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            Inventário de Mariana Roza de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-18269 · Processo · 1843-1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte, da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Mariana Roza de Jezus (falecida);
            Jozé Manoel de Araujo Roslindo (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna;
            Gertrudes;
            José;
            Manoel;
            Maria.

            Resumo:
            José Manoel de Araujo Roslindo abriu um processo de inventário dos bens de sua cunhada, Mariana Roza de Jezus. A falecida deixou testamento anexado à ação, declarando que não possuía herdeiros forçados; os filhos do inventariante foram contemplados no inventário com partilha já estabelecida e, com isso, a ação passou pelo juízo de órfãos. José Manoel exerceu a função de curador para seus filhos, herdeiros instituídos.

            Durante o testamento, Mariana discutiu os detalhes de seu funeral, pedindo para ser sepultada na Igreja Matriz de São Miguel. Nesta ação, é revelado que a finada escravizava Izabel, mulher de nação Cabinda. Os bens inventariados foram casas e terras.

            O processo foi julgado por sentença, e o juiz requereu o pagamento das custas da ação pelo inventariante. Mais tarde, José Manoel precisou realizar o pagamento de uma “taxa de heranças e legados”, feita pela coletoria das rendas provinciais.

            Atuaram no processo:
            avaliador e escrivão José Joaquim da Costa;
            avaliador Manoel do Couto;
            coletor Antonio Carlos de Carvalho;
            coletor da fazenda pública Antonio Ignacio Pereira;
            curador José Manoel de Araujo Roslindo;
            escrivão Amancio José Ferreira;
            escrivão João Antonio Lopes Gondim;
            escrivão José Carlos do Sussamento;
            juiz de órfãos João da Silva Ramalho Pereira;
            juiz do direito Antonio Joaquim Siqueira;
            juiz municipal Joaquim de Almeida Coelho;

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do norte;
            rio Tijuca Grande (atual município de Tijucas, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            avaliação dos bens;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentença;
            taxa de heranças e legados;
            termos de juramento;
            testamento.

            Variação de nome:
            José Manoel d’Araujo Roslindo.

            Inventário de Perpetua Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-9972 · Processo · 1839-1840
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Perpetua Rosa de Jesus (falecida);
            João José de Faria Raxadel (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Anna Francisca;
            Angelica Rosa;
            Anna Joaquina da Conceição;
            Eufrasia Leonarda;
            Francisca das Chagas;
            Francisca Rosa;
            Francisco Ignacio;
            João Antonio Pontes (co-herdeiro);
            José Luis de Bittencurt (co-herdeiro);
            José Pereira da Nunes (co-herdeiro);
            Leonarda Perpetua de Santa Clara;
            Luisa Francisca das Chagas;
            Luisa Rosa Leonarda de Assis;
            Maria Caetana;
            Manoel Jacinto (co-herdeiro);
            Manoel José de Faria (ausente);
            Manoel José do Nascimento;
            Manoel Teixeira Fernandes (co-herdeiro).

            Resumo:
            João José de Faria Raxadel abriu um processo de inventário para os bens de sua falecida mãe, Perpetua Rosa de Jesus. Como a finada deixou netos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Uma carta precatória foi expedida para a citação de um herdeiro que não residia em São Miguel, com destino à vila da Laguna. Os bens avaliados foram acessórios de ouro, ornamentos com imagens religiosas, fornos e tachos de cobre, ferramentas, mobília, caixas, utensílios de cozinha, um engenho de farinha, telhas, animais, casas e terrenos.

            Ainda no arrolamento, foram citadas três pessoas escravizadas: Vicente e Felicia, descritos como crioulos, e José, de nação Benguela.

            Ao decorrer do processo, é aplicado um embargo à avaliação. Com isso, são nomeados novos avaliadores e a ação é realizada novamente. Algumas custas do enterro e missas pela alma da falecida foram anexadas.

            Após isso, o patrimônio passou por um processo de partilha entre os herdeiros; o juiz julgou a ação por sentença, requerendo que parte da herança dos netos menores fosse arrematada e que houvesse o pagamento das custas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador João Antonio Guimarães;
            avaliador Joaquim da Silva Ramalho Mellado;
            avaliador Jozé de Souza e Cunha;
            avaliador Miguel Machado Santiago;
            curador dos órfãos e ausentes Celso Coelho de Lemos;
            escrivão Amancio José Ferreira;
            juiz adjunto Antonio Francisco de Sousa;
            juiz de órfãos interino capitão Thomé da Rosa Linhares;
            juiz de órfãos José Joaquim Dias;
            juiz municipal e partidor Jacinto José Pacheco dos Santos;
            partidor Alexandre José Varella;
            pregoeiro dos auditórios Hilario José da Silva;
            procurador Candido Machado Severino;
            procurador Manoel d’Avis;
            signatário Jacob Pereira dos Santos;
            signatário Mariano Teixeira Xavier.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            vila da Laguna (atual município de Laguna, Santa Catarina);
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            auto de partilha;
            carta precatória citatória;
            custas;
            descrição e avaliação dos bens;
            embargo;
            petições;
            procurações;
            sentença;
            termo de licitação;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            termos de obrigação;
            traslado de ofício.

            Variação de nome:
            Antonio Machado Severino;
            Biguasu;
            João José de Faria Rachadel;
            João José de Faria Rachadella;
            João José de Faria Raxadella;
            Leonarda Perpetua de Santa Anna.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Policarpo Francisco Regis
            BR SC TJSC TRRJ-90619 · Processo · 1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Policarpo Francisco Regis (inventariado);
            Joaquina Rosa de Jesus (inventariante);
            Antônio Regis da Conceição (inventariante e herdeiro);
            Maria Joaquina Regis (inventariante e herdeira);
            João Policarpo Regis (inventariante e herdeiro);
            Cypriana Roza de Jesus (inventariante e herdeira);
            Antônio Francisco Regis (inventariante e herdeiro).

            Resumo:
            Joaquina Rosa de Jesus e seus filhos abrem um processo de inventário após o falecimento de Policarpo Francisco Regis, respectivo marido e pai dos suplicantes. Por todos os inventariantes serem maiores de idade, a ação ocorreu de modo amigável, em que o patrimônio foi dividido em consenso entre as partes.

            Dentre os bens inventariados, constam terras, casas, engenhos de cana, um sítio no lugar denominado “Inferninho”, mobília, animais e ferramentas. São declaradas as dívidas deixadas pelo falecido. Ainda no arrolamento, são citadas 17 pessoas escravizadas: Henriqueta, sem etnia especificada; Nicolau, designado como pardo; José, Faustino, Rosa, Antônio, Manoel, Carlota, Pulqueria, Simplicio e Francisco, descritos como crioulos; Luiza e Maria, respectivas mães de Antonia e uma criança não nomeada; João e Joaquim, descritos como “de nação” (advindos de África).

            Após a partilha acompanhada por testemunhas, o juiz julga o processo por sentença, em que requer o pagamento das custas de maneira pro rata.

            Atuaram no processo:
            escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
            juiz Manoel da Rocha Linhares.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            Inferninho;
            lugar dos bobos;
            ribeirão do Moura;
            Tijucas;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            petições;
            sentença;
            termo de comparecimento.

            Variação de nome:
            Certão do Inferninho.