Vila de São Miguel

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            Inventário de Jacinto da Cunha
            BR SC TJSC TRRJ-9497 · Processo · 1841-1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, à época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jacinto da Cunha (inventariado);
            Thereza Joaquina (inventariante).

            Herdeiros:
            João Jacinto da Cunha;
            José Jacinto da Cunha;
            Anna Theodora de Souza;
            Maria Theodora;
            Eufrazia Candida;
            Maria Jacinta;
            Francisca Coelha;
            Maria Thereza (menor).

            Co-Herdeiros:
            Manoel Antonio de Faria;
            Patricio Correa de Mello;
            Joaquim Antonio Marques.

            Resumo: Inventário realizado após a morte de Jacinto da Cunha, com o cargo de inventariante estando sob resposabilidade da esposa viúva, Thereza Joaquina. Entre os bens avaliados no inventário constam: ouro, prata, joias, casas, terras, dividas, cobre, mobília, engenho de farinha e de cana, além de 09 pessoas escravizadas, de nomes: Manoel, Ambrozio, Thomaz, Luis, Rosa e Jeremias, descritos como crioulos; Antonio e Catharina, descritos como de nação Benguella; e Manoel, descrito como de nação Congo. O processo decorre com a avaliação e partilha de bens, com o valor referente aos herdeiros sendo pagos ao fim do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão Amancio José Ferreira;
            signatário João Francisco de Andrade;
            signatário João Antonio da Silva Apolinario;
            curador de órfãos Alexandre Gonçalves da Luz;
            curador Patricio Correa de Mello;
            avaliador Antonio Francisco de Souza;
            avaliador Elias Vieira;
            partidor Jacintho José Pacheco dos Santos;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            juiz Alexandre Gonçalves da Luz;
            juiz de órfãos João da Costa;
            juiz de órfãos suplente Joaquim José Dias de Siqueira;
            juiz dos órfãos suplente Joaquim da Silva Ramalho Mellado.

            Localidades relevantes:
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação dos bens;
            contas;
            declaração;
            pagamento aos herdeiros;
            petição inicial;
            juramento ao curador;
            juramento aos partidores;
            juramentos aos avaliadores;
            termo de louvação;
            título dos herdeiros;
            tomada de contas;
            tutoria.

            Inventário de João Pereira de Carvalho
            BR SC TJSC TRRJ-10900 · Processo · 1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca de São José.

            Partes:
            João Pereira de Carvalho (inventariado);
            Francisca Ignacia (inventariante).

            Herdeiros:
            João;
            Roldão;
            Maria
            Bento;
            Geraldo;
            Antonia.

            Resumo:
            O inventário de João Pereira de Carvalho foi conduzido por sua esposa e tutora dos órfãos, Francisca Ignacia, sem testamento, e a partilha dos bens se deu de forma amigável. Entre os itens inventariados está um engenho de farinha, transporte, engenho de cana, terras, casa, objetos de cobre, alambique, animais, prataria, utensílios, peças de vestuário, mobília, roça de cana e uma roça de mandioca. O processo também registra a presença de sete pessoas escravizadas: dois de nomes Francisco e Domenico; três descritas como crioulas, de nomes Isaac, Antonio e José; e duas descritas como pardas, de nome Margarida e Maria. Consta ainda no processo um auto de contas tomadas.

            Atuaram no processo:
            juiz Manoel da Rocha Linhares;
            juiz dos órfãos José Luis Coelho Ramos;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
            avaliador Miguel Marcellino de Andrada;
            avaliador José Caetano de Souza Silveira;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            partidor Alexandre Jorge de Campos;
            procurador e signatário Antonio Gonçalves Franco;
            curador geral José Francisco Mafra;
            signatário João da Costa Cezar;
            signatário Jacintho Gonçalves da Luz;
            signatário José de Cupertino Coelho de Medeiros.

            Localidades relevantes:
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca de São José.

            Compõem o processo:
            auto de contas tomadas;
            avaliação dos bens;
            descrição dos bens;
            juramento aos avaliadores;
            partilha dos bens;
            procuração;
            termo de renúncia;
            termo de tutela;
            título dos herdeiros.

            Variações de nome:
            Francisca Ignacia de Amorim;
            Biguassú.

            Inventário de João Pinto de Mello
            BR SC TJSC TRPOA-85866 · Processo · 1875
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            João Pinto de Mello (falecido);
            Eufrázia Cândida de Mello (inventariante);
            Zeferino Pinto de Mello (inventariante);
            José Pinto de Mello (inventariante);
            Joaquim Pinto de Mello (inventariante);
            Manoel Arcênio de Oliveira.

            Obs.: Embarcações; partilha amigável; lancha baleeira; canoas; terras.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inventário de Joaquina Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-8986 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de São Miguel (atual Biguaçu). O Processo se iniciou na Comarca do Norte e se encerrou na Primeira Comarca.

            Partes: Joaquina Rosa (inventariada); Vicente Francisco Pereira (inventariante).

            Descrição: O inventário de Joaquina Rosa foi realizado por Vicente Francisco Pereira, sem deixar testamento e procedendo em uma partilha amigável. Entre os bens inventariados está uma casa e terras. Constam cinco pessoas escravizadas no processo, Cypriana e seus quatro filhos, de nomes: Anna, Luciano, Rita e Manoel. O processo também contém um juramento ao tutor, no qual Adriano Francisco Furtado é designado para tutorar sua neta Maria.

            As localidades citadas no processo são: Sertão do Inferninho; Vila de São Miguel.

            Atuaram no processo:
            Juiz José Luis Coelho Ramos;
            Juiz Joaquim da Silva Ramalho Machado;
            Juiz Joaquim da Rocha Linhares;
            Juiz Luis Coelho Machado;
            Juiz Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            Curador/signatário Alexandre Gonçalves de Luz;
            Escrivão Amâncio José Ferreira;
            Escrivão Luiz Antônio Gomes;
            Escrivão João Francisco Regis;
            Avaliador Vicente Francisco Pereira;
            Avaliador Mariano José da Rocha;
            Partidor Antônio Gonçalves Franco;
            Partidor Francisco Gonçalves da Luz;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Luisa Ignacia
            BR SC TJSC TRRJ-8862 · Processo · 1839-1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do Norte, província de Santa catarina.

            Partes do processo:
            Fernando Antônio Soares (inventariante);
            Luísa Ignacia (inventariada).

            Herdeiros:
            Antônio Fernando (menor);
            Cesário José de Simas (coerdeiro);
            Eufrázia Luiza;
            Infancia Luiza;
            Joaquim de Souza da Silva (coerdeiro);
            Joaquim Fernando;
            João Fernando;
            Luísa Ignacia;
            Luís Fernando (menor);
            Maria Luiza.

            Resumo:
            Este processo, iniciando-se em 1839, é parte da Comarca do Norte da Província de Santa Catarina, porém encerrando-se em 1851, torna-se parte da Primeira Comarca.
            Inventario de Luiza Ignacia, realizado pelo seu marido, deixando bens, como: engenho de farinha, engenho de cana, canoas, animais, assim como uma casa localizada nas Tijuquinhas da Praia Grande e terras localizadas na Cova da Onça, fazenda da Armação da Piedade e Areias. São citadas 6 pessoas escravizadas, de nomes: Fortunato, Damasia, Ramona, Felícia, João e Joana. Os quatro primeiros escravizados foram designados como crioulos, e os dois últimos, João e Joana, como escravizados de Nação Benguella.
            Foi mencionada a adjudicação de bens para o pagamentos de dívidas passivas, onde pessoas escravizadas foram entregues como pagamento.
            Em um momento específico do processo, é mencionada uma licença para a venda da escravizada Felícia a João Francisco d’Amorim, com parte do pagamento realizada em terras situadas em Tijuquinhas, na região da Barroqueira.
            Em 1846, os herdeiros solicitam a anulação da venda da escravizada, mas, ao final do processo, desistem da ação.

            Localidades relevantes:
            Barroqueira;
            Caeira;
            Fazenda da Armação da Piedade;
            Sítio dos Barrocados;
            Tijuquinhas da Praia Grande;
            Villa de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Atuaram no Processo:
            avaliador João da Costa;
            avaliador João Francisco de Andrade;
            curador de órfãos Celço Coelho de Lemos;
            escrivão Antônio Carlos de Carvalho;
            escrivão de órfãos Amâncio José Ferreira;
            escrivão e curador de órfãos José Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão João G da Silva Peixoto;
            juiz de órfãos Capitão Thomé da Rocha Linhares;
            juiz de órfãos e curador José Joaquim Dias;
            juiz de órfãos João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz Luis Coelho Machado;
            partidor Alexandre Gonçalves da Luz;
            partidor Francisco Corrêa de Araujo;
            pregoeiro das auditorias Mario José da Silva;
            signatário Francisco Marques Pacheco;
            tesoureiro da alfândega Joze Antonio Rodrigues Pereira.

            Compõem o Processo:
            Avaliação de bens;
            Partilha de Bens;
            Licença para a venda de pessoa escravizada;
            Escritura de compra e venda;
            Recibos de pagamento.

            Variação de nome:
            Enfancia Luiza;
            Rumana;
            João Francisco de Amorim.

            Inventário de Marcelino de Aviz
            BR SC TJSC TRRJ-17309 · Processo · 1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário autuado na comarca de São Miguel, na província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Florentina Roza de Jezus (inventariante);
            Marcelino de Aviz (inventariado).

            Resumo:
            Neste processo, deu-se o inventário de Marcelino de Aviz, inventariado pela sua viúva, Florentina Roza de Jesus. O documento está incompleto, carecendo das páginas iniciais.

            Dentre os bens avaliados e inventariados, constam imóveis como: terras; uma roça de mandioca; três roças cana (sendo duas de cana caiana, e uma de cana pequena); uma casa de pau a pique, coberta de palha; e uma casa de engenho. As propriedades imóveis eram distribuídas pelas localidades de Sítio do Inferninho e Capoeiras.

            Foram também listados um carro velho; animais de cria (um novilho, uma vaca e cinco porcos) e animais de trabalho e transporte (uma junta de bois e um cavalo); itens de montaria (um lombilho e uma sela); vestimentas; mobília; objetos para armazenamento (caixas e barricas); um forno de cobre e dois caldeirões de ferro; cargas de mercadoria (açúcar); e ferramentas de trabalho, além de uma arma de fogo (espingarda); entre outros bens.

            Por fim, havia também um homem escravizado, de nome Adão (descrito como “pardo”). Adão foi avaliado em 600.000 réis (600$000).

            Procedeu-se então ao cálculo da partilha, onde os bens passaram pela definição da meação (direito do cônjuge a 50% dos bens) e divisão entre os herdeiros; e foi também separada a décima (imposto de 10% sobre rendimentos de imóveis), destinada à Fazenda Provincial. A soma de todos os bens do inventário resultaram no montante de 2.082.633 réis (2:082$633).

            Em seguida, a inventariante moveu uma petição, onde manifestou seu interesse em pagar as custas devidas à Fazenda Provincial, a fim de poder adjudicar-se (transferir-se formalmente) todos os bens excedentes à meação.

            Por sentença, por não existirem órfãos provenientes do casal, o juiz deu a partilha e a adjudicação como procedentes, deferindo-as em favor da inventariante.

            Porém, em seguida, o procurador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho, que representou a inventariante Florentina durante o processo, apresentou uma petição para embargar a sentença do inventário.

            O embargante, Alexandre Coutinho, afirmou que a sentença era fundada em falsa causa, pois que na verdade havia, sim, órfãos do casal. Além disso, apontou irregularidades, à medida que o inventário deveria ter procedido sob o juízo de órfãos ao invés do juízo municipal. Coutinho também disse que, depois de ter começado a autuação do inventário, faleceu Barnabé Ignacio de Aviz, irmão "germano" (legítimo, verdadeiro) do falecido Marcelino de Aviz. Barnabé deixou órfãos; logo, estes deveriam ter sido incluídos no rol de herdeiros e nas partilhas de bens. Dessa forma, Alexandre Coutinho peticionou pela anulação da sentença, bem como sugeriu a autuação de um novo inventário.

            A matéria dos embargos foi julgada como procedente, por conta da incompetência do juízo que autuou o inventário. Assim, o juiz ordenou a nulidade da sentença, e exigiu a devolução dos autos ao cartório do juízo de órfãos; donde seria autuado um novo inventário correspondente.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel da Rocha Linhares;
            avaliador e escrivão de órfãos João Francisco Regis;
            coletor provincial Antonio Carlos de Carvalho;
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão Salvador Miguel de Souza;
            juiz municipal José Maria do Valle Júnior;
            juiz municipal suplente Joze da Silva Ramalho Pereira;
            juiz municipal 1º suplente Antonio Gonçalves Franco;
            partidor Bento de Mello Barretto;
            procurador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho.

            Localidades relevantes:
            Capoeiras (atual bairro em São José, Santa Catarina);
            Sítio do Inferninho (situado na vila de São Miguel).

            Compõem o processo:
            cálculo da partilha;
            contas;
            embargos de sentença;
            recibo de taxa de heranças e legados;
            recibos;
            termo de avaliação;
            termo de juramento.

            Variações de nome:
            Marcelino de Avis;
            Marcellino de Avis;
            Marcellino de Aviz;
            partidor Bento de Mello Barreto.

            Inventário de Maria Caethana de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-82668 · Processo · 1865 -1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Caethana de Jesus (falecida);
            José Maria Chagas (inventariante).

            Herdeiros:
            Antonio Francisco Regis (co-herdeiro);
            Eugenia (neta);
            Floriana;
            Francisco Pereira de Sousa (co-herdeiro);
            Ignacia Machado Espindola;
            Jeremias Machado Espindola;
            João Machado Espindola;
            João Guilherme Miller (co-herdeiro);
            Joaquina;
            José Machado Espindola;
            Luisa;
            Maria Cristovão Bousfield (neta).

            Resumo:
            José Maria Chagas abriu um processo de inventário pelos bens de sua finada sogra, Maria Caethana de Jesus. Como a finada deixou uma neta menor de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e a nomeação de um curador. Além disso, o herdeiro Jeremias foi descrito como “demente”, sendo designado um curador para representá-lo na ação.

            Os bens avaliados foram casas, terras, um rancho, engenhos, um forno de cobre, utensílios de cozinha, uma casa de engenho de farinha e cana, ferramentas, uma canga dita “para carro”, mobília, uma lata de folha, garrafões, canoas, materiais de construção, automóveis descritos como “carros”, escadas, itens de montaria, barris, balanças, itens de transporte (caixas e baús), um oratório, cortiços, um tabuleiro, pilões, oitavas de prata, um relógio, joias, castiçais, roças de mandioca e cana e animais.

            No arrolamento, foram mencionadas nove pessoas escravizadas: Felizarda, Andre, Mariana e Generozo (bebê de 19 meses; ele ficou “trocado” pelo escravizado Jacintho, que estava na província do Rio Grande do Sul junto ao herdeiro Ignacio), descritos como crioulos; João e Angelo, designados como “de nação” (africanos); e Pascoal, bebê de 11 meses que não teve sua etnia especificada. Uma carta precatória foi aberta durante a ação, para citar a neta Eugenia e seu marido Francisco Pereira de Sousa, moradores da cidade de Laguna — os herdeiros foram representados pelo procurador Antonio Carlos de Carvalho.

            Diferente da ação anterior, somente Andre, Generoso, João e Angelo foram citados; além disso, Andre foi designado como “pardo”, ao invés de “crioulo”. Foi requerido por Ignacio, através de petição, que Generoso fizesse parte de sua herança. Mais tarde, foram listadas as dívidas da finada e as custas de seu enterro. No decorrer do processo, o inventariante pagou as dívidas de sua sogra, assim como impostos aplicados sobre as terras avaliadas.

            Os herdeiros manifestaram seus desejos para a partilha dos bens e das pessoas escravizadas. As dívidas passivas foram pagas com parte do patrimônio. Os bens foram repartidos com igualdade entre os herdeiros. O juiz julgou a ação por sentença, e requereu o pagamento das custas do processo de maneira pro rata, assim como para o tutor receber a quantia da herança do tutorado para ser depositado no cofre menor de idade. A ação foi vista em correição, em que foi requerida a inscrição da hipoteca de Maria por seu pai, Christovão Bousfield; o pedido foi atendido, posteriormente.

            Atuaram no processo:
            avaliador Florindo José Dias;
            avaliador Izidro Jose Pereira;
            curador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            curador geral dos órfãos João do Prado Faria;
            curador Salvador Cavalheiro;
            escrivão de órfãos e procurador João Francisco Regis;
            escrivão do juízo municipal e tabelião Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão Antonio Joaquim de Vargas;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz de direito Manoel Vieira Tosta;
            juiz municipal e órfãos José Maria do Valle Junior;
            oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
            partidor Antonio Joaquim de Vargas;
            partidor e signatário João Justino Reges;
            procurador e coletor Antonio Carlos de Carvalho;
            signatário Francisco Gonçalves de Luz;
            signatário João Guilherme Müller;
            signatário Joaquim José Machado Limas;
            signatário Luiz Gonçalves Barreiras;
            tabelião público Vicente José de Goes Rebello.

            Localidades relevantes:
            cidade de Laguna;
            comarca da capital;
            estrada pública;
            freguesia de Poço Grande;
            pasto da praia;
            praia de Tyjucas;
            província do Rio Grande de São Pedro do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            São Sebastião;
            Tijuquinhas;
            Tijuquinhas de São Miguel;
            timbé do Inferninho;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            avaliação dos bens;
            carta precatória;
            contas;
            correições;
            petições;
            procurações;
            recibos;
            sentença;
            termo de comparecimento;
            termo de descrição dos bens;
            termo de louvação;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel;
            João Justino Regis;
            província de São Pedro do Sul;
            Maria Caetana de Jesus.

            Inventário de Maria da Conceição
            BR SC TJSC TRRJ-18267 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário ocorrido na vila de São Miguel, Comarca do Norte.

            Partes:
            Maria da Conceição (inventariada);
            Claudio Pereira Xavier (inventariante).

            Resumo:
            O capitão Claudio Pereira Xavier ficou responsável por fazer o inventário de sua cunhada, Maria da Conceição. Dentre os bens que a falecida possuía havia casas, terras, mobília, animais, quantia em dinheiro e dívidas.

            Atuaram no processo:
            juiz João da Costa;
            juiz Joaquim da Rocha Linhares;
            escrivão Amâncio José Ferreira;
            avaliador Antônio da Silva de Sousa;
            avaliador João machado de Espindola.

            Localidades:
            Comarca do Norte;
            Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
            Rua da Cachoeira;
            Rua do Morro das Mentiras.

            Compõem o processo:
            Juramente aos avaliadores;
            Avaliação de bens;
            Termo de encerramento.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Maria Ignacia
            BR SC TJSC TRRJ-23556 · Processo · 1838
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Maria Ignacia, feito na Comarca do Norte da Província de Santa Catarina, na vila de São Miguel

            Partes do processo:
            Ignacio José de Simas (inventariado)
            Maria Ignacia (inventariante)

            Herdeiros:
            Cypriana Maria de Simas;
            Fortunata Maria de Jesus;
            Ignacia Maria de Simas;
            Thereza Maria de Jesus;
            Joaquina Rosa de Lima;
            Vicente José de Lima;
            Francisco José de Simas;
            Manoel José de Simas

            Resumo: Inventário feito por Maria Ignacia de seu falecido marido Ignacio José de Simas, na vila de São Miguel. Entre os bens listados, estão prata em obra, ferramentas, utensílios, mobília, engenhos de farinha e de cana, casas, animais e 07 escravizados: Gonçalo (Moçambique); Pedro (Congo); José (Crioulo); Manoel (crioulo); Pascoal (crioulo); Maria (crioula); Maria (crioula);

            Agiram neste processo:
            Curador Felisberto Ferreira Borges;
            Escrivão Amancio José Ferreira;
            Juiz José Joaquim Dias;
            Avaliador Celso Coelho de Lemos;
            Avaliador Vicente Francisco Pereira;
            Partidor Alexandre Gonçalves da Luz;
            Partidor Francisco Costa de Araujo;
            Curador Tristão Telles Cortês;
            Testamenteiro João Florencio Jordão
            Juiz Thomé da Rocha Linhares;
            Juiz Antonio Joaquim de Siqueira;
            Juiz Joaquim da Silva Ramalho;
            Coletor Antonio Ignacio Pereira ;
            Escrivão José Joaquim da Costa;

            Localidades:
            vila de São Miguel;
            Freguesia de Santo Antonio de Lisboa;
            Ganchos;
            rio Tijuca Grande;

            Compõem o processo:
            Termo de troca;
            Curadoria dos filhos;
            Justificação;
            Lançamento da Coletoria de Rendas do Município;
            Traslado de testamento;
            Avaliação dos bens;
            Partilha dos bens;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro