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            BR SC TJSC TRRJ-84391 · Processo · 1847-12-14
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventariante Manoel José Duarte (viúvo).

            Fornos de cobre, engenho de fazer farinha, caldeirões de ferro, utensílios para trabalho agrícola (machados, enxadas, foices etc.), ferramentas de carpintaria, mobiliário doméstico, canoas, gado, cavalos, escravos, terras, casas. Terras com frente para a "Estrada Velha".

            Juiz municipal de órfãos João Francisco de Souza.
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara.

            São José, Comarca do Sul, Segunda Comarca.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-77398 · Processo · 1850-1854
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Hilario Ferreira da Silva (inventariado);
            Alexandrina Ignacia de Jesus (inventariante);
            Jose Gregorio de Carvalho (suplicante).

            Herdeiros:
            Alexandrina Ignacia de Jesus;
            Manoel Ferreira da Silva;
            Maria Rosa;
            Rosa Florentina;
            João Ferreira da Silva;
            Claudina Rosa de Jesus;
            Marcelina Rosa;
            Francisco Ferreira da Silva;
            José Ferreira de Mello;
            Manoel Rofino de Mattos;
            Joanna Thomazia;
            Vicente Silveira de Mattos;
            Henriqueta Thomazia;
            Amelia Thomazia (Menor);
            Carolina Thomazia (Menor);
            Francisco Silveira de Mattos (Menor);
            Alexandrina Thomazia (Menor);
            Antonio (Menor);
            Faustino (Menor).

            Resumo: Inventário requerido pela filha do falecido, Alexandrina Ignacia de Jesus, nele contendo bens como ouro, prata, cobre, latão, utensílios domésticos, louças, ferramentas, armas brancas (lança e faca), terras, mobília, engenho de farinha, roça de mandioca, roça de cana, animais e dívidas, além de uma quantia de dinheiro. Além disso, continha o registro de uma pessoa escravizada de nome Manoel, designado da nação Congo. Há o pedido para que Jose Gregorio de Carvalho, marido de Claudina Rosa de Jesus, entre outros representantes das herdeiras, para acelerar o processo de partilha, além de requerer a atuação da inventariante.

            Atuaram no processo:
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão Joaquim Francisco da Costa;
            escrivão interino João Mauricio Lopes da Silva;
            tabelião Joaquim Francisco d'Assis e Passos;
            oficial de justiça Marcos Silveira de Mattos;
            signatário Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            signatário Manoel Joaquim Teixeira;
            curador Manoel Freitas Sampaio;
            procurador Francisco Jozé Ferreira Silva;
            procurador advogado Manoel do Nascimento Ramos;
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza.

            Localidades relevantes:
            Braço de São João;
            Cubatão;
            Tijucas Grandes;
            Vila de Porto Bello;
            Vila de São Miguel;
            Freguesia de São João Batista.

            Compõe o processo:
            Procuração;
            Autos de mandado e certidão de notificação;

            Variação de nome:
            Inventariado Helario Ferreira da Silva;
            Inventariado Hilário Ferreira do Cubatão.

            BR SC TJSC TRRJ-74965 · Processo · 1851-1854
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação cominatória para despejo realizada na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Aliot (suplicante);
            Joaquina Constancia de Jesus (suplicante);
            Francisco Joaquim da Silva (suplicado).

            Resumo:
            Neste processo, o suplicante Manoel Aliot, em sua petição, requereu que o suplicado Francisco Joaquim da Silva fosse despejado de uma casa e terreno, os quais pertenciam ao peticionário.

            No requerimento apresentado durante o processo, o suplicante e sua esposa Joaquina Constancia de Jesus pediram ao juízo da vila de São José que o suplicado fosse notificado do despejo, e que este tinha um prazo de 15 dias para retirar-se das dependências do casal. A justificativa dada foi a de que o suplicado teria desrespeitado os proprietários, proferindo injúrias contra eles em boatos feitos pela vila.

            No entanto, o suplicado decidiu comprar a parte do sítio em que está a sua plantação de mandioca, e o casal suplicante por meio de um termo de desistência pede que seja anulado o despejo. O processo conclui-se com o pedido de desistência julgado por sentença e aceito.

            Atuaram no processo:
            escrivão David do Amaral e Silva;
            juiz municipal suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            signatário José Gregorio de Carvalho;
            signatário e oficial de justiça Domingos Jozé da Silva.

            Localidades relevantes:
            Cubatão;
            vila de São José (atual município de São José);
            segunda comarca.

            Compõem o processo:
            conclusão;
            contas;
            sentença;
            termo de desistência.

            Variação de nome:
            Francisco Jozé da Silva.

            TRRJ-57236 · Processo · 1849-1896
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José em 1849, na época parte da Segunda Comarca de Samta Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim de Souza da Costa (inventariada);
            Joaquina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Joaquina;
            Caetano José de Souza;
            Anna;
            Bernardina de Souza;

            Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Joaquina Rosa de Jesus. Feita a titulação dos herdeiros, fez-se a avaliação dos bens, que descreveu: utensílios domésticos, mobília, animais, terras, engenhos, casas e dívidas. Além disso, contém o registro de 8 pessoas escravizadas, de nomes: Manoel designado da nação Banguela; Antonio designado da nação Congo; Pedro e Maria designados da nação Moçambique; José, Vicente, Emerenciana e Mauricia, descritos como crioulos.
            A inventariante assinou termo em que renuncia ao direito veleano, tornando-a hábil para assumir a tutoria de seus filhos menores, assim como a guarda de suas legítimas da partilha. Passados alguns anos, ela presta contas à justiça, fazendo-se a passagem dos bens para os filhos tutelados que alcançaram a maioridade.
            Há o recibo de pagamento a João José de Castro Junior pelo curador da herança Manoel Telesphoro Machado em 1896, referente a outro inventário que envolve alguns destes bens.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florencio Gomes de Coelho;
            curador geral Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão Daniel do Amaral e Silva;
            juiz corregedor João José d’Andrade Pinto;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz Francisco Honorato Cidade;
            juiz Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz Joaquim Thiago da Fonseca;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Lima Medeiros;
            coletor João José de Castro Junior;

            Localidades relevantes:
            Vila de São José;
            Capoeiras;
            Passa Vinte;
            Potecas;
            Areias;

            Compõe o processo:
            Recibos;
            Termo de tutoria.
            Partilha de bens;
            Avaliação de bens;
            Tomada de contas;

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-82571 · Processo · 1849-1894
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Maria Eufrasia (inventariada);
            Manoel Pereira da Rosa (inventariante).

            Herdeiros:
            Alexandrina;
            Antonio José dos Santos (co-herdeiro);
            Bernardina Eufrazia;
            Felizarda (menor);
            José Martins da Rosa (co-herdeiro);
            José Pereira da Rosa;
            Maria Eufrazia;

            Resumo:
            O inventário da falecida Maria Eufrazia (também referida como Maria Rosa de Jesus) foi conduzido por seu viúvo, Manoel Pereira da Rosa. Embora não houvesse testamento, os bens foram repartidos de forma amigável entre os herdeiros. Entre os bens, destacam-se um utensílios, um forno e um tacho de cobre; duas terras, situadas na localidade de Várzea de Maruí e na localidade de Morretes; uma casa de pau-a-pique e um engenho de farinha, bem como partes de uma outra casa e de outro engenho de farinha; animais; e, por fim, dívidas.

            Em seguida, o suplicante Antonio José dos Santos (co-herdeiro, esposo e cabeça de casal da herdeira Bernardina Eufrazia, também referida como Bernardina Rosa de Jesus) apresentou uma petição de próprio punho na qual diz que nem todos os bens foram apresentados; por isso, cobrou que fossem descritos todos os bens, a bem de seu direito. Seu pedido foi atendido, e foram descritos mais bens: duas roças de mandioca, uma canoa e outro veículo descrito como um “carro”, mobílias, tecidos, e utensílios domésticos.

            Após isso, João Martins da Rosa (co-herdeiro, esposo e cabeça de casal da herdeira Alexandrina) e novamente Antonio José dos Santos vêm desistir desta segunda avaliação, a fim de não perturbar a partilha amigável. Desse modo, o processo segue e os bens são partilhados, sem a adição dos bens descritos a pedido de Antonio.

            Em sentença, o juiz aprovou a partilha amigável, garantindo-lhes ainda o direito de prestar eventuais reclamações ou contestações que julgassem necessárias. Todavia, alertou ao inventariante que este não deveria entregar os quinhões aos herdeiros, sem que eles antes apresentassem seus formais de partilha, comprovando terem pago os selos devidos à Fazenda Nacional. Só com os formais de partilha apresentados e devidamente conformados é que o inventariante poderia distribuir, então, as heranças a cada respectivo herdeiro.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            curador de órfãos e signatário Manoel de Freitas Sampaio;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            partidor e signatário Duarte Vieira da Cunha;
            signatário Bernardino Roza Ayres;
            signatário Manoel Francisco da Silva Coelho;
            signatário Vicente Vieira Pamplona.

            Localidades relevantes:
            Morretes do Sertão de Maruim;
            Sertão de Maruim (atual localidade em São José, Santa Catarina);
            rio Maruí;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            sentença;
            termo de desistência;
            termo de juramento aos avaliadores;
            termo de juramento ao curador;
            termo de juramento aos partidores;
            termo de obrigação;
            título de herdeiros.

            Variação de nome:
            Bernardina Rosa de Jesus;
            Maria Rosa de Jesus;
            rio Maruhy;
            Sertão de Maruhi;
            Sertão de Maruhy;
            Varzia de Maruhi;
            Varzia de Maruhy.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-58421 · Processo · 1851 - 1871
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Guilherme Pintes (falecido);
            Margarida Cretz (inventariante).

            Herdeiras:
            Christina;
            Clara;
            Maria.

            Resumo:
            Margarida Cretz abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Guilherme Pintes. Como o finado deixou filhas menores de vinte e um anos, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, ferramentas, candeeiros, chumbo, mobília, caixas, barricas, terrenos, casas e um rancho. São citadas dívidas ativas e passivas deixadas pelo falecido. Consta no processo um homem escravizado, de nome Antonio, descrito como de nação Mina. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, e parte do patrimônio foi separado para pagamento dos credores. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer notificação dos parentes mais próximos das filhas, e João Adão Schmit é nomeado para ser tutor.

            Mais tarde, Joze Krüpp, novo marido da inventariante, abre petição para tratar da tutoria das herdeiras do processo. Ele afirma que o tutor nomeado encontrava-se longe dos bens que ficaram em sua posse, e um prazo foi estabelecido para o tutor apresentar contas dos bens. Parte dos objetos passou por arrematação para pagar as despesas das contas, em que o valor obtido foi colocado no cofre público. Anos após o início da ação, os maridos das herdeiras Clara e Christina abrem uma petição requerendo que o valor colocado no cofre seja recolhido, por elas já se encontrarem casadas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Joze Joaquim dos Santos;
            curador João Climaco Zuzarte;
            curador Manoel da Silva Mafra;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos segundo suplente tenente coronel Gaspar Xavier e Neves;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            pregoeiro público Joaquim Affonço Pereira;
            procurador Custodio José da Silva Pessoa;
            tesoureiro Manoel Pinto de Lemos;
            vigário padre Roberto Bender.

            Localidades relevantes:
            estrada nacional;
            freguesia de São Pedro de Alcântara (atual município de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina);
            praia comprida;
            segunda comarca;
            termo de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilhas;
            auto de praça e arrematação;
            auto de tomada de contas;
            avaliação;
            certidões de casamento;
            contas;
            correições;
            edital;
            petições;
            réplica;
            sentenças;
            termo de arrematação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Joze Krüff.

            BR SC TJSC TRRJ-58050 · Processo · 1847 - 1848
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de libelo cível de liberdade realizada na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Rosa Machado (autora);
            Francisco José dos Santos (réu).

            Resumo:
            Rosa Machado, descrita como parda forra, abre uma petição para requerer a liberdade de sua neta menor de idade, Maria. A menina nasceu de um abuso que Francisco José dos Santos cometeu contra sua mãe, Antonia, enquanto ela era escravizada por ele; quando a vítima foi vendida ao tenente-coronel Joze da Silva Ramos, Maria continuou na casa de seu genitor e senhor. Ao decorrer de alguns dias, a neta da suplicante encontrou-se gravemente doente e, com isso, foi batizada e considerada liberta. Porém, não participando desse reconhecimento na Pia Batismal, o réu rejeitou esse fato e ordenou que ela continuasse reduzida à escravização.

            Ao decorrer do processo, o representante da autora anexa uma petição. Esse documento revela uma tentativa, por parte do réu, de interrupção da gravidez de Antonia, por meio de remédios que não foram aceitos pela vítima. Além disso, é explicitado que o suplicado havia “deflorado” Antonia, e cometia os crimes de abuso repetidamente, também afirmando publicamente que não venderia Maria por ela ser de “seu sangue”. Esses fatores são utilizados como argumento para comprovar que Maria era filha legítima de Francisco e que, quando batizada, obteve o direito de ser considerada juridicamente livre.

            É anexado o comprovante de batismo de Maria, seguido de um apadrinhamento por Nossa Senhora das Dores e João Xavier Neves. Essa prática, cotidiana no Brasil escravista, consistia na nomeação de padrinhos conectados à Igreja e, a partir do contato com a pia batismal e a aproximação com figuras como santas, era utilizada para conquistar a alforria e construir relações sociais. Nesse documento, a autora já é designada enquanto pessoa liberta. O réu realiza tentativas de desistir do processo, o que lhe é aceito. Com isso, o procurador da autora afirma ser esse ato irregular e artificioso, pois pretendia não reconhecer o direito à liberdade da sua curada. Além disso, o representante das suplicantes requer que o suplicado assine novo termo de desistência, que dessa vez reconhecesse a completa liberdade de Maria.

            Duas dilações de 20 dias são concedidas, para a citação de testemunhas e informantes. Em depoimentos, os atos do réu foram confirmados, assim como a realização do batismo de Maria e sua consequente liberdade. Os depoentes também afirmam que o réu já havia dito diversas vezes que faria o reconhecimento da menor na Pia Batismal, nomeando João Xavier Neves como padrinho. A partir das provas, o juiz julga o processo por sentença e requer que seja passada uma carta de liberdade para Maria, assim como condena o réu, por revelia, ao pagamento das custas da ação.

            Atuaram no processo:
            curador e procurador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão e tabelião Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            juiz municipal suplente Domingos José da Costa Sobrinho;
            oficial de justiça Domingos Joze da Silva;
            oficial de justiça Jozé da Costa Seára;
            pregoeiro e oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
            procurador Luiz da Costa Fagundes;
            signatário Francisco Duarte d’Oliveira;
            signatário João Xavier Neves;
            vigário Joaquim Gomes d’Oliveira e Paiva.

            Localidades relevantes:
            Certão do Imaruhy (atual bairro Sertão do Maruim, São José);
            Colônia dos Lamais;
            comarca do sul;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de embargo;
            certidões;
            citações;
            contas;
            dilações de 20 dias;
            mandado;
            petições;
            pregões;
            procurações;
            réplica;
            requerimentos de audiência;
            sentença;
            termos de desistência;
            testemunhas.

            BR SC TJSC TRRJ-43296 · Processo · 1851 - 1857
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Perpetua Rosa de Jesus (falecida);
            Felisberto José Gonçalves (inventariante).

            Herdeiros:
            Ana;
            Carlota;
            José;
            Laurinda;
            Maria;
            Moyzes;
            Rozalina;
            Zefirina.

            Resumo:
            Felisberto José Gonçalves abre um processo de inventário após o falecimento de sua esposa, Perpetua Rosa de Jesus. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram um forno de cobre, utensílios de cozinha, um ferro de engomar roupa, ferramentas, mobília, caixas, uma viola, um tear, um meio de transporte descrito como carro, roças de mandioca, animais, terrenos e engenhos. São citadas dívidas passivas deixadas pela falecida. Constam no processo cinco pessoas escravizadas: Francisco e Izabel, de nação Congo; e Simão, Manoel e Anna, descritos como crioulos.

            Ao decorrer da ação, o curador abre uma petição requerendo que as dívidas passivas sejam pagas somente após o falecimento do inventariante. Para isso, os credores seriam notificados com o intuito de que, em um prazo de quinze dias, produzissem os comprovantes de créditos necessários. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. O juiz julga a ação por sentença, requerendo que as custas sejam pagas de forma pro rata.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Joze Gonçalves Mendes;
            avaliador Miguel Francisco Pereira;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            freguesia de São Joaquim de Garopava (atual município de Garopaba, Santa Catarina);
            Morrinhos;
            segunda comarca;
            Siriú;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            conta;
            correição;
            intimação;
            petições;
            sentença;
            termos de juramento.

            BR SC TJSC TRRJ-62672 · Processo · 1845
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de contas testamentárias realizados na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Luis da Costa Fagundes (segundo testamenteiro e inventariante);
            Josefa Maria de São João (falecida).

            Herdeiros:
            Jacintha Rosa de Jesus;
            Luiza Rosa de Jesus.

            Resumo:
            Luis da Costa Fagundes abre o processo para prestar contas testamentárias de sua esposa, Josefa Maria de São João, que teve o testamento aprovado em 1844. Em traslado do documento, são reveladas as últimas vontades da finada: nomeou suas duas sobrinhas, Jacintha e Luiza, como herdeiras, seu marido como testamenteiro e inventariante, e doou quantias de dinheiro.

            Ao longo do processo, são anexados recibos assinados pelos credores da finada para comprovar o pagamento de algumas contas. O processo é julgado como procedente pelo promotor responsável pela ação, e o testamenteiro se tornou responsável por fazer o inventário para partilhar os bens com os herdeiros.

            Atuaram no processo:
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            escrivão Joaquim Francisco de Assis e Passos;
            juiz municipal e de órfãos suplente Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz municipal João Francisco de Souza;
            promotor Marianno José Coelho;
            signatário Manoel do Nascimento Ramos.

            Localidades relevantes:
            comarca do sul;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            contas;
            petições;
            recibos;
            termo de abertura;
            termo de aceite;
            termos de juramento;
            traslado de testamento.

            BR SC TJSC TRRJ-55165 · Processo · 1853-1858
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Inventário realizados em São José, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            José Antonio Marques (falecido);
            Jacintha Theresa do Porciuncula (inventariante).

            Herdeiros:
            José Antonio Marques;
            Jacintho Antonio Marques;
            Genoveva Maria da Conceição;
            Anna Maria da Conceição.

            Co-Herdeiros:
            Francisco Vicente Duarte;
            João Luis de Medeiros.

            Resumo: Inventário requerido pela viúva do falecido, Jacintha Theresa do Porciuncula, nele contendo peças de vestuário, ouro, brincos antigos, um relógio, prata, ferro, tacho de cobre, utensílios domésticos, ferramentas, imagens religiosas, animais, mobília, canoas, carroças, terras, casas e dívidas. Além disso, há o registro de 07 pessoas escravizadas, de nomes como: Francisco, Eugenio, Justino, Ventura, João, Maria e Rita. Desses citados João fora designado como da nação Congo e Rita como de Moçambique - os restantes foram designados como crioulos (brasileiros); havendo também a consideração de que Maria sabia ler. Há irregularidades durante a avaliação de bens que é requerida para ser corrigida pelos co-herdeiros múltiplas vezes.

            Atuaram no processo:
            escrivão David do Amaral e Silva;
            escrivão Francisco Gomes de Castro Campos;
            signatário Jozé Antonio Marques;
            signatário Manoel de Freitas Sampaio;
            avaliador Elias Antonio de Medeiros;
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            partidor Manoel Joaquim Teixeira;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            coletor de rendas tenente coronel Gaspar Xavier Nunes;
            juiz municipal Francisco Honorato Cidade;
            juiz municipal primeiro suplicante tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz João Francisco de Souza.

            Localidades relevantes:
            Desterro;
            Fazenda do Maciambú;
            Estreito;
            Praia Comprida.

            Compõe o processo:
            Relação de herdeiros;
            Traslado de testamento;
            Juramento aos avaliadores;
            Termo de Responsabilidade;
            Conflito por herança;
            Juramento de Louvação;
            Requerimentos;
            Autos de Partilha;
            Prestação de contas.

            Variação de nome:
            inventariante Jacintha Thereza da Percincula.