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            13 Descrição arquivística resultados para Licitação

            BR SC TJSC TRRJ-10892 · Processo · 1850-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de assinação de dez dias realizada na Villa de São José, na época sob a Segunda Comarca

            Partes do processo:
            Manoel Pinto de Lemos (autor);
            Bernardo José da Silva Machado (réu).

            Resumo: A pedido do autor Manoel Pinto de Lemos, é iniciada uma ação de assignação de dez dias dirigida ao réu, Bernardo José da Silva Maxado, referente a uma dívida adquirida após a compra de animais. Após o período previsto, o não pagamento levou o juiz a imputar embargos aos bens do réu e, posteriormente, fazer o pregão dos bens, que foram satisfeitos com o primeiro e segundo pregão. Após isso, o juiz deu os autos como conclusos.

            Atuaram no processo:
            escrivão Joaquim Francisco d'Assis Passos;
            escrivão David do Amaral e Silva;
            escrivão interino Duarte Vieira da Cunha;
            tabelião João S. Lopes Genuino;
            pregoeiro Joaquim Afonso pena;
            procurador Manoel do Nascimento Ramos;
            oficial de justiça Manoel Ignacio Borges;
            oficial de justiça Joaquim Affonço Pereira;
            juiz municipal segundo suplente Domingos José da Costa Sobrinho.

            Localidades relevantes:
            Vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).

            Compõe o processo:
            Petição inicial;
            Procuração;
            Audiência;
            Autos de conclusão;
            Recibo de pagamento.

            Variação de nome:
            réu Bernardo José da Silva Machado.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Ação de Crédito de Manoel José Ferreira
            BR SC TJSC TRRJ-44238 · Processo · 1824
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Crédito na Capital, feito à época de Nossa Senhora do Desterro

            Partes: Manoel José Ferreira (Autor); José Alves Ouriques (Réu)

            Resumo: O autor Manoel José Ferreira abre uma ação de crédito para realizar a cobrança do réu, José Alves Ouriques, referente à divida de uma quantia de dinheiro. Para que seja feito este pagamento, é realizada uma arrematação de bens do réu.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Freguesia da Lagoa; Freguesia de São José; Capoeiras;

            Atuantes:

            • Escrivão Antonio Lopes da Silva; Escrivão Salvador Cavalheiro; Escrivão João Francisco Cidade;
            • Procurador/Advogado Manoel da Silva e Souza; Procurador Antonio de Bitancur Cidade; Procurador Marcelino José Ferreira;
            • Juiz Floriano Eloy de Medeiros;

            Variação de nome: Capueras; Salvador Cavalhero; Antonio de Bittencourt Cidade;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Ação de Libelo Cível de Izabel Rodrigues
            BR SC TJSC TRRJ-52707 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Libelo Cível realizado na vila de São José, à época sob a Segunda Comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Francisco Jacinto Fernandes (requerente);
            Fermiana Jacinto Fernandes (requerente);
            Izabel Rodrigues (réu).

            Resumo:
            Neste processo de libelo cível, Francisco e Fermiana pedem que Izabel Rodrigues pague as pendências que ficaram do inventário de seu falecido marido. Após ser notificada, a requerida foi pregoada. Uma conciliação foi posta como possível solução. Além disso, existe a possibilidade do processo estar incompleto.

            Atuaram no processo:
            juiz José Francisco de Sousa;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            pregoeiro Joaquim Afonso Pereira.

            Localidades relevantes:
            vila de São José;
            vila de Laguna;
            Capoeiras.

            Ação de Libelo Cível de Manoel Rodrigues Seixal
            BR SC TJSC TRRJ-24988 · Processo · 1830
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Libelo Civel realizado em Desterro, na época conhecida como Ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Rodrigues Seixal (autor);
            Jose Ignacio Bernardino (réu);
            Anna Maria de Andrade (ré)
            João de Andrade (réu)

            Resumo: É dado início a uma ação de libelo cível a pedido de Manoel Roiz Cheixal, residente na Corte do Rio de Janeiro, por motivo de dívidas em dinheiro que o devedor Ignácio de Andrade havia contraído, tendo recebido um empréstimo enquanto morava no Rio de Janeiro. Com o falecimento do devedor, é feito o requerimento para que essa dívida seja cobrada dos herdeiros José Ignacio Bernardino, sua mulher Anna Maria de Andrade, e João de Andrade. Houve um requerimento para a entrada de um pregão nas terras herdadas pelo réu para a quitação da dívida.

