Crime

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            Corpo de Delito de Luiz Francisco Padilha
            BR SC TJSC TRRJ-29347 · Processo · 1845
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            A Justiça (autora);
            Luiz Francisco Padilha (réu);
            José Manoel Monteiro (réu);
            Digo J. Pereira (réu);
            José Boçoroca (réu).

            Arrombamento da cadeia pública; Lages; Comarca do Norte; província de Santa Catarina; província da Bahia.

            Antonio Filipe Pessoa, alferes, testemunha;
            Antonio Saturino de Souza e Oliveira, major comandante, delegado de polícia;
            Estevão F. de Vargas, guarda;
            Francisco José Pereira da C. Medeiros;
            Generoso Pereira dos Anjos, capitão;
            Gil Pereira da Silva;
            João Teixeira Gonçalves, acusado de furto, solto no arrombamento;
            José Martins;
            João Thomas e Silva;
            Joaquim Rodrigues de Morais;
            Joaquim Rodrigues de Oliveira e Costa;
            José Antonio Pinheiro;
            Mathias Gomes da Silva, escrivão;
            Maria Felicia dos Santos, testemunha;
            Manoel Antonio do Nascimento, escrivão;
            Manoel Teixeira Gonçalves;
            Manoel Martins, acusado de assassinato, solto no arrombamento;
            Marciano Cardoso Monteiro, carpinteiro;
            Maria do Prado;
            Manoel José Correa Junior;
            Miguel Ferreira Braga;
            Serafim José da Silva, acusado de furto, solto no arrombamento;
            Tristão Rodrigues.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Corpo de Delito de Gabriel Gonçalves dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-10729099 · Processo · 1873
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Corpo de delito realizado na Freguesia de São João de Campos Novos, na época sob a comarca da capital, província de Santa Catarina.

            Partes:
            A justiça;
            Gabriel Gonçalves dos Santos (vítima);
            Bento Alves Fagundes (dono da propriedade onde os corpos foram achados);
            escravizado Floriano (pessoa que encontrou os corpos).

            Resumo:
            Floriano, descrito como “preto”, escravizado por Bento Alves Fagundes, encontrou os cadáveres de dois homens submergidos em água na localidade “Passo do Lagoão”, propriedade do mesmo Bento Alves Fagundes. O subdelegado Antônio Ricken de Amorim solicitou a realização de um corpo de delito nos cadáveres.

            No auto de corpo de delito, os peritos descobriram que ambos os homens foram assassinados por arma de fogo, um foi baleado no ouvido direito e na testa, e o outro foi baleado no canto da boca. O subdelegado julgou o corpo de delito por sentença e intimou as testemunhas para serem inquiridas. Conforme as testemunhas expuseram, os dois cadáveres faziam parte de uma comitiva. Gabriel Gonçalves dos Santos liderava essa comitiva, que era composta por 05 pessoas. Uma das testemunhas mencionou que, possivelmente, Gabriel havia sido assassinado por ter dívidas pendentes, enquanto outra testemunha especulou que os dois homens foram assassinados pelos outros 03 membros da comitiva, que foram avistados deixando o local com pressa. Apesar de um dos cadáveres ter sido identificado como Gabriel Gonçalves dos Santos, seu companheiro não foi identificado, apenas descrito como “velho”.

            Atuaram no processo:
            juiz de órfãos Herculano Maynarte Franco;
            escrivão José Luis Pereira;
            escrivão Generoso do Espírito Santo;
            perito tenente Matheos José de Souza e Oliveira;
            perito Pocidonio Gonçalves de Brito;
            promotor público da comarca José Joaquim da Cunha Passos.

            Localidades relevantes:
            Freguesia de São João de Campos Novos (atual município de Campos Novos, Santa Catarina);
            vila de Curitibanos;
            cidade de Lages;
            Passo do Lagoão;
            Província do Rio Grande do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            cidade da Lapa (atual cidade da Lapa, Paraná);
            rio do bariguy;
            Curitiba, (atual capital do Paraná);
            Botucaraí (região no estado do Rio Grande do Sul);
            Passo Fundo (Município no Rio Grande do Sul);
            rio Maromba;
            Tindiquera (atualmente Araucária, município no Paraná, e, historicamente, foi/é uma região conectada a história de povos indígenas);
            Restinga da Laranjeira.

            Compõem o processo:
            auto de corpo de delito;
            testemunhos.

            Variação de nome:
            escravizado Florianno.

            Cominação de Jacinto Jorge dos Anjos Correia
            BR SC TJSC TRRJ-83569 · Processo · 1832
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Cominação realizada na vila de São José, na época sob a comarca da ilha de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Jacinto Jorge dos Santos Correia (falecido);
            Jose Joaquim Jorge Gonçalves (suplicante e testador);
            Antonio Duarte Pereira (suplicado).

            Resumo:
            Este processo, desprovido de suas páginas iniciais, começa na folha 4, a partir de uma procuração feita pelo procurador Joaquim José Dias, que representa o testamenteiro Jose Joaquim Jorge Gonçalves, referente ao testamento do falecido Jacinto Jorge dos Santos Correia.

            A procuração procurou citar Antonio Duarte Pereira, de nacionalidade inglesa, para que este comparecesse em audiência cominatória para pagar um valor em dinheiro. Duarte contraiu uma dívida com o testador, pois tinha comprado um escravizado e feito um empréstimo com o falecido, com a finalidade de comprar um sítio. Pelo fato de que Antonio Duarte não havia assinado até então os documentos necessários, ele foi intimado para cominação, sob pena de revelia, a fim de arcar com os custos e os juros devidos. Segundo o próprio Antônio Duarte, isso se dava pois ele não sabia seu nome completo; por isso, assinava com uma cruz. Comparecendo na primeira audiência, Duarte foi condenado ao pagamento das dívidas requeridas e, também, às custas da ação cominatória.

            Em sequência, há um traslado de uma procuração feita pelo testamenteiro Jose Joaquim Jorge Gonçalves, onde se verifica que ele era negociante morador na cidade do Recife, na província de Pernambuco. Representado na ilha de Santa Catarina por seus procuradores, ele moveu um libelo cível: nos artigos do libelo, é informado que o suplicado Antonio Duarte Pereira possuía experiência com fabricação de tijolos, tendo sido administrador de armações na localidade de Lagoinha; e o falecido Jacinto Jorge dos Santos Correia, interessado em estabelecer uma olaria, em acordo com Antonio Duarte, comprou uma escravizada e uma porção de terras perto do caminho para o Quebra-Cabaços, onde o suplicado ficou então encarregado de desenvolver a olaria. Além disso, ficou combinado que Duarte deveria ressarcir a Jacinto os valores das prestações; porém, isso nunca foi satisfeito.

            O processo termina com um instrumento de calúnia sendo iniciado por José Joaquim Dias; porém, incompleto, o documento não possui as folhas que se seguem.

            Localidades relevantes:
            Lagoinha;
            Quebra-Cabaços;
            caminho para o Quebra-Cabaços;
            ilha de Santa Catarina;
            freguesia de São José;
            vila de São José (atual município de São José, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade do Recife (atual município de Recife, Pernambuco);
            província do Pernambuco (atual estado do Pernambuco).

            Atuaram no processo:
            escrivão Joaquim Jozé do Porto;
            escrivão Polidoro do Amaral e Silva;
            meirinho geral e oficial de justiça Manoel José F.;
            procurador Agostinho Jose da Costa;
            procurador João Jose da Camara;
            procurador Joaquim José Dias;
            procurador ouvidor sargento-mor major Anacleto Jose Pereira da Silva;
            procurador sargento-mor Marcos Antonio da Silva Mafra;
            juiz de paz major Silvestre Jozé dos Passos;
            juiz de Índia e mina e ouvidor Antonio Azevedo Mello e Carvalho;
            signatário João Luiz Rangel;
            solicitador de auditorias públicas Jozé Manoel de Araujo Roslindo;
            tabelião vitalício Jose Francisco de Souza Magalhães.

            Compõem o processo:
            ação cominatória;
            audiências;
            instrumento de calúnia;
            intimações;
            libelo cível;
            procuração;
            promessa de pagamento;
            termos de substabelecimento;
            traslado de procuração.

            Variação de nome:
            Antonio Duarte;
            Jose Joaquim Jorge Gonsalves.

            Causa de Força de Jozé Lourenço de Medeiros
            BR SC TJSC TRRJ-24994 · Processo · 1833
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Causa de Força realizado na Comarca da Capital, à época da cidade de Desterro.

            Partes: Jozé Lourenço de Medeiros (autor); Jorge de Souza d'Avila e Bitancurte (réu);

            Resumo: O autor Jozé Lourenço de Medeiros abre uma causa de força, afirmando que o Major Jorge de Souza d'Avila e Bitancurte se encontra ocupando parte de suas terras, as quais ele também possui engenhos. O processo é concluído com desistência por uma das partes.

            Localidades mencionadas:

            • Desterro; Ilha de Santa Catarina;
            • São José;
            • Rio Cubatão;
            • Enseada do Brito;
            • Praia de Fora;

            Atuaram no processo:

            • Escrivão Joaquim Francisco d'Assis Passos;
            • Meirinho Ignacio Jozé da Silva;
            • Juiz / Procurador Manuel Paranhos da Silva Veloso; Juiz José Felix Pinheiro e Silva; Juiz Antonio Joaquim e Siqueira;

            Variação de nome: José Lourenço de Medeiros; Jorge de Souza de Avila e Bitancourt; Rio de Cubatão; Manoel Paranhos da Silva Velozo;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Carta Precatória São José para Tubarão
            Processo · 1876
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Juízo Municipal do termo de Tubarão, deprecado.
            Juízo Municipal do termo de São José, deprecante.

            O processo de origem é sobre o homicídio do italiano Felício Rescio.
            Antônio Marques da Silva, escrivão.
            Tenente José Maria da Luz, juiz municipal.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre