Vila de São Miguel

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            BR SC TJSC TRRJ-23926 · Processo · 1840-1841
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de justificação para reivindicação de liberdade realizados na vila de São Miguel, na época parte da comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jacinto (escravizado, favorecido);
            Joaquina (escravizada, favorecido);
            Alexandre Gonçalves da Luz (justificante, autor);
            João de Amorim Pereira (justificado, réu);
            Thomé da Rocha Linhares (justificado, réu);
            Bernarda Jacinta de Jesus (falecida).

            Resumo:
            Justificação em que o casal de escravizados Jacinto e Joaquina, descritos como "pretos" e "crioulos", reivindicaram a sua liberdade ao seu proprietário, o capitão Thomé da Rocha Linhares. Os escravizados foram auxiliados pelo curador Alexandre Gonçalves da Luz.

            Originalmente, os escravizados pertenciam à falecida dona Bernarda Jacinta de Jesus, sua senhora. Jacinto foi comprado, enquanto que Joaquina foi criada pelos pais da falecida senhora. Bernarda foi mulher do capitão João de Amorim Pereira, o qual prometeu ao longo de sua vida que, com seu testamento, concederia a alforria ao casal quando falecesse. Alegou-se porém que o irmão e herdeiro de Bernarda, o réu Thomé, "consumiu" o testamento feito, permitindo que ele como herdeiro mantivesse o casal em cativeiro.

            Entre os argumentos para obter a liberdade usados pelo curador dos escravizados, foi dito por ele que os escravizados sempre serviram a sua senhora com "fidelidade" e "amizade", além da menção de trabalharem "com amor". Além disso, cita-se o fato de eles serem os primeiros escravizados da senhora, tendo em seguida "criado quinze filhos, dos quais oito ainda são vivos".

            Nos depoimentos das testemunhas, estas confirmaram a alegação das promessas de alforria da falecida senhora, e eventualmente foi feita uma conciliação com o herdeiro João de Amorim, que alegou não se opor à liberdade dos escravizados, embora estivessem cativos por Thomé.

            Na sentença dos autos de justificação, o juiz julgou a ação em favor dos justificantes, requerendo que lhes fossem concedidos os instrumentos necessários para a efetivação da liberdade dos escravizados, e cobrando o pagamento das custas aos interessados.

            Em seguida, porém, foi autuado um libelo cível de liberdade, onde os escravizados Jacinto e Joaquina deram continuidade aos procedimentos de sua libertação. Em um dos termos de audiência, o justificado capitão João de Amorim Pereira, viúvo de Bernarda, atestou que era verdade o que os escravizados diziam, pois ainda em vida a sua falecida esposa lhe assegurou que deixaria Jacinto e Joaquina livres por meio de sua última vontade. Assim, por terem sua liberdade reconhecida pelo cabeça de casal, o capitão Thomé da Rocha Linhares ficou obrigado, através de um termo de conciliação, a libertar a ambos os escravizados (que mantinha em cativeiro); e também ficou obrigado a pagar-lhes os respectivos valores em que eles escravizados foram avaliados no testamento, como forma de indenização.

            Thomé não compareceu aos pregões, alegando estar com um ferimento no pé que o impedia de calçar o sapato. Porém, após extrapolados os prazos das audiências, Thomé comparece ao juízo logo em seguida, para pedir vistas do processo e, também, peticionando para apresentar suas razões em por meio de um libelo cível.

            A defesa de Thomé contrariou o alegado até então, inicialmente conseguindo anular o processo através de questões técnicas envolvendo prazos para apresentação de testemunhas e realização de audiências. Entre estes argumentos, é afirmado que o testamento nunca esteve em mãos de Thomé, e que no dia em que escreviam o testamento de Bernarda, ela saiu subitamente ao saber que seu marido havia chegado na vila, embora as testemunhas da defesa não negaram nem confirmaram esses fatos. Além disso, Thomé acusou os escravizados de terem obrigado Bernarda a ter colocado a liberdade deles no seu testamento, alegando que eles causaram-lhe medo e a aterrorizaram.

            Inicialmente, por sentença do juiz, o casal foi mantido cativo. Passado um tempo, o curador Alexandre embarga a sentença, alegando irregularidades nos argumentos da defesa, e que as respostas das testemunhas não necessariamente negavam que a dona Bernarda sempre prometeu a liberdade a Jacinto e Joaquina. Foi permitido ao curador a apresentação de novas testemunhas, e após estes testemunhos, o juiz aprovou o embargo e declarou Jacinto e Joaquina forros e libertos.

            Atuaram no processo:
            coletor Joaquim Fernandes da Fonseca;
            curador Alexandre Gonçalves da Luz;
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão do juízo de paz Luiz da Silva França;
            escrivão do município José Manoel d’Araujo Roslindo;
            escrivão de órfãos José Joaquim da Costa;
            juiz Claudio Pereira Xavier;
            juiz de órfãos João da Costa;
            juiz de órfãos João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz de órfãos José Joaquim Dias;
            juiz de paz Alexandre Jozé Varella;
            juiz de paz suplente Jose Francisco de Vargas;
            oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
            pregoeiro dos auditórios Hilario José da Silva;
            procurador Jacintho José Pacheco dos Santos.

            Localidades relevantes:
            Barra do rio Tijucas Grandes;
            Canelinha (atual município de Canelinha, Santa Catarina);
            Tijucas Grandes;
            rio Tijucas Grandes;
            distrito de São João Baptista (atual município de São João Batista, Santa Catarina);
            freguesia de São João Baptista (atual município de São João Batista, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do norte.

            Compõem o processo:
            alvarás;
            audiências;
            autos de perguntas;
            autos de justificação para reivindicação de liberdade;
            autos de libelo cível de liberdade;
            contas;
            justificações;
            libelos cíveis;
            mandados de citação;
            termo de conciliação;
            termo de declaração;
            termo de obrigação de responsabilidade;
            termos de juramento de curador;
            termos de audiência;
            testemunhos;
            traslado de justificação.

            Variação de nome:
            escrivão do município José Manoel de Araujo Roslindo.

            Justificação de Ludovina Roza
            BR SC TJSC TRRJ-86909 · Processo · 1834
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo ocorrido na Vila de São Miguel, Comarca do Norte.

            Foi parte neste processo: Ludovina Rosa (Justificante).

            Descrição: Ludovina Rosa abre a justificação para sua emancipação, com o objetivo de administrar seus próprios bens sem a interferência do Patrio poder. Este processo inclui a legitimidade do vínculo com seus pais, sua maioridade e a capacidade de ter independência financeira, por meio de testemunhas e de documentos como o livro de seu batismo.

            São mencionadas as seguintes localidades:
            Comarca do Norte;
            Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).
            Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:
            Reverendo/Arcipreste Thomaz Francisco da Costa;
            Escrivão Amancio José Ferreira;
            Escrivão Joaquim Caetano da Silva;
            Juiz José Joaquim Dias;
            Procurador Ignácio José de Carvalho.

            Variação de nome: Ludovina Roza de Jesus.

            Justificação cível da escravizada Maria Francisca
            BR SC TJSC TRRJ-51068 · Processo · 1836
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação civil na vila de São José.

            Partes:

            • Maria Francisca (justificante; escravizada).

            Resumo:

            • Nesta justificação, a justificante, a escravizada Maria Francisca (designada como preta, forra, e de nação Congo), anteriormente de propriedade da falecida Thereza Maria e do falecido Caetano Francisco Coelho, procurou adquirir seu título de liberdade. Após a morte de seus proprietários, a justificante foi morar com João Francisco, na vila de São José. Na justificação, ela argumenta que sua liberdade foi prevista pelo testamento dos proprietários. A autora também menciona ter sido comprada por José Leonardo de Santa Anna e Pedro de Pavi; entretanto, ela afirmou que a compra foi “apócrifa”, sem validade e com o intuito de destituí-la de seu direito à liberdade. Consta, no processo, que o suplicado José Leonardo de Santa Anna apareceu à casa de Maria Francisca, queimou o testamento, e tentou obrigá-la a ir consigo, afirmando que ele havia comprado ela como escravizada. O suplicado é citado pela justificante a assinar termo de conciliação e apresentar seu título de compra da escravizada. Na audiência, não apresentou termo algum, mas afirmou que havia um crédito da dívida da compra de Maria Francisca, em poder de Mariano Coelho, sobrinho do falecido proprietário da escravizada. O processo terminou com a escravizada sendo depositada sob posse de Mariano Coelho.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Freguesia/vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
            • Freguesia de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário Mariano José Coelho;
            • Escrivão Joaquim José Porto;
            • Escrivão José Joaquim d'Assis e Passos;
            • Juiz/major Silvestre José dos Passos.

            Variação de nome:

            • José Joaquim de Assis e Passos.
            • José Lionardo de Santa Anna;
            • Pedro de Tavi.
            Inventário de Simão Alves
            BR SC TJSC TRRJ-86778 · Processo · 1839
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            São partes neste processo:

            • Simão Alves (inventariado);
            • Anna Ignácia Constantina (inventariante).

            Resumo:

            • Neste processo, são inventariados os bens do falecido Simão Alves por sua esposa, a viúva Anna Ignácia Constantina. Dentre os bens, constam terras, casas, um paiol, engenhos de açúcar e farinha, animais, um carro, canoas, mobília, ferramentas, utensílios domésticos, itens de prataria, cobre e ferro, e dívidas. A partilha foi igualitária entre as partes. Há uma carta precatória, em que é deprecante o juízo de órfãos da vila de São Miguel, e é deprecado o juízo de órfãos da cidade de Desterro. Também há o registro de 04 escravizados, de nomes Antônio (de nação Congo), Cezara (designada como crioula), Joaquim (de nação Moçambique) e Manoel (de nação Moçambique).

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Ganchos;
            • Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
            • Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Avaliador Antônio Silveira de Souza;
            • Avaliador Vicente Francisco Pereira;
            • Curador Anacleto dos Reis Coutinho;
            • Curador Celço Coelho de Lemos;
            • Escrivão Amâncio José Ferreira;
            • Escrivão José Honório de Souza de Medeiros
            • Juiz Estevão Boicardo de Mattos;
            • Juiz José Joaquim Dias;
            • Juiz/capitão Thomé da Rocha Linhares;
            • Signatário João Antônio de Azevedo.

            Variação de nome:

            • Celso Coelho de Lemos.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Rosa Maria
            BR SC TJSC TRRJ-9983 · Processo · 1838
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado em São Miguel, Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            São partes neste processo: Rosa Maria (Inventariado); Ritta Maria (Inventariante).

            Resumo:
            Inventário de Rosa Maria feito por Ritta Maria sua sobrinha, que por estar em total abandono herdou parte das terras da falecida tia. Foi feita uma avaliação dessas terras e a citação de herdeiros ausentes, para administrar os bens da inventariada.
            No decorrer do processo é citado o falecimento da inventariante e seus herdeiros relatam que, após muitos anos, a própria se apossou das terras de Rosa Maria, como herdeira colateral, utilizando-se dessas para construção de casas e plantações.
            Mais tarde, depois de publicações no Jornal Mercantil e editais em praça, os bens da falecida são ameaçados de serem recolhidos pela Fazenda Nacional e arrematados.
            Os herdeiros utilizando-se do longo tempo passado em que moram na propriedade, argumentam que o tempo hábil para arrematar já prescreveu, e com isso pedem o embargo da arrematação.
            No final do processo o juiz determina improcedente o pedido de embargo, encaminhando assim as terras para arrematação em praça pública, que acaba sendo feita por Manoel Eustáquio Coelho.
            Contém recibos de arrematação da Câmara Municipal.

            Localidades que aparecem no Processo: Província do Rio Grande; Tijuquinhas; Vila de São Miguel, primeira Comarca da Província de Santa Catarina;

            Agentes que atuaram neste processo:

            • Avaliador Felício José de Fraga;
            • Avaliador João Florencio Pereira;
            • Coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            • Curador Vicente Francisco Ferreira;
            • Escrivão Antônio Joaquim de Vargas;
            • Escrivão Amâncio José Pereira;
            • Escrivão João Francisco Regis;
            • Juiz Auxiliar/ Signatário Anacleto dos Reys Coutinho;
            • Juiz Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho
            • Juiz Joaquim José Dias de Siqueira
            • Juiz Joaquim da Rocha Linhares
            • Juiz João da Silva Ramalho Pereira
            • Juiz José Fernandes Jorge
            • Juiz José Maria de Valle Junior
            • Juiz Luis Coelho Machado
            • Juiz Thomé da Rocha Linhares
            • Oficial de Justiça Francisco Jose de Souza.
            • Signatário Joaquim Libanio Pereira;

              Variação de nome: José Maria do Vale Junior;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventario de Maria Rosa de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-9640 · Processo · 1837
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario de Maria Rosa de Souza realizado na Villa de São Miguel

            Partes do Processo:
            Maria Rosa de Souza (inventariada);
            Calço Coelho de Lemos (inventariante).

            Herdeiro:
            Maria Justiniana Coelho (menor);
            José Justo Coelho;
            Justino José Coelho.

            Resumo: O inventário foi realizado por Calço Coelho de Lemos, genro da falecida. Há três herdeiros, sendo um deles menor de idade. O inventário inclui móveis de madeira e terras na vila de Porto Bello, em frente à Praia Triste.

            Há sete escravizados:

            Matheus, um escravizado criolo.
            Procopio, um escravizado criolo menor de idade.
            Bartholomeu, um escravizado criolo.
            Adão, um escravizado criolo.
            Maria, uma escravizada da Nação Conga.
            Clemencia, uma escravizada criola menor de idade.
            Maria, uma escravizada criola menor de idade.

            Atuaram no Processo:
            avaliador Antonio Jose de Oliveira;
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            curador Calço Coelho de Lemos;
            curador dos orfãos Francisco Corrêa de Araujo;
            escrivão dos orfãos Amancio José Ferreira;
            juiz de orfãos José Fernandes Jorge;
            juiz de orfão José Joaquim Dias;
            juiz Antonio Joaquim de Siqueira;
            juiz de orfãos segundo suplente Claudio Pereira Xavier;
            partidor Manoel Joaquim Henrique da Costa;
            partidor Mathias Gomes da Silva.

            Localidades Relevantes:
            Villa de São Miguel;
            Comarca do Norte;
            Província de Santa Catarina;
            Tijuquinhas;
            Villa de Porto Bello;
            Praia Triste.

            Compõem o Processo:
            Titulo dos Herdeiros;
            Juramento ao Curador;
            Juramento aos Partidores;
            Auto de Partilha.

            Variação de Nome:

            Inventário de Maria Ignacia
            BR SC TJSC TRRJ-23556 · Processo · 1838
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Maria Ignacia, feito na Comarca do Norte da Província de Santa Catarina, na vila de São Miguel

            Partes do processo:
            Ignacio José de Simas (inventariado)
            Maria Ignacia (inventariante)

            Herdeiros:
            Cypriana Maria de Simas;
            Fortunata Maria de Jesus;
            Ignacia Maria de Simas;
            Thereza Maria de Jesus;
            Joaquina Rosa de Lima;
            Vicente José de Lima;
            Francisco José de Simas;
            Manoel José de Simas

            Resumo: Inventário feito por Maria Ignacia de seu falecido marido Ignacio José de Simas, na vila de São Miguel. Entre os bens listados, estão prata em obra, ferramentas, utensílios, mobília, engenhos de farinha e de cana, casas, animais e 07 escravizados: Gonçalo (Moçambique); Pedro (Congo); José (Crioulo); Manoel (crioulo); Pascoal (crioulo); Maria (crioula); Maria (crioula);

            Agiram neste processo:
            Curador Felisberto Ferreira Borges;
            Escrivão Amancio José Ferreira;
            Juiz José Joaquim Dias;
            Avaliador Celso Coelho de Lemos;
            Avaliador Vicente Francisco Pereira;
            Partidor Alexandre Gonçalves da Luz;
            Partidor Francisco Costa de Araujo;
            Curador Tristão Telles Cortês;
            Testamenteiro João Florencio Jordão
            Juiz Thomé da Rocha Linhares;
            Juiz Antonio Joaquim de Siqueira;
            Juiz Joaquim da Silva Ramalho;
            Coletor Antonio Ignacio Pereira ;
            Escrivão José Joaquim da Costa;

            Localidades:
            vila de São Miguel;
            Freguesia de Santo Antonio de Lisboa;
            Ganchos;
            rio Tijuca Grande;

            Compõem o processo:
            Termo de troca;
            Curadoria dos filhos;
            Justificação;
            Lançamento da Coletoria de Rendas do Município;
            Traslado de testamento;
            Avaliação dos bens;
            Partilha dos bens;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro