Menoridade

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              Inventário de Rosa Diniz
              BR SC TJSC TRRJ-10788974 · Processo · 1869
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Inventario na cidade de Desterro, à época comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo: Rosa Diniz (falecida); Matheus Martins da Rocha (inventariante).

              Herdeiros: Maria Rosa de Jesús; Januário Martins da Rocha; Cesária Rocha; Narciso Thomas dos Passos; Eufrásia Mariana de Jusús (menor); Manuel Martins da Rocha (menor); Bernardina Rosa de Jesús (menor).

              Resumo: Matheus Martins da Rocha está fazendo o inventário dos bens de sua falecida esposa, Rosa Diniz, que morava na freguesia da lagoa. Dentre os bens inventariados constam terras, casas, dividas, roças, ferramentas, utensílios domésticos, mobílias, engenho e farinha para seus herdeiros, filhos. O espolio foi partilhado com igualdade entre os herdeiros.

              Atuaram no processo: assignatario Hermógenes de Araújo Roslindo; avaliador Antônio Augusto de Aguiar; avaliador Francisco Antônio Vieira; curador Candido Gonçalves de Oliveira; escrivão Vidal Pedro Moraes; juiz Affonso de Albuquerque e Mello; juiz Joaquim Augusto do Livramento; juiz Patrício Marques Linhares; partidor Joao Narciso de Silveira.

              Localidades: freguesia da Lagoa; Rio Tavares, cidade de Desterro.

              Compõe o processo: recibos de dividas; autos de avaliação; custas de selo.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Justificação de Antônio da Silva Rocha Paranhos
              BR SC TJSC TRPOA-21514 · Processo · 1882
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Partes:
              Antônio da Silva Rocha Paranhos (justificante);
              Carolina Emília Von Trompowsky (falecida);
              Cândido da Rocha Paranhos (menor).

              Justificação para suplemento de idade do menor Cândido da Rocha Paranhos; Igreja Matriz de Nossa Senhora do Desterro; Província de São Pedro do Rio Grande do Sul; imigração; Portugal; Rússia.

              Afonso d'Albuquerque e Mello, major, juiz;
              Boaventura da Costa Vinhas;
              Ernesto da Silva Paranhos;
              Ernesto Galvão, curador;
              Felisberto Elysio Bezerra Montenegro, juiz;
              José de Miranda Santos, escrivão;
              João Luiz do Livramento, escrivão.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Justificação de Constança Pereira Pinto
              BR SC TJSC TRPOA-10733348 · Processo · 1882
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Parte:
              Constança Pereira Pinto (requerente).

              Desterro; termo de São José; habilitação para tutela; processo incompleto.
              Antonio Pereira Pinto;
              Antonio Bento;
              André Wendhausen;
              Carolina, órfã filha de Antonio e Constança;
              Damasceno Vidal, procurador;
              Eduardo, órfã filha de Antonio e Constança;
              Francisco Vicente d’Ávilla, testemunha;
              Felisberto Elysio Bêzerra Montenegro, juiz;
              Fernando José Bento;
              Izabel, órfã filha de Antonio e Constança;
              João Baptista Jaques, testemunha;
              João Bento Rodrigues;
              João Damasceno Vidal;
              José de Miranda Santos, escrivão;
              José, órfão filha de Antonio e Constança;
              Lucio Francisco da Costa, testemunha;
              Rozalina, órfã filha de Antonio e Constança.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Justificação de Domingos Pereira
              BR SC TJSC TRRJ-8796 · Processo · 1837-1842
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Traslado de justificação realizada na vila de São Miguel, na época sob a comarca do Norte, na província de Santa Catarina.

              Partes do Processo:
              Domingos Pereira Filho (justificante).

              Resumo:
              Domingos Pereira, menor de 21 anos, vem a juízo solicitar uma carta de suprimento de idade para obter sua emancipação. Ele menciona que trabalha na lavoura desde sua infância, fazendo uma boa administração de sua renda. O justificante descreve que é filho dos falecidos Vicente Pereira e Roza Maria de Jesus. É citada uma certidão de batismo do autor, que foi feita na Matriz de São Miguel. Seu procurador solicita um auto de testemunhas, confirmando as alegações expostas na petição. Ao final do processo o juiz determina, por sentença, que é justificada a ação do autor.

              Atuaram no processo:
              curador Celço Coelho de Lemos;
              escrivão Amâncio José Ferreira;
              escrivão Joaquim Caetano da Silva;
              escrivão Joaquim Cetano da Silva;
              juiz dos órfãos José Fernandes Jorge;
              procurador Felisberto Ferreira Borges;
              reverendo arcipreste Thomáz Francisco da Costa;
              signatário Anacleto dos Reis Coutinho.

              Localidades relevantes:
              vila de nossa senhora do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina;
              vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              carta de suprimento de idade;
              certidão de batismo;
              contas;
              correição;
              itens da justificação;
              recibo de pagamento à Coletoria;
              sentença;
              termo de juramento de curador;
              testemunhas.

              Variações de nome:
              Domingos Pereira Luís;
              Celso Coelho de Lemos.

              Justificação de Victorino Cardozo
              BR SC TJSC TRRJ-57915 · Processo · 1826
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Justificação de Victorino Cardozo e Maria de Jezuz, realizado na Comarca da Capital, à época da cidade de Nossa Senhora do Desterro

              Partes do processo: Victorino Cardozo, Maria de Jezus (justificantes); Francisca Gonçalves (justificada)

              Resumo: Victorino Cardozo e Maria de Jezuz abrem uma justificação para sua defesa, por conta de acusações de injúria vindas da menor Francisca Gonçalves, filha de Joaquim Gonçalves, na qual ela afirma que seus vizinhos (justificantes) ativamente agridem verbalmente a sua família, causando-lhes perturbações e afetando também a saúde de seu pai.

              Localidades: Ilha de Santa Catarina; Desterro; Freguesia de São José; Estreito;

              Agentes no processo:

              • Escrivão Antonio Lopes da Silveira;
              • Juiz Francisco Antonio Cardoso.
              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Libelo Crime de Bento José Moraes
              BR SC TJSC TRRJ-62848 · Processo · 1849-1855
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Libelo crime realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Bento José Alvares (autor);
              Emilia Maria do Espírito Santo (vítima);
              Jacinto Claudino Machado (réu).

              Resumo:
              Este processo se inicia com a acusação de que Jacinto Claudino Machado teria se envolvido com uma menina menor de idade, Emilia Maria do Espírito Santo, com quem teria mantido relações sob a promessa de casamento. O autor do libelo foi Bento José Alvares, pai da vítima.

              O crime resultou em uma gravidez, e a vítima declara que o réu não aceitou seu estado, demandando que ela tomasse “remédios de azougue”. Após os depoimentos e a análise da certidão de batismo da vítima, que comprova a sua menoridade, o juiz conclui que esse se trataria de um crime com agravantes (como os de “defloramento” e “aborto”), e o repassa para a subdelegacia de São José, pronunciando o réu.

              Já pronunciado, o réu presta fiança pelo crime de estupro e assina termo em que se obriga a comparecer ao Tribunal do Júri. Em tentativa de resposta ao libelo acusatório, Jacinto alegou que não cometeu estupro e não havia prometido casamento à vítima, contrariando a sentença dada. No tribunal, o réu foi interrogado e o júri o declarou culpado por maioria de votos.

              Após isso, o réu abre um termo de apelação e o processo é concluído sem uma nova sentença. O caso começou a ser julgado na Comarca do Sul, no início de 1849, e foi finalizado quando ela já era denominada de “Segunda Comarca”.

              Atuaram no processo:
              administrador Gaspar Xavier Neves;
              árbitro Domingos José da Costa Sobrinho;
              árbitro Manoel de Freitas Sampaio;
              escrivão da coletoria Florencio Gomes de Castro Campos;
              escrivão da subdelegacia Duarte Vieira da Cunha;
              escrivão interino do júri e tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos;
              fiador tenente coronel Jose da Silva Ramos;
              juiz de direito José Rodrigues Pinheiro;
              juiz José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
              juiz municipal segundo suplente e delegado de polícia João Francisco de Souza;
              oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
              promotor público Eleutherio Francisco de Souza;
              signatário Francisco Honorato Cidade;
              signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
              subdelegado Francisco da Silva Ramos;
              subdelegado Manoel Joaquim Teixeira.

              Localidades relevantes:
              Capoeiras;
              comarca do sul;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              contas;
              correição;
              libelo crime acusatório;
              petições;
              remessa;
              sentenças;
              termo de apelação;
              termo de fiança;
              termos de obrigação;
              testemunhas.

              Variação de nome:
              Jacintho Claudino Machado;
              Jacinto Maxado.

              Petição de tutela de Joaquim Fernandes Capella
              BR SC TJSC TRRJ-22603 · Processo · 1853-1854
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Petição para nomear tutor realizada na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

              Partes:
              Joaquim Fernandes Capella (inventariante; testamenteiro; suplicante);
              Rita Joaquina de Jezus (inventariada; testadora; falecida);
              Fermina Maria Rita de Jezus (menor; tutelada).

              Resumo:
              Neste processo, Joaquim Fernandes Capella compareceu no juízo municipal de órfãos em virtude do falecimento de Ritta de Jezus, ex-escravizada liberta, descrita como “preta”. Rita faleceu no dia 24 de maio de 1853.

              Durante o leito de morte de Rita, a qual se encontrava em delicado estado de saúde, Joaquim realizava o seu testamento. Porém, devido à demora do escrivão em realizar os procedimentos, Rita faleceu antes da conclusão do testamento. Rita deixou dois filhos, de nomes Chrispim (escravizado por Joaquim) e Fermina, livre, tendo entre 7 e 8 anos de idade, descrita como “crioula”; estes foram designados por Ritta como seus legítimos herdeiros.

              No testamento de Rita, constava também uma escravizada de nome Simôa, descrita como “velha”; além de “[...] insignificantes trastes e roupas que de nada servem e de que ninguém se pode utilizar, por causa da moléstia que padecia e de que morreu [Ritta]” (página 3 da digitalização).

              Sobraram, também, dívidas pendentes no nome da falecida: Ritta devia 100.000 réis (1000$000) ao credor Pedro Kiefer, tinha pendências referentes ao aluguel da casa que habitava, e também devia a um “preto velho” que prestava tratamentos médicos à falecida. Rita vivia na Rua do Vigário, em uma casa locada por Estanisláo Antonio da Conceição. O suplicante, Joaquim, havia pago os valores referentes ao enterro de Rita, ao aluguel e aos honorários do “preto velho”; e fez um acordo com Kiefer, em que Joaquim pagaria a soma total ao longo de 6 meses. O caixão foi providenciado pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário.

              Por conta do falecimento de Rita, Joaquim veio requerer a nomeação de tutor para Fermina; e pediu autorização para alugar a escravizada Simôa. Simôa tinha uma dívida, e através de seus serviços a Joaquim, pagaria o montante.

              Em seguida, consta o testamento de Rita. Nele, ela diz ser africana, natural da Costa da África. Rita também declara professar a fé católica, e declara ser senhora da escravizada Simôa. Após o curto testamento, encontram-se diversos recibos referentes às despesas do velório e dos pagamentos que figuraram no testamento.

              Depois disso, procedeu-se à tutela, e o suplicante Joaquim Fernandes Capella foi nomeado para o cargo. Antes de poder executar a tutela, porém, Joaquim submeteu-se a uma nova avaliação da escravizada Simôa. Os dois avaliadores nomeados para levantar o preço de Simôa julgaram que seu valor configurava 300.000 réis (300$000).

              Adiante, Joaquim apresenta-se como inventariante de Rita; e a fim de realizar os procedimentos do inventário, compareceu em juízo no intuito de arrematar Simôa, a fim de quitar dívidas com o valor de sua arrematação.

              Na sequência, em um ofício datado de 3 de fevereiro de 1854, consta que faleceu Fermina, a única filha livre de Rita. Ela havia sido sepultada em 16 de outubro de 1853, no cemitério público da cidade de Desterro.

              Na sentença, por fim, o juiz sentenciou o suplicante a pagar um ônus referente à herança.

              Atuaram no processo:
              administrador de cemitério público João de Deos Castilho;
              avaliador Antonio Ferreira Cardoso Guimaraens;
              avaliador Jose Porfirio Machado de Araujo;
              curador geral de órfãos Candido Gonçalves d’Oliveira;
              escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
              escrivão eclesiástico João Antonio da Conceição;
              juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
              signatário Antonio Schneider;
              signatário José Marcellino da Silva;

              Localidades relevantes:
              rua do Vigário (atual rua Fernando Machado, Florianópolis, Santa Catarina);
              cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              primeira comarca da província de Santa Catarina.

              Compõem o processo:
              certidão de óbito de Fermina Maria Rita de Jezus;
              petição;
              recibos;
              sentença;
              termo de avaliação;
              termo de louvação de avaliadores;
              termo de juramento de curador;
              termo de juramento de tutor;
              testamento.

              Variação de nome:
              Joaquim Francisco Capela (testamenteiro; suplicante);
              Ritta Joaquina de Jezus (testadora; falecida).

              Prestação de Contas
              BR SC TJSC TRRJ-19797 · Processo · 1860
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Partes: Maria Felisberta; Joaquim Pires de Moraes; Anacleto Dias Baptista; Joaquim Balthazar de Oliveira; Manoel do Nascimento de Abreu; José (menor); Felisberta (menor).

              Autoridades: juiz José Nicolau Pereira dos Santos; escrivão Generoso Pereira dos Anjos.