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            8 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            BR SC TJSC TRRJ-62685 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sentença cível de assignação de dez dias realizada na vila de São José, na época sob a comarca do Sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João Antonio da Silva (autor e embargado);
            José Maria da Rosa (réu e embargante).

            Resumo:
            Neste processo, o autor João Antonio da Silva pediu que fosse apregoado o réu José Maria da Rosa por dívidas de crédito, e que fossem tomadas medidas de condenação em caso de não pagamento. O autor também disse que o réu não compareceu à conciliação. Durante o processo, uma carta de assignação de dez dias foi assinada pelo réu.

            No entanto, José Maria considera o embargo ilegítimo pois, segundo ele, não houve contrato; e alegou que um embargo só poderia ser feito entre contratantes. Para comprovar seu argumento, o réu apresentou um contrato de dívida que contraiu com Thomás Rodrigues da Rosa, proveniente da arrematação de terras em praça pública.

            Foi determinado por sentença que o réu deveria pagar a primeira folha de crédito que devia ao autor. Porém, José Maria se opôs à sentença, e em seu embargo procurou provar que não devia nada a João Antonio. Em seguida, em uma impugnação, o autor contrariou o réu, utilizando-se dos argumentos de legisladores para afirmar que a nulidade do embargo, desejada pelo réu, era sem fundamento e de “má-causa”, pois aplicava erroneamente os preceitos jurídicos.

            Em embargos, o autor pediu que a sentença fosse reformulada, incorporando as dívidas em uma só e adicionando juros. Tal reformulação foi deferida na sentença feita pelo juiz.

            Atuaram no processo:
            contador João Francisco de Souza;
            cirurgião mor João Marcos da Costa Cardozo;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assiz e Passos;
            escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz municipal suplente e de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz municipal e de órfãos Luiz Ferreira do Nascimento Mello;
            oficial de justiça Domingos José da Silva;
            procurador Manoel de Freitas Sampaio;
            procurador Manoel do Nascimento Ramos
            pregoeiro Joaquim Afonço Pereira;
            signatário Francisco Antonio da Silva;
            signatário Manoel José Bitancourt Soares;
            tabelião Francisco de Paula Lacé;

            Localidades relevantes:
            Favadinho;
            Passa Vinte;
            freguesia da Lapa do Ribeirão (atual localidade no Ribeirão da Ilha, no município de Florianópolis);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca do sul.

            Compõem o processo:
            embargos;
            intimação;
            impugnação;
            procurações;
            quitações;
            sentenças;
            sustentação.

            Penhora de João Bernardo de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-20894 · Processo · 1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Penhora realizada na cidade do Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João Bernardo de Souza (exequente)
            Antonio Francisco Vianna (executado)

            Resumo:
            Neste processo, o exequente João Bernardo de Souza moveu um auto de penhora contra o executado, Antonio Francisco.

            O executado era inquilino em uma casa, que era de propriedade do exequente; lá, Antonio residia com sua família (sua mãe e seus irmãos). A residência era situada na rua da Palma, a atual rua Álvaro de Carvalho (em outra ocasião, porém, chama-se de rua da Paz, atualmente a rua Jerônimo Coelho). Porém, tendo atrasado um mês e mais dias de um segundo mês de aluguel, totalizando 7600 réis, João Bernardo decidiu processá-lo. Em sua petição, o exequente quis não somente penhorar os bens de Antonio, exigindo também que ele fosse despejado de sua propriedade.

            Em seguida, o juiz expediu mandado para penhora, que foi cumprido por dois oficiais de justiça. Dentre os bens da casa penhorados, constavam: louças, móveis, uma imagem religiosa de São João, e um animal. Os bens foram confiscados e confiados ao depositário. Além da penhora de seus bens, Antonio foi intimado para, dentro de 24 horas, sair da casa em que era inquilino.

            Antonio Francisco Vianna reage por meio de uma nova petição. Nela, o executado diz que sempre efetuou todos os pagamentos adequadamente, e que nunca deu motivos para ser despejado. Ele peticionou por um embargo ao despejo movido por João Bernardo de Souza, alegando ter sido injustamente intimado e penhorado. Para representá-lo, Antonio acionou um advogado.

            Depois disso, João Bernardo de Souza resolveu pedir a desistência de sua execução de penhora. O executado foi autorizado a continuar na casa onde era inquilino, até encontrar outra para morar; e o exequente comprometeu-se a arcar com as custas do processo. Foi feito, por fim, o levantamento da penhora, restituindo-se os bens ao executado.

            Atuaram no processo:
            advogado Eleuterio Francisco de Souza;
            depositário Joze da Lapa Souza Coentro;
            escrivão Vidal Pedro Moraes;
            juiz municipal suplente comendador Francisco Duarte Silva;
            oficial de justiça Anfiloquio Antonio Pacheco
            oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus.

            Localidades Relevantes:
            rua da Palma (atual rua Álvaro de Carvalho, Florianópolis, Santa Catarina);
            rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital.

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            auto de levantamento de penhora.
            embargo;
            mandado de intimação.

            Justificação de Manoel de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-86307 · Processo · 1837
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação realizada na Vila de São Miguel, na época sob a comarca do Norte, Província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel de Souza (justificante);
            Liandro Ribeiro (justificado);
            Maria Rosa (justificada);
            Francisco Rebello (falecido);
            José Ferreira dos Santos (curador dos órfãos).

            Resumo:
            O justificante, Manoel de Souza, comparece em juízo para requerer a produção de provas relativas a uma dívida não quitada em vida pelo falecido Francisco Rebello. Tal pendência refere-se a um empréstimo efetuado pelo requerente, com a cobrança de juros sobre os valores concedidos. Diante disso, solicita a inquirição de testemunhas para comprovar os fatos alegados.
            Ao final do processo o Juiz condena os réus a pagar a dívida referida nos autos, com os bens da herança, com acréscimo de juros legais, correção monetária e custas processuais.

            Atuaram no processo:
            curador dos órfãos José Ferreira dos Santos;
            escrivão dos órfãos Amâncio José Ferreira;
            juiz de órfãos José Fernandes Jorge;
            procurador Francisco Corrêa de Araújo;
            signatário alferes Antônio Francisco de Souza;
            signatário Vicente Francisco Pereira.

            Localidades relevantes:
            Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu);
            Rio de Biguaçu;
            Cidade de Desterro;
            Rio Quebra-cabaço do termo da Vila de São José;
            Vila de São José;
            Comarca do Norte;
            Província de Santa Catarina;

            Compõem o processo:
            Carta de promessa de pagamento;
            Termo de Juramento;
            Sentença;
            Contas.

            Variação de nome:
            Rio de Biguassu;
            Sam Miguel;

            Juramento de Alma Raulino José Rodrigues
            BR SC TJSC TRRJ-56890 · Processo · 1821
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Juramento de Alma feito à época de Nossa Senhora do Desterro

            Partes do processo: Firmiano José Correa (autor); Raulino José Rodrigues (réu)

            Resumo: Requerimento de cobrança de dívida de Firmiano José Corrêa contra Raulino José Rodrigues.

            Localidades: Desterro; Freguesia de São José;

            Atuantes do processo: Escrivão João Francisco Cidade; Oficial de Justiça Antonio dos Santos Bitencourt; Advogado José Joaquim Bernardes de Moraes; Juiz Francisco José Nunes;

            Variação de Nome: Firminiano Joze Correa; Raulino Joze Rodrigues;

            Juramento de Alma de Manoel José Fernandes
            BR SC TJSC TRRJ-24616 · Processo · 1821
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Manoel José Fernandes (autor);
            Roberto Gomes da Silva (réu).

            Desterro; “Paços do Conselho”; processo bem danificado; prazo de 10 dias para pagar após a citação;

            Antonio Gil da Silveira, porteiro dos auditórios;
            Francisco José Nunes, juiz de fora;
            João Francisco Cidade, escrivão.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Juramento de Alma de José Francisco Coelho
            BR SC TJSC TRRJ-53100 · Processo · 1820
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Juramento de Alma realizado na Comarca da Capital, à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro.

            Partes do processo: José Antônio da Cunha (autor); José Francisco Coelho (réu).

            Descrição: José Antônio da Cunha cobra de José Francisco Coelho uma certa quantia de réis, referente a compra de propriedades rurais.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Freguesia de São José;

            Atuaram no processo: Escrivão Manoel José de Abreu; Escrivão João Francisco Cidade; Advogado Francisco José Rebello; Juiz Francisco José Nunes;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-84350 · Processo · 1823
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de juramento de alma efetuado na cidade de Desterro, atual comarca da Capital.

            São partes deste processo:
            João Ferreira (autor);
            Demétrio Corrêa (réu).

            Resumo: O autor, João Ferreira, veio a juízo requerer a citação do réu Demétrio Corrêa para prestar juramento de alma, a fim de cobrar uma dívida de um empréstimo do qual era credor do réu. Ao longo do processo, foi atestado que Demétrio Corrêa ocultou-se, a fim de evitar ser citado. O escrivão do meirinho, Manoel José Fernandes, foi então designado para encontrá-lo e citá-lo a comparecer à justiça. Não conseguindo encontrá-lo, citou a esposa do réu, de nome Florinda, e seu vizinho, de nome José Mendes, com o intuito de que estes notificassem o réu sobre suas obrigações. O réu Demétrio Corrêa foi condenado a pagar a dívida e as custas do processo.

            São mencionadas as seguintes localidades:
            Barreiros;
            Serraria;
            Freguesia de São José;
            Cidade/vila de Desterro;
            Ilha de Santa Catarina.

            Atuaram neste processo:
            Advogado José Joaquim Bernardes de Moraes;
            Escrivão Antônio Lopes da Silva;
            Escrivão Manoel José Fernandes;
            Juiz de fora Francisco Jozé Nunes;
            Porteiro Manoel José de Lima.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Juramento de Alma de Francisco Jozé dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-60351 · Processo · 1818
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Juramento de Alma na Capital, à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro.

            Partes: Feliciano Jozé de Azevedo (autor); Francisco Jozé dos Santos (réu).

            Descrição: É feita uma execução de sentença do réu Francisco Jozé dos Santos, à requerimento de Feliciano Jozé de Azevedo por motivo de dívida de uma quantia de dinheiro. É feito o Juramento de Alma para o pagamento da dívida, e posteriormente é feito um Auto de Penhora dos bens do réu para quitação da dívida.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Vila de Nossa Senhora do Desterro; Freguesia de São José; Capoeiras; Picadas do Sul;

            Atuaram no processo:

            • Escrivão Felix Antonio de Proença Quintanilha; Escrivão Joaquim Jesus de Santa Anna Mafra; Escrivão José de Souza Freitas;
            • Advogado Antonio de Souza Lima;
            • Ministro Jozé Francisco de Fraga;
            • Juiz Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva;

            Variação de nome: Capoheiras;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Juramento de Alma de Francisco Antônio Cartozo
            BR SC TJSC TRRJ-24634 · Processo · 1820
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Juramento de Alma na vila de Nossa Senhora do Desterro, à época comarca de São Pedro do Rio Grande de Santa Catarina.

            Partes do processo: Francisco Antônio Cardozo, capitão (autor); Raulino José Rodrigues (réu).

            Resumo: Francisco Antônio Cardozo, morador na vila de Nossa Senhora do Desterro, através de seu advogado, solicitou uma audiência com o juiz para que o réu Raulino José Rodrigue comparecesse e pagasse suas dívidas. Após várias citações, o réu não compareceu. O juiz então ordenou a ação de juramento de alma junto ao réu e após que os bens do réu fossem embargados e pregoados. O juiz declarou o processo concluído.

            Atuaram no processo: advogado José Joaquim Bernardes de Moraes; escrivão João Francisco Cidade; juiz Francisco José Nunes; oficial de justiça José de Souza Freitas; porteiro Antônio G. da Silveira.

            Localidades relevantes: vila de Nossa Senhora do Desterro; comarca de São Pedro do Rio Grande de Santa Catarina.

            Compõem o processo: carta citação de audiência.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Habeas Corpus de Francisco Treska e João Moritz

            Partes:
            Accácio Moreira (impetrante); Francisco Treska (paciente); João Moritz (paciente).

            Industriais; fabricação de pães; passam a usar a força a vapor; foram beneficiados pela isenção de impostos; um fiscal suspendeu a isenção e cobrou os impostos atrasados; jornal; recurso; traslado Superior Tribuna de Justiça.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina