Província de Santa Catarina

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            Auto de Inventário de João Baptista de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-31918 · Processo · 1850-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizados na villa de Lages, à época sob a Segunda Comarca.

            Partes:
            João Baptista de Souza (inventariado);
            João da Silva Ribeiro Junior (inventariante).

            Herdeiros:
            Julia Baptista de Souza (menor);
            Maria Baptista de Souza;
            Esmenia Baptista de Souza;
            Marcos Baptista de Souza (menor);
            Maria Magdalena (menor).

            Co-Herdeiros:
            José Lima de Cordova;
            João da Silva Ribeiro.

            Resumo: Inventário realizado após a morte de João Bapstista de Souza, com seu genro João da Silva Ribeiro Junior atuando como seu inventariante. É iniciada a nomeação do curador de órfãos, sendo primeiramente nomeado Claudiano de Oliveira Rosa, o qual é posteriormente substituído pelo major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira. É anexado ao processo um auto de atestado de óbito do falecido pai do inventariante, de forma a confirmar informações e dados do mesmo para prosseguir-se com o inventário. Em meio ao atestado de óbito constam informações acerca de movimentações de tropas ao extremo-sul do Brasil na fronteira com o Uruguai; é atestado que o pai do inventariante, Manoel Pereira Soares haveria falecido em 1818, em meio a uma Guerra de Campanha no povo de São Carlos, como é atestado pelo juízo eclesiástico de São Borja. Posteriormente se segue com o inventário, havendo a avaliação e partilha dos bens, entre os quais são citados: ferramentas, utensílios, mobilia, cobre, ferro, ouro, joias, armas de fogo (espingardas e trabuco), arma branca (espada), armadura (peitoral), vestimentas, grande quantidade de animais, terras, casas e dívidas. Além disso também são citadas 23 pessoas escravizadas: Luis, Benedicto, João Alfaiate, Francisco, Manoel (menor), Sipriano (menor), Benedicto (menor), Justinianno (menor), João (menor), Gracianna (menor) e Germana (menor), todos descritos como crioulos; Carolina, Benedita, Florencio (menor) e Antonia (menor), todos descritos como mulatos; Mathias, Joaquina, Candido e Joaquim (menor), todos descritos como de Nação (de origem africana); Manoel Carpinteiro e João, ambos descritos como originários da nação Congo; Manoel, descrito como de nação Moçambique, e Fernando, descrito como de nação Monjollo. Constam também diversos traslados de escritura de propriedades e cópias de compra e venda de terrenos. Por fim, é feita a partilha de todos os bens, com o processo sendo concluso ao final com pagamentos à Fazenda Nacional.

            Atuaram no processo:
            escrivão do auditorio eclesiastico Domingos Jozé da Silveira;
            escrivão eclesiastico João Rodrigues de Andrade;
            escrivão interino e tabelião Miguel Gonçalves Franco;
            tabelião Mathias Gomes da Silva;
            tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            signatário Henrique José da Silveira;
            depositário interino Henrique Ribeiro de Cordova;
            depositária Constança Maria de Souza;
            procurador José Joaquim da Cunha Passos;
            curador de órfãos Claudiano de Oliveira Rosa;
            curador dos órfãos e procurador e coletor de rendas major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            coletor de rendas tenente Luiz Gonzaga de Almeida;
            avaliador Vidal Jozé de Oliveira Ramos;
            avaliador José Antunes Lima;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            partidor Jozé Pereira de Jezus;
            juiz Guilherme Ricken;
            reverendo vigario e juiz das justificações João Pedro Gay;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz corregedor Henrique Ribeiro de Cordova.

            Localidades relevantes:
            Comarca das Missões;
            villa de São Francisco de Borja;
            provincia de Rio Grande de São Pedro do Sul;
            fazenda de São João;
            Pelotinhas;
            Invernada de Pelotas;
            Costa da Serra.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Juramento ao inventariante;
            Título de herdeiros;
            Habilitação de herdeiros;
            Juramento ao curador geral;
            Auto de justificação de óbito;
            Juramento ao justificante;
            Testemunhos;
            Habilitação aos herdeiros;
            Termo de louvação;
            Juramento aos avaliadores;
            Avaliação dos bens;
            Declarações;
            Procurações;
            Traslado de escritura de venda de terras;
            Escritura de troca;
            Contas e dividas;
            Autos de justificação de dividas;
            Juramento aos partidores;
            Partilha dos bens.

            Autos de Embargos de Guilherme Ricken
            BR SC TJSC TRRJ-29348 · Processo · 1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Embargos na vila de Lages, à época comarca do Norte da província de santa Catarina.

            Partes do processo: Flambiano Feles da Silva (embargante); Guilherme Ricken (embargado).

            Resumo: Trata-se de traslado de autos de embargos apresentados por Flambiano Feles da Silva, residente na vila de Lages, dirigidos ao procurador responsável pelo inventário do falecido Francisco de Souza Machado. Segundo o autor, no momento da realização do inventário, havia algumas cabeças de gado na propriedade do falecido, as quais foram incluídas na partilha entre os herdeiros. O valor desses animais é o objeto dos embargos. Após análise do juiz, foi decidido que cada herdeiro deverá contribuir com uma quantia proporcional, até que se alcance o valor total dos embargos, acrescido das custas referentes ao selo.

            Atuaram no processo: escrivão Generoso Pereira dos Anjos; juiz Antônio Caetano Machado; juiz João Thomaz e Silva.

            Localidades relevantes: vila de Lages; comarca do Norte.

            Compõem o processo: traslado; recibo; custas.

            Variação de nome: cidade de Lages.

            Autos de Tomadas de Contas de Gesuino da Silva Ribeiro
            BR SC TJSC TRRJ-29352 · Processo · 1835-1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Tomadas de Contas realizado na vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte

            Partes do Processo:
            Antonio José Pereira da Silva (testamenteiro);
            Gesuino da Silva Ribeiro (testador)

            Herdeiro:
            Anna Pereira;
            Antonia;
            Polucena;
            Ignacia;
            Polucena (menor);
            Felicidade (menor).

            Co-Herdeiro:
            Diogo José de Aseivedo;

            Resumo: O testamenteiro de Antonio José Pereira da Silva foi acusado por um dos coerdeiros de roubar parte dos bens do inventário, alegando que ele não estava fazendo a divisão corretamente. Por causa disso, o testamenteiro foi preso, mas depois foi solto com fiança e entrou com um pedido de apelação da sentença. Os bens deixados no testamento eram, em sua maioria, animais e campos, que foram avaliados e divididos entre os herdeiros, além de haver o pagamento de dívidas.

            Atuaram no Processo:
            escrivão Jozé Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão João Rodrigues de Andrade;
            escrivão e tabelião Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão de órfãos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            coletor de rendas major Joaquim Fernandes da Fonceca;
            vigário Anacleto Dias Baptista;
            avaliador Ignacio da Silva Ribeiro;
            promotor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            promotor Rafael Mendes de Carvalho;
            juiz de direito doutor Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz de órfãos capitão Joaquim Antonio de Azevedo;
            juiz municipal Claudiano de Oliveira Roza;
            juiz municipal sargento mór Francisco Borges do Amaral;
            juiz municipal João Baptista de Barros;
            juiz municipal capitão José Jacinto da Silveira;
            juiz ordinário Caetano Jose de Sousa;
            juiz municipal alferes João Thomas e Silva;
            juiz municipal Matheus José de Souza.

            Localidades relevantes:
            Nossa Senhora dos Prazeres de Lages;
            Fazenda de Santo Antonio da Caveira;
            Costa da Serra;
            vila de São Miguel;
            Vacaria;

            Compõem o processo:
            Traslado de testamento;
            Requerimento de vistas;
            Termo de juramento;
            Termo de avaliação;
            Termo de partilha;
            Recibos;
            Aprovação;
            Termo de Protesto;
            Termo de Quitação;
            Acusação de crime de furtos e danos;
            Pagamento de contas.

            Variação de Nome:
            testador Jesuino Ribeiro da Silva;
            testamenteiro Antonio José Pereira;
            legatário Diogo Joze de Figueredo;

            Inventário de Angelica Perpetua de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-56884 · Processo · 1836
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de São José, na época sob a Comarca do Sul, província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Francisco Antonio de Bitancor (inventariante);
            Angelica Perpetua de Jesus (inventariada);

            Herdeiros:
            Luiza;
            Francisco;
            Florencio;
            Bernardina;
            José Francisco Mafra.

            Resumo:
            O inventário e partilha de bens da falecida Angelica Perpetua de Jesus foram realizados pelo inventariante Francisco Antonio de Bitancor, nele contentando bens como móveis, uma casa, animais, um engenho de farinha e terras que fazem fundo ao rio Cubatão. Consta no processo que houve pagamento das dívidas. Além disso, há 08 escravizados, sendo 07 deles descritos enquanto crioulos, de nomes, Maria, Isabel, João - os outros não foram nomeados. O oitavo escravizado foi descrito como escravizado de nação Cabinda, ou seja, africano.

            Atuaram no Processo:
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            juiz de orfãos Luis Ferreira do Nascimento Mello;
            partidor Antônio Lourenço Duarte de Medeiros;
            partidor José Bonifácio Caldeira.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José;
            Província de Santa Catarina;
            Comarca do Sul;
            Rio Cubatão.

            Compõem o Processo:
            Partilha de Bens.

            Inventário de Antônio José Martins
            BR SC TJSC TRRJ-12133 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Antonio José Martins realizado na Vila de São José, Segunda Comarca

            Partes do Processo:
            Antonio José Martins (inventariado);
            Anna Ignacia de Jesus (inventariante)

            Herdeiro:
            Felicidade;
            Luiza;
            Caetana Ignacia de Jesus;
            Francisco Martins de Lima;
            José Marins de Lima;
            Bernardino Martins de Lima;
            Manoel Martins de Lima;
            Senhorinha Ignacia de Jesus (menor);

            Resumo: O inventário registrava diversos bens deixados pela pessoa falecida, incluindo prataria, ferramentas, móveis, animais, pessoas escravizadas, terras, um engenho e uma casa. As dívidas foram pagas com os valores dos bens encontrados no inventário.

            As terras estavam localizadas em dois lugares:
            Um terreno no local chamado Passa Vinte, com frente para a estrada.
            Outro terreno no lugar conhecido como Pedra Branca.

            Constavam nove pessoas escravizadas:
            José, escravizado crioulo
            Justino, escravizado crioulo
            João, escravizado pardo
            Crispim
            Eufragia, escravizada parda
            Francisca, escravizada parda
            Maria, escravizada parda
            Isabel, da nação Benguela
            Faustina, escravizada criola

            Atuaram no Processo:
            Avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            Avaliador José Joaquim dos Santos;
            Curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
            Juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            Juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;

            Compõem o Processo:
            Titulo de Herdeiros;
            Juramento do Curador;
            Termo de Declaração;
            Dividas Passivas;

            Variação de Nome:

            Inventário de Constantino Luis Duarte
            BR SC TJSC TRRJ-30921 · Processo · 1851 - 1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Constantino Luis Duarte (falecido);
            Maria do Espirito Santo (inventariante e herdeira).

            Herdeiros:
            Amancio Nunes de Chaves (co-herdeiro);
            Anna;
            Candida;
            Florisbella;
            Francisco dos Santos (co-herdeiro);
            Imilia;
            João Baptista do Espirito Santo (co-herdeiro);
            Joaquina;
            Jose de Anhaia (co-herdeiro);
            Marcos;
            Maria;
            Mariana;
            Maurícia;
            Prudente.

            Resumo:
            Maria do Espirito Santo abre um processo de inventário após o falecimento de seu esposo, Constantino Luis Duarte. Como o falecido deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador para os órfãos. Os bens inventariados foram ferramentas, objetos de prata, acessórios, utensílios de cozinha, mobília, canastras, uma arma de fogo, animais, campos e uma casa. Além disso, são citadas dívidas ativas e passivas deixadas pelo inventariado. Constam no processo 2 pessoas escravizadas: Manoel, designado como crioulo, e Joana.

            Ao decorrer do processo, os co-herdeiros verificam seus dotes transferidos pelo casamento com as herdeiras. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, em que parte do patrimônio foi separado para pagamento das pendências. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer que um dos herdeiros assine um termo de tutoria para os órfãos e o pagamento das custas por parte da inventariante.

            Dentro da ação, é anexado um auto de justificação em que Maria do Espirito Santo é justificante. Nesse documento, a inventariante afirma que tem capacidade suficiente para ser tutora de seus filhos menores e administrar as legítimas partes. São citadas testemunhas que confirmam sua condição e, com isso, o juiz a nomeia como habilitada para ser tutora. Para tal função ser conquistada, a inventariante assina um termo de renúncia do Benefício Veleano, que impedia a tutela de mulheres viúvas aos seus filhos. Mais tarde, o processo é visto em correição, para requerer que os herdeiros apresentem recibos do pagamento da partilha e outras pendências.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Ribeiro da Silva;
            avaliador Valerio Ozorio de Santa Clara;
            coletor major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            curador Matheus José de Souza;
            escrivão da correição e partidor Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            juiz de direito Joaquim Jose Henriques;
            juiz de órfãos Guilherme Ricken;
            partidor Antonio Ricken do Amorim;
            procurador Antonio Filipe Pessoa;
            signatário Candido Luis Duarte;
            signatário Claudianno de Oliveira Rosa;
            signatário Furtunato Dias Baptista.

            Localidades relevantes:
            distrito de Butocarahy (atual vila de Botucaraí, Rio Grande do Sul);
            segunda comarca;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de justificação;
            auto de partilha;
            auto de tomada de contas;
            contas;
            cópia da fiança para tutoria;
            correições;
            sentenças;
            termo de renúncia de benefício veleano;
            termo de tutoria;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Inventário de Florianna Joaquina de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-57674 · Processo · 1841-1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Florianna Joaquina de Jesus (falecida);
            José da Rosa (inventariante).

            Herdeira:
            Maria Rosa de Jesus (mãe da falecida).

            Resumo:
            José da Rosa abriu um processo de inventário após a morte de sua esposa, Florianna Joaquina de Jesus. A falecida não deixou descendentes e, por isso, sua mãe foi incluída na ação como herdeira de seus bens.

            Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, ferramentas, uma arma de fogo, mobília, objetos de armazenamento, equipamentos para cavalos, canoas, um meio de transporte (descrito como “carro”), animais, terrenos, roças para plantio, casas e um engenho de fazer farinha. No processo, constam dois homens escravizados: Paulo, de nação Cassange, e João, de nação Cabinda.

            Ao decorrer do processo e, mais especificamente, em uma procuração feita pelo procurador do inventariante, foi levantada a suspeita de que a herdeira nomeada tinha fingido ser a mãe da inventariada, com ajuda de testemunhas. Foi revelado que sua verdadeira mãe também já encontrava-se falecida no momento da autuação do processo e, mesmo antes de falecer, não morava no local em que a procuração da suposta herdeira foi feita. Com isso, o procurador requereu que o inventário tenha valor nulo, pelas falhas cometidas e por falsidade ideológica.

            Mesmo com a acusação, deu-se continuidade ao inventário, e Maria Rosa foi inserida na partilha como herdeira. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas por parte do inventariante e da herdeira.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva;
            avaliador Luiz da Costa Fagundes;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            juiz municipal e de órfãos José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
            juiz municipal e de órfãos segundo suplente João Francisco de Souza;
            juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
            oficial de justiça Joaquim Affonso Pereira;
            partidor Domingos Antonio de Guimaraens;
            procurador Francisco de Barcellos;
            procurador Manoel do Nascimento Ramos;
            procurador Marianno José Coelho;
            signatário Agostinho José de Quadros;
            signatário Antonio Pereira da Cruz.

            Localidades relevantes:
            Cubatão;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            avaliação dos bens;
            citação;
            contas;
            petições;
            procurações;
            réplica;
            sentença;
            termo de obrigação;
            termo de substabelecimento;
            título dos herdeiros.

            Variações de nome:
            Florianna Joaquina de Jezus;
            Maria Rosa de Jesus;
            Maria Roza de Jesuz.

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-12127 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza realizado na Vila de São José, na Segunda Comarca.

            Partes do Processo:
            Joaquim Silveira de Souza (inventariado);
            Josefina Rosa de Jesus (inventariante)

            Herdeiro:
            Joaquina;
            Luis;
            Camilla;
            Joaquina (ex-esposa);

            Resumo: Inventário de Joaquim Silveira de Souza, continha moveis, utensílios, fornos, rédeas e freios de cavalo, esporas de prata; descaroçador de algodão, animais, violão de pinho, carroça de cana, engenho de farinha, terras. Terras denominadas num lugar chamado sertão de Imarohy, de frente com o rio do sertão de imaruhy. As dividas do inventariante foram pagas com os valores dos bens.
            Processo se inicia na página 20;

            Atuaram no Processo:
            Avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            Avaliador Florêncio Gomes de Castro Campos;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            Juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            Partidor Duarte Vieira da Cunha;
            Partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            Tutor dos órfãos Jacinto José Antônio de Miranda;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;
            Sertão de Imaruy;

            Compõem o Processo:
            Auto de Partilha;
            Juramento ao Tutor;
            Termo de Avaliação;

            Inventário de José de Souza Sarmento
            BR SC TJSC TRRJ-57193 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José de Souza Sarmento (inventariado);
            Aniceta Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Alexandre (menor);
            Candida (menor);
            Clementina (menor);
            Dialinda (menor);
            Francisco de Souza Sarmento (menor);
            José de Souza Sarmento (menor);
            Laurentino de Souza Sarmento (menor);
            Manoel de Souza Sarmento (menor);
            Maria de Souza (menor).

            Resumo:
            O inventário de José de Souza Sarmento foi conduzido por Aniceta Rosa de Jesus. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram móveis, bens, animais, um engenho de farinha, uma casa e terras — localizadas no lugar chamado Potecas. Não é possível identificar de que modo se procedeu a partilha, pela falta das folhas finais da ação.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            Potecas;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            descrição e avaliação dos bens;
            sentença;
            termos de juramento.

            Inventário de José Lourenço de Medeiros
            BR SC TJSC TRRJ-49631 · Processo · 1844-1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Clemencia Maria de Jesus (inventariante);
            José Lourenço de Medeiros (inventariado).

            Herdeiro:
            Anna Antonia;
            Antonio Benedito do Santos;
            Clemencia Antonia;
            João Lourenço de Medeiros;
            Joaquim Lourenço de Passo Medeiros;
            Lourenço José de Medeiros;
            Luiza Antonia;
            Maria Antonia.

            Resumo:
            O inventário de José Lourenço de Medeiros foi conduzido por Clemencia Maria de Jesus, sua esposa. Os bens inventariados foram terras, uma casa, animais e um engenho de farinha. Os terrenos estavam localizados em dois lugares: no Braço de São João, com os fundos voltados para o rio Cubatão, e na Praia de Fora da Enseada do Brito. As dívidas deixadas foram posteriormente pagas com os valores dos bens do inventário. Constam no processo seis pessoas escravizadas: Manoel, de nação Congo; José, Luiz, Margarida e Manoel, sem descrição; e Francisco, de nação Moçambique.

            Há petições referentes à forma que a herança foi partilhada, em que alguns herdeiros requerem que sejam aplicadas vistas ao processo. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            escrivão Joaquim Francisco de Assis e Passos;
            juiz municipal e de órfãos José Rodrigues Pinheiros Cavalcante;
            juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento Mello;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Mariano José Coelho;
            procurador João Francisco de Souza.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            Enseada do Brito;
            Praia de Fora;
            rio Cubatão;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            petições;
            réplicas;
            sentença;
            termo de obrigação.