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              Penhora de João Bernardo de Souza
              BR SC TJSC TRRJ-20894 · Processo · 1859
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Penhora realizada na cidade do Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              João Bernardo de Souza (exequente)
              Antonio Francisco Vianna (executado)

              Resumo:
              Neste processo, o exequente João Bernardo de Souza moveu um auto de penhora contra o executado, Antonio Francisco.

              O executado era inquilino em uma casa, que era de propriedade do exequente; lá, Antonio residia com sua família (sua mãe e seus irmãos). A residência era situada na rua da Palma, a atual rua Álvaro de Carvalho (em outra ocasião, porém, chama-se de rua da Paz, atualmente a rua Jerônimo Coelho). Porém, tendo atrasado um mês e mais dias de um segundo mês de aluguel, totalizando 7600 réis, João Bernardo decidiu processá-lo. Em sua petição, o exequente quis não somente penhorar os bens de Antonio, exigindo também que ele fosse despejado de sua propriedade.

              Em seguida, o juiz expediu mandado para penhora, que foi cumprido por dois oficiais de justiça. Dentre os bens da casa penhorados, constavam: louças, móveis, uma imagem religiosa de São João, e um animal. Os bens foram confiscados e confiados ao depositário. Além da penhora de seus bens, Antonio foi intimado para, dentro de 24 horas, sair da casa em que era inquilino.

              Antonio Francisco Vianna reage por meio de uma nova petição. Nela, o executado diz que sempre efetuou todos os pagamentos adequadamente, e que nunca deu motivos para ser despejado. Ele peticionou por um embargo ao despejo movido por João Bernardo de Souza, alegando ter sido injustamente intimado e penhorado. Para representá-lo, Antonio acionou um advogado.

              Depois disso, João Bernardo de Souza resolveu pedir a desistência de sua execução de penhora. O executado foi autorizado a continuar na casa onde era inquilino, até encontrar outra para morar; e o exequente comprometeu-se a arcar com as custas do processo. Foi feito, por fim, o levantamento da penhora, restituindo-se os bens ao executado.

              Atuaram no processo:
              advogado Eleuterio Francisco de Souza;
              depositário Joze da Lapa Souza Coentro;
              escrivão Vidal Pedro Moraes;
              juiz municipal suplente comendador Francisco Duarte Silva;
              oficial de justiça Anfiloquio Antonio Pacheco
              oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus.

              Localidades Relevantes:
              rua da Palma (atual rua Álvaro de Carvalho, Florianópolis, Santa Catarina);
              rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, Florianópolis, Santa Catarina);
              cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              comarca da capital.

              Compõem o processo:
              auto de penhora;
              auto de levantamento de penhora.
              embargo;
              mandado de intimação.

              Executivo de Antônio Joaquim Brinhosa
              BR SC TJSC TRPOA-21201 · Processo · 1883
              Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

              Partes:
              Antônio Joaquim Brinhosa, major (exequente);
              André Wendhausen, ora chamado de tenente coronel, ora de capitão (executado).
              1883-06-13 – início.
              1883-09-27 – fim.
              Ação executiva por aluguéis de casa; Desterro. Província de Santa Catharina; prédio n. 1 cito a Rua de Príncipe (atual Conselheiro Mafra) edificado nos terrenos da “antiga alfândega” no tamanho de 11 braças e 3 palmos; valor de aluguéis atrasados: 1:800$000 réis (um conto e oitocentos mil réis); Translado do contrato de aluguel nas folhas digitais n. 17-19.

              Felisberto Elisio Bezerra Montenegro, juiz municipal;
              Francisco de Souza, advogado;
              Jacintho Pinto da Luz;
              Joaquim da Costa Tavares Miranda, juiz;
              Jorge de Souza Conceição;
              João Rodrigues Chaves, doutor;
              José Delfino dos Santos, advogado;
              Leonardo Jorge de Campos, tabelião;
              Manoel Fernandes, oficial de justiça;
              Virgílio José Vilella.

              Tribunal da Relação de Porto Alegre
              Executiva de Cobrança de Manoel Machado de Souza
              BR SC TJSC TRRJ-24626 · Processo · 1825
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Partes:
              Manoel Machado de Souza ( Autor)
              Joaquim José Leite (Réu)

              Obs: Dívida; valores em dinheiro; juramento de alma; penhora; São José; terras; Sertão do Moçambique; incompleto; processo deteriorado.
              Variação de nome, Manoel Maxado de Souza.

              Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
              Execução de Antonio José de Souza
              BR SC TJSC TRRJ-77079 · Processo · 1849
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Execução realizada na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Joaquim Lourenço de Souza Medeiro (exequente);
              Antonio José de Souza (executado).

              Resumo:
              O coletor das rendas provinciais, Joaquim Lourenço de Souza Medeiro, moveu uma execução contra Antonio José de Souza, por conta de uma dívida do executado com os Cofres Públicos do Patrimônio das Caldas.

              Para efetuar o pagamento das pendências, foi realizada uma execução de penhora de bens ao suplicado. Os bens resumiam-se a cavalos e alguns terrenos, e foram submetidos a pregão público e arrematação. Os bens penhorados foram passados para o poder de um depositário.

              Ao fim da penhora, foram citados avaliadores para realizarem a avaliação dos bens. O processo terminou de modo inconclusivo.

              Atuaram no processo:
              avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
              avaliador Florencio Gomes de Castro Campos;
              depositário Vicente Alves da Silva;
              escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
              juiz municipal suplente João Francisco de Souza;
              meirinho e oficial de justiça Domingos Jozé da Silva;
              oficial de justiça Jozé da Costa Seára.

              Localidades relevantes:
              termo de Caldas do Norte;
              vila de Sam José (atual município de São José, Santa Catarina).

              Compõem o processo:
              auto de penhora;
              citação;
              termo de juramento.

              Variação de nome:
              Cardas do Norte;
              Caudas do Norte;
              vila de São José.

              Execução cível de Joaquim da Fonseca Guimarães
              BR SC TJSC TRRJ-79899 · Processo · 1851
              Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

              Autos de execução cível realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

              Partes do processo:
              Joaquim da Fonceca Guimarães (exequente);
              Antonio Benedito dos Santos (executado).

              Resumo:
              O exequente, Joaquim da Fonseca Guimarães, moveu esta execução cível para cobrar uma dívida que o executado Antonio Benedito dos Santos tinha pendente com ele. O exequente afirmou que, em uma ação anterior, as partes já haviam resolvido a dívida originada pela compra de uma fazenda, e que o executado ficou com a sentença de pagar a pendência em data determinada.

              Ao decorrer do processo, o juiz mandou que se apregoasse uma penhora de alguns bens do executado, para o pagamento da dívida. O valor não foi alcançado e, com isso, foram realizados interrogatórios a pessoas que possivelmente estariam em poder dos bens do suplicado.

              O processo terminou de modo inconclusivo, com uma petição para que se desse seguimento à penhora dos bens.

              Localidades relevantes:
              cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
              cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (atual município do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro);
              vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
              vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
              segunda comarca.

              Compõem o processo:
              certidão;
              citação;
              contas;
              correição;
              petição inicial;
              procuração.

              Atuaram no processo:
              escrivão Generozo Pereira dos Anjos Junior;
              escrivão do juízo de paz João da Silva Ribeiro;
              juiz municipal Guilherme Ricken;
              oficial de justiça Manoel de Oliveira Guedes;
              pregoeiro dos auditórios Domingos Leite;
              procurador Antonio Rodrigues Pinheiro de Gusmão;
              procurador Frederico Xavier de Souza;
              procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
              tabelião David do Amaral e Silva;
              tabelião Francisco de Paula Lacé.