Lages

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            Petição
            BR SC TJSC TRPOA-31033 · Processo · 1884
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: José Luís Tibúrcio; Antônio Joaquim da Silva; João Cypriano; escravizado Bernardo.

            Autoridades: escrivão José Luiz Pereira; oficial de justiça Mauricio Ferreira de Mello; juiz Mauricio Ribeiro de Cordova.

            Petição
            BR SC TJSC TRPOA-30881 · Processo · 1884
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: Manoel José Correia.

            Escravizados: Manoel; Francisco; Izabel; Marcolina.

            Autoridades: escrivão José Luiz Pereira; escrivão Clementino Alves de Assunção Rocha; signatário e advogado Bráulio Romulo Colônia; juiz Joaquim Fiuza de Carvalho; juiz Manoel Thomé Freire Botelho.

            Petição
            BR SC TJSC TRPOA-30271 · Processo · 1884
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: Mauricio Antônio de Athayde; Bráulio Romulo Colônia; Belizário José de Oliveira Ramos; escravizado Fructuoso.

            Autoridades: oficial de justiça Joaquim Bernardo Souza Brito; escrivão José Luís Pereira.

            Petição de Bernardino Antonio da Silva e Sá
            BR SC TJSC TRRJ-30508 · Processo · 1862
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Petição realizada em Lages, na Comarca de Lages.

            Partes do processo:
            Bernardino Antonio da Silva e Sá (autor);
            Eleutério (réu);
            Policarpo Francisco (proprietário de Eleutério).

            Resumo: Autuação de petição feita pelo major Bernardino Antonio da Silva e Sá, na qual ele requer que sejam feitas perguntas ao réu, Eleutério, escravizado pardo de Policarpo Francisco, morador de São Miguel. As perguntas são feitas para confirmar que a ida de Eleutério atrás de Bernardino e sua tropa não ocorreu por meio de ilusões, enganações ou algo do tipo. Eleutério então afirma que o motivo de seu motivo para ir a encontro do suplicante de forma a retirar a pele de um animal, a pedido de um fazendeiro das proximidades.

            Atuaram no processo:
            escrivão interino Generoso Pereira dos Anjos;
            signatário Domingos Leite;
            juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos.

            Localidades relevantes:
            villa de Lages;
            freguesia de São Miguel;
            Bom Retiro;
            Canôas.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Auto de perguntas.

            Petição de Idoardo Pires
            BR SC TJSC TRRJ-19973 · Processo · 1846-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Petição realizada na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Idoardo Pires (suplicante e co-herdeiro);
            Francisco Fernandes de Paula (falecido);
            João Vicente Fernandes (testamenteiro).

            Herdeiros:
            Maria de Paula;
            Malaquias de Sousa Soares;
            Francisca de Paula Fernandes;
            Manoel Jose da Silva.

            Resumo:
            Neste processo, o suplicante Idoardo Pires peticionou que fosse autorizada sua participação como co-herdeiro do falecido Francisco Fernandes de Paula, por ser esposo e representante de Maria de Paula, filha do falecido. No entanto, o inventário do falecido não consta no cartório, pois no ano de 1840 houve uma invasão dos "rebeldes Teixeira" na vila de Lages, que destruíram o documento original. Desse modo, o suplicante foi notificado para comparecer ao juízo e receber a relação de alguns bens e seus valores que restaram do inventário do falecido.

            Os "rebeldes Teixeira", a quem se faz menção no processo, são os regimentos militares comandados pelo coronel Joaquim Teixeira Nunes, que combateu ao lado de Giuseppe Garibaldi na Guerra dos Farrapos. As tropas de Teixeira desempenharam papel importante na guerra, participando das invasões de Laguna e de Lages, ambas em 1838, e travando diversas batalhas contra as tropas legalistas (leais ao império do Brasil). O evento relatado no processo, a "invasão dos rebeldes", faz referência a breve retomada farrapa de Lages em 1840, após a cidade ter sido reconquistada pelo brigadeiro Francisco Xavier Neves (COLLOR, 2016).

            Localidade relevante:
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            conta;
            correição;
            quitações;
            termo de declaração;
            sentença.

            Atuaram no processo:
            coletor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
            juiz de órfãos Antonio Caetano Machado;
            padre João Vicente Fernandes;
            procurador Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            procurador Manoel Caetano do Amaral.

            Petição de Thomaz do Amaral Camargo
            BR SC TJSC TRRJ-79786 · Processo · 1830
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Petição realizada em Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            São partes neste processo:

            • Thomaz do Amaral Camargo (suplicante);
            • Antônio Manoel de Oliveira (suplicado).

            Resumo:

            • Neste processo, o suplicante, o alferes Thomaz do Amaral Camargo, morador da vila de Itu, iniciou uma ação para resolver uma querela que tinha com o suplicado Antônio Manoel de Oliveira, também conhecido pelo apelido de Moço Velho, morador na freguesia de Ponta Grossa. O suplicante comprou, com pagamento adiantado, 92 éguas, 8 cavalos e 3 burros do suplicado, mas este ocultou uma parte dos animais e entregou-lhe menos do que o que o combinado. Após procurar meios amigáveis de solucionar o acontecido com, mas sem êxito, o suplicante decidiu vir à justiça.
            • Durante a expedição de mandados de averiguação, foi alegado que o Antônio Manoel de Oliveira era um criminoso reincidente na comarca de Paranaguá e Curitiba. Foi designada a apreensão de bens do suplicado, a fim de sanar os prejuízos causados ao suplicante. Dentre os itens apreendidos, constam utensílios domésticos, ferramentas, vestimentas mobília, e um escravizado de nome Antônio.

            Localidades que aparecem no processo:

            • Freguesia de Ponta Grossa (atual cidade de Ponta Grossa, Paraná);
            • Vila de Itu (atual cidade de Itu, São Paulo);
            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Vila Nova do Príncipe de Santo Antônio da Lapa (atual cidade de Lapa, Paraná);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
            • Comarca de Paranaguá e Curitiba.

            Agentes que atuaram neste processo:

            • Corregedor Joaquim José Henriques;
            • Desembargador Joaquim Teixeira Peixoto;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Escrivão Francisco de Paulla Neri;
            • Escrivão Francisco Vidrio de Almeida;
            • Escrivão José Antônio Ferreira;
            • Escrivão Jozé de Souza Araújo Guimarães;
            • Inspetor Jacinto Jozé do Nascimento;
            • Juiz Manoel de Affonso Viana;
            • Juiz Manoel Antônio da Cunha;
            • Juiz Manoel Carvalho Silva;
            • Juiz Laureano José de Ramos;
            • Juiz Nicoláo Jozé de Liz Abreu;
            • Juiz/alferes Joaquim Antônio de Morais;
            • Juiz/capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
            • Juiz/capitão-mor Joaquim Ribeiro do Amaral;
            • Oficial de quarteirão Ignácio Nunes;
            • Oficial de justiça Caciano Jozé Ferreira;
            • Tabelião José Reginaldo de Lima.

            Variação de nome:

            • Cassiano Jozé Ferreira;
            • Manoel Antônio de Oliveira;
            • Nicolau Jozé de Liz Abreu.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Posse de Antonio Lins de Cordova
            BR SC TJSC TRRJ-79767 · Processo · 1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de posse judicial realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Lins de Cordova (suplicante);
            Baldoina Maria do Nascimento (suplicante);
            Antonio Ferreira da Silva (suplicado).

            Herdeiros confinantes:
            Antonio Ferreira da Silva;
            Antonio Gomes;
            coronel João da Silva Machado.

            Resumo:
            Neste processo, os suplicantes Antonio Lins de Cordova e sua esposa, Baldoina Maria do Nascimento, buscaram empossar-se de um terreno no distrito de Campos Novos, afirmando que são seus legítimos proprietários.

            Segundo eles suplicantes, a demarcação das terras havia sido aprovada na Câmara Municipal do Distrito, e estava em conformidade com as leis vigentes; e o casal já utilizava os campos e matas para o cultivo de roças e a criação de animais. As terras em questão fazem divisa com as localidades de Lageado dos Dois Irmãos, da Serra da Direita e, da Serra do Fundo. Também há divisas com boqueirões, vertentes e morros, e com uma estrada que segue para Pelotas.

            O processo foi conduzido por um pregoeiro, acompanhado por testemunhas e pelos vizinhos da terra, em que o casal suplicante afirmou ter realizado o ritual de correr o perímetro do campo citado em roda, atirar terra para o ar e cortar ramos e ervas, para legitimar a posse. Não houve oposição quanto ao direito à posse das terras e, com isso, o casal empossou o terreno e foi citado para pagar as custas do processo.

            O processo foi posteriormente reaberto em correição, com a afirmação de irregularidade quanto à colocação de marcos nos campos sem a presença de testemunhas juramentadas.

            Compõem o processo:
            Petição;
            Auto de posse;
            Correição.

            Atuaram no processo:
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz corregedor Joaquim Jose Henriques;
            juiz municipal e juiz de órfãos Antonio Cartamo Machado;
            juiz municipal, juiz de órfãos e alferes João Thomas e Silva;
            pregoeiro público José de Araujo Braga;
            procurador coronel João da Silva Machado.

            Localidades mencionadas:
            Lageado dos Dois Irmãos;
            Pelotas (atual cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul);
            Serra da Direita;
            Serra do Fundo;
            distrito dos Campos Novos (atual cidade de Campos Novos, Santa Catarina);
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Variação de nome:
            Barduina Maria do Nascimento.