            Atuaram no processo:
            curador Joze Manoel de Souza;
            escrivão Polidoro de Amaral e Silva;
            escrivão Domingos Dias de Souza Medeiros;
            escrivão de paz Manoel Francisco de Souza;
            procurador e solicitador Antonio Pinheiro Guedes.
            porteiro João Ignacio da Silva;
            meirinho Silverio de Jezus Maria;
            ouvidor geral Manoel Moreira de Souza;
            ouvidor geral/corregedor Agostinho de Souza Loureiro;
            juiz de paz sargento môr Thomaz Joze da Costa.

            Localidades relevantes:
            Desterro;
            Ilha de Santa Catarina;
            Corte do Rio de Janeiro;
            Enseada do Brito;
            Rua do Valongo.

            Compõem o processo:
            Termo de obrigação;
            Termo de substabelecimento;
            Tomada de Conta.

            Variação de nome:
            autor Manoel Roiz Seixas;
            autor Manoel Roz Cheirol;
            autor Manoel Roiz Xeixal;
            autor Manoel Rodrigues Cheixal;
            autor Manoel Roiz Cheirol;
            réu José de Andrade.

            Arrematação de Manoel Rodrigues de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-20364 · Processo · 1851-1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Arrematação realizado na vila de Lages, Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Manoel Rodrigues de Souza (suplicante)
            Manoel Ribeiro da Silva (suplicante)

            Resumo: Os tutores Manoel Rodrigues de Souza e Manoel Ribeiro da Silva, responsáveis pelas órfãs Julia e Maria, respectivamente, iniciam um processo para arrematar uma morada de casas que ambas dividem, devido a avarias e à impossibilidade de renovar o espaço. Portanto, é requisitada uma avaliação e arrematação para arrecadar o valor referente à propriedade, a fim de evitar prejuízos para as órfãs proprietárias.

            Atuaram no processo:
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            procurador Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            procurador Antonio Ricken de Amorim;
            avaliador Claudiano de Oliveira Rosa;
            avaliador Matheus José de Oliveira;
            juiz municipal Guilherme Ricken
            juiz corregedor Joaquim José Henriques.

            Localidades relevantes:
            Rua Direita.

            Arrematação dos bens de Josefa Rosa de Jesus
            TRPOA-75335 · Processo · 1889-07-16
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Francisca Ferreira da Silva (filha e inventariante).
            Sentença cível de arrematação a favor do arrematante Emerenciano Silveira da Rosa.

            Terras.

            Escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Câmara.

            Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, Cidade de São José.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Despejo de Ignacio de Andrade
            BR SC TJSC TRRJ-24635 · Processo · 1827
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Despejo na cidade de Desterro, à época comarca da ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo: Ignacio de Andrade, capitão (autor); Maria José (autora); José Ignacio Bernardino (réu); Ignacia Maria (ré).

            Resumo: Ignacio de Andrade e Maria José, que moram na Praia de Fora da Enseada do Brito, entraram com uma ação contra José Ignacio Bernardino e Ignacia Maria, que também vivem na mesma região. Eles acusaram o casal de ter invadido suas terras. Durante o processo, cada lado apresentou seus argumentos. A defesa disse que os réus têm filhos e fizeram melhorias no local, como construir uma casa, um engenho e cercas. Já os autores citaram um trecho bíblico como argumento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, nem coisa que lhe pertença” (Êxodo),"Non concupisces domum proximi tui, nec omnia quae illius sunt." , para reforçar que os réus estavam ocupando algo que não lhes pertencia. Depois de ouvir todos os argumentos, o juiz deu um prazo de 15 dias para que o casal réu deixasse o terreno. Como eles não saíram voluntariamente, o juiz então ordenou o despejo.

            Atuaram no processo: advogado Manoel da Silva e Souza; advogado José Joaquim Bernardes de Moraes; escrivão Polidoro do Amaral e Silva; juiz e ouvidor geral, Francisco Pereira Dutra; meirinho Silvério de Jesus Maria; tabelião Antônio Lopes da Silva.

            Localidades relevantes: Enseada do Brito; Praia de Fora; cidade de Desterro.

            Compõem o processo: custas de selo; procuração; argumentação.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Emerenciana Pereira Candida
            BR SC TJSC TRRJ-75640 · Processo · 1851-1857
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Emerenciana Pereira Candida (falecida);
            Luis Corrêa (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Andreza Pereira Candida;
            Clara Pereira Candida;
            Francisca Pereira Candida;
            Joaquim Coelho Vieira (co-herdeiro);
            José Corrêa de Carvalho;
            Luiza Pereira Candida.

            Resumo:
            Luis Corrêa abre um processo de inventário pelo falecimento de sua esposa, Emerenciana Pereira Candida. A ação passou pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador, já que a finada havia deixado herdeiros menores de idade. Os bens inventariados foram terras e casas. Além disso, o processo contou com menção à Thomazia, descrita como crioula, e Antônio, de nação Rebelo.

            Durante o processo, o curador declara que a escravizada Thomazia teria de ser arrematada em hasta pública, e que o valor arrecadado seria repartido com igualdade entre todos os herdeiros. Por seguinte, o inventariante abriu uma petição concordando com os termos, pedindo que o dinheiro pertencente aos herdeiros menores fosse depositado na tesouraria nacional, até que pudessem receber suas partes na maioridade; esse pedido foi atendido, e tanto os bens quanto do dinheiro da arrematação foram repartidos com igualdade.

            A ação foi julgada por sentença, e o juiz requereu que um termo de tutoria fosse assinado para administrar os bens dos filhos menores de idade; Maximiano Pereira de Carvalho foi nomeado para tal função. Mais tarde, uma correição foi aplicada, porque a ação foi emendada sem embargo ou apelação — fato advertido sob pena de responsabilidade. O processo é concluído com termo assinado pelo tutor, afirmando que a legítima parte da herança de José Corrêa Carvalho havia sido entregue.

            Atuaram no processo:
            avaliador José Joaquim dos Santos;
            avaliador e signatário Constancio José da Silva Pessoa;
            curador dos órfãos Manoel do Nascimento Ramos;
            curador dos órfãos Manoel Freitas Sampaio;
            escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos suplente João Francisco de Sousa;
            oficial de justiça Domingos Joze da Silva;
            oficial de justiça Joaquim Afonço Pereira;
            partidor Joaquim Lourenço de Sousa Medeiros;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            signatário David d’Amaral Silva.
            tutor Maximiano Pereira de Carvalho.

            Localidades relevantes:
            Barreiros;
            segunda comarca;
            Serraria;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            sentença;
            termo de autenticação da partilha;
            termo de declaração;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Emerenciana Pereira;
            João Francisco de Souza;
            Luis Correia de Vargas;
            Manoel de Freitas Sampaio;
            Merenciana Pereira Candida;
            nação Rabelo;
            nação Rebola;
            nação Rebolo.

            Inventário de Guilherme Pintes
            BR SC TJSC TRRJ-58421 · Processo · 1851 - 1871
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Guilherme Pintes (falecido);
            Margarida Cretz (inventariante).

            Herdeiras:
            Christina;
            Clara;
            Maria.

            Resumo:
            Margarida Cretz abre um processo de inventário após o falecimento de seu marido, Guilherme Pintes. Como o finado deixou filhas menores de vinte e um anos, a ação contou com a nomeação de um curador. Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, ferramentas, candeeiros, chumbo, mobília, caixas, barricas, terrenos, casas e um rancho. São citadas dívidas ativas e passivas deixadas pelo falecido. Consta no processo um homem escravizado, de nome Antonio, descrito como de nação Mina. Após avaliados, os bens passaram por um processo de partilha, e parte do patrimônio foi separado para pagamento dos credores. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requer notificação dos parentes mais próximos das filhas, e João Adão Schmit é nomeado para ser tutor.

            Mais tarde, Joze Krüpp, novo marido da inventariante, abre petição para tratar da tutoria das herdeiras do processo. Ele afirma que o tutor nomeado encontrava-se longe dos bens que ficaram em sua posse, e um prazo foi estabelecido para o tutor apresentar contas dos bens. Parte dos objetos passou por arrematação para pagar as despesas das contas, em que o valor obtido foi colocado no cofre público. Anos após o início da ação, os maridos das herdeiras Clara e Christina abrem uma petição requerendo que o valor colocado no cofre seja recolhido, por elas já se encontrarem casadas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constancio José da Silva Pessoa;
            avaliador Joze Joaquim dos Santos;
            curador João Climaco Zuzarte;
            curador Manoel da Silva Mafra;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz de órfãos Francisco Honorato Cidade;
            juiz de órfãos João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos segundo suplente tenente coronel Gaspar Xavier e Neves;
            partidor Duarte Vieira da Cunha;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            pregoeiro público Joaquim Affonço Pereira;
            procurador Custodio José da Silva Pessoa;
            tesoureiro Manoel Pinto de Lemos;
            vigário padre Roberto Bender.

            Localidades relevantes:
            estrada nacional;
            freguesia de São Pedro de Alcântara (atual município de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina);
            praia comprida;
            segunda comarca;
            termo de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilhas;
            auto de praça e arrematação;
            auto de tomada de contas;
            avaliação;
            certidões de casamento;
            contas;
            correições;
            edital;
            petições;
            réplica;
            sentenças;
            termo de arrematação;
            termo de tutoria;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Joze Krüff.

            BR SC TJSC TRRJ-50211 · Processo · 1862-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Januario Corrêa de França (falecido);
            Maria Ursula de Andrade (falecida);
            Bento Christovão de França (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Alberto José da França;
            Anna;
            Antonio Corrêa de França;
            Bento José Fernandes (co-herdeiro);
            Chrissanto Fernandes Dias (co-herdeiro);
            João Corrêa de França;
            José Manoel de França;
            Josepha;
            Manoel Ferreira de Sousa (co-herdeiro);
            Maria Ursula do Rosario;
            Salvador Miguel de França.

            Resumo:
            Bento Christovão de França abriu um processo de inventário pelos bens de seus pais, Maria Ursula de Andrade e Januario Corrêa de França. Januário tinha falecido há seis anos no momento da ação e, com isso, os bens ficaram na posse de Maria; quando esta faleceu, 4 anos depois do marido, o patrimônio foi apoderado pelos herdeiros, mas sem partilha formal.

            O avaliador nomeado, João Franco de Oliveira Sousa, não foi louvado ao decorrer da ação, e Domingos José Prattes foi responsável pela avaliação dos bens. O patrimônio avaliado contou com utensílios de cozinha, caixas, mobília, um oratório, um pilão, canoas, terras (referidos como “pastos do Sambaqui”), casas, uma casa “na cidade” e engenhos de farinha.

            Nesta ação, foram mencionadas 17 pessoas escravizadas, dos nomes: Julião e José, descritos como pretos e crioulos, com profissões na lavoura; Custódia (2 anos de idade), Manoel e João, designados como pardos; Francisco, Marianna, Joanna, Maria (7 anos de idade), João, Thomazia (7 anos de idade), Florencia, e Anna (8 anos de idade), descritos como pardos, crioulos e com trabalhos na lavoura; e João, Rufina (5 anos de idade), Joanna (3 anos de idade), Antonio (1 ano de idade) descritos como pardos e crioulos.

            A partir de uma declaração, mais uma pessoa escravizada que estava em poder dos herdeiros e co-herdeiros foi adicionada no arrolamento: Antonio (10 anos de idade), descrito como pardo, crioulo e trabalhador na lavoura. As dívidas passivas também são inseridas no documento.

            Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas passivas declaradas pelo inventariante. O juiz julgou o processo por sentença, e requereu que o inventariante realizasse a entrega de alguns bens para serem julgados em edital de praça, destinados ao pagamento das custas do inventário e suas dívidas.

            Mais tarde, foi anexado ao processo um traslado de edital de arrematação da casa na cidade, e nele foram realizados pregões; entretanto, não houveram lançadores — com os argumentos de que isso haveria acontecido por conta da “crise atual” —, e os herdeiros concordaram em pagar as custas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Domingos José Prattes;
            avaliador João Franco de Oliveira Sousa;
            avaliador José Estevão de Miranda e Oliveira;
            escrivão e tabelião interino Valentim Antonio de Sousa;
            juiz municipal quarto suplente capitão Antonio Vieira de Araujo;
            juiz municipal Tertuliano Teixeira de Freitas;
            oficial de justiça Antonio José da Costa Gloria;
            oficial de justiça e porteiro Manoel Luis Bueno;
            partidor Alexandre Ernesto de Oliveira;
            partidor Antonio Carlos Machado de Oliveira;
            procurador João Domingues das Neves.

            Localidades relevantes:
            Areias pequenas;
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            comarca de Nossa Senhora da Graça;
            distrito do Senhor Bom Jesus de Parati (atual município de Araquari, Santa Catarina);
            Igreja Matriz;
            Mato-dentro;
            Passa-tres;
            rua da graça;
            rua da praça;
            Sambaqui.

            Compõem o processo:
            auto de avaliação;
            auto de partilha;
            contas;
            petições;
            pregões;
            procurações;
            sentença;
            termo de audiência;
            termo de desistência;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de edital.

            Variação de nome:
            Arêas pequenas;
            João Domingues das Nives.