Biguaçu

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            BR SC TJSC TRRJ-18264 · Processo · 1837
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Requerimento para certeza de dívida realizado na Vila de São Miguel (atual Biguaçu), à época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Feliciano José de Azevedo (justificante);
            major/sargento-mor Policarpo José de Campos (justificado).

            Resumo: Feliciano José de Azevedo cobra a quantia de cento e quatro mil réis do espólio de Joaquim Fernandes Ribeiro. Policarpo José de Campos é inicialmente creditado como inventariante do falecido, mas posteriormente é substituído por Jacintha Maria. Duas testemunhas depõem para legitimar as alegações de Feliciano.

            Atuaram no processo:
            procurador Alexandre Gonçalves da Luz;
            escrivão de órfãos Amancio José Ferreira;
            procurador Andre Antonio Avellino de Aguiar;
            procurador Antonio Mendes de Carvalho;
            tabelião interino Manoel de Freitas Sampaio;
            procurador José Ferreira dos Santos;
            procurador Ricardo Antonio dos Santos.

            Localidades relevantes:
            Canasvieiras.

            Variações de nome:
            justificante Feleciano José de Azevedo;
            localidade de Canas Vieiras;
            inventariante Jacinta Maria.

            BR SC TJSC TRRJ-86307 · Processo · 1837
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Justificação realizada na Vila de São Miguel, na época sob a comarca do Norte, Província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel de Souza (justificante);
            Liandro Ribeiro (justificado);
            Maria Rosa (justificada);
            Francisco Rebello (falecido);
            José Ferreira dos Santos (curador dos órfãos).

            Resumo:
            O justificante, Manoel de Souza, comparece em juízo para requerer a produção de provas relativas a uma dívida não quitada em vida pelo falecido Francisco Rebello. Tal pendência refere-se a um empréstimo efetuado pelo requerente, com a cobrança de juros sobre os valores concedidos. Diante disso, solicita a inquirição de testemunhas para comprovar os fatos alegados.
            Ao final do processo o Juiz condena os réus a pagar a dívida referida nos autos, com os bens da herança, com acréscimo de juros legais, correção monetária e custas processuais.

            Atuaram no processo:
            curador dos órfãos José Ferreira dos Santos;
            escrivão dos órfãos Amâncio José Ferreira;
            juiz de órfãos José Fernandes Jorge;
            procurador Francisco Corrêa de Araújo;
            signatário alferes Antônio Francisco de Souza;
            signatário Vicente Francisco Pereira.

            Localidades relevantes:
            Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu);
            Rio de Biguaçu;
            Cidade de Desterro;
            Rio Quebra-cabaço do termo da Vila de São José;
            Vila de São José;
            Comarca do Norte;
            Província de Santa Catarina;

            Compõem o processo:
            Carta de promessa de pagamento;
            Termo de Juramento;
            Sentença;
            Contas.

            Variação de nome:
            Rio de Biguassu;
            Sam Miguel;

            BR SC TJSC TRRJ-18261 · Processo · 1831
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Execução de Sentença do Major Policarpo José de Campos na Comarca da Ilha de Santa Catarina, em Desterro.

            Partes do processo:
            Major Policarpo José de Campos (exequente);
            A herança jacente do falecido Capitão Anacleto Luis Ignacio da Costa e sua mulher Dona Eugenia Rosa de Jesus (executados);

            Resumo: Execução de Sentença pedida pelo Major Policarpo José de Campos, contra a herança jacente do Capitão Anacleto Luis Ignacio, sendo citados os herdeiros e o curador do inventário. Esta execução se deu pelo motivo do inventário do falecido Anacleto não ter incluído o pagamento de uma dívida, sendo feita para o pagamento a penhora dos seguintes bens: moradias e terras em Biguaçu e Garopaba.

            Atuam no processo:
            juiz de Fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
            juiz de fora Antonio Joaquim de Siqueira;
            porteiro Manoel José de Liana;
            procurador João José da Camara;
            curador Antonio Pinheiro Guedes;
            porteiro Epifanio dos Santos Ferreiro;
            escrivão João de Souza;
            juiz Jacinto Antonio;
            escrivão Manoel Antonio de Souza Medeiros;
            avaliador Alferes José Francisco da Silva Serpa;
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            porteiro José Francisco d’Almeida;
            porteiro Manoel Antonio de Sousa Medeiros;
            juiz de fora Capitão José da Costa Pereira;
            procurador Manoel da Silva e Sousa;
            escrivão José Joaquim da Costa;
            coletor Antonio Ignacio Pereira;

            Localidades relevantes:
            Desterro;
            Freguesia de São Miguel;
            Biguaçu;
            Rio de Biguaçu;
            Rio da Tijuca Grande

            Compõem o processo:
            Traslado de inventário;
            Auto de penhora;
            Mandados;
            Requerimentos;
            Autos de praça;
            Sisas;

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-16719 · Processo · 1829-1852
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Execução de sentença realizada na cidade do Desterro, na época sob a comarca da Ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Anacleto José Pereira da Silva (exequente);
            Eugenia Rosa de Jesus (executada);
            Alexandre Jose Varella (curador representante da executada).

            Resumo:
            Este processo se trata de uma execução de sentença referente a um libelo cível anterior — datado em 1826 —, anexado em forma de traslado. Na ação original, dona Eugenia Rosa de Jesus é nomeada como viúva devedora, em referência ao falecimento de Anacleto Luis Ignacio da Costa e as dívidas deixadas por ele. Essas pendências se originaram no momento em que o chamado Costa se estabeleceu em terras do autor, Anacleto José Pereira da Silva, e atrasou parcelas dos impostos sobre o bem de raiz e as pessoas escravizadas.

            Com isso, o objeto de disputa no libelo era o valor de 911$062 (novecentos e onze mil, sessenta e dois réis), quantia essa que já havia sido resultado de ajustes por conta do falecimento de Costa. Ao decorrer do processo, dona Eugenia é descrita como “demente”, “louca” e “desavisada”, tendo um curador para representá-la. As contas correntes do autor e do falecido foram anexadas como prova da dívida; com isso, o juiz requereu o pagamento integral da pendência e das contas do libelo, por parte da viúva.

            Apesar do país já ser independente de Portugal, a época existia certa divisão administrativa entre a Justiça da Terra e a de Fora, como evidenciado na página virtual de número 42: “[...] o author, lançado demais prova, tanto da terra quanto de fora, a inquirição aberta e pública [...]”.

            Já no processo de execução da sentença, em 1829, um auto de penhora nos bens do casal devedor é iniciado, visando o pagamento da quantia requerida e das custas do processo anterior. Os bens avaliados, que constavam na lista de herança do falecido, foram moradas de casas, oratórios de madeira com imagens religiosas, jóias, mobília, caixas e covados (antiga unidade de medida) de tecidos coloridos. Constam duas pessoas escravizadas no arrolamento: Rita, mulher descrita como preta de nação Cabinda, e seu filho Damião, designado como crioulo.

            Durante o processo, algumas alterações de nomenclatura acontecem: a freguesia de São Miguel da Terra Firme é elevada à categoria de “vila de São Miguel”, e a comarca da llha de Santa Catarina passa a se chamar de “Comarca do Norte”. Outros credores do falecido abrem petição para requererem seus respectivos pagamentos.

            Após avaliada, parte da herança foi arrematada em hasta pública. O processo é concluído com o reconhecimento dos pagamentos advindos da arrematação, a partir de recibos e traslados de conhecimento de siza. A ação é julgada por sentença, em que foi requerido pelo juiz o rateio do valor entre os credores.

            Atuaram no processo:
            advogado José Joaquim Bernardes de Moraes;
            avaliador alferes José Francisco da Silva Serpa, alferes;
            avaliador Vicente Francisco Pereira;
            coletor Antonio Ignacio Pereira;
            curador da herança Alexandre Gonçalves da Luz;
            curador da herança e procurador Jose Joaquim da Costa;
            credor major José Pereira da Silva;
            credora Maria Rosa dos Serafins;
            escrivão de órfãos Amancio José Ferreira;
            escrivão José Manoel de Araújo Roslindo;
            escrivão Manoel Antonio de Souza Medeiros;
            juiz de fora major Floriano Eloy de Medeiros;
            juiz de fora major Francisco Antônio Cardoso;
            juiz de fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
            juiz de órfãos Jose Fernandes Jorge;
            juiz Henrique de Azevedo Leão Coutinho;
            juiz João de Amorim Pereira;
            juiz municipal José Joaquim Jorge Gonçalves;
            meirinho Antonio Silveira de Souza;
            porteiro dos auditórios e pregoeiro Epifanio Ferreira dos Santos;
            porteiro dos auditórios e pregoeiro João Ignácio da Silva;
            procurador Antonio Pinheiro Guedes;
            procurador Jose Joaquim Dias;
            procurador Luiz Antônio de Souza;
            procurador Luiz da Silva;
            tabelião Polidoro d’Amaral e Silva.

            Localidades relevantes:
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade do Rio de Janeiro;
            comarca da Ilha de Santa Catarina;
            freguesia de São Miguel da Terra Firme (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            rio Bÿguaçú (rio Biguaçu, Santa Catarina);
            rua da praia.

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            autos de praça;
            carta precatória;
            contas;
            correição;
            petições;
            procurações;
            recibos;
            sentenças;
            termo de declaração;
            termo de obrigação;
            termo de substabelecimento;
            termos de avaliação;
            termos de juramento;
            traslado de libelo cível;
            traslados de conhecimento da siza.

            Variação de nome:
            comarca do norte;
            vila de São Miguel.

            BR SC TJSC TRRJ-9984 · Processo · 1869-1870
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Requerimento realizado na comarca de São Miguel, atual comarca de Biguaçu.

            Resumo:
            Neste requerimento, iniciado em novembro de 1869, o requerente Manoel Joaquim de Silveira desejava receber a quantia de 73.572 réis (73$572), armazenada nos cofres públicos da província de Santa Catarina. Manoel pediu para que o escrivão deprecasse o inspetor da tesouraria provincial, a fim de realizar sua demanda. Manoel, órfão, atingiu a maioridade de 21 anos de idade em 30 de junho de 1869, tornando-se portanto capaz de administrar seu patrimônio.

            O requerente era filho legítimo de Maria Roza e do finado Joaquim Silveira de Souza, e este montante em dinheiro era referente à arrematação de Eva, mulher escravizada (descrita como “crioula”). Eva era escravizada pelo seu falecido pai, e por conta de seu falecimento, Manoel herdou o direito ao valor de Eva.

            Manoel recebeu a quantia em 4 de julho de 1870, comprovado mediante a expedição de um recibo.

            Atuaram no processo:
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz de órfãos Patrício Marques Linhares;
            signatário Claudio Francisco de Campos.

            Localidades relevantes:
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca de São Miguel (atual comarca de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            petição;
            recibo.

            BR SC TJSC TRRJ-81623 · Processo · 1865
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de São Miguel

            Partes:
            Manoel Gonçalves Cassilha (inventariado);
            Anna Joaquina Sacramento (inventariante).

            Herdeiros:
            José Gonçalves Cassilhas;
            Antonio Gonçalves Cassilhas;
            João Gonçalves Cassilhas;
            Francisco Gonçalves Cassilhas;
            Manoel Gonçalves Cassilhas;
            Candido Gonçalves Cassilhas;
            Felisbina Roza;
            Maria do Sacramento;
            Joaquina Luiza;
            Luiza Christina;
            Anna Joaquina.

            Descrição:
            O inventário de Manoel Gonçalves Cassilha foi conduzido por sua esposa, Anna Joaquina Sacramento, sem testamento, procedendo-se à partilha dos bens de forma amigável. Entre os itens inventariados constam pratarias, mobílias, caldeira de cobre, alambique, engenho de fazer farinha, animais, engenho de fazer açúcar, casa, terras e roça de mandioca. O processo também registra a presença de oito pessoas escravizadas, sendo quatro descritas como pardas, de nomes Luiz, Bento, Laurianna e Maria, e quatro descritas como crioulas, de nomes Miguel, Paulo, Eva e Militana. Consta ainda no processo, à folha 54, um desenho da partilha das residências e das terras entre os herdeiros e a inventariante.

            Atuaram no processo:
            juiz dos órfãos José Maria do Valle Junior;
            juiz de órfãos Eduardo José do Amaral;
            juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantaleci;
            juiz dos órfãos José Martins de Assis;
            juiz de órfãos e presidente da câmara Florindo José Dias;
            juiz de órfãos José Francisco Mafra;
            juiz de órfãos Francisco Ignacio Werneck;
            juiz de direito Manoel Vieira Costa;
            escrivão Salvador Cavalheiro;
            escrivão João Francisco Regis;
            escrivão João Rodrigues Ferreira;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            escrivão Antonio Francisco de Medeiros;
            avaliador Rafael Sardá
            avaliador e signatário José Elias da Roza;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            partidor Antonio Joaquim de Vargas;
            procurador Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
            oficial de justiça Anastacio José Vieira;
            oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
            oficial de justiça Antonio Silveira de Souza;
            coletor Antonio Carlos de Carvalho;
            curador geral Manoel de Azevedo Monteiro;
            curador geral dos órfãos João do Prado Faria;
            curador geral dos órfãos Antonio Carlos de Carvalho Junior;
            curador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            signatário Antonio José Ferreira;
            signatário Salvador Cavalheiro;
            signatário Pedro Joaquim de Carvalho;
            signatário Pedro Joaquim de Carvalho Junior;
            signatário Jacintho Gonçalves da Luz;
            signatário Ignacio Machado d’Espindola.

            Localidades relevantes:
            Três Riacho;
            Rio Grande do Sul;
            Biguaçu.

            Compõem o processo:
            Título de herdeiros;
            Termo de descrição dos bens;
            Traslado;
            Jornal O Mercantil;
            Jornal O Despertador;
            Juramento ao curador;
            Termo de louvação de avaliadores e partidores;
            Avaliação dos bens;
            Juramento aos partidores;
            Auto de partilha;
            Auto de reforma de partilha;
            Auto de praça.

            Variação de nome:
            Rio Grande de São Pedro do Sul;
            Biguassú.