Desterro

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        Desterro

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          BR SC TJSC TRRJ-24629 · Processo · 1827
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Processo crime na freguesia de São José, à época comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Partes do processo: Custódio Gonçalves de Saibro (réu); Antônio Gonçalves de Saibro (réu); João (escravo e réu); Anastácio Índio (vítima).

          Escravizados: Maria Rita (parda); João (mulato).

          Resumo: Foi realizada uma devassa na localidade de Passo Vinte, da freguesia de São José para apurar o assassinato de um homem indígena chamado Anastácio. Segundo o depoimento de várias testemunhas, o corpo da vítima foi encontrado enterrado em um pântano próximo à sua residência. De acordo com perícia a vítima foi espancada com pau até sua morte.
          As testemunhas apontaram como responsáveis pelo crime os réus Custódio Gonçalves de Saibro, Antônio Gonçalves de Saibro e João, um escravizado. O motivo do crime, de acordo com os relatos, teria sido uma dívida em dinheiro entre os envolvidos.
          Consta ainda que a escravizada Rita Maria, havia fugido de sua senhora e estava acompanhado de um escravizado mulato chamado João. Ambos teriam participado do crime.
          O juiz ouviu diversas testemunhas, que relataram a mesma versão dos fatos. Apesar disso, o processo não foi concluído, embora as custas judiciais tenham sido devidamente pagas.

          Compõem o processo: depoimentos de testemunhas; custas de selo.

          Partes do processo: alcaide José de Souza Freitas; escrivão Antônio Lopes da Silva; juiz Floriano Eloy de Medeiros.

          Localidades relevantes: Passa Vinte; freguesia de São José; comarca da ilha de Santa Catarina

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-82235 · Processo · 1873
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Sumário de Culpa na cidade de Desterro, à época comarca da Capital, província de Santa Catarina.

          Partes do processo: Antônio Antunes de Menezes (réu); escravizado Antônio (autor); Anna Bernardina Nunes (autora).

          Resumo: O delegado da freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa acusou Antônio Antunes de Menezes por tentativa de homicídio, ocorrido na região do Rio Tavares.
          Segundo os depoimentos colhidos — da vítima, do réu, de testemunhas e o exame de corpo de delito — o delegado concluiu que Antônio iniciou uma briga com Anna Bernardina, quebrando pratos e objetos da casa. Anna fugiu para a casa da irmã e pediu que seu escravizado, o crioulo Antônio, permanecesse no local.
          O réu e o escravizado começaram uma discussão que terminou em agressão com um machado. O escravizado sofreu um corte no pescoço causado por arma cortante.
          Com base nas provas, o delegado encerrou a investigação e indiciou Antônio Antunes de Menezes por tentativa de homicídio.

          Atuaram no processo: delegado Jose Luciano Ferreira; escrivão Leonardo Jorge de Campos; juiz José Delfino dos Santos; oficial de justiça José Antônio Pacheco; perito João Teixeira de Oliveira; perito João Pires de Bitencourt; promotor público José Antônio de Lanca Marques.

          Localidades relevantes: Rio Tavares; freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa; cidade de Desterro.

          Compõem o processo: auto de corpo de delito; depoimento de testemunhas.

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-58247 · 1829
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de Devassa realizado na vila de São José, à época sob a Comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Partes do Processo:
          Sebastião José d'Almeida (réu);
          Francisco Pedro da Silva (autor).

          Resumo:
          O juiz Manoel Moreira de Souza Meirelles ordenou a abertura de um processo de Autos de Devassa contra o réu Sebastião José d'Almeida, ele foi acusado de resistir fisicamente, ofender e agredir o meirinho Francisco Pedro da Silva durante uma diligência de autuação. O autor foi agredido com um rebenque de cavalo (chicote).

          Atuaram no processo:
          juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
          juiz de paz Silvestre José dos Passos;
          escrivão Luiz Ferreira do Nascimento e Mello;
          escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
          vigário Bernardo da Cunha Brochado;

          Localidades relevantes:
          Freguesia de Capoeiras;
          Vila de São José;
          Cidade de Desterro
          Ilha de Santa Catarina

          Compõem o processo:
          Inquirição de testemunhas;
          Corpo de delito;
          Conclusão.

          BR SC TJSC TRRJ-10870544 · Processo · 1831
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de libelo de justificativa realizado em Desterro.

          Partes:
          Manoel Antônio de Souza (autor);
          Antônio José Coelho (réu).

          Resumo:
          Processo relata replica de autos de libelo do autor Manoel Antônio de Souza em justificativa aos autos ditos anteriormente pelo réu Antônio José Coelho, que tinha a responsabilidade de tutor do menor de 12 anos e negligenciou os cuidados por viagem e embarcação. Ainda há discurso de replica sobre abrir mão de terra destinada ao tutelado por herança de sua falecida mãe. O juiz Manoel Moreira de Souza permite ao réu autos de tréplica sobre as terras.

          Atuaram no processo:
          advogado/procurador Manoel da Silva e Souza;
          escrivão Joaquim Francisco d'Assis Passos;
          juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
          meirinho Silvério de Jesus maria;
          solicitador Manoel Antônio da Costa.

          Localidades relevantes:
          Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

          Untitled
          Queixa de André Gois
          BR SC TJSC TRRJ-30889 · Processo · 1853
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Auto de queixa realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          André Gois (queixoso);
          Jose Mariano (réu).

          Resumo:
          Neste processo, o autor Andre Gois moveu uma queixa contra o réu Jose Mariano, com uma acusação de furto.

          O queixoso afirmou que, em sua viagem para a capital da província, acompanhado por uma tropa de cargueiros, precisou de suas chaves para abrir uma canastra e tirar dinheiro para pagar sua passagem; porém não as encontrou em seu bolso. Ao chegar em casa, abriu o cofre à força e deu falta de uma meia repleta de patacões (moedas de 960 réis), percebendo então que algum dos cargueiros havia roubado sua chave e retirado seu dinheiro. Nesse momento, um patrício do suplicante afirma ter avistado o réu tomar distância das tropas para colher milho e que, quando voltou, estava com uma meia escondida.

          O processo contou com testemunhas, que afirmaram que o réu havia tentado esconder o objeto roubado com palhas de milho em seu redor, mas que avistaram as moedas quando os milhos caíram no chão. O réu foi preso na cadeia pública de Lages e, em interrogatório, negou todas as acusações. O suplicante, juntamente ao seu procurador, disse que como a queixa já havia se provado, estava satisfeito com os dias de prisão que o réu estava cumprindo. Com isso, o autor assinou o termo de desistência da queixa.

          Ao final do processo, o juiz julgou por sentença a desistência. A causa foi encerrada com solicitação do alvará de soltura a favor do réu, e o queixoso foi condenado a pagar as custas da ação.

          Localidades relevantes:
          Matto dos Índios;
          Rio de Canoas;
          cadeia pública da vila de Lages;
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          auto de qualificação;
          auto de testemunhas;
          contas;
          correição;
          interrogatório;
          petição;
          procuração;
          sentença;
          termo de desistência;
          termo de juramento ao queixoso.

          Atuaram no processo:
          delegado de polícia Lourenço Dias Baptista;
          escrivão de órfãos e tabelião Generoso Pereira dos Anjos Junior;
          juiz de direito Guilherme Ricken;
          procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          promotor público Frederico Xavier de Souza;
          signatário Antonio da Silva Furtado;
          signatário Domingos Leite.

          Variação de nome:
          Jose de tal.

          BR SC TJSC TRRJ-24639 · Processo · 1813
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Traslado de autos de denúncia realizados na vila de Desterro.

          Partes do processo:
          alferes Miguel José da Costa (denunciante);
          alferes Demétrio da Silva Maiato (denunciado).

          Resumo:
          Miguel denunciou Demétrio por tê-lo ameaçado com uma faca de ponta. Na ocasião, Miguel trafegava com um veículo por uma via pública próxima à propriedade de Demétrio, que impediu sua passagem. O processo não consta como encerrado. Há dois traslados com a mesma denúncia.

          Atuaram no processo:
          escrivão Marianno Antonio Correia Borges;
          desembargador juiz de fora Francisco Lourenço de Almeida.

          Localidades relevantes:
          Freguesia do Ribeirão;
          Guarda do Embaú.

          Compõem o processo:
          Denúncia;
          Testemunhas;
          Autuação.

          Variações de nome:
          localidade Guarda do Rio Embaú;
          juiz Francisco Lourenço d'Almeida.

          Untitled
          BR SC TJSC TRRJ-53659 · Processo · 1860-1861
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Crime de responsabilidade autuado na cidade de Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          João José Andrade Pinto (autor);
          Gaspar Xavier Neves (réu).

          Resumo:
          Neste documento, foi autuado um processo crime de responsabilidade contra o ex-coletor tenente–general Gaspar Xavier Neves.

          Sem capa e incompleto, o documento se inicia nos artigos de suspeição, onde o réu justifica a incompatibilidade do juiz com o julgamento da causa. A saber, Gaspar Xavier Neves busca recusar o juiz de direito João José de Andrade Pinto, declarando-o suspeito.

          Nos artigos em que se descrevem os motivos da suspeição, consta que o juiz foi amigo íntimo do recusante: suas famílias eram próximas, viajavam juntos para Lages, e “mutuamente se correspondiam na mais proverbial inteligência”. Porém, Gaspar era também amigo do juiz municipal e de órfãos Francisco José de Souza Lopes; e tendo Francisco chegado à cidade, João José tornou-se inimigo dele, e tentou (sem sucesso) minar a amizade entre Francisco e Gaspar.

          Depois disso, João José declarou-se inimigo de Gaspar, “protestando que lhe havia de fazer todo o mal que pudesse”. Francisco José convidou Gaspar e João José, por meio de um anúncio em jornal, para se reunirem em sua casa a fim de apaziguar as tensões. Contudo, segundo os artigos de suspeição, João José havia atacado a reputação de Gaspar, falando mal dele para amigos. Por isso, Gaspar não quis comparecer ao evento, pois não queria mais nutrir uma amizade com João José.

          Em razão desses motivos, o recusante procurou afastar o juiz de direito João José de Andrade Pinto do julgamento. Foi pedida a nomeação de um outro juiz em seu lugar.

          Depois dos artigos, constam 13 documentos, dentre eles várias cartas escritas por João José de Andrade Pinto a Gaspar Xavier Neves. Na primeira carta (documento 1), datada de 24 de agosto de 1855, o remetente comenta sobre uma vaca que havia emprestado de Gaspar, além de cobrar-lhe celeridade nos preparativos para uma obra na Casa da Câmara de Laguna; além disso, também demanda pressa na emissão de uma nota de preços de “madeiras”; lastimando que, por conta de não ter a nota, não conseguiu comprar duas embarcações (“vapores”) para o Rio de Janeiro.

          A partir da segunda carta (documento 2), o remetente reclama do meio de condução que recebeu do capitão José Marcelino, a fim de viajar para Lages para atender a uma convocação ao júri, marcado para o dia 15 de dezembro de 1856. João José Andrade Pinto lamenta que recebeu dele apenas “dois rapazinhos e dois animais”, insuficientes para lhe providenciar uma viagem rápida e confortável à Lages; ficaria dependente do ritmo mais lento dos tropeiros. Nesta carta, reclamou do transtorno e solicitou que Gaspar tomasse alguma providência.

          Nos documentos seguintes, o autor continua a efetuar pedidos de assistência e urgência no atendimento de suas solicitações. Em uma das cartas (documento 9), João José de Andrade Pinto menciona estar acompanhado de um homem escravizado, de nome Chico, designado como “crioulo”.

          Após os 13 documentos, constam páginas da edição nº 486 do jornal O Argos, de 22 de agosto de 1859 (páginas 58 a 59), em que há uma coluna com críticas ao juiz João José Andrade Pinto. O texto expõe que João José demonstrava atitude antipatriótica, nomeando o português João Climaco Zuzarte para o cargo de promotor. A coluna expõe Zuzarte como manchado pela infâmia de desertor, como que tendo fugido de um vapor de guerra; além de acusá-lo de ser um “adulador, e de baixa condição”. O texto continua, atacando a reputação de João José Andrade Pinto, dizendo que ele “[...] nunca habitou sua comarca, apresenta-se no júri de chapéu de pele de lontra, repreende quando lhe parece sem se merecer, e não trata os cidadãos como deve um juiz formado”. O texto, de teor altamente crítico e provocativo, pretendeu ainda dirigir um abaixo assinado popular para remover o juiz daquela comarca.

          Noutro texto do mesmo jornal, destacado, encontra-se um relato elogioso ao encontro idealizado por Francisco José de Souza Lopes, com o intuito de amenizar a tensão entre Gaspar Xavier Neves e João José de Andrade Pinto (páginas 61-62). O encontro teve diversos participantes ilustres da cidade: o tenente-coronel Luiz Ferreira do Nascimento e Mello; o cirurgião-mor e delegado de polícia Frederico Affonso de Barros; o capitão Francisco Antonio Caetano; o presidente da câmara Joaquim Lourenço de Souza Medeiros; o vigário Macario Cesar d’Alexandria e Souza; o escrivão David do Amaral e Silva; o escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara; o juiz de paz Joaquim Xavier Neves Júnior; o advogado Manoel de Freitas Sampaio; o advogado “Nunes”; o tenente Frederico Xavier de Souza; o tenente Manoel Antonio de Mello; o cidadão Joaquim Francisco d’Assis e Passos; e o capitão Constancio José da Silva Pessôa; além dos próprios Francisco José de Souza Lopes e Gaspar Xavier Neves. João José de Andrade Pinto, porém, não estava presente.

          O jornal também contém um anúncio (página 60), onde pretende-se vender um homem escravizado, marinheiro, de 22 anos de idade, na rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, em Florianópolis).

          Em seguida às páginas do jornal, e terminada a apresentação dos documentos, Gaspar Xavier Neves informa ao juiz da causa, ainda na pessoa de João José Andrade Pinto, que pelo fato de nenhum advogado aceitar representá-lo em seus artigos de suspeição, deseja receber licença para nomear um procurador por conta própria. O advogado Manoel de Freitas Sampaio recusou representá-lo por ser seu inimigo político; e o advogado João Francisco de Souza não explicitou seu motivo de recusa.

          O juiz João José Andrade Pinto escreveu, na sequência, uma longa resposta, onde recusou a suspeição por ter considerado os motivos completamente insuficientes (páginas 71 a 80). Além de as cartas não expressarem ódio ou inimizade, alegou que o recusante, Gaspar Xavier Neves, faltava com verdade quando dizia que era amigo íntimo do juiz.

          Para fundamentar seu argumento, o juiz evidencia uma contradição: em um dos documentos da suspeição, no jornal, foi dito que o juiz jamais habitou a comarca onde atuava. Logo, sua amizade com Gaspar Xavier Neves não seria possível, especialmente um vínculo íntimo. João José Andrade Pinto diz: “E como poderia haver essa amizade íntima com o recusante, e outros nas mesmas circunstâncias dele, e outros que me tenham merecido mais afeição e com quem tenho havido mais contato, se sou para todos inteiramente estranho e diferente em interesses, aspirações, hábitos e prevenções; se não tenho convivência de intimidade com pessoa alguma do lugar, e se todos me conhecem e tratam só como juiz?”.

          Além da contradição, o juiz aponta uma outra inconsistência: nas cartas, o tom é formal. O estilo da escrita não contém cumprimentos de estima ou amizade profundas, restringindo-se a saudações e cortesias sociais. Dessa forma, revela que não havia intimidade entre ambos. Outro fato coincidente é o de que, na data da primeira carta, 24 de agosto de 1855, o juiz João José Andrade Pinto havia chegado há pouco tempo na província de Santa Catarina, sem conhecer ninguém nela. Por isso, não tinha como ser amigo próximo ou de longa data do recusante.

          Por fim, o juiz assegura sua plena imparcialidade, tanto por não nutrir amizade ou inimizade com Gaspar Xavier Neves como, também, por não ter laços sociais ou de parentesco com as testemunhas do processo. Ele afirma que entende de onde pode ter surgido a indisposição de Gaspar, por conta da atitude esquiva do juiz de participar de eventos sociais ou comparecer em ocasiões em que o recusante estivesse presente — a fim de evitar aproximações alheias ao processo, causando parcialidade. Logo, os artigos de Gaspar foram considerados como insuficientes para indicar quaisquer suspeições, portanto de nulo efeito.

          Por fim, o processo termina com um comunicado do juiz municipal Luiz Ferreira do Nascimento e Mello. Nele, ele afirma que, enquanto não for convocado pelos meios competentes para proceder ao tribunal do júri, nada tinha a oficiar no processo (página 84). Ordenou, assim, que os autos retornassem ao cartório.

          Atuaram no processo:
          advogado João Francisco de Souza;
          advogado Manoel de Freitas Sampaio;
          coletor Moyses Lopes Gondim;
          escrivão Marcolino do Nascimento Ramos;
          escrivão interino Leonardo Jorge de Campos;
          juiz de direito João José de Andrade Pinto;
          juiz municipal primeiro suplente tenente-coronel Luiz Ferreira do Nascimento e Mello.

          Localidades relevantes:
          Bom Retiro;
          Colônia dos Bugres;
          Morro Chato;
          Praia de Fora;
          freguesia de Cubatão;
          cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          cidade de Laguna (atual município em Santa Catarina);
          cidade de São José (atual município em Santa Catarina);
          rio Trombudo;
          comarca da capital.

          Compõem o processo:
          artigos de suspeição;
          cartas;
          jornal O Argos;
          recibos;
          resposta do juiz;
          termo de responsabilidade.

          BR SC TJSC TRRJ-46585 · Processo · 1825
          Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Notificação realizada em Desterro, na época sob a comarca da Ilha de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Luiza Anania da Natividade (suplicante);
          Francisco da Costa Porto (suplicado).

          Resumo:
          Nesta ação de notificação para exibição de uma procuração, a suplicante Luiza Anania da Natividade requereu que o suplicado, o alferes Francisco da Costa Porto, exibisse uma determinada procuração em audiência pública, dentro do prazo de vinte e quatro horas, sob pena de revelia. A procuração exigida foi apresentada. O processo acabou de modo inconclusivo, com um termo de substabelecimento de novos procuradores.

          Localidades relevantes:
          cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
          cidade do Rio de Janeiro.

          Compõem o processo:
          petição;
          procuração;
          termo de substabelecimento.

          Atuaram no processo:
          advogado Manoel da Silva e Souza;
          advogado e procurador capitão Francisco José Rebello;
          alcaide José de Souza Freitas;
          escrivão Antonio Lopes da Silva;
          escrivão Joaquim José de Souza Medeiros;
          juiz Antonio Pereira Barretto Pedrozo;
          porteiro Manoel José de Lima;
          procurador Domingos José da Silva;
          procurador Floriano José Villela.

          Variação de nome:
          Antonio Pereira Barreto Pedrozo.