Desterro

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        Desterro

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          Pecúlio de Manoel Antônio Victorino Menezes
          BR SC TJSC TRPOA-20445 · Processo · 1884
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          Manoel Antônio Victorino Menezes (proprietário);
          Bárbara (escrava).

          Pecúlio para compra de carta de liberdade no valor de 100$000 (cem mil réis); alforria; escravidão, Bárbara; Desterro; recibo da “thesousaria” em bom estado, para exposição na folha digital n. 7.

          Antônio Thomé da Silva, escrivão;
          Estevão José de Siqueira, chefe de polícia;
          Felisberto Elysio Bezerra Montenegro, juiz;
          José Cidade, secretário de polícia.

          Tribunal da Relação de Porto Alegre
          Pecúlio de Manoel Francisco da Silva Arêas
          BR SC TJSC TRPOA-20448 · Processo · 1884
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          Manoel Francisco da Silva Arêas (proprietário);
          Maria Dos Passos Graça (proprietária);
          “Processo” (escravo pardo).

          Pecúlio para compra de carta de liberdade no valor de 150$000 (cento e cinquenta mil réis); alforria; escravidão; Desterro; quantia em dinheiro levantada pela Sociedade Carnavalesca Diabo a Quatro, a fim de libertar o escravizado de nome Processo; Portugal.

          Alfredo José da Luz, assina petição inicial;
          Antônio Francisco da Silva Arêas, procurador;
          Felisberto Elysio Bezerra Montenegro, juiz;
          João de Miranda Santos, escrivão;
          José de Souza Freitas, tesoureiro;
          Leonardo Jorge de Campos, tabelião;
          Miguel Victor Cardoso da Costa, contador.

          Tribunal da Relação de Porto Alegre
          Penhora de João Bernardo de Souza
          BR SC TJSC TRRJ-20894 · Processo · 1859
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Penhora realizada na cidade do Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          João Bernardo de Souza (exequente)
          Antonio Francisco Vianna (executado)

          Resumo:
          Neste processo, o exequente João Bernardo de Souza moveu um auto de penhora contra o executado, Antonio Francisco.

          O executado era inquilino em uma casa, que era de propriedade do exequente; lá, Antonio residia com sua família (sua mãe e seus irmãos). A residência era situada na rua da Palma, a atual rua Álvaro de Carvalho (em outra ocasião, porém, chama-se de rua da Paz, atualmente a rua Jerônimo Coelho). Porém, tendo atrasado um mês e mais dias de um segundo mês de aluguel, totalizando 7600 réis, João Bernardo decidiu processá-lo. Em sua petição, o exequente quis não somente penhorar os bens de Antonio, exigindo também que ele fosse despejado de sua propriedade.

          Em seguida, o juiz expediu mandado para penhora, que foi cumprido por dois oficiais de justiça. Dentre os bens da casa penhorados, constavam: louças, móveis, uma imagem religiosa de São João, e um animal. Os bens foram confiscados e confiados ao depositário. Além da penhora de seus bens, Antonio foi intimado para, dentro de 24 horas, sair da casa em que era inquilino.

          Antonio Francisco Vianna reage por meio de uma nova petição. Nela, o executado diz que sempre efetuou todos os pagamentos adequadamente, e que nunca deu motivos para ser despejado. Ele peticionou por um embargo ao despejo movido por João Bernardo de Souza, alegando ter sido injustamente intimado e penhorado. Para representá-lo, Antonio acionou um advogado.

          Depois disso, João Bernardo de Souza resolveu pedir a desistência de sua execução de penhora. O executado foi autorizado a continuar na casa onde era inquilino, até encontrar outra para morar; e o exequente comprometeu-se a arcar com as custas do processo. Foi feito, por fim, o levantamento da penhora, restituindo-se os bens ao executado.

          Atuaram no processo:
          advogado Eleuterio Francisco de Souza;
          depositário Joze da Lapa Souza Coentro;
          escrivão Vidal Pedro Moraes;
          juiz municipal suplente comendador Francisco Duarte Silva;
          oficial de justiça Anfiloquio Antonio Pacheco
          oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus.

          Localidades Relevantes:
          rua da Palma (atual rua Álvaro de Carvalho, Florianópolis, Santa Catarina);
          rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, Florianópolis, Santa Catarina);
          cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          comarca da capital.

          Compõem o processo:
          auto de penhora;
          auto de levantamento de penhora.
          embargo;
          mandado de intimação.

          Petição de Arrecadação dos bens de Serafim Fernandes
          BR SC TJSC TRRJ-24811 · Processo · 1847-1853
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Petição de Arrecadação realizada na Capital, na época conhecida como cidade de Desterro.

          Partes do processo:
          Serafim Fernandez (suplicante);
          Candido Gonçalves d’Oliveira (suplicado).

          Resumo: Petição para arrecadação de bens do ausente/falecido Serafim Fernandez, nele contendo uma morada de casas e uma pessoa escravizada de nome Joaquina, descrita como Africana. Bens esses administrados por seu procurador, Domingos José Alves. O intento por trás da arrecadação do valor da escravizada seria para repassar o valor para a fazenda nacional. É feita a avaliação e a preparação para a arrecadação da escravizada, porém com o procurador suplicante assinando um termo de desistência, sendo posteriormente mencionada uma menor recém-nascida não nomeada, a qual é descrita como ""parda"".

          Atuaram no processo:
          escrivão dos órfãos Jozé Honorio de Souza Medeiros;
          tabelião Francisco de Paula Lacé;
          tabelião João Antonio Lopes Gondim;
          signatário João Alberto Pinto;
          solicitador dos feitos da fazenda nacional Candido Gonçalves d'Oliveira;
          procurador Domingos José Alves;
          procurador Eleutherio Francisco de Souza;
          procurador João de Araujo Boeno;
          procurador fiscal Polidoro d’Amaral e Silva;
          curador dos órfãos e ausentes João Silveira de Souza;
          avaliador Tristão José Moreira;
          avaliador João Maria Sallazar;
          avaliador Joaquim Alvares da Silva;
          avaliador Antonio Luis Cabral;
          avaliador José Porfirio Machado de Araujo;
          juiz municipal Sérgio Lopes Falcão;
          juiz municipal e de órfãos suplente comendador Agostinho Leitão de Almeida;
          juiz doutor Jozé Feliciano de Proenssa.

          Localidades relevantes:
          rua de Iguape
          beco de Iguape;
          Rio Grande do Sul;
          capital do Porto;
          Pernambuco;
          Montevidéo.

          Compõe o processo:
          Petição;
          Procuração;
          Audiencia;
          Louvação aos avaliadores;
          Juramentos aos avaliadores;
          Avaliação de bens;
          Pagamento de fiança;
          Atestado de falsidade na procuração;
          Termo de desistenia;
          Conclusão.

          Petição de Maria José de Souza
          BR SC TJSC TRPOA-20453 · Processo · 1884
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:

          Anna Bernardina da Silva Ponção (requerente);
          Constança Maria da Silva (requerente);
          Francisco José da Costa (requerente);
          Francisco Bernardino de Souza (requerente);
          Ignes Maria Paição Costa (requerente);
          João Evangelista da Silva (requerente);
          Justina Cândida da Costa (requerente);
          Maria José de Souza (requerente);
          Rita Luiza de Cássia da Silva Ponção (finada).
          Virgilio José de Souza (requerente).

          Desterro; herança de terrenos e de casa, esta na Rua do Brigadeiro Bitancurt; imposto sobre a décima parte; alguns dos herdeiros desistem da ação.

          Variação de nome da finada: “Rita de Cassia Luiza da Silva Prição”.

          Felisberto Montenegro, juiz;
          Jorge de Campos, escrivão;
          Joaquim Ignácio A. Furtado, curador geral;
          Joaquim Tavares da Costa Miranda, juiz;
          Leonardo Jorge de Campos
          Sérgio Nolasco de Oliveira, procurador fiscal.

          Tribunal da Relação de Porto Alegre
          Petição de Thomaz do Amaral Camargo
          BR SC TJSC TRRJ-79786 · Processo · 1830
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Petição realizada em Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

          São partes neste processo:

          • Thomaz do Amaral Camargo (suplicante);
          • Antônio Manoel de Oliveira (suplicado).

          Resumo:

          • Neste processo, o suplicante, o alferes Thomaz do Amaral Camargo, morador da vila de Itu, iniciou uma ação para resolver uma querela que tinha com o suplicado Antônio Manoel de Oliveira, também conhecido pelo apelido de Moço Velho, morador na freguesia de Ponta Grossa. O suplicante comprou, com pagamento adiantado, 92 éguas, 8 cavalos e 3 burros do suplicado, mas este ocultou uma parte dos animais e entregou-lhe menos do que o que o combinado. Após procurar meios amigáveis de solucionar o acontecido com, mas sem êxito, o suplicante decidiu vir à justiça.
          • Durante a expedição de mandados de averiguação, foi alegado que o Antônio Manoel de Oliveira era um criminoso reincidente na comarca de Paranaguá e Curitiba. Foi designada a apreensão de bens do suplicado, a fim de sanar os prejuízos causados ao suplicante. Dentre os itens apreendidos, constam utensílios domésticos, ferramentas, vestimentas mobília, e um escravizado de nome Antônio.

          Localidades que aparecem no processo:

          • Freguesia de Ponta Grossa (atual cidade de Ponta Grossa, Paraná);
          • Vila de Itu (atual cidade de Itu, São Paulo);
          • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
          • Vila Nova do Príncipe de Santo Antônio da Lapa (atual cidade de Lapa, Paraná);
          • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
          • Comarca de Paranaguá e Curitiba.

          Agentes que atuaram neste processo:

          • Corregedor Joaquim José Henriques;
          • Desembargador Joaquim Teixeira Peixoto;
          • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
          • Escrivão Francisco de Paulla Neri;
          • Escrivão Francisco Vidrio de Almeida;
          • Escrivão José Antônio Ferreira;
          • Escrivão Jozé de Souza Araújo Guimarães;
          • Inspetor Jacinto Jozé do Nascimento;
          • Juiz Manoel de Affonso Viana;
          • Juiz Manoel Antônio da Cunha;
          • Juiz Manoel Carvalho Silva;
          • Juiz Laureano José de Ramos;
          • Juiz Nicoláo Jozé de Liz Abreu;
          • Juiz/alferes Joaquim Antônio de Morais;
          • Juiz/capitão Manoel Cavalheiro Leitão;
          • Juiz/capitão-mor Joaquim Ribeiro do Amaral;
          • Oficial de quarteirão Ignácio Nunes;
          • Oficial de justiça Caciano Jozé Ferreira;
          • Tabelião José Reginaldo de Lima.

          Variação de nome:

          • Cassiano Jozé Ferreira;
          • Manoel Antônio de Oliveira;
          • Nicolau Jozé de Liz Abreu.
          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Petição de tutela de Joaquim Fernandes Capella
          BR SC TJSC TRRJ-22603 · Processo · 1853-1854
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Petição para nomear tutor realizada na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

          Partes:
          Joaquim Fernandes Capella (inventariante; testamenteiro; suplicante);
          Rita Joaquina de Jezus (inventariada; testadora; falecida);
          Fermina Maria Rita de Jezus (menor; tutelada).

          Resumo:
          Neste processo, Joaquim Fernandes Capella compareceu no juízo municipal de órfãos em virtude do falecimento de Ritta de Jezus, ex-escravizada liberta, descrita como “preta”. Rita faleceu no dia 24 de maio de 1853.

          Durante o leito de morte de Rita, a qual se encontrava em delicado estado de saúde, Joaquim realizava o seu testamento. Porém, devido à demora do escrivão em realizar os procedimentos, Rita faleceu antes da conclusão do testamento. Rita deixou dois filhos, de nomes Chrispim (escravizado por Joaquim) e Fermina, livre, tendo entre 7 e 8 anos de idade, descrita como “crioula”; estes foram designados por Ritta como seus legítimos herdeiros.

          No testamento de Rita, constava também uma escravizada de nome Simôa, descrita como “velha”; além de “[...] insignificantes trastes e roupas que de nada servem e de que ninguém se pode utilizar, por causa da moléstia que padecia e de que morreu [Ritta]” (página 3 da digitalização).

          Sobraram, também, dívidas pendentes no nome da falecida: Ritta devia 100.000 réis (1000$000) ao credor Pedro Kiefer, tinha pendências referentes ao aluguel da casa que habitava, e também devia a um “preto velho” que prestava tratamentos médicos à falecida. Rita vivia na Rua do Vigário, em uma casa locada por Estanisláo Antonio da Conceição. O suplicante, Joaquim, havia pago os valores referentes ao enterro de Rita, ao aluguel e aos honorários do “preto velho”; e fez um acordo com Kiefer, em que Joaquim pagaria a soma total ao longo de 6 meses. O caixão foi providenciado pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário.

          Por conta do falecimento de Rita, Joaquim veio requerer a nomeação de tutor para Fermina; e pediu autorização para alugar a escravizada Simôa. Simôa tinha uma dívida, e através de seus serviços a Joaquim, pagaria o montante.

          Em seguida, consta o testamento de Rita. Nele, ela diz ser africana, natural da Costa da África. Rita também declara professar a fé católica, e declara ser senhora da escravizada Simôa. Após o curto testamento, encontram-se diversos recibos referentes às despesas do velório e dos pagamentos que figuraram no testamento.

          Depois disso, procedeu-se à tutela, e o suplicante Joaquim Fernandes Capella foi nomeado para o cargo. Antes de poder executar a tutela, porém, Joaquim submeteu-se a uma nova avaliação da escravizada Simôa. Os dois avaliadores nomeados para levantar o preço de Simôa julgaram que seu valor configurava 300.000 réis (300$000).

          Adiante, Joaquim apresenta-se como inventariante de Rita; e a fim de realizar os procedimentos do inventário, compareceu em juízo no intuito de arrematar Simôa, a fim de quitar dívidas com o valor de sua arrematação.

          Na sequência, em um ofício datado de 3 de fevereiro de 1854, consta que faleceu Fermina, a única filha livre de Rita. Ela havia sido sepultada em 16 de outubro de 1853, no cemitério público da cidade de Desterro.

          Na sentença, por fim, o juiz sentenciou o suplicante a pagar um ônus referente à herança.

          Atuaram no processo:
          administrador de cemitério público João de Deos Castilho;
          avaliador Antonio Ferreira Cardoso Guimaraens;
          avaliador Jose Porfirio Machado de Araujo;
          curador geral de órfãos Candido Gonçalves d’Oliveira;
          escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
          escrivão eclesiástico João Antonio da Conceição;
          juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
          signatário Antonio Schneider;
          signatário José Marcellino da Silva;

          Localidades relevantes:
          rua do Vigário (atual rua Fernando Machado, Florianópolis, Santa Catarina);
          cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          primeira comarca da província de Santa Catarina.

          Compõem o processo:
          certidão de óbito de Fermina Maria Rita de Jezus;
          petição;
          recibos;
          sentença;
          termo de avaliação;
          termo de louvação de avaliadores;
          termo de juramento de curador;
          termo de juramento de tutor;
          testamento.

          Variação de nome:
          Joaquim Francisco Capela (testamenteiro; suplicante);
          Ritta Joaquina de Jezus (testadora; falecida).

          BR SC TJSC TRRJ-22595 · Processo · 1853 - 1856
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Petição para arrecadação realizada na cidade do Desterro, na época sob a primeira comarca da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Antonio de Souza Lobo (falecido);
          Caetano de Araújo Figueiredo Mendonça Furtado (suplicante).

          Herdeiros colaterais:
          Amistalda Bernardina de Souza Lobo;
          Anna Bernardina de Souza Lobo;
          João de Sousa Lobo;
          Severina Bernardina do Sacramento Lobo.

          Resumo:
          Este processo se inicia com uma petição realizada pelo curador das heranças Caetano de Araújo Figueiredo Mendonça Furtado, requerendo a arrecadação dos bens do falecido Antonio de Sousa Lobo, pelo fato do finado ter deixado apenas uma filha, que estaria ausente. Porém, esse pedido é considerado ilegal pelo procurador fiscal, já que o finado possuía irmãos e outros herdeiros colaterais residentes em Santa Catarina; além disso, a herdeira citada pelo suplicado é descrita como “suposta filha natural”.

          Com isso, os herdeiros colaterais do falecido acusam o suplicado de se apropriar dos bens deixados, solicitando a abertura de embargo e a suspensão da arrecadação. O sobrinho do finado, João Evangelista de Sousa Lobo, é nomeado como curador e ficou responsável pelas questões administrativas; ao decorrer do processo, o nomeado pede reembolso por algumas despesas, como o valor gasto no funeral.

          Dentre os bens em questão, destacam-se quantias em dinheiro, louças, acessórios de prata e ouro, letras de créditos e uma morada de casas. Ao decorrer do processo, Caetano continua a alegar que parte desses bens lhe pertence, pois seria responsável pela filha do finado, moradora na cidade de Caravelas, Bahia.

          O juiz determina que o patrimônio passasse por um processo de arrematação, apreendido da herança dos defuntos e ausentes, para pagamento das custas, despesas e porcentagem. O valor líquido foi colocado nos cofres da tesouraria, e o suplicante continuou no cargo de curador da herança, nomeando um fiador. Após isso, o processo é concluído com a anexação de comprovantes de dívidas que o finado havia deixado.

          Atuaram no processo:
          curador de heranças João Evangelista de Sousa Lobo;
          escrivão de órfãos José Honório de Sousa Medeiros;
          fiador José Profiro Machado de Araujo;
          juiz municipal e de órfãos Sergio Lopes Falcão;
          pregoeiro dos auditórios Lucas Rodrigues de Jesus;
          procurador fiscal da tesouraria advogado Polidoro d’Amaral e Silva.

          Localidades relevantes:
          cidade de Caravelas;
          cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          primeira comarca;
          província da Bahia (atual estado da Bahia);
          Rio de Janeiro;
          rua Augusta (atual rua João Pinto, Florianópolis);
          rua da Pedreira (atual rua Victor Meirelles, Florianópolis).

          Compõem o processo:
          auto de arrecadação;
          contas;
          petições;
          recibos;
          requerimentos;
          sentenças;
          termo de responsabilidade.

          Variação de nome:
          Amistalda Bernardina de Souza Loubo;
          Anna Bernardina de Souza Loubo;
          fiador José Porfírio Machado de Araujo;
          João de Sousa Loubo;
          Severina Bernardina do Sacramento Loubo.