Lages

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            1017 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Execução de Sentença de João Jozé de Mattos
            BR SC TJSC TRRJ-79638 · Processo · 1831
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Execução de Sentença realizada na vila de Lages

            Partes do Processo:
            João Vicente da Roza (autor);
            João José de Mattos (réu).

            Resumo: Sentença de execução de uma ação de dez dias, no qual o autor João Vicente da Roza afirma que o réu João José de Mattos lhe é devedor de uma certa quantia de dinheiro, proveniente de um crédito cedido pelo autor. É então feita uma audiência com o réu, eventualmente chegando a uma sentença que resultou na penhora de uma casa do réu. Porém, ao ser penhorada a propriedade do réu, são afetados o casal de José Francisco de Paula e Maria Magdalena do Espirito Santo, os quais abrem um embargo contra a execução de sentença, de forma a evitar qualquer dano ou prejuízo em sua propriedade.
            É também mencionado no embargo que essa propriedade passou por conflito com povos indígenas em seu longo tempo de existência.

            Atuaram no Processo:
            escrivão Marcelino da Costa Luis;
            escrivão e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão e tabelião José Domingues de Couto;
            avaliador Domingos José de Sampaio;
            avaliador Salvador Horiano;
            alcaide Joaquim Pedro de Oliveira;
            depositário João Teixeira da Luz;
            oficial de justiça Joaquim Pedro de Oliveira;
            juiz ordinario Nicolao de Lis e Abreu;
            juiz de paz capitão Manoel Cavalheiro Leitão.

            Localidades relevantes:
            Villa de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages;

            Compõem o processo:
            Traslado de sentença cível de ação de dez dias;
            Audiência;
            Auto de penhora de propriedade;
            Termo de depósito;
            Auto de praça;
            Embargo;
            Escritura.

            BR SC TJSC TRRJ-10613210 · Processo · 1868-1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Execução de sentença realizada na cidade de Lages, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Gertrudes Maria de Almeida (exequente);
            Antonio de Almeida Leite Penteado (executado);
            Antônio Ricken de Amorim (curador do executado).

            Resumo:
            Anteriormente, a exequente Gertrudes Maria de Almeida obteve a sentença contra a herança do padre António, ficando sob a responsabilidade do curador do falecido realizar o pagamento da dívida devida a Gertrudes, o que não aconteceu, assim como não ocorreu conciliação entre as partes. Já nesta ação, Gertrudes buscou dar a execução da sentença para reaver a quantia que o finado padre Antônio de Almeida Leite Penteado ficou lhe devendo, além de corrigir os juros e custas que ficaram crescendo devido a pendência dessa quantia. No libelo cível petitório de dívida, consta que não houve conciliação, e explica que a dívida contraída pelo padre Antônio foi em razão dele ter pedido o valor da venda de uma escravizada de nome Maria, descrita como “crioula”, emprestado. Esta quantia pertencia a Gertrudes, que mesmo “com repugnância”, lhe emprestou. A exequente expôs que o finado réu não lhe forneceu documento da mencionada quantia, e morreu antes de realizar o pagamento da dívida. A exequente requereu, ao final do libelo, que o curador, com assistência do coletor, lhe pagasse a dívida pendente. O juiz julgou provado o libelo e condenou a curadoria da herança a pagar a quantia de 600 mil réis, bem como afirmou que o não posicionamento do curador e do coletor foi visto como “confissão tácita”.

            O curador da herança e o depositário dos bens do falecido foram intimados a pagarem à exequente do processo a quantia de quase 900.000 mil réis, ou seria nomeada a penhora dos bens da herança para pagamento da dívida. Devido ao não pagamento da quantia mencionada, foi realizada a penhora dos bens. Dentre os bens penhorados, constam um escravizado de nome Bonifácio, descrito como “doentio”, algumas roupas, objetos de prata, livros, sapatos e outros objetos aleatórios.

            Devido ao procurador de Gertrudes, Francisco Honorato Cidade, ter retirado-se da cidade, Constancio Carneiro Barbosa de Brito assinou termo de responsabilidade e assumiu o cargo de procurador da exequente. O juiz de órfãos e ausente concedeu a licença para Constancio formalizar sua atuação como procurador.

            Foram nomeados e juramentados dois avaliadores para avaliarem os bens penhorados, e posteriormente foi passado o traslado do edital de praça, no qual os bens passaram por nove pregões e três peças para serem arrematados em praça pública.

            Por fazer parte da herança do falecido padre, Bonifácio requereu licença ou autorização ao juízo para cobrir o valor do lanço no qual foi avaliado, objetivando com isso obter sua liberdade. Gertrudes também requereu licença ao juízo para “lançar” sobre os bens penhorados para poder alforriar o escravizado. Bonifácio conseguiu comprar sua liberdade. Por fim, a arrematação dos bens foi julgada como terminada, e o valor dos bens arrematados foram entregues à exequente.

            Atuaram no processo:
            avaliador José Dias de Azambuja Cidade;
            avaliador Antonio Jose Candido;
            coletor da fazenda nacional major Antônio Saturnino de Souza e Oliveira;
            depositário dos bens capitão José Manoel Leite;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão José Luiz Pereira;
            juiz de órfãos e ausentes primeiro suplente em exercício capitão Henrique Ribeiro de Cordova;
            juiz de órfãos e ausentes quarto suplente em exercício Lourenço Dias Baptista;
            juiz de órfãos e ausentes suplente em exercício capitão Ignacio Coelho de Avila;
            oficial de justiça Cypriano Joaquim Lino;
            porteiro Bento Domingos Leite;
            procurador Francisco Honorato Cidade;
            procurador Constancio Carneiro Barbosa de Brito.

            Localidades mencionadas:
            Lages;
            vila da Cruz Alta;
            São Pedro do Sul (estado do Rio Grande do Sul);
            vila de Sant'ana do Livramento;
            cidade do Rio Grande;
            cidade de Santos;
            cidade de São Paulo;
            rua Direita.

            Compõem o processo:
            carta de execução de sentença;
            termo de substabelecimento;
            libelo cível petitório de dívida;
            auto de penhora e depósito;
            provisão;
            termo de juramento aos avaliadores;
            avaliação;
            termo de declaração dos louvados;
            quitação.

            Execução cível de Joaquim da Fonseca Guimarães
            BR SC TJSC TRRJ-79899 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de execução cível realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim da Fonceca Guimarães (exequente);
            Antonio Benedito dos Santos (executado).

            Resumo:
            O exequente, Joaquim da Fonseca Guimarães, moveu esta execução cível para cobrar uma dívida que o executado Antonio Benedito dos Santos tinha pendente com ele. O exequente afirmou que, em uma ação anterior, as partes já haviam resolvido a dívida originada pela compra de uma fazenda, e que o executado ficou com a sentença de pagar a pendência em data determinada.

            Ao decorrer do processo, o juiz mandou que se apregoasse uma penhora de alguns bens do executado, para o pagamento da dívida. O valor não foi alcançado e, com isso, foram realizados interrogatórios a pessoas que possivelmente estariam em poder dos bens do suplicado.

            O processo terminou de modo inconclusivo, com uma petição para que se desse seguimento à penhora dos bens.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (atual município do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro);
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            certidão;
            citação;
            contas;
            correição;
            petição inicial;
            procuração.

            Atuaram no processo:
            escrivão Generozo Pereira dos Anjos Junior;
            escrivão do juízo de paz João da Silva Ribeiro;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            oficial de justiça Manoel de Oliveira Guedes;
            pregoeiro dos auditórios Domingos Leite;
            procurador Antonio Rodrigues Pinheiro de Gusmão;
            procurador Frederico Xavier de Souza;
            procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            tabelião David do Amaral e Silva;
            tabelião Francisco de Paula Lacé.

            BR SC TJSC TRRJ-77659 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Vistoria e apresentação de termos realizada na Villa de Lages, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes:
            Vicente Luiz (suplicante);
            Rita Maria (suplicante);
            Matheus José de Souza (suplicado);
            Anna Maria do Amaral (suplicada).

            Resumo:
            É requerido um auto de vistoria e de avaliação de termos para os possuidores de um rincão de campos denominado Lagoa dos Patos, localizado na Serra do Boqueirão do Capão Bonito, devido a um impasse acerca da posse dessas terras. As mesmas foram doadas por Brisilda Maria anos atrás para sua filha Rita Maria e seu esposo Vicente Luis, que venderam parte dessa terra, chamada Vacas Gordas, para Policarpo Cezar de Oliveira Branco e sua mulher. Estes fizeram uma troca entre propriedades com Matheus José de Sousa e sua mulher, Anna Maria do Amaral. No entanto, a posse das terras foi contestada pela falta de assinatura nos títulos por culpa do tabelião anterior, Camillo Justiniano, tornando o documento nulo. O suplicante então apresenta um certificado com testemunhos atestando sua posse sobre as terras.

            Agentes que atuaram:
            escrivão José Antonio de Oliveira;
            escrivão do juízo de paz Estevão Theomacio dos Santos;
            escrivão e tabelião Mathias Gomes da Silva;
            tabelião Camillo Justiniano Ruaz;
            tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            signatário Lourenço Dias Baptista;
            signatário alferes Antonio Felippe Pessoa;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;

            Localidades relevantes:
            Vila de Lages;
            Serra do Boqueirão;
            Quarteirão do Capão Bonito;
            Rincão de campos denominados de Lagoa dos Patos;
            Campos antigos denominados de Vacas-Gordas.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Traslado de escritura;
            Autos de exame e vistoria;
            Sentença;
            Prestação de contas;

            Exame e vistoria de Vicente Jose de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-79193 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de exame e vistoria realizados na vila de Lages, à época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Vicente Jose de Oliveira (suplicante);
            Maria Angélica (suplicante);
            João Manoel Coelho (suplicado).

            Resumo:
            Maria Angélica e seu esposo, Vicente Joze de Oliveira, abriram um processo visando um exame e vistoria de seu terreno. De acordo com eles, seu vizinho João Manoel Coelho havia conseguido uma concessão na câmara municipal de terras ao fundo de sua propriedade, cercando-a com marcos de madeira. Assim, os suplicantes contestaram essa demarcação.

            O casal afirmou já ter tentado resolver o assunto por meios conciliatórios no juízo de paz, mas sem sucesso. Com isso, o suplicado foi notificado para uma audiência pública, e uma vistoria foi marcada. O arruador e os louvadores nomeados examinaram o terreno e analisaram as demarcações que o suplicante denunciou serem não precedentes, concluindo que a queixa do autor da ação era infundada.

            O juiz entrou em acordo com as decisões dos examinadores e a vistoria foi julgada por sentença, em que o suplicado foi condenado a remover as cercas que havia colocado no local e pagar as custas do processo. Porém, João Manoel se recusou a derrubar o cercado, e o suplicante foi orientado a abrir uma ação para notificar um oficial de justiça que intimasse novamente o suplicado para retirá-lo e que, caso contrário, ele seria imediatamente demolido.

            O suplicado foi intimado para retirar a cerca no prazo de 24 horas após a notificação. O processo termina de modo inconclusivo, sem a informação de que o intimado teria ou não derrubado o cercado.

            Localidades relevantes:
            rua Direita;
            rua Nova;
            rua Traveça;
            vila de Lages.

            Compõem o processo:
            auto de vistoria e exame;
            correição;
            intimação;
            notificação;
            sentença;
            termos de audiência;
            termos de juramento.

            Atuaram no processo:
            arruador Ireno Pereira de Souza;
            arruador Mariano Cardoso Monteiro;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            escrivão do juízo de paz José Antonio Botelho;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            juiz municipal Matheus Jose de Souza;
            louvador alferes Antonio Felippe Pessoa;
            louvador alferes João Thomas Silva;
            pregoeiro Jose Antonio de Oliveira;
            signatário Jorge Trueter;
            signatário major Antonio Saturnino de Sousa e Oliveira.