Partes do Processo:
Joaquim Afonso Pereira (pregoeiro);
Pregão
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Partes: Domingos José Alvares.
Ação de libelo cível realizada na vila de São Miguel, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Antonio Carlos de Carvalho (autor);
Joze Fernandes (réu).
Resumo:
Neste processo, o autor Antonio Carlos de Carvalho, em sua petição, requereu que o réu Joze Fernandes fosse apregoado para comparecer ao juízo para uma audiência. O réu não atendeu a nenhum dos dois pregões feitos. Porém, no requerimento feito pelo autor, o réu concordou com o valor estipulado para pagamento da dívida, e ainda confirmou ser devedor.
Desse modo, foi enviada uma intimação dando 24 horas ao réu Joze Fernandes, para quitar a dívida ou nomear bens para abater o valor devido. No auto de penhora, o réu deixou terras localizadas em Areias, tendo divisas com outros terrenos às margens do caminho público e do caminho para Ganchos, a fim de preencher o valor necessário para o pagamento.
Além disso, Antonio também demandou que o réu pagasse a dívida que contraiu ao comprar as terras do autor, e que daria um prazo de um mês para a quitação de tal dívida; e, caso não fosse paga, o réu estaria sujeito à revelia.
O processo se conclui com um termo de desistência do autor do processo, pois Justino Francisco Garcia se ofereceu para pagar as dívidas do réu. É ordenado ao réu o levantamento dos bens penhorados, mas não consta nenhuma resposta após isso.
Atuaram no processo:
depositário Francisco Gonçalves da Luz;
escrivão Alexandre Gonçalves da Luz;
escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
juiz municipal terceiro suplente Luis Coelho Machado;
juiz de paz José Francisco Mafra;
oficial de justiça do juízo municipal e signatário Paulino José d’Mello;
oficial de justiça do juízo de paz Jozé Thomé dos Santos;
pregoeiro vigário Hilario Jose da Silva;
signatário Luis Muller.
Localidades relevantes:
Areias;
Caminho público;
Caminho para Ganchos;
vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
primeira comarca.
Compõem o processo:
auto de penhora;
contas;
mandado;
termo de depósito;
termo de desistência.
Inventário realizado na cidade de Desterro
Partes:
Silverio Antonio da Silveira (inventariado);
Joaquina Maria da Silva (inventariante).
Herdeiros:
Vicente José da Silva;
José Antonio da Silveira;
Zeferino Antonio da Silveira;
Luis Antonio da Silveira;
Luiza Joaquina Stuart Vieira;
Francisca Joaquina Vieira;
Anna Joaquina;
Claudina Joaquina;
Leocadia Joaquina;
Silverio Antonio da Silva.
Descrição:
O inventário de Siverio Antonio da Silveira foi conduzido por sua esposa, Joaquina Maria da Silva. Ele não deixou testamento, e a partilha foi feita de forma amigável. Entre os bens inventariados, destacam-se terras, prataria, tacho de cobre, ferramentas, utensílios, objetos, mobílias, casas e dívidas. No final do processo constam pregões acerca dos bens arrematados que foram mencionados na autuação de uma precatória.
Atuaram no processo:
juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
juiz de paz João Maria da Cunha Lisboa;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
escrivão Bernardino Pereira Pinto;
tabelião João Antonio Lopes Gondim;
avaliador e coletor José Antonio de Lima Rodrigues;
avaliador e escrivão Anselmo Gonçalves Ribeiro;
curador dos órfãos Candido Gonçalves de Oliveira;
advogado e procurador Polidor do Amaral e Silva;
procurador José Maria do Valle;
coletor José Antonio de Lima Rodrigues;
pregoeiro Liandro Francisco da Silva;
pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
signatário Francisco da Cunha Silveira;
signatário Antonio do Valle Heitor.
Localidades relevantes:
Freguesia de Santo Antonio;
Província do Rio Grande;
Rio de Janeiro;
Freguesia de Nossa Senhora das Necessidades;
São Francisco de Paula de Canasvieira.
Compõem o processo:
Título de herdeiros;
Procuração;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação dos bens;
Pagamentos;
Termo de abstenção;
Auto de praça;
Traslado;
Autuação de precatória.
Variação de nome:
Maria Joaquina da Silva.
Inventário realizado em São José, na época sob a Comarca do Sul
Partes:
Lionida Joaquina do Nascimento (inventariada);
Joaquim Vieira Fernandes (inventariante).
Herdeiros:
Manoel Vieira do Nascimento.
Descrição:
O inventário de Lionida Joaquina do Nascimento foi conduzido por seu marido, Joaquim Vieira Fernandes, sem a existência de testamento, seguindo uma partilha amigável. Entre os bens inventariados, destacam-se: acessórios de ouro, pratarias, utensílios, ferramentas, objetos diversos, mobílias, transporte, roça de mandioca, roça de cana, animais, chácaras, rancho de canoas e dívidas. O processo também menciona uma decisão judicial referente à escravizada descrita como crioula, de nome Maria, porém o texto completo da decisão está ilegível devido ao excesso de tinta de outra página. Foi solicitado pelo inventariante a suspensão dos pregões e a suspensão do auto de praça de sua escravizada.
Atuaram no processo:
juiz de órfãos João Francisco de Souza;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
escrivão Francisco Gomes de Castro Campos;
tesoureiro Laurentino Eloy de Medeiros;
curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
oficial de justiça e pregoeiro Joaquim Affonço Pereira;
avaliador Antonio Pereira da Silva;
avaliador Ignacio José da Silva;
partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
partidor Duarte Vieira da Cunha.
Localidades relevantes:
Comarca do Sul;
Segunda Comarca;
Enseada do Brito;
Cubatão;
Maciambú;
Praia de Fora da Enseada do Brito;
Província de São Pedro do Rio Grande do Sul;
Desterro.
Compõem o processo:
Título de herdeiro;
Juramento ao curador;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação dos bens;
Juramento aos partidores;
Auto de partilha;
Pregão;
Auto de praça;
Recibos de pagamentos.
Variação de nome:
Nossa Senhora do Rosário d’Enseada do Brito;
Inventario de Joaquim de Souza Pereira realizado na vila de São José, Comarca do Sul.
Partes do Processo:
Joaquim de Souza Pereira (inventariado);
Marcelino de Souza Pereira (inventariante).
Herdeiro: Luis;
Resumo: Processo incompleto, começando a partir da página 48. Pregão para a venda de uma escravizada. Pagamento de dividas deixadas pelo falecido.
Atuaram no Processo:
curador de órfão José Francisco Mafra;
escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
juiz municipal João Francisco de Souza;
juiz de órfãos Luiz Ferreira do Nascimento Mello;
pregoeiro Joaquim Affonso Pereira;
Localidades Relevantes:
Comarca do Sul;
Vila de São José;
Compõem o Processo:
Auto de Praça;
Pregão.
Variação de Nome:
Inventário realizado na cidade de Desterro, capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
Alexandre Martins Jaques (falecido);
Luiza Maria Jaques (inventariante).
Herdeiros:
Maria Luiza Jaques;
João Martins Jaques;
Maria Carolina Jaques;
José Jaques da Silveira;
Joaquim Jaques da Silveira;
Maria Adela de Jaques;
Alexandre Marques Jaques;
João Baptista de Souza Jaques;
Francisco Martins Jaques;
Maria Amalia Jaques.
Resumo:
Luiza Maria Jaques conduziu o processo de inventário pelos bens de seu finado marido, Alexandre Martins Jaques. Entre os bens inventariados, destacam-se casas, chácara, mobília e objetos de prata. Também foram inventariadas as mercadorias existentes na casa comercial do falecido, como utensílios domésticos, ferramentas, objetos de montaria, itens de prata, cobre e ferro, jóias, mercadorias e outros materiais diversos. Além disso, foram descritas as dívidas ativas e passivas da casa comercial, e algumas propriedades urbanas foram arrematadas posteriormente através de pregões e autos de praça.
Foram avaliados 05 escravizados, de nomes: Christina (descrita como africana), Joaquim (descrito como africano), Pedro (descrito como africano), Anastácio (descrito como pardo, 09 anos) e Rita.
A partilha foi julgada por sentença e o juiz Sérgio Lopes Falcão requereu o pagamento das custas do processo de maneira pro rata.
A pedido da própria inventariante, ela foi nomeada pelo juiz como tutora dos filhos, e nomeou o irmão, João Evangelista de Souza Lobo, como fiador.
Atuaram no processo:
avaliador Patricio Marques Linhares;
avaliador Antônio Mancio da Costa;
avaliador José Antonio Caminhas;
avaliador Tristão José Moreira;
curador geral dos órfãos e advogado Caetano d’Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
escrivão José Honório de Souza Medeiros;
escrivão João Gonçalves da Silva Peixoto;
juiz municipal de órfãos doutor Sérgio Lopes Falcão;
partidor João Narcizo da Silveira;
partidor Peregrino Servita Santiago;
procurador Cândido Gonçalves d’Oliveira;
procurador fiscal provincial Joaquim Candido da Silva Peixoto;
pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
tesoureiro João Francisco Cidade.
Localidades relevantes:
Desterro (atual Florianópolis, capital de Santa Catarina);
Rua Augusta;
Rua da Lapa;
Rua do Livramento;
Rua do Menino Deus;
Itacorubi;
Rio de Janeiro.
Compõem o processo:
termo de louvação;
juramento aos avaliadores;
juramento aos partidores;
auto de partilha;
exórdio de partilha;
juramento a tutora;
termo de obrigação;
pregões;
auto de praça;
traslado do conhecimento do pagamento de siza.
Variação de nome:
Rua do Menino Deos;
Itacoroby.
Despejo na cidade de Desterro, à época comarca da ilha de Santa Catarina.
Partes do processo: Ignacio de Andrade, capitão (autor); Maria José (autora); José Ignacio Bernardino (réu); Ignacia Maria (ré).
Resumo: Ignacio de Andrade e Maria José, que moram na Praia de Fora da Enseada do Brito, entraram com uma ação contra José Ignacio Bernardino e Ignacia Maria, que também vivem na mesma região. Eles acusaram o casal de ter invadido suas terras. Durante o processo, cada lado apresentou seus argumentos. A defesa disse que os réus têm filhos e fizeram melhorias no local, como construir uma casa, um engenho e cercas. Já os autores citaram um trecho bíblico como argumento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, nem coisa que lhe pertença” (Êxodo),"Non concupisces domum proximi tui, nec omnia quae illius sunt." , para reforçar que os réus estavam ocupando algo que não lhes pertencia. Depois de ouvir todos os argumentos, o juiz deu um prazo de 15 dias para que o casal réu deixasse o terreno. Como eles não saíram voluntariamente, o juiz então ordenou o despejo.
Atuaram no processo: advogado Manoel da Silva e Souza; advogado José Joaquim Bernardes de Moraes; escrivão Polidoro do Amaral e Silva; juiz e ouvidor geral, Francisco Pereira Dutra; meirinho Silvério de Jesus Maria; tabelião Antônio Lopes da Silva.
Localidades relevantes: Enseada do Brito; Praia de Fora; cidade de Desterro.
Compõem o processo: custas de selo; procuração; argumentação.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaPartes:
Benjamim Gallotti (autor);
Francisco José Pacheco (réu).
Cobrança de dívida em crédito; sujeição a pregão e embargo.
Escrivão Carlos Luiz Büchele; juiz Egídio Francisco das Chagas; juiz Izidório José Marques Firmo; oficial de justiça Ismael Caetano Dutra.
Variação de nome: Isidório José Marques Firmo.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaAuto de praça realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.
Partes:
João da Silva Ribeiro Junior (suplicante);
Benedicto (escravizado e suplicado).
Resumo:
Neste processo, o suplicante João requereu à justiça a arrematação em praça pública do escravizado Benedicto (descrito como preto), em nome de sua tutelada, Maria Madalena (menor), filha de João Baptista de Souza. Pelo fato de que não havia ninguém que cobrisse o lance do curador no leilão, a sentença do juiz decretou que Benedicto foi liberto através de uma carta de alforria.
Contém um segundo processo no qual foi requisitada outra arrematação pela irmã da tutelada, que possuía terras em seu nome. O requerimento partiu do pedido do tutor Manoel Rodrigues de Souza, em nome da órfã Julia.
Atuaram no processo:
escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
pregoeiro público Domingos Leite;
juiz de órfãos Guilherme Ricken.
Localidades relevantes:
Morrinhos;
Santa Bárbara;
Fazenda de São João.
Compõem o processo:
auto de arrematação;
autos de praça;
bilhete de praça;
contas;
pregões;
sentença;
termo de curadoria.