Partes do processo:
Isabel Antonia de Jesus;
Albino Medeiros Rios.
São José
808 Descrição arquivística resultados para São José
Partes: João Alvares Orique; Maria Joaquina; Domingos José de Andrade.
Testamento de João Bitencourt Correia de Carvalho realizado em Vila de São José, Segunda Comarca
Partes do Processo:
João Bitencourt Correia de Carvalho (testador);
Maria Constância Severina Xavier de Oliveira (testamenteira);
João Francisco de Sousa (testamenteiro);
Luis Ferreira do Nascimento e Mello (testamenteiro).
Herdeiro:
Resumo: Testamento declarava que 4 pessoas escravizadas, pardos, fossem libertos e alforriados de ventre livre. São citados os escravizados de nome: Julia; Candida; Germano e Francisca. Deixado valores em reis para pagar dividas e pessoas, assim como doações para pessoas pobres.
Atuaram no Processo:
escrivão e tabelião David do Amaral e Silva;
escrivão Leonardo Jorge Campos;
juiz municipal Francisco José de Souza Lopes;
Localidades Relevantes:
Vila de São José;
Segunda Comarca.
Partes: João de Bitencourt Correia de Carvalho; Maria Constância Severina Xavier de Oliveira.
Partes: Joaquim Francisco de Assis Passos; Vigário Macário Cesar de Alexandria e Souza.
Partes: Maria Eufrasia; Joaquim Francisco Ferreira.
Partes: Joaquina Perpetua de Jesus.
Partes: José Antônio Marques; Jacinta Thereza da Percincola.
Testamento realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.
Partes do processo:
José Coelho Vieira (testador);
Marcelino José da Silveira (testamenteiro);
Vicente Coelho (testamenteiro);
Joaquim Coelho (testamenteiro).
Herdeira:
Albina.
Resumo:
Neste testamento, o testador José Coelho Vieira, filho de Francisco Cardoso Vieira e Maria da Encarnação, dispôs suas últimas vontades. Nomeou Marcellino José da Silveira e, também, aos seus sobrinhos Vicente Coelho e Joaquim Coelho, para que atuassem como seus testamenteiros.
Em seguida, o José declarou seus bens: uma porção de terras; uma casa; um engenho de farinha; um oratório; utensílios; e 2 homens escravizados, de nomes Germano e José, ambos designados como “crioulos”.
Além disso, José atestou dar, na forma de esmola, o escravizado Germano ao casal Felisberto Garcia e Alexandra Roza de Jesus, os quais cuidaram do testador durante suas enfermidades; e instituiu, como única herdeira, sua afilhada Albina, filha do primeiro testamenteiro Marcellino José da Silveira..
Ao final do processo, o juiz responsável notificou Marcelino para assinar o termo de testamentaria; o testamenteiro aceitou e se tornou responsável pelo encargo do cumprimento das contas e demais disposições da lei.
Atuaram no processo:
escrivão e tabelião David do Amaral e Silva;
juiz municipal de capelas e residência João Francisco de Souza.
Localidades mencionadas:
distrito do Aririú (atual bairro no município de Palhoça, Santa Catarina);
vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
segunda comarca.
Compõem o processo:
contas;
correição;
provação;
termo de abertura;
termo de aceite de testamentaria.
Variação de nome:
testamenteiro Marcelino José da Silveira.
Partes do Processo:
Josefa da Encarnação Freire (testadora);
João Francisco da SIlva (testamenteiro);