senhora do Desterro; Ilha de santa Catarina.

              Compõem o processo: autos de avaliação; autos de partição; custas de selo.

              Juiz de fora Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva. Considerado pioneiro da literatura piauiense, Ovidio Saraiva nasceu em 1784, na vila de São João da Parnaíba [atual município de Parnaíba]. Com 6 anos de idade, seus pais o enviaram para estudar em Portugal. Em 1805 ingressou no curso de Leis da Universidade de Coimbra, formando-se em 1810. Casou-se com Umbelina, filha do desembargador da Relação do Porto Francisco M. de Vasconcellos Almadahim. Em 1811 assumiu o cargo de juiz de fora da comarca de Mariana, em Minas Gerais. Em 1816 passou para a comarca da Ilha de Santa Catarina [atual Florianópolis]. Foi precursor do teatro em Santa Catarina, quando promoveu peças teatrais por ele escritas na sala de sua residência no Desterro, onde também realizava as audiências. Em 1819 foi removido para a província da Cisplatina. Depois desse período no sul da América Portuguesa, Ovidio tornou-se desembargador na Relação do Rio de Janeiro, onde mais tarde veio a se aposentar. Faleceu no interior da província do Rio de Janeiro em 1852; escrivão João Francisco Cidade (foi membro do Conselho Geral da Província de Santa Catarina e deputado da Assembleia Legislativa Provincial de Santa Catarina na 1ª legislatura 1835-1837); propriedade na Praia do Estreito; freguesia de São José; casa; partidores José Joaquim Bernardes de Moraes e o tenente José Francisco de Paula Avelino; um dos herdeiros, José Machado Ferreira (cunhado de Victorino Cardozo [genro do falecido e da inventariante]), era soldado do Regimento de Infantaria de Lina da Ilha de Santa Catarina e estava na Campanha do Sul; todos os demais herdeiros, maiores de idade e casados, trabalhavam com a viúva em sua propriedade.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Inventário de Pedro Silveira Cardoso

              Partes:
              Pedro Silveira Cardoso (falecido);
              Faustina Clara d’Jesus (inventariante).

              Freguesia do Rio Vermelho – Desterro; rio Travessão; província do Rio Grande; escravidão;

              Agostinho Leitão de Almeida, juiz, comendador;
              Anna Clara;
              Antonio Jose Pacheco;
              Antonio Silveira Cardoso;
              Candido Gonçalves d’Oliveira;
              Filippa, escrava, crioula;
              Francisca Clara d’Jesus;
              Faustina Clara d’Jesus;
              Florentino Gonçalves;
              Jacintho Silveira Cardoso;
              João Silveira Cardoso;
              João Narciso da Silveira;
              José da Costa Oliveira;
              José Honório de Sousa Medeiros, escrivão;
              Manoel Luis de Souza;
              Manoel Joaquim d’Oliveira, avaliador;
              Manoel Pereira;
              Marcellino Silveira Cardoso;
              Maria, escrava, crioula;
              Pedro Silveira Cardoso;
              Sergio Lopes Falcão, cavaleiro da Ordem de Cristo, juiz;
              Silvana Clara.

              Tribunal de Justiça de Santa Catarina
              Inventário de Pedro Silveira Cardozo
              BR SC TJSC TRRJ-24814 · Processo · 1850-1851
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na cidade de Desterro.

              Partes do processo:
              Pedro Silveira Cardozo (inventariado);
              Faustina Clara d’Jesus (inventariante).

              Herdeiros:
              Maria Clara d’Jesus;
              Antonio Silveira Cardoso;
              Marcellino Silveira Cardoso;
              Jacintho Silveira Cardoso;
              Silvana Clara;
              Manoel Carvella;
              Francisca Clara;
              Anna Clara;
              Deolindo Poliano.

              Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Faustina Clara d’Jesus, nele contendo mobília, utensílios domésticos, animais, casas e terras. Além disso, há o registro de 02 pessoas escravizadas, de nomes: Maria e Felippa.

              Atuaram no processo:
              juiz corregedor José Christiano Garção Stockler;
              juiz de órfãos Sérgio Lopes Falcão;
              escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
              avaliador Manoel Joaquim d’Oliveira;
              avaliador Manoel Luiz de Garcia;
              curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
              juiz mucipal Agostinho Leitão do Amaral;
              partidor João Narciso de Silveira;
              partidor José da Costa e Oliveira;

              Localidades relevantes:
              Rio Vermelho.

              Compõe o processo:
              Auto de tomada de contas.

              Inventário de Perpetua Rosa de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-43296 · Processo · 1851 - 1857
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Autos de inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Perpetua Rosa de Jesus (falecida);
              Felisberto José Gonçalves (inventariante).

              Herdeiros:
              Ana;
              Carlota;
              José;
              Laurinda;
              Maria;
              Moyzes;
              Rozalina;
              Zefirina.

              Resumo:
              Felisberto José Gonçalves abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Perpetua Rosa de Jesus. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram um forno de cobre, utensílios de cozinha, um ferro de engomar roupa, ferramentas, mobília, caixas, uma viola, um tear, um meio de transporte descrito como carro, roças de mandioca, animais, terrenos e engenhos. São citadas dívidas passivas deixadas pela falecida. Constam no processo cinco pessoas escravizadas: Francisco e Izabel, de nação Congo; e Simão, Manoel e Anna, descritos como crioulos.

              Ao decorrer da ação, o curador abre uma petição requerendo que as dívidas passivas sejam pagas somente após o falecimento do inventariante. Para isso, os credores seriam notificados com o intuito de que, em um prazo de quinze dias, produzissem os comprovantes de créditos necessários. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. O juiz julga a ação por sentença, requerendo que as custas sejam pagas de forma pro rata.

              Atuaram no processo:
              avaliador Manoel Joze Gonçalves Mendes;
              avaliador Miguel Francisco Pereira;
              curador Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
              juiz de órfãos João Francisco de Souza;
              partidor Duarte Vieira da Cunha;
              partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

              Localidades relevantes:
              freguesia de São Joaquim de Garopava (atual município de Garopaba, Santa Catarina);
              Morrinhos;
              segunda comarca;
              Siriú;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de partilha;
              conta;
              correição;
              intimação;
              petições;
              sentença;
              termos de juramento.

              Inventário de Perpetua Rosa de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-9972 · Processo · 1839-1840
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Perpetua Rosa de Jesus (falecida);
              João José de Faria Raxadel (inventariante e herdeiro).

              Herdeiros:
              Anna Francisca;
              Angelica Rosa;
              Anna Joaquina da Conceição;
              Eufrasia Leonarda;
              Francisca das Chagas;
              Francisca Rosa;
              Francisco Ignacio;
              João Antonio Pontes (co-herdeiro);
              José Luis de Bittencurt (co-herdeiro);
              José Pereira da Nunes (co-herdeiro);
              Leonarda Perpetua de Santa Clara;
              Luisa Francisca das Chagas;
              Luisa Rosa Leonarda de Assis;
              Maria Caetana;
              Manoel Jacinto (co-herdeiro);
              Manoel José de Faria (ausente);
              Manoel José do Nascimento;
              Manoel Teixeira Fernandes (co-herdeiro).

              Resumo:
              João José de Faria Raxadel abriu um processo de inventário para os bens de sua falecida mãe, Perpetua Rosa de Jesus. Como a finada deixou netos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

              Uma carta precatória foi expedida para a citação de um herdeiro que não residia em São Miguel, com destino à vila da Laguna. Os bens avaliados foram acessórios de ouro, ornamentos com imagens religiosas, fornos e tachos de cobre, ferramentas, mobília, caixas, utensílios de cozinha, um engenho de farinha, telhas, animais, casas e terrenos.

              Ainda no arrolamento, foram citadas três pessoas escravizadas: Vicente e Felicia, descritos como crioulos, e José, de nação Benguela.

              Ao decorrer do processo, é aplicado um embargo à avaliação. Com isso, são nomeados novos avaliadores e a ação é realizada novamente. Algumas custas do enterro e missas pela alma da falecida foram anexadas.

              Após isso, o patrimônio passou por um processo de partilha entre os herdeiros; o juiz julgou a ação por sentença, requerendo que parte da herança dos netos menores fosse arrematada e que houvesse o pagamento das custas de maneira pro rata.

              Atuaram no processo:
              avaliador João Antonio Guimarães;
              avaliador Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
              avaliador Jozé de Souza e Cunha;
              avaliador Miguel Machado Santiago;
              curador dos órfãos e ausentes Celso Coelho de Lemos;
              escrivão Amancio José Ferreira;
              juiz adjunto Antonio Francisco de Sousa;
              juiz de órfãos interino capitão Thomé da Rosa Linhares;
              juiz de órfãos José Joaquim Dias;
              juiz municipal e partidor Jacinto José Pacheco dos Santos;
              partidor Alexandre José Varella;
              pregoeiro dos auditórios Hilario José da Silva;
              procurador Candido Machado Severino;
              procurador Manoel d’Avis;
              signatário Jacob Pereira dos Santos;
              signatário Mariano Teixeira Xavier.

              Localidades relevantes:
              comarca do norte;
              vila da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de alimpação da partilha;
              auto de partilha;
              carta precatória citatória;
              custas;
              descrição e avaliação dos bens;
              embargo;
              petições;
              procurações;
              sentença;
              termo de licitação;
              termos de declaração;
              termos de juramento;
              termos de louvação;
              termos de obrigação;
              traslado de ofício.

              Variação de nome:
              Antonio Machado Severino;
              Biguasu;
              João José de Faria Rachadel;
              João José de Faria Rachadella;
              João José de Faria Raxadella;
              Leonarda Perpetua de Santa Anna.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Inventário de Perpetua Rosa de Jesus
              BR SC TJSC TRRJ-76515 · Processo · 1849
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventário de Perpetua Rosa de Jesus realizado na Vila de São José, na Segunda Comarca.

              Partes do Processo:
              Perpetua Rosa de Jesus (inventariado);
              Manoel Antonio Marques (inventariante)

              Herdeiro:
              José Antonio Marques;
              Joaquim Antonio Marques;
              Homar Antonio Marques (menor);
              Maria (menor);
              Camillo Antonio Marques (menor);
              Lionarda (menor);
              Jacinto (menor);

              Resumo: O inventário de Perpétua Rosa de Jesus incluía móveis, animais, terras, uma casa, engenhos de farinha e de cana, além de cinco pessoas escravizadas. As terras ficavam em Potecas, com frente para o Ribeirão. O inventariante ficou responsável por administrar os bens herdados pelos filhos menores.

              As pessoas escravizadas eram:

              Felicidade, uma mulher parda;
              Joaquina, uma mulher crioula;
              Gabriel, um homem cabra;
              João, também um homem cabra;
              Martinho, um homem crioulo, descrito no processo como “criolinho”.

              Atuaram no Processo:
              avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
              avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
              curador de órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
              juiz de órfãos João Francisco de Souza;
              partidor Duarte Vieira da Cunha;
              partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

              Localidades Relevantes:
              Segunda Comarca;
              Vila de São José;
              Província de Santa Catarina;
              Potecas;
              Ribeirão.

              Compõem o Processo:
              Titulo dos Herdeiros;
              Juramento do Curador;
              Juramento aos Avaliadores;
              Juramento aos Partidores;
              Auto de Partilha.

              Variação de Nome:
              Leonarda (menor)