Vila de São José

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              BR SC TJSC TRRJ-75478 · Processo · 1853
              Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Autos de notificação para inventário realizado na vila de São José, Segunda Comarca.

              Partes do processo:
              João Francisco Theodoro dos Santos (inventariado);
              Madalena Rosa de Jezus (inventariante).

              Resumo: Notificação de inventário para Madalena Rosa de Jezus assumir como inventariante do falecido João Francisco Theodoro dos Santos.

              Atuaram no processo:
              escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
              juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
              oficial de justiça Domingos Joze da Silva;
              subdelegado Miguel Francisco Pereira;
              juiz dos órfãos Luis Ferreira do Nascimento Mello.

              Localidades relevantes:
              Freguesia de São Joaquim;
              Freguesia de São Joaquim de Garopaba.

              Variação de nome:
              Inventariante Magdalena Roza de Jesus;
              Maria Magdalena de Jesus.

              BR SC TJSC TRRJ-49623 · Processo · 1848
              Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Libelo cível realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Manoel de Freitas Sampaio (autor);
              João Carneiro de Almeida (réu).

              Resumo:
              Manoel de Freitas Sampaio entrou com um pedido na justiça para que o réu, João Carneiro de Almeida, pagasse uma dívida em dinheiro. A pendência foi originada pelo não pagamento do trabalho do autor, que promoveu o réu em uma ação anterior.

              O juiz determinou que fosse feito um pregão (um tipo de anúncio público) para cobrar o pagamento requerido. Além disso, o réu é condenado ao pagamento das custas da ação.

              Atuaram no processo:
              escrivão Joaquim Francisco de Assis e Passos;
              juiz municipal da capital Sergio Lopes Falcão;
              juiz municipal suplente Domingos José da Costa Sobrinho;
              juiz João Francisco de Souza;
              pregoeiro Joaquim Affonso Pereira.

              Localidades relevantes:
              comarca do sul;
              Passavinte;
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              citações;
              contas;
              petições;
              requerimentos;
              sentença;
              termo de obrigação.

              Sumário Crime de Jacintho
              BR SC TJSC TRRJ-44263 · 1842
              Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Sumário crime realizado na vila de São José, à época sob a Comarca do Sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              João, preto de nação (vítima);
              Luiz José de Carvalho (senhor do João);
              Jacinto, preto forro (réu).

              Resumo:
              O subdelegado abriu um processo de sumário de crime contra Jacintho, um escravizado liberto descrito como "preto", pelo assassinato de João, escravizado descrito como "preto de nação", cativo de Luís de Carvalho. Após uma investigação minuciosa e declarações de várias testemunhas, foi apurado que a vítima, João, estava no telhado da casa de Jacintho, localizada na freguesia do Abraão. Jacinto, ao perceber a presença de João, lançou um tijolo que resultou na morte de João. Durante a investigação, foi revelado que João estava armado com uma faca de cabo branco e que Jacintho acreditava que o falecido tinha a intenção de roubar. O juiz, após analisar todas as evidências e depoimentos, declarou que Jacintho agiu em legítima defesa, evitando um mal maior tanto para si quanto para seus bens. Consequentemente, o réu, Jacintho, foi absolvido das acusações. Consta no processo que o escravizado liberto Jacintho era cativo de Manoel Teixeira de Quadros, que o alforriou quando faleceu.

              Atuaram no processo:
              advogado José Francisco Duarte;
              subdelegado Antônio de Souza Xavier Caldeira;
              juiz municipal João Francisco de Souza;
              juiz municipal João Francisco Cidade;
              juiz municipal de orfãos Luiz Teixeira do nascimento e Mello;
              escrivão Florêncio Gomes de Castro Campos;
              escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
              escrivão Domingos Antonio Guimarães;
              inspetor de quarteirão Antonio da Silva Cascaes.

              Localidade relevante:
              freguesia do Abraão;
              vila de São José.

              Compõem o processo:
              autos de testemunhas,
              autos de custas;
              corpo de delito;
              auto de qualificação;
              libelo crime.

              Variação de nome:
              Réu Jacinto.

              BR SC TJSC TRRJ-51068 · Processo · 1836
              Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Justificação civil na vila de São José.

              Partes:

              • Maria Francisca (justificante; escravizada).

              Resumo:

              • Nesta justificação, a justificante, a escravizada Maria Francisca (designada como preta, forra, e de nação Congo), anteriormente de propriedade da falecida Thereza Maria e do falecido Caetano Francisco Coelho, procurou adquirir seu título de liberdade. Após a morte de seus proprietários, a justificante foi morar com João Francisco, na vila de São José. Na justificação, ela argumenta que sua liberdade foi prevista pelo testamento dos proprietários. A autora também menciona ter sido comprada por José Leonardo de Santa Anna e Pedro de Pavi; entretanto, ela afirmou que a compra foi “apócrifa”, sem validade e com o intuito de destituí-la de seu direito à liberdade. Consta, no processo, que o suplicado José Leonardo de Santa Anna apareceu à casa de Maria Francisca, queimou o testamento, e tentou obrigá-la a ir consigo, afirmando que ele havia comprado ela como escravizada. O suplicado é citado pela justificante a assinar termo de conciliação e apresentar seu título de compra da escravizada. Na audiência, não apresentou termo algum, mas afirmou que havia um crédito da dívida da compra de Maria Francisca, em poder de Mariano Coelho, sobrinho do falecido proprietário da escravizada. O processo terminou com a escravizada sendo depositada sob posse de Mariano Coelho.

              São mencionadas as seguintes localidades:

              • Freguesia/vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
              • Freguesia de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
              • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

              Atuaram neste processo:

              • Depositário Mariano José Coelho;
              • Escrivão Joaquim José Porto;
              • Escrivão José Joaquim d'Assis e Passos;
              • Juiz/major Silvestre José dos Passos.

              Variação de nome:

              • José Joaquim de Assis e Passos.
              • José Lionardo de Santa Anna;
              • Pedro de Tavi.