Tutela

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            BR SC TJSC TRPOA-9494 · Processo · 1879
            Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Caetano de Souza Silveira (falecido);
            Felicidade Rosa da Silveira (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Rosa da Silveira;
            Belmira Rosa da Silveira;
            Caetano José de Andrade (co-herdeiro);
            Cândido da Rosa Silveira;
            Elias Silveira de Souza;
            Francisca;
            Francisco da Rosa Silveira;
            Guilhermina;
            João Machado Mendes Júnior (co-herdeiro);
            João Patrício de Mello (co-herdeiro);
            José de Amorim Pereira (co-herdeiro);
            Luiza;
            Maria.

            Resumo:
            Felicidade Rosa da Silveira abriu um processo de inventário para os bens de José Caetano de Souza Silveira, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Os bens arrolados foram casas, engenhos, terrenos, uma roça, animais, utensílios de cozinha, mobília, uma canoa, uma chácara e um carro. Ainda na avaliação, foi citada uma mulher escravizada de nome Lucrecia.

            Ao decorrer do processo, a inventariante requer o direito de ser tutora dos filhos menores, afirmando que vive de modo honesto e é capaz de administrar os bens dos órfãos. Para tal, a suplicante renunciou ao chamado “Benefício Veleano”, que impedia a tutela de mulheres viúvas a seus herdeiros.

            Uma carta precatória é expedida de São Miguel para São José, com o intuito de avaliar os bens presentes na cidade. É revelado que a avaliação de Lucrecia resultou em um valor menor do que o padrão, pelo fato de que ela sofria de amaurose; sua matrícula na chamada “relação” de escravizados da cidade foi anexada na página digital de número 53, demonstrando que ela tinha a profissão de cozinheira.

            Após avaliado, os bens e Lucrecia passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. A ação é concluída com sentença, em que o juiz a declara como procedente.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antônio Carlos de Carvalho Júnior;
            avaliador Jacintho Gonçalves da Luz;
            escrivão de órfãos Joaquim Xavier de Oliveira Camara;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz de órfãos e ausentes segundo suplente Antônio Carlos de Carvalho;
            juiz Manoel Gaspar da Cunha;
            partidor João Theodoro Corrêa;
            procurador Francisco José da Rosa;
            procurador Manoel da Rocha Linhares.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            Estreito;
            São José;
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de arrolamento e avaliação;
            auto de partilha;
            carta precatória;
            contas;
            petições;
            procuração;
            sentença;
            termo de tutela;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            termos de resposta.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel.