São José

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            Autos de Devassa de Anna Joaquina
            BR SC TJSC TRRJ-44835 · Processo · 1817
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Devassa na vila de Nossa Senhora do Desterro, à época comarca de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.

            Partes do processo: Anna Joaquina (autora da denúncia); Procuradoria (recebeu a denúncia).

            Resumo: O juiz recebeu uma denúncia dizendo que alguém teria invadido o sítio da senhora Anna Joaquina, que mora na freguesia de São José, na vila de Nossa Senhora do Desterro e roubado algumas plantas. Depois de fazer um exame no local, o juiz chamou 26 pessoas da vizinhança, que eram lavradores, para testemunhar. Mas nenhum deles sabia de nada sobre o suposto roubo. No fim, o juiz concluiu que não houve furto e que a denúncia não tinha fundamento.

            Atuaram no processo: escrivão João Francisco Cidade; juiz de fora Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.

            Localidades relevantes: freguesia de São José; vila de Nossa Senhora do Desterro.

            Compõem o processo: custas de selo; depoimentos de testemunhas.

            Autos de embargo de Antonio Benedicto dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-78409 · Processo · 1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de embargo realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Benedicto dos Santos (embargante);
            Joaquim Jose Castanhêra (embargado).

            Resumo:
            O major Antonio Benedicto dos Santos iniciou um embargo contra Joaquim Jose Castanhêra, a fim de tratar sobre a devolução de três animais (chamados de "bestas" no processo).
            O embargante afirmou que o embargado retirou os animais do local combinado e os levou para sua residência, sem pagar o aluguel do local em que eles eram mantidos. O autor solicitou embargo dos bens do denunciado que tivessem um valor semelhante aos das custas, os quais seriam preservados por um depositário.
            Ao fim do processo, o depositário entregou um animal macho para o embargante, com preço relativo às despesas realizadas. O juiz estabeleceu que o embargado ficou obrigado a arcar com as custas, e o processo foi visto em correição com o pedido de que os autos fossem apresentados à coletoria para cobrança do selo.

            Compõem o processo:
            auto de embargo e depósito;
            autuação;
            correição;
            termo de composição;
            termo de desistência.

            Localidades relevantes:
            Sítio da Rocinha;
            rua da Cadeia (localizada na vila de Lages);
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).

            Atuaram no processo:
            depositário Modesto Francisco;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal, juiz de órfãos e delegado Antonio Caetano Machado;
            meirinho Carciano Jose Ferreira;
            signatário Jose Felix Gomes.

            Atuaram no processo:
            depositário Modesto Francisco;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz municipal, juiz de órfãos e delegado Antonio Caetano Machado;
            meirinho Carciano Jose Ferreira;
            signatário Jose Felix Gomes.

            Variação de nome:
            Citio da Rocinha;
            Joaquim Jose Castanheira.

            Autos de Embargo de Marcos Antonio da Silva Mafra
            BR SC TJSC TRRJ-83556 · Processo · 1839-1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Embargo realizados na villa de São José, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            major Marcos Antonio da Silva Mafra (embargante);
            José Antonio Vieira (embargado).

            Resumo: O embargante requer que seja paga uma dívida de uma certa quantia em dinheiro, que após um longo período sem retorno, foi requisitado pelo embargante para que sejam recolhidos os bens do embargado de forma a quitar a dívida. É necessário também que seja feito um chamado para encontrar o embargado, tendo em vista que o mesmo se encontrava na Província do Rio Grande do Sul. O processo segue com testemunhas corroborando com o que foi afirmado pelo embargante, com o processo sendo finalizado com os bens sendo recolhidos e a dívida paga pela justiça.

            Atuaram no processo:
            escrivão interino David do Amaral e Silva;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            tabelião Francisco de Paula Lacé;
            oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
            procurador Patricio Marques Linhares;
            depositário Albino José Vieira;
            juiz municipal João Francisco de Sousa;
            juiz de direito doutor Severo Amorim do Valle.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José;
            Desterro (atual cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina);
            Vacaria;
            Província de São Pedro do Rio Grande do Sul (atual Estado de Rio Grande do Sul).

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Testemunhos;
            Termo de obrigação;
            Conclusão.

            BR SC TJSC TRRJ-42342 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de embargo de Vicente da Rosa

            São partes neste processo:

            • Vicente da Rosa (embargante);
            • Gertrudes da Conceição (embargante);
            • José da Rosa (embargado);
            • Rosa Luiza (embargada);
            • Manoel da Rosa (embargado).

            Resumo:

            • O juiz de fora José Antônio da Luz, da cidade de Desterro, requereu embargos ao réu Vicente da Rosa, morador no lugar denominado Costeira dos Barreiros, na freguesia de São José, a pedido do embargante Manoel da Rosa, morador na freguesia de São José. Consta, neste processo, que uma outra ação ordinária estava pendente desde 1830, em que eram réus João de Souza Pereira e sua mulher; e que, nestes autos de embargo, os embargados José da Rosa, sua mulher Rosa Luiza, e seu filho Manoel da Rosa se aproveitaram da demora da referida ação ordinária, e utilizaram-se indevidamente das terras dos embargados, invadindo-as durante a noite e lá plantando arroz, cana, feijão e milho, e também cortando madeira. O meirinho geral Gerônimo Lopes de Carvalho, por determinação do juiz, foi ao local das terras e proferiu o embargo.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Costeira dos Barreiros;
            • Freguesia de São José (atual cidade de São José , Santa Catarina)
            • Cidade de desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina)
            • Ilha de Santa Catarina.

            Atuaram neste processo:

            • Advogado Manoel de Silva de Souza;
            • Escrivão/tabelião Joaquim Francisco d’Assis Passos;
            • Juiz/major José Antônio da Luz;
            • Juiz José da Costa Pereira;
            • Meirinho Gerônimo Lopes de Carvalho;
            • Procurador Antônio Pinheiro Guedes.

            Variação de nome:

            • Joaquim Francisco de Assis e Passos.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Inventário de Bento Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-54898 · Processo · 1834-1835
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizados em São José, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            Bento Pereira (inventariado);
            Barbara Francisca de Jezus (inventariante).

            Herdeiros:
            Manoel Bento Pereira;
            João Bento Pereira;
            Albino Pereira;
            Anna Francisca;
            Benedicta Roza;
            Florentino Pereira.

            Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Barbara Francisca de Jezus, nele contendo casas, engenhos de farinha, terras, mobília, utensílios domésticos, animais e dívidas. Além disso, há o registro de 02 pessoas escravizadas, de nomes: Antonio e Mariana; o primeiro descrito como vindo da nação Congo e a segunda como crioula (brasileira).

            Atuaram no processo:
            escrivão Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            partidor Antonio Lourenço Duarte de Medeiros;
            partidor Antonio Francisco Mafra;
            juiz municipal Francisco da Costa Porto;
            juiz de direito doutor Severo Amorim do Valle.

            Localidades relevantes:
            Distrito de Garopaba;
            freguesia de Nossa Senhora do Rosario da Enciada do Britto;
            local denominado Macaré.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Avaliação dos bens;
            Partilha de bens;
            Tomada de contas.

            Autos de Inventário de Frederico Cál e Catharina Chimit
            BR SC TJSC TRRJ-42831 · Processo · 1851-1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizados na vila de São José, em época sob a Segunda Comarca da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Frederico Cál (inventariado);
            Catharina Chimit (inventariada);
            Guilherme Cál (inventariante).

            Herdeiros:
            Guilerme Cál;
            Frederico Cál;
            Catharina Treivveiler;
            Gertrudes Treivveiler.

            Descrição:
            O inventário de Frederico Cál e Catharina Chimit foi conduzido por seu filho e herdeiro, Guilherme Cál. Ela não deixou testamento, e a partilha foi feita de forma amigável. Entre os bens inventariados, destacam-se um forno de cobre, utensílios domésticos, ferramentas, mobílias, animais, terras, engenho de farinha, uma casa e dívidas. Consta no processo um contrato de compra em língua alemã que foi traduzido para a língua portuguesa.

            Atuaram no processo:
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d'Oliveira Camara;
            curador dos órfãos e advogado Manoel de Freitas Sampaio;
            avaliador Zeferino Antonio de Castro;
            avaliador Laurindo Antonio de Medeiros;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            tradutor Alfredo Stahlin;
            oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza.

            Localidades relevantes:
            freguesia de São Pedro d’Alcântara;
            Sertão da Colonia;
            Sertão do Imaruim;
            localidade Rio do Marohy;
            Itajaí.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Título de herdeiros;
            Juramento ao curador;
            Juramento aos avaliadores;
            Avaliação dos bens;
            Juramento ao tradutor;
            Contrato de compra;
            Juramento aos partidores;
            Partilha dos bens;
            Tomada de contas.

            Variação de nome:
            herdeira Gertrudes Treierweiler;
            herdeira Gertrudes Treiveiler;
            herdeira Catharina Treierweiler;
            herdeira Catharina Treiveiler;
            localidade Itajahi;
            localidade Sertão de Marohi;
            tradutor Alfredo Stählin;
            herdeiro Frederico Kahl.

            Autos de Inventário de José Antonio Marques
            BR SC TJSC TRRJ-55165 · Processo · 1853-1858
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizados em São José, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            José Antonio Marques (falecido);
            Jacintha Theresa do Porciuncula (inventariante).

            Herdeiros:
            José Antonio Marques;
            Jacintho Antonio Marques;
            Genoveva Maria da Conceição;
            Anna Maria da Conceição.

            Co-Herdeiros:
            Francisco Vicente Duarte;
            João Luis de Medeiros.

            Resumo: Inventário requerido pela viúva do falecido, Jacintha Theresa do Porciuncula, nele contendo peças de vestuário, ouro, brincos antigos, um relógio, prata, ferro, tacho de cobre, utensílios domésticos, ferramentas, imagens religiosas, animais, mobília, canoas, carroças, terras, casas e dívidas. Além disso, há o registro de 07 pessoas escravizadas, de nomes como: Francisco, Eugenio, Justino, Ventura, João, Maria e Rita. Desses citados João fora designado como da nação Congo e Rita como de Moçambique - os restantes foram designados como crioulos (brasileiros); havendo também a consideração de que Maria sabia ler. Há irregularidades durante a avaliação de bens que é requerida para ser corrigida pelos co-herdeiros múltiplas vezes.

            Atuaram no processo:
            escrivão David do Amaral e Silva;
            escrivão Francisco Gomes de Castro Campos;
            signatário Jozé Antonio Marques;
            signatário Manoel de Freitas Sampaio;
            avaliador Elias Antonio de Medeiros;
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            partidor Manoel Joaquim Teixeira;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            coletor de rendas tenente coronel Gaspar Xavier Nunes;
            juiz municipal Francisco Honorato Cidade;
            juiz municipal primeiro suplicante tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz João Francisco de Souza.

            Localidades relevantes:
            Desterro;
            Fazenda do Maciambú;
            Estreito;
            Praia Comprida.

            Compõe o processo:
            Relação de herdeiros;
            Traslado de testamento;
            Juramento aos avaliadores;
            Termo de Responsabilidade;
            Conflito por herança;
            Juramento de Louvação;
            Requerimentos;
            Autos de Partilha;
            Prestação de contas.

            Variação de nome:
            inventariante Jacintha Thereza da Percincula.

            Autos de Inventário de Luiza Maria da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-56303 · Processo · 1844
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário na Vila de São José, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            José Cabral Bitancourt;
            Luiza Maria da Silva.

            Herdeiros:
            Maria Luiza da Silva;
            Anna Custodia da Silva;
            Vicente José da Silva (menor);
            Pacifico José da Silva.

            Resumo:
            José Cabral Bitancourt realizou o inventário de Luiza Maria da Silva, moradora de Praia de Fora, na freguesia de Enseada do Brito, vila de São José. Os bens deixados por ela, incluindo casas, terras, utensílios de cobre, ferramentas e dívidas, foram repartidos entre seus herdeiros, filhos e netos, de comum acordo.

            Atuaram no processo:
            juiz Luís Pereira do Nascimento e Mello;
            juiz José Rodrigues Pinheiro Cavalcanti;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira;
            curador Manoel do Nascimento Ramos;
            avaliador Antônio Francisco da Silvas;
            avaliador, partidor João Lourenço de Medeiros;
            partidor Marcilio José Coelho.

            Localidades relevantes:
            comarca do Sul;
            vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
            freguesia de Enseada do Brito;
            Praia de Fora;
            Cubatão.

            Compõem o processo:
            custas de selo;
            avaliação.

            Variação de nome:
            José Cabral Bitencourt

            Autos de Inventário de Marcelino Vieira da Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-75944 · Processo · 1851-1857
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizado na Vila de São José, à época sob a Segunda Comarca

            Partes do processo:
            Polqueria Roza de Jesus (inventariante);
            Marcelino Vieira da Rosa (inventariado).

            Herdeiros:
            Alexandrina;
            Maria;
            Florintina;
            Caetana:
            Florentino (menor);
            Firmiano Vieira da Rosa;
            Manoel Vieira da Rosa;
            Claudino Vieira das Rosa;
            José Vieira da Rosa.

            Co-Herdeiro:
            Firmiano José d'Assumpção.

            Resumo: É feito o inventário dos bens do falecido Marcelino Vieira da Rosa, por sua esposa viúva Polqueria Roza de Jesus. Entre seus bens constam: terras, casas, roças (cana, feijão e mandioca), ferramentas, roupas, utensílios, mobílias, carroça, animais, engenhos de farinha e de cana, dívidas ativas e passivas, e dois escravizados de nomes Joaquina, descrita como de nação Mina, e João, descrito como de nação Moçambique. É inclusa uma documentação acerca do enterro do escravizado João, por conta do mesmo falecer durante o desenrolar do inventário. Por fim é feita a partilha amigável dos bens entre os herdeiros do falecido, havendo também o requerimento pra venda de terras repartidas a um herdeiro menor.

            Atuaram no processo:
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camasão;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            avaliador Anastacio José da Cunha;
            avaliador Zifirino Antônio de Castro;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor e signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor e signatário Duarte Vieira da Cunha;
            signatário Manoel Joze da Silva;
            signatário Manoel Francisco da Silva Coelho;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos doutor Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos Manoel Joaquim Teixeira;
            juiz de órfãos primeiro suplente tente coronel Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz corregedor João José d'Andrade Pinto.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José (atual cidade de São José Santa Catarina);
            São Pedro de Alcantara;
            Rio Imaruí.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Título de herdeiros;
            Juramento ao curador;
            Juramento aos avaliadores;
            Descrição e avaliação dos bens;
            Juramento aos partidores;
            Partilha;
            Recibo de pagamento de custas;
            Juramento de tutor;
            Conclusão dos autos.

            Variação de nome:
            inventariante Polquiria Rosa de Jesus;
            avaliador Antônio José da Cunha;
            avaliador Zeferino Antônio de Castro;
            Rio Maruhy;