Homicídio

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          Sumário Crime de Alexandrina Maria
          BR SC TJSC TRRJ-29181 · Processo · 1847
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          Alexandrina Maria (ré);
          A Justiça (autora);
          Joaquim Antônio Correia (vítima).
          Homicídio; Lages; Comarca do Norte da Província de Santa Catarina;
          Topônimo: Capão Alto, Cadeia Pública.

          Antonio Correa;
          Antonio Telles de Souza;
          Antonio Benedito dos Santos;
          Antonio Carlos de Carvalho;
          Antonio Pereira dos Santos, testemunha;
          Antonio Saturino de Souza e Oliveira, major;
          Bebiana Maria, testemunha;
          Constancio Xavier e Souza;
          Domingos Leite, porteiro do Tribunal;
          Eugenio, escravo, testemunha;
          Felisberto Coimbra;
          Felisberto José Correa, testemunha;
          Francisco Antonio Lima;
          Guilherme Ricken, cavaleiro da Ordem da Rosa, juiz municipal, delegado de polícia;
          Generoso Pereira dos Anjos;
          José Candido Coimbra Mayer;
          Joaquim José Correa, testemunha;
          Joaquim Ferraz Lima, testemunha;
          Joaquim Maciel de Oliveira, testemunha;
          José Antonio de Lima;
          José da Silva Furtado;
          Lourenço Dias Baptista, vereador da câmara, juiz municipal, testemunha;
          Mathias Gomes da Silva, escrivão;
          Manoel Joaquim de Jesus;
          Manoel Carneiro Lobo.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Sumário Crime de Antonio Faustino
          BR SC TJSC TRRJ-28984 · Processo
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Sumário Crime realizado na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          A Justiça (autora);
          Antonio Faustino (réu).

          Resumo:
          Este processo se inicia com o homicídio de Joze Ignacio de Oliveira, e apontamento de Antonio Faustino como culpado. Maria da Luz, esposa do falecido, desiste de abrir ação contra o réu, por seu estado de pobreza; com isso, a justiça é tida como autora da ação.

          O processo contou com testemunhas. Durante depoimentos, é revelado que o crime se iniciou com uma discussão entre o réu e a vítima enquanto ambos viajavam em uma tropa de cargueiros, comandada pelo assassinado. Após os desentendimentos, o culpado se escondeu e atacou Joze por meio de espancamento com um estribo, seguido de facada; além disso, é afirmado que o réu fugiu após o crime. Os depoentes reconheceram o talim (cinto) de espada que foi encontrado com sangue na cena do crime, e afirmaram que o acessório pertencia ao falecido.

          Em contra libelo, o réu afirma que o crime foi cometido em legítima defesa. Na sua versão dos fatos, é alegado que o primeiro golpe de estribo saiu das mãos da vítima, que estava “enfurecida” e a cavalo. Como estavam próximos de um itaimbé (morro alto), o réu diz que puxar sua faca foi a única alternativa considerada, pois não conseguiria escapar de ré. O réu foi pronunciado e o caso foi levado ao Tribunal do Júri. Por unanimidade foi defendido que o réu era o autor do crime, e por voto da maioria foi decidido que o ocorrido não foi realizado em legítima defesa. Com isso, o suplicado foi sentenciado a prisão simples e pagamento das custas da ação.

          Durante a ata das sessões de júri, são citados outros processos vistos no mesmo dia do julgamento; dentro dela, é citada uma mulher escravizada de nome Felicidade, ré de uma ação de ferimento.

          Atuaram no processo:
          delegado de polícia Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
          escrivão e tabelião Mathias Gomes da Silva;
          examinador e procurador capitão Generoso Pereira dos Anjos;
          examinador Guilherme Ricken;
          juiz de direito Firmino Rodrigues Silva;
          juiz municipal Lourenço Dias Baptista;
          juiz municipal primeiro suplente e signatário alferes João Thomaz e Silva;
          porteiro do tribunal Domingos Leite;
          procurador e signatário tenente Francisco Jose Alves Monteiro;
          promotor público Antonio Carlos de Carvalho;
          sargento Joaquim Dias de Moraes;
          signatário alferes Antonio Pereira Borges;
          signatário Antonio Luiz;
          signatário Constancio Xavier de Souza;
          signatário Francisco Gomes da Silva;
          signatário Laurentino Jose da Costa.

          Localidades relevantes:
          comarca do norte;
          estrada do Trombudo;
          restinga de Santa Clara;
          vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          agravo;
          ata da sessão de júri;
          auto de corpo de delito direto;
          auto de qualificação;
          cópia de libelo crime acusatório;
          contas;
          contralibelo;
          correições;
          edital de convocação do júri;
          interrogatório;
          libelo crime acusatório;
          procuração;
          pronúncia;
          repergunta;
          termo de juramento;
          termos de desistência;
          testemunhos.

          BR SC TJSC TRRJ-10908 · Processo · 1869
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Sumário crime realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

          Partes do processo:
          Pedro José de Oliveira (autor);
          Luiz José de Oliveira (autor);
          José da Rocha e Souza (autor);
          Vicente José de Oliveira (vítima);
          Custódia Santa do Sacramento (ré);
          Marcellino de Souza Sarmento (réu).

          Resumo:
          Os autores abrem o processo de sumário crime em decorrência do homicídio cometido contra Vicente José de Oliveira, pai e sogro dos queixosos. São apontados como culpados Custódia do Sacramento, sua esposa, e Marcellino Sarmento.

          É afirmado que o réu haveria travado amizades com a vítima, a fim de se aproximar de sua esposa e entrar em sua casa. A ré, de trinta anos, é acusada de ter envenenado seu marido com veneno fornecido por Marcellino, de quarenta anos, com quem pretendia se casar.

          Ao decorrer do processo, são citadas testemunhas informantes, e 6 delas eram pessoas escravizadas: Raphael, Mariana, Thereza, Adão e Pedro, descritos como crioulos; e Manoel, designado como pardo.

          Dentre os depoimentos, algumas testemunhas afirmaram que os réus estavam “amancebados”. Além disso, o informante Adão revela que o réu entregou a ele um embrulho, pedindo que fosse repassado para a ré de modo discreto. O veneno teria sido colocado em uma gemada, e foi comprado em Biguaçu; alguns depoimentos apontam para o fato do réu ter realizado a compra de veneno para ratos, em uma botica.

          Após a inquirição de testemunhas, foi expedido um mandado de prisão para os réus na cadeia pública. Em interrogatório, o réu afirmou que estava em sua casa no momento do crime, além de alegar que as testemunhas citadas seriam suas inimigas, depondo contra sua pessoa. Um auto de justificação é aberto, em que os justificantes são os réus; no documento, a ré afirma que o falecido sofria de “moléstias crônicas” do estômago, afirmando que sua morte teria acontecido de forma casual.

          O juiz requer um corpo de delito, interrompido pelo fato de não haver a possibilidade de examinar ocularmente o falecido. Com isso, os autos são julgados improcedentes por falta de provas e contradições das testemunhas. Mais tarde, é aberto um recurso crime por parte da promotoria pública de São José; o documento afirma a necessidade de pronunciar os réus e levar o caso ao Tribunal do Júri, antes da sentença final.

          É revelado que o caso havia passado por dificuldades, como o adoecimento de testemunhas e demora nas respostas às cartas precatórias. Com isso, prevaleceu a sentença que afirmou a não possibilidade de acusar os réus no momento, faltando bases para o pleno conhecimento do crime. O processo é finalizado com a não pronúncia dos réus, em que o juiz requer que sejam passados os seus respectivos alvarás de soltura da cadeia pública.

          Atuaram no processo:
          carcereiro João da Costa Cesar;
          credor Arnaldo Alfredo Slachelen;
          escrivão do juízo municipal Antonio Francisco de Medeiros;
          escrivão Nicolau Antonio Deschamps;
          juiz Manoel da Rocha Linhares;
          juiz municipal Domiciano Barbosa da Silva;
          juiz municipal quinto suplente tenente José Martins d’Avis;
          oficial de justiça Antonio Faustino Dias;
          oficial de justiça José Victorino Coelho;
          oficial de justiça Sebastião Xavier de Souza;
          procurador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
          procurador Antonio Joaquim de Vargas;
          procurador Antonio Marques da Silva;
          promotor público José Francisco Mafra.

          Localidades relevantes:
          colônia de São Pedro de Alcantara (atual município de São Pedro de Alcântara, Santa Catarina);
          comarca da capital;
          distrito de Baguaes;
          Lages;
          praia de Bento Francisco;
          Tijucas Grande;
          rio do Farias;
          São José;
          vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

          Compõem o processo:
          auto de justificação;
          auto de prisão;
          autos de qualificação;
          carta precatória;
          contas;
          corpo de delito;
          inquirição de testemunhas;
          interrogatório;
          petições;
          procurações;
          recurso crime;
          sentenças;
          termos de juramento.

          Variação de nome:
          Biguassú.

          Sumário Crime de Fidellis José de Moraes
          BR SC TJSC TRRJ-28993 · Processo · 1849
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Autos de Sumário Crime de homicídio do Indígena Agostinho dos Santos realizado na Vila de Lages

          Partes: Agostinho dos Santos (vítima); Fidellis José de Moraes (réu);

          Resumo: O Juiz/Delegado Antônio Saturnino de Souza Oliveira, outorga um auto de sumário crime sobre o assassinato do Indígena Agostinho dos Santos, por um