Testamento

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            Autos de inventário de Antonio Jose de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-85860 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha amigável realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonio Jose de Oliveira (falecido);
            Anna Joaquina (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Joaquina;
            Antonio Jozé de Oliveira;
            Constantino Jozé de Oliveira;
            Faustino de Andrade;
            Jozé Francisco da Silva;
            Leonôr Ignácia de Jesus;
            Marcelino Jozé de Oliveira (neto);
            Marianno Vieira;
            Severina Roza.

            Resumo:
            Neste processo, a viúva Anna Joaquina fez o inventário de seu falecido marido, Antonio Jose de Oliveira.

            Primeiramente, os herdeiros e a viúva produzem um requerimento para incluir o neto Marcelino Jozé de Oliveira na partilha de bens, pois seu nome não havia sido colocado no testamento do inventariado. Após os testemunhos dos filhos e a análise do traslado de testamento, Marcelino foi incluído para receber parte da herança.

            Dentre os bens inventariados, constam braços de terras, fornos e tachos de cobre, animais, engenho de fabricar farinha, oratório, caixas, uma casa e uma roça de mandioca, além de dívidas ativas e passivas. Ademais, constam quatro pessoas escravizadas, de nomes Domingos (de nação Congo), Francisca (designada como crioula), José (de nação Moçambique), e Silvério (designado como crioulo). Os bens foram avaliados e as dívidas foram pagas através da entrega do escravizado Domingos e de objetos separados no inventário.

            Ao final do processo foi realizada uma partilha amigável entre a viúva e os herdeiros, e foi definido por sentença que a inventariante pagasse as contas.

            Localidades relevantes:
            Fundos de Biguassú;
            freguesia de Santo Antonio (atual bairro Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos e inventário e partilha amigável;
            petição;
            requerimento;
            traslado de testamento;
            descrição e avaliação dos bens;
            partilha amigável;
            sentença;
            contas.

            Atuaram no processo:
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão de paz e signatário José Joaquim da Costa;
            escrivão e tabelião Jose Manoel de Araujo Roslindo;
            juiz municipal Alexandre José Varella;
            juiz municipal João da Silva Ramalho Pereira;
            signatário Claudério Telles Cortes;
            signatário Jacob Pereira dos Santos;
            signatário Rafael Siberio do Valle;
            signatário Silvestre Moreira.

            Variação de nome:
            Anna Joaquina de Jesus.

            Autos de inventário de João Gularte da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-10901 · Processo · 1870-1885
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Domingas Rosa de Jesus (inventariante);
            João Gularte da Silva (falecido).

            Herdeiros:
            Alexandre Jorge de Campos;
            Anna;
            Claudino Gularte da Silva (neto);
            Cypriano Gonçalves Pereira;
            Firmino Gularte da Silva (neto);
            Francisco de Faria Teixeira;
            Francisco Gularte da Silva;
            Gabriel Gonçalves Pereira;
            Jeremias Cardoso da Silva (co-herdeiro);
            Joaquim Gularte da Silva;
            João de Faria Teixeira;
            João Gonçalves Pereira (neto);
            João Gularte da Silva (neto);
            João Vicente de Farias;
            Jose de Faria (neto);
            Jose Luciano da Silva (co-herdeiro);
            Laurentina (neta);
            Maria;
            Maria Rosa;
            Manoel de Faria Teixeira;
            Pedro Gonçalves Pereira;
            Polucenio Machado (co-herdeiro);
            Silveria (neta);
            Vicente Gonçalves Pereira;
            Zeferino Cardoso da Silva (co-herdeiro).

            Resumo:
            Domingas Rosa de Jesus abre um inventário após o falecimento de seu marido, João Gularte da Silva. Os bens inventariados foram casas, ranchos, engenhos, terrenos, um forno de cobre, um alambique, animais, canoas, um carro e mobília. Além disso, são declaradas algumas dívidas deixadas pelo finado.

            São mencionadas no processo 10 pessoas escravizadas: Vicente, Marcelino, Antonio, Francisca, Justa, Custodia, Felizarda, Anna (menina de seis anos) e Maria, descritos como crioulos; e Victorino, de três anos, descrito como pardo.

            Ao decorrer do processo, foi anexado o testamento do falecido em forma de traslado. No documento, é revelado que Victorino seria considerado liberto após o falecimento de João Gularte. Mais tarde, um embargo foi autuado para contestar a avaliação dos bens; com isso, uma nova louvação de avaliadores foi realizada.

            Após avaliados, os bens e pessoas escravizadas passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. Parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas; as pendências impugnadas foram repassadas para o foro ordinário. Marcelino abre petição para requerer seu direito à liberdade, por meio do pagamento da quantia em que foi avaliado.

            Há movimentação processual anulada, na folha virtual de número 196. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas pro rata e o alvará para a carta de liberdade a Marcelino. Foram nomeados tutores para representarem os herdeiros menores de idade, nas pessoas de Manoel de Faria Teixeira e Gabriel Gonçalves Pereira.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            avaliador Candido Machado Severino;
            avaliador Manoel Claudino de Farias;
            coletor de rendas Amancio José Pereira;
            curador geral João Francisco Mafra;
            depositário João José Rosa;
            escrivão do juizo municipal Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz Antonio Carlos de Carvalho;
            juiz José da Silva Ramalho Pereira;
            partidor Alexandre Jorge de Campos;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            procurador Claudio Francisco de Campos;
            procurador Jacintho Gonçalves da Luz;

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Quebra Cabeça;
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            autos de avaliação dos bens;
            contas;
            correição;
            embargo;
            emenda da partilha;
            petições;
            procurações;
            termo de administração;
            termo de depósito;
            termo de descrição de bens;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de testamento.

            BR SC TJSC TRRJ-57522 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na villa de São José, em época sob a Comarca do Sul.

            Partes:
            Duarte José da Silva (inventariado);
            Joaquina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Francisco Duarte e Silva (testamenteiro);
            Felisbino (testamenteiro);
            Duarte da Silva (testamenteiro);
            Jozé Duarte da Silva;
            Anna;
            Laurinda Roza;
            Maria Joaquina;
            Zeferina;
            Francisca.

            Descrição:
            O inventário de Duarte José Silva foi conduzido por sua esposa, Joaquina Rosa de Jesus, e ele deixou um testamento. No documento, destinou uma quantia em dinheiro à Santa Casa da Caridade dos Pobres e ao Patriarcha de São Francisco, do qual era membro. Pediu ao testamenteiro que distribuísse um valor monetário entre doze pessoas, homens e mulheres. Também solicitou a compra de renda para o altar no dia do Santíssimo Sacramento. Destinou ainda uma quantia para os herdeiros, além de roupas para os necessitados. Assim, o inventário foi seguido por uma partilha amigável. Entre os bens inventariados, destacam-se: terras, casa, meios de transporte, forno de cobre, animais e dívidas. No processo, são citadas quinze pessoas escravizadas, cujos nomes são: Benedito, Miguel, Jacinto, Domingos, Felipe, Vicente, Rita Maria, Juliana, Alexandra, Genoveva e Constância; há ainda um escravizado descrito como crioulo chamado Ricardo; dois escravizados descritos como pardos, chamados João e Thomazia; e um escravizado menor de idade, filho de Thomazia, também chamado Ricardo.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal suplente João Francisco de Souza;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            signatário Manoel Joaquim Teixeira;
            advogado e signatário João Custodio Ignacio Teixeira.

            Localidades relevantes:
            Tapera;
            Rio do Aririhu;
            Beira do Pantano.

            Compõem o processo:
            Traslado de testamento;
            Partilha de bens;
            Pagamento aos herdeiros;
            Termo de entrega.

            Autos de reconhecimento de liberdade de Antonia
            BR SC TJSC TRRJ-9978 · Processo · 1845-1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de reconhecimento de liberdade realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antonia (suplicante);
            Francisco de Souza Machado (suplicado).

            Resumo:
            Antonia abre um auto para reconhecer sua liberdade, pois era escravizada pela falecida Catharina Roza de São José, que previu sua liberdade por meio de testamento. O documento que comprovava sua condição jurídica não havia sido encontrado e, com isso, ela nomeia um curador para representá-la e provar que ela foi considerada liberta com Catharina ainda em vida, na frente de sete testemunhas. Na época, a figura do curador fazia às vezes do Ministério Público e, ou, da defensoria pública de hoje.

            Durante o processo, Antonia é descrita como mulher “crioula liberta”. Como de costume na época, alguns atos processuais eram realizados em casa de morada dos operadores do direito, como o “juramento do curador” na página virtual de número dez, realizado na casa do juiz. Uma inquirição de testemunhas foi aberta, e os herdeiros da falecida foram citados para justificar a liberdade de Antonia.

            Os herdeiros abrem petição para contestar a ação, afirmando que Antonia faria parte da partilha do inventário e que, apesar da falecida ter a libertado por meio de testamento, ela teria “logo se julgado forra”. Ao decorrer da ação, outras testemunhas revelam que o testamento havia sido queimado por Francisco de Souza, herdeiro da finada, para “reduzir Antonia à escravidão”; outra versão dos depoimentos é de que a própria Catharina teria comprometido o documento.

            Ao longo do processo, é citado um homem chamado Benigno, descrito como “de nação oriental”. O juiz municipal julga por comprovada a intenção da autora, julgando os herdeiros da finada ao pagamento das custas e determinando a liberdade da autora. O suplicado e seus irmãos requerem a aplicação de embargos à sentença, mas assinam termo de desistência. Com isso, um novo juiz julga o processo e determina sua nulidade.

            Atuaram no processo:
            curador dos órfãos e ausentes e procurador Alexandre da Luz;
            curador João José da Camara;
            curador João de Souza Machado;
            curador Marcelino de Souza Machado;
            depositário Rafael Sardana;
            desembargador Luiz Coelho Machado;
            escrivão do juízo de órfãos Amancio José Ferreira;
            escrivão e tabelião José Manoel de Araujo Roslindo;
            juiz de órfãos e municipal primeiro suplente Thomé da Rocha Linhares;
            juiz de órfãos quarto suplente Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            juiz de órfãos substituto Joaquim José Dias de Siqueira;
            juiz municipal e de órfãos José Luis Coelho Ramos.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            Ganchos;
            rua da praia;
            vila de são Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            dilação de 10 dias;
            embargo;
            petições;
            réplica;
            sentença;
            termo de depósito;
            termo de desistência;
            termos de juramento;
            termos de reclamação e protesto;
            testemunhas.

            Variação de nome:
            Catharina Agostinho de Sousa;
            depositário Rafael Sarda.

            Autos de Testamento
            BR SC TJSC TRPOA-20974 · Processo · 1887
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes do Processo:
            Anna Justina Capistrano (testadora);
            Antônio Augustinho Capistrano (falecido);
            Luiz José de Carvalho (testamenteiro);
            Francisco Gouvêa (testamenteiro);
            Jesuíno Lopes da Silva (testamenteiro);

            Autos de tomada de contas de Gesuino da Silva Ribeiro
            BR SC TJSC TRRJ-29352 · Processo · 1835-1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de tomada de contas realizados na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da Província de Santa Catarina.

            Partes do Processo:
            Antonio José Pereira da Silva (testamenteiro);
            Gesuino da Silva Ribeiro (testador).

            Herdeiro:
            Anna Pereira;
            Antonia;
            Polucena;
            Ignacia;
            Polucena (menor);
            Felicidade (menor).

            Co-Herdeiro:
            Diogo José de Aseivedo.

            Resumo:
            O testamenteiro de Antonio José Pereira da Silva foi acusado por um dos coerdeiros de roubar parte dos bens do inventário, alegando que ele não estava fazendo a divisão corretamente. Em razão disso, o testamenteiro foi preso, mas depois foi solto com fiança e entrou com um pedido de apelação da sentença.

            Os bens deixados no testamento eram, em sua maioria, animais e campos, que foram avaliados e divididos entre os herdeiros, além de haver o pagamento de dívidas.

            Atuaram no Processo:
            avaliador Ignacio da Silva Ribeiro;
            coletor de rendas major Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão João Rodrigues de Andrade;
            escrivão Jozé Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão de órfãos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão e tabelião Camillo Justiniano Ruas;
            promotor público Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            promotor público Rafael Mendes de Carvalho;
            juiz de direito doutor Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz municipal Claudiano de Oliveira Roza;
            juiz municipal João Baptista de Barros;
            juiz municipal Matheus José de Souza;
            juiz municipal alferes João Thomas e Silva;
            juiz municipal capitão José Jacinto da Silveira;
            juiz municipal sargento-mor Francisco Borges do Amaral;
            juiz ordinário Caetano Jose de Sousa;
            juiz de órfãos capitão Joaquim Antonio de Azevedo;
            vigário Anacleto Dias Baptista.

            Localidades relevantes:
            Costa da Serra;
            fazenda de Santo Antonio da Caveira;
            vila Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Vacaria (atual município no Rio Grande do Sul);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            acusação de crime de furtos e danos;
            aprovação;
            pagamento de contas;
            recibos;
            requerimento de vistas;
            termo de avaliação;
            termo de juramento;
            termo de partilha;
            termo de protesto;
            termo de quitação;
            traslado de testamento.

            Variação de Nome:
            legatário Diogo Joze de Figueredo;
            testador Jesuino Ribeiro da Silva;
            testamenteiro Antonio José Pereira.

            Autos de tomada de contas de Jesuino da Silva Ribeiro
            BR SC TJSC TRRJ-29353 · Processo · 1835-1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de tomada de contas realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jesuino da Silva Ribeiro (prestador, herdeiro e testamenteiro);
            Pedro da Silva Ribeiro (falecido, testador).

            Herdeiros:
            alferes Francisco José de Santa Anna e Souza;
            Francisco da Silva Ribeiro;
            Jesuino da Silva Ribeiro.

            Resumo:
            Jezuino da Silva Ribeiro moveu um processo de prestação de contas do finado Pedro da Silva Ribeiro, seu falecido pai, após as duas primeiras opções de testamenteiro terem morrido.

            Consta anexo no processo o testamento em que o falecido Pedro da Silva Ribeiro designou suas últimas vontades. Pedro era filho de Manoel da Silva Ribeiro e Maria Bernardes; nasceu na Capela Grande de Nossa Senhora da Conceição, onde foi batizado. Casou-se com Anna Maria Saldanha, já falecida, com quem teve 14 filhos. Pedro requereu ser sepultado na Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, na paróquia de Lages. Seus três testamenteiros eram Pedro José Ribeiro, o alferes Francisco José de Santa Anna e Souza, e Jesuino da Silva Ribeiro.

            O testador declarou possuir bens, dentre os quais constavam: uma fazenda denominada Mangueira; animais “vacunos e cavalares” (gado e cavalos); casas, com telhados de capim, situadas na vila de Lages; e diversas dívidas. Além disso, declarou que todos os seus escravizados estariam libertos através da carta, e que seu genro era devedor de uma determinada quantia. Algumas dívidas eram devidas às irmandades do Divino Espírito Santo e da Virgem Senhora dos Prazeres. Pedro designou uma mula de pelagem malacara, dois potros e um mocho (banquinho) para serem doados à irmandade de Nossa Senhora Aparecida. Além das dívidas que eram pendentes, Pedro possuía dívidas em crédito: dentre elas, constava que seu genro Joaquim José Machado lhe devia 4.000 réis (4$000) e, também, uma garota menor de idade e escravizada (designada como “crioulinha”).

            O processo também contou com a assinatura de testemunhas e a execução do formal de partilha entre os herdeiros do falecido. Foi alegado por um dos promotores, nas páginas finais do processo, que variadas disposições previstas pelo testamento não haviam sido aplicadas (como a entrega de dois animais e a execução de uma missa), tampouco possuíam documentos que comprovassem seu cumprimento; desse modo, por essa e por outras irregularidades, foi atestado por tal promotor que não competia a Jezuino a obrigação de prestar as contas. Ao final do processo, o testamenteiro ficou sentenciado a cumprir a obrigação de quitar as verbas.

            Atuaram no processo:
            coletor sargento-mor Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão João Rodrigues de Andrade;
            escrivão José Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão de órfãos, escrivão de resíduos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz de direito Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz municipal Claudianno de Oliveira Roza;
            juiz municipal João Baptista de Barros;
            juiz municipal Jose de Sousa Araujo Guimaraens;
            juiz municipal capitão Antonio da Costa Varella;
            procurador Paulo José Pereira;
            promotor Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            promotor Rafael Mendes de Carvalho;
            tabelião Joaquim Ribeiro do Amaral.

            Localidades relevantes:
            Capela Grande de Nossa Senhora da Conceição;
            Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca do norte.

            Compõem o processo:
            pagamentos;
            petições;
            recibos;
            sentença;
            testamento;
            testemunhos.

            Variações de nome:
            Jezuino da Silva Ribeiro (prestador e testador);
            juiz de direito Antonio Joaquim de Sequeira;
            juiz municipal João Baptista de Bairros.

            Carta de ordem no inventário de Bernardo Lopes da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-79937 · Processo · 1823-1860
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Carta de ordem e comissão expedida pelo juízo da provedoria dos ausentes da comarca de Santa Catarina para o juízo ordinário da vila de Lages.

            Partes do processo:
            Antonio Manoel Velho (suplicado)
            Bernardo Lopes da Silva (inventariado)

            Resumo:
            Nesta carta de ordem e comissão é mencionado o inventário do reverendo padre Bernardo Lopes da Silva. O suplicante é convocado para prestar um juramento de alma, a fim de declarar posses em dinheiro corrente vindos de herança do falecido inventariado. A declaração foi requisitada para efetuar pagamento de legatários. Entretanto, o suplicado afirma não ter nada em sua posse, apenas uma escritura que supunha estar na comarca de Porto Alegre.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Porto Alegre (atual município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul);
            freguesia de Vacaria (atual município de Vacaria, Rio Grande do Sul);
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            vila de Santo Antonio dos Anjos de Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            vila de Santo Antonio da Patrulha.
            Freixial do meio;
            Ilha de Santa Catarina;
            Lisboa;
            Portugal.

            Compõem o processo:
            correição;
            cumpra-se;
            despacho;
            distribuição;
            petição;
            termo de juramento.

            Atuaram no processo:
            corregedor, desembargador e ouvidor geral Manoel Jose de Albuquerque;
            escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            escrivão Manoel Antonio de Souza Medeiros;
            juiz corregedor Joaquim Jose Henriques;
            juiz ordinário Lino Subtil de Oliveira;
            promotor e tesoureiro Francisco Jose Rebello;
            testamenteiro capitão Francisco de Souza Fonseca;
            testamenteiro Joaquim Lopes da Silva.