Desterro

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        Desterro

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        Desterro

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          BR SC TJSC TRRJ-24789 · Processo · 1820
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Juramento de alma na cidade de Desterro, à época comarca de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.

          Partes do processo: José Garcia Santos (autor); Anastácio Rodrigues dos Santo (réu).

          Resumo: O juiz de fora, Francisco José Nunes, determinou ao réu Anastácio Rodrigues dos Santos, morador na localidade de Coqueiros, freguesia de São José, vila de Nossa Senhora do Desterro, uma ação judicial de Juramento de Alma, referente a uma dívida de certa quantia em dinheiro não paga ao credor José Garcia Santos. A divida e as custas do processo foram pagas através de pregão.

          Atuaram no processo: advogado Pedro Amado; escrivão João Francisco Cidade; juiz Francisco José Nunes; oficial de justiça Antônio dos Santos Bitancurt; porteiro de auditório Antônio Gil da Silveira.

          Localidades relevantes: Desterro; Coqueiros; freguesia de São José.

          Compõem o processo: custas do processo.

          Variação de nome: preto forro.

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          BR SC TJSC TRRJ-51975 · Processo · 1822
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          João Antônio (Autor)
          Policarpo Antônio (Devedor)

          João Antônio, de nação inglesa (autor e credor) e Policarpo Antônio (este é quem "jura"). Linda caligrafia na primeira folha apesar do papel estar corroído pelas traças. 1822-10-21 - início e término em 1822-10-25, apenas 4 dias para satisfazer o débito. Desterro. Valor em questão: 1$200 (um mil e duzentos réis) mais as custas dos autos. João de Souza, escrivão. Freguesia de São Miguel da Terra Firme, onde mora o devedor. Antônio Lopes da Silva, escrivão. Corte do Rio de Janeiro. Francisco José Nunes, 3º juiz de fora de Desterro (assinatura parcialmente preservada na fl.6). Advogado José Joaquim. Custas finais do processo ficou em 2$050 (dois mil e cinquenta) réis.

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-60230 · Processo · 1818
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Execução de Sentença na Capital, feito à época da Vila de Nossa Senhora do Desterro

          Partes: José Pereira da Cunha (Executor); João Baptista da Silva (Executado)

          Resumo: Com base em um Juramento de Alma feito anteriormente, o processo se trata da execução da sentença movida pelo Major José Pereira da Cunha, que determina que o réu, João Baptista da Silva, deverá pagar o valor referente a uma penhora de bens não quitada.

          Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro;

          Atuaram no Processo:

          • Escrivão João Francisco Cidade; Escrivão Felix Antonio de Proença Quintanilha; Escrivão Jozé de Souza Freitas;
          • Procurador José Siqueira da Cunha; Procurador Theodoro Amador;
          • Juiz Ovidio Saraiva de Carvalho e Silva; Juiz Francisco Borges de Castro; Militar; Major;

          Variação de Nome: Felis Antonio de Proença Quintanilha; Ovideo Saraiva da Carvalho e Silva; José de Souza Freitas;

          Untitled
          TRRJ-86303 · Processo · 1848
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Conciliação de Amancio José Ferreira realizado na Vila de São Miguel, na Comarca do Norte.

          Partes do Processo:
          Amancio José Ferreira (autor);
          José Pereira da Cruz (suplicado);
          Joaquim Pereia da Cruz (suplicado);
          João Pereira da Cruz (suplicado)

          Herdeiro:

          Resumo: Este processo envolve uma disputa entre moradores do lugar Três Riachos quanto a delimitação de seus terrenos. O autor do processo pediu uma demarcação na região de sua propriedade, solicitando também que os réus apresentassem os títulos de propriedade das terras que dizem possuir.
          Um dos réus, por sua vez, também pediu que o autor mostrasse os documentos que comprovam que ele tem direito sobre essas terras. Seguiu-se uma disputa sem conciliação, em que os réus inicialmente conseguiram embargar o processo, alegando irregularidades cometidas pelo autor. Vários recursos, dos dois lados, são tentados e negados, até que ao fim um juiz de Desterro encerra o embargo e mantém a exibição de títulos.

          Atuaram no Processo:
          escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
          escrivão Luiz Antonio Gomes;
          escrivão e tabelião José Manoel de Araujo Roslindo;
          oficial de justiça José Thomé dos Santos;
          oficial de justiça Luiz de Souza Xavier;
          juiz municipal Joaquim da Rocha Linhares;
          juiz municipal Joaquim José Dias de Siqueira;
          juiz municipal Sergio Lopes Falcão;
          juiz municipal 4° suplente Joaquim da Silva Ramalho Machado.
          juiz municipal 2º suplente Antonio de Souza e Cunha;
          procurador Jacintho Jose Pacheco dos Santos;
          procurador Alexandre Gonçalves da Luz;
          procurador Polidoro d’Amaral e Silva;

          Localidades Relevantes:
          Vila de São Miguel;
          Comarca do Norte;
          Três Riachos;
          Biguaçu;

          Compõem o Processo:
          Termo de Desistência;
          Termo de Obrigação;
          Termo de Apelação;

          Variação de Nome:
          juiz municipal Joaquim da Silva Ramalho Carvalho.

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-51068 · Processo · 1836
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Justificação civil na vila de São José.

          Partes:

          • Maria Francisca (justificante; escravizada).

          Resumo:

          • Nesta justificação, a justificante, a escravizada Maria Francisca (designada como preta, forra, e de nação Congo), anteriormente de propriedade da falecida Thereza Maria e do falecido Caetano Francisco Coelho, procurou adquirir seu título de liberdade. Após a morte de seus proprietários, a justificante foi morar com João Francisco, na vila de São José. Na justificação, ela argumenta que sua liberdade foi prevista pelo testamento dos proprietários. A autora também menciona ter sido comprada por José Leonardo de Santa Anna e Pedro de Pavi; entretanto, ela afirmou que a compra foi “apócrifa”, sem validade e com o intuito de destituí-la de seu direito à liberdade. Consta, no processo, que o suplicado José Leonardo de Santa Anna apareceu à casa de Maria Francisca, queimou o testamento, e tentou obrigá-la a ir consigo, afirmando que ele havia comprado ela como escravizada. O suplicado é citado pela justificante a assinar termo de conciliação e apresentar seu título de compra da escravizada. Na audiência, não apresentou termo algum, mas afirmou que havia um crédito da dívida da compra de Maria Francisca, em poder de Mariano Coelho, sobrinho do falecido proprietário da escravizada. O processo terminou com a escravizada sendo depositada sob posse de Mariano Coelho.

          São mencionadas as seguintes localidades:

          • Freguesia/vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina);
          • Freguesia de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina);
          • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Atuaram neste processo:

          • Depositário Mariano José Coelho;
          • Escrivão Joaquim José Porto;
          • Escrivão José Joaquim d'Assis e Passos;
          • Juiz/major Silvestre José dos Passos.

          Variação de nome:

          • José Joaquim de Assis e Passos.
          • José Lionardo de Santa Anna;
          • Pedro de Tavi.
          BR SC TJSC TRRJ-79762 · Processo · 1831
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de posse realizado na vila de Lages, na época sob a comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Partes:
          Filipe José de Sousa (empossado).

          Resumo:
          Neste auto de posse, Filipe José de Sousa foi empossado de uma propriedade rural obtida por meio de uma compra, cujos vendedores foram Joaquim da Silva Nunes e sua esposa. Visto em correição, ao final do processo, o juiz corregedor exigiu que as medições da propriedade fossem evidenciadas, tendo em vista que não foram expostas as demarcações exatas.

          Localidades mencionadas:
          Campos do Cedro;
          Campos da Piedade;
          Campos/paragem do Lava-Tudo;
          Lajeado das canoas;
          Rio Lava-Tudo;
          Vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina;
          Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Atuaram no processo:
          avaliador Antonio da Silva Nunes;
          avaliador Joaquim da Costa Moreira;
          escrivão/tabelião Generoso Pereira dos Anjos;
          juiz corregedor Joaquim José Henriques;
          juiz ordinário Pedro Jose Ribeiro;
          porteiro Marianno Cardoso;
          tabelião Camillo Justiniano Ruas.

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-79222 · Processo · 1828-1832
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo de esbulho realizado na vila de Lages, na época sob a chamada Ilha de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Antonio Lins de Cordova (suplicante);
          Bento Ribeiro de Cordova (suplicado);
          José Antonio da Silva Monteiro (suplicado).

          Resumo:
          Neste processo, foi autuada um processo de esbulho a pedido do alferes Antonio Lins de Cordova. O suplicante afirmou que os suplicados, nas pessoas de Bento Ribeiro de Cordova e do alferes José Antonio da Silva Monteiro, ocuparam sua fazenda sem o devido direito, causando-lhe graves prejuízos e danos na sua propriedade. Antonio era morador no bairro de Pelotinhas, nos Campos do Pinheiro Seco.

          Os esbulhadores erigiram uma casa no terreno de Antonio, nas proximidades de uma criação de animais (“ao pé da cria de bestas”) e de uma outra casa, perto de roças do suplicante. Além disso, Bento e José acossaram os trabalhadores das roças de Antonio: mobilizaram homens armados para expulsar à força os trabalhadores da roça, sob ameaças de violência. Os trabalhadores ameaçados informaram que os homens sob mando de Bento e José festejavam na casa ilegalmente construída pelos esbulhadores, coletaram madeira e, ainda, atearam fogo aos campos de Antonio, causando ainda mais prejuízos e terror ao suplicante e seu pessoal. Em uma outra petição referente a esse mesmo fato criminoso, Antonio disse que os homens armados enviados por Bento e José eram dois homens escravizados e um “camarada”, chamado João Manoel.

          …Além disso, o suplicante Antonio Lins de Cordova apresenta um libelo junto à sua denúncia. Nele, Antonio reclama que já tentou recorrer à justiça antes; mas o juiz o tratou com hostilidade, e, junto com o escrivão, demoraram-se e se esquivaram de cumprir suas funções. Antonio evidenciou seu desamparo e o prejuízo sofrido pela prevaricação e pela má vontade destes agentes da justiça.

          Durante os relatos das testemunhas, os primeiros depoentes confirmaram que Bento e José atacaram as terras de Antonio. Porém, outras testemunhas posteriores disseram que não sabiam ao certo se as terras pertenciam mesmo a Antonio.

          Por conta de impedimentos do juiz, o processo ficou suspenso por vários momentos.

          Após ouvidas as testemunhas, foi alegado que Antonio Rodrigues de Andrade fora anteriormente expulso pelo suplicante Antonio Lins de Cordova das ditas terras, que por sua vez ganhou uma contenda judicial contra Andrade. A contenda ocorreu pois as terras foram indevidamente entregues a Andrade, por meio de venda oculta.

          Adiante, foi feito um termo de composição entre as partes. Nesse termo foi pretendida uma reconciliação, onde foi informado que o terreno era herança do cadete João Damasceno de Cordova, por sua vez herdeiro do inventário do sargento-mor João Damasceno de Cordova e sua mulher, dona Maria de Sam Boaventura, já falecidos. Após longas discussões, o juiz sugeriu dividir o terreno: Bento Ribeiro de Cordova ficaria com as terras herdadas pelo cadete, enquanto Antonio Lins de Cordova ficaria com o restante, incluindo o Campo do Pandeiro.

          Por sentença, o juiz condenou Bento na causa; e o condenou ao pagamento das custas.

          Em contrapartida, uma audiência de embargos foi movida na sequência, em que Bento procurou embargar a sentença favorável a Antonio. Julgando terem ocorrido várias inconsistências no processo anterior, o juiz inverteu o rumo do processo; julgou a sentença anterior nula e sem efeitos, dando uma nova sentença em favor do réu Bento.

          Por fim, Antonio recorreu através de uma apelação, procurando elevar a instância do julgamento da ação. Foram nomeados louvadores (avaliadores), a fim de que estes avaliassem o valor dessa escalada de instância. Eles julgaram que a ação valia 150.000 réis (150$000). O juiz, por sentença, ordenou que fossem citadas as partes para dar fim ao processo, através do pagamento da quantia.

          Atuaram no processo:
          alcaide Domiciano Joze de Soza;
          avaliador Manoel Ignacio da Silveira;
          avaliador alferes José Antonio da Silva Monteiro;
          escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
          escrivão público, judicial e de notas Joam Manoel Cortes;
          escrivão do juízo de paz e tabelião Camillo Justiniano Ruas;
          escrivão e tabelião José Domingues do Couto;
          juiz de paz capitão de cavalaria miliciana Manoel Cavalheiro Leitão;
          juiz ordinário Francisco Borges do Amaral e Castro;
          juiz ordinário Nicoláo José de Liz e Abreu;
          juiz ordinário alferes Joaquim Antonio de Morais;
          juiz presidente Francisco de Paiva Muniz;
          procurador Miguel Antonio de Almeida.

          Localidades relevantes:
          Campos do Pandeiro;
          Campos do Pinheiro Seco;
          bairro de Pelotinhas;
          vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
          cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina)
          comarca da cidade de Desterro;
          comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Compõem o processo:
          avaliação;
          contas;
          denúncias;
          embargos;
          libelos;
          mandados de intimação;
          petições;
          requerimentos de audiência;
          sentenças;
          termo de composição;
          termo de declaração;
          termo de juramento de louvadores;
          testemunhos;
          traslado de petição;
          traslado de vistoria.

          Variações de nome:
          Maria de São Boaventura;
          alcaide Domiciano José de Souza;
          escrivão João Manoel Cortes.