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          Inventário de Maria Ignacia de Jesus
          BR SC TJSC TRRJ-62673 · Processo · 1848
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na villa de São José, na época sob a Comarca do Sul.

          Partes do Processo:
          Maria Ignacia de Jesus (inventariada);
          José Antonio da Silveira (inventariante).

          Herdeiro:
          Adrianno Luiz da Silveira;
          Antonio José da Silveira;
          Manoel Miz da Silveira;
          Candido José da Silveira;
          Joaquim Francisco dos Passos.

          Resumo: São feitos os autos de inventário da falecida Maria Ignacia de Jesus, por pedido de seu viúvo José Antonio da Silveira. O processo se encontra incompleto, iniciando a partir da partilha e pagamento referente aos bens, entre os quais incluía: quantia de dinheiro, prata, cobre, mobília, canoa de figueira, carro, casa, engenho de farinha, terras e animais. As terras estavam localizadas em um lugar chamado Campos d’Araçatuba e também havia outras que faziam fundo com o Ribeirão. O inventário também cita entre os bens duas pessoas escravizadas, de nomes Matheus e João, ambos descritos como de Nação (Africanos).

          Atuaram no processo:
          escrivão Francisco Xavier de Oliveira Camara;
          curador de orfãos Manoel de Freitas Sampaio;
          partidor Duarte Vieira da Cunha;
          partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
          juiz de orfãos Domingos José da Costa Sobrinho;
          juiz dos órfãos suplente João Francisco de Souza.

          Localidades relevantes:
          Vila de São José;
          Comarca do Sul;
          Campos d'Araçatuba;
          Ribeirão.

          Compõem o processo:
          Juramento aos Partidores;
          Partilha dos bens;
          Pagamento de Herdeiros;
          Prestação de contas.

          Inventário de Maria Ignacia de Jesus
          BR SC TJSC TRRJ-60810 · Processo
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          José Antonio da Silveira (inventariante);
          Maria Ignacia de Jesus (inventariada).

          Herdeiros:
          Anna (menor);
          Antonio José da Silveira;
          Caitana Bernardina da Conceição;
          Camillo José da Silveira;
          Firmino José da Silveira (menor);
          Florentina Roza;
          Luiza Eufrasia de Jesus;
          Joaquina.

          Resumo:
          Inventário realizado pelo viúvo e cabeça de casal José Antônio da Silveira, em virtude do falecimento de sua esposa Maria Ignacia de Jesus. Constam, como legítimos herdeiros, seus filhos e netos.

          Os bens constam em imóveis como uma casa e um paiol, um engenho de farinha, partes de um armazém, e terras situadas nas localidades de Albardão e Ribeirão, no campo de Araçatuba; e móveis constituídos de um veículo descrito como um "carro", mobília, bens em prata e cobre, e animais de criação (vacas). Foram, também, listados dois homens escravizados, de nomes João e Matheus (africanos descritos como "de nação").

          O processo termina sem partilha de bens ou sentença.

          Atuaram no processo:
          avaliador Manoel Francisco dos Passos;
          avaliador Manoel Silveira de Matos;
          curador de órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
          escrivão dos órfãos Francisco Xavier d'Oliveira Camara;
          juiz municipal e de órfãos suplente João Francisco de Souza;
          juiz de órfãos suplente Domingos José da Costa Sobrinho;
          signatário Francisco Antônio da Silveira.

          Localidades relevantes:
          Albardão;
          Ribeirão;
          campos de Araçatuba;
          vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          descrição e avaliação dos bens;
          juramento dos avaliadores;
          juramento do curador;
          mandado de intimação aos avaliadores;
          título de herdeiros.

          Variação de nome:
          avaliador Manoel Silveira de Mattos;
          campo d'Araçatuba;
          vila de Sam José.

          Inventário de Maria Ignacia
          BR SC TJSC TRRJ-23556 · Processo · 1838
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário de Maria Ignacia, feito na Comarca do Norte da Província de Santa Catarina, na vila de São Miguel

          Partes do processo:
          Ignacio José de Simas (inventariado)
          Maria Ignacia (inventariante)

          Herdeiros:
          Cypriana Maria de Simas;
          Fortunata Maria de Jesus;
          Ignacia Maria de Simas;
          Thereza Maria de Jesus;
          Joaquina Rosa de Lima;
          Vicente José de Lima;
          Francisco José de Simas;
          Manoel José de Simas

          Resumo: Inventário feito por Maria Ignacia de seu falecido marido Ignacio José de Simas, na vila de São Miguel. Entre os bens listados, estão prata em obra, ferramentas, utensílios, mobília, engenhos de farinha e de cana, casas, animais e 07 escravizados: Gonçalo (Moçambique); Pedro (Congo); José (Crioulo); Manoel (crioulo); Pascoal (crioulo); Maria (crioula); Maria (crioula);

          Agiram neste processo:
          Curador Felisberto Ferreira Borges;
          Escrivão Amancio José Ferreira;
          Juiz José Joaquim Dias;
          Avaliador Celso Coelho de Lemos;
          Avaliador Vicente Francisco Pereira;
          Partidor Alexandre Gonçalves da Luz;
          Partidor Francisco Costa de Araujo;
          Curador Tristão Telles Cortês;
          Testamenteiro João Florencio Jordão
          Juiz Thomé da Rocha Linhares;
          Juiz Antonio Joaquim de Siqueira;
          Juiz Joaquim da Silva Ramalho;
          Coletor Antonio Ignacio Pereira ;
          Escrivão José Joaquim da Costa;

          Localidades:
          vila de São Miguel;
          Freguesia de Santo Antonio de Lisboa;
          Ganchos;
          rio Tijuca Grande;

          Compõem o processo:
          Termo de troca;
          Curadoria dos filhos;
          Justificação;
          Lançamento da Coletoria de Rendas do Município;
          Traslado de testamento;
          Avaliação dos bens;
          Partilha dos bens;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Inventario de Maria Ignacia
          BR SC TJSC TRRJ-77476 · Processo · 1849
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Maria Ignacia (inventariada);
          Joaquim Ferreira de Souza (inventariante e herdeiro).

          Herdeiros:
          Antonio Ferreira da Cunha;
          Antonio José de Farias (co-herdeiro);
          Antonio Rodrigues (co-herdeiro);
          Anna Bernadina (neta);
          Anna Francisca (neta);
          Candida Paula do Espirito Santo (neta);
          Diniciana (neta);
          Emerenciana Francisca (neta);
          Fernando Antonio de Medeiros (co-herdeiro);
          Filicidade Rosa (neta);
          Francisca Maria (neta);
          Francisco Duarte da Silva (co-herdeiro);
          Inocencio Ferreira da Cunha (neto);
          Izabel Francisca (neta);
          José Ferreira da Cunha (neto);
          Manoel Ferreira da Cunha;
          Maria Francisca (neta);
          Maria Madalena de Jesus (neta);
          Mariano Antonio da Silva (neto);
          Martinho Ferreira da Cunha (neto);
          Severino Antonio de Castro;
          Vicente Ferreira (neto).

          Resumo:
          Joaquim Ferreira de Souza abre um processo de inventário após o falecimento de Maria Ignacia. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos. Os traslados de seu testamento e seu codicilo são anexados na ação e, dentre suas últimas declarações, destacam-se: a cobrança por uma dívida proveniente da compra de uma mulher escravizada (não nomeada) designada como crioula, e o pedido para a inclusão de Luis, homem escravizado também descrito como crioulo, na posterior partilha entre os herdeiros — o que foi concedido.

          Ao decorrer do processo, uma carta precatória é enviada ao juízo de órfãos de Desterro para citar os herdeiros ausentes, a fim de comparecerem na partilha. Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, terras situadas entre as regiões da Ponta do Maruhi e da Estrada Pública, ferramentas, mobília e casas. Após avaliados, os bens foram partilhados com igualdade entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requer o pagamento das custas e do selo para o inventariante.

          Atuaram no processo:
          avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
          avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
          curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
          escrivão do juízo de órfãos Francisco Xavier de Oliveira Camara;
          escrivão do juízo de órfãos José Honório de Souza Medeiros;
          juiz Agostinho Leitão de Almeida;
          juiz municipal e de órfãos suplente João Francisco de Souza;
          partidor Duarte Vieira da Cunha;
          partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
          procurador Joaquim Ferreira da Silva;
          signatário Jacob Vieira da Roza;
          tabelião Joaquim Francisco de Assis e Passos.

          Localidades relevantes:
          comarca do sul;
          cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
          Cubatão;
          estrada pública;
          freguesia da Serra;
          ponta de Maruhi;
          província do Rio Grande do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
          vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          auto de partilhas;
          carta precatória;
          contas;
          petições;
          procuração;
          termos de juramento;
          traslado de codicilo;
          traslado de testamento.

          Variação de nome:
          Joaquim Ferreira da Silva (inventariante).

          Inventário de Maria Gertrudes do Rozario
          BR SC TJSC TRRJ-29039 · Processo · 1842-1863
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Inventário realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes:
          Maria Gertrudes do Rozario (inventariada);
          Joaquim Antunes de Oliveira (inventariante).

          Resumo:
          Em razão do falecimento de Maria Gertrudes do Rozario, foi realizado o processo de inventário pelo seu então marido, o viúvo Joaquim Antunes de Oliveira. Eles moravam na localidade Chapada Bonita, em Lages. A falecida possuía móveis e utensílios, bem como animais e uma grande quantidade de gado. Ela possuía quatro pessoas escravizadas: Maria, Manoel, Domingos e Joana. Maria é identificada no processo como uma escravizada "de Nação" (africana). Maria Gertrudes também deixou terras e casas na Chapada Bonita. Dívidas funerárias ficaram pendentes com a paróquia. O processo se encerra com uma correição, vinculando este inventário ao inventário de Claudia Alves de Jesus.

          Atuaram no processo:
          advogado Antônio Saturnino de Souza Oliveira;
          avaliador Manoel José de Sant'Anna;
          avaliador Manoel Rodrigues de Souza;
          escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
          curador geral e coletor major Joaquim Fernandes da Fonseca;
          partidor José Joaquim da Cunha Passos;
          partidor Luiz Gonzaga de Almeida;
          procurador Joaquim José Henriques;
          procurador João Vicente Fernandes;
          juiz de órfãos alferes João Thomaz e Silva;
          juiz corregedor Joaquim Joze Henriques;
          signatário tenente Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          signatário Guilherme Ricken;
          signatário José Candido Coimbra.

          Localidades mencionadas:
          Chapada Bonita;
          Facão;
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
          comarca do norte.

          Compõem o processo:
          avaliação de bens;
          correição;
          partilha;
          sentença;
          termo de declaração de cabeça de casal;
          termo de louvação;
          termo de juramento de louvadores;
          termo de juramento de partidores;
          termo de tutor;
          título de herdeiros.

          Variações de nome:
          curador geral e coletor major Joaquim Fernandes da Fonceca;
          juiz de órfãos alferes João Tomaz e Silva;
          partidor Luiz Gonzaga d'Almeida;
          avaliador Manoel José de Santa Ana;
          avaliador Manoel José de Santa Anna;
          avaliador Manoel José de Santana;
          avaliador Manoel José de Santanna.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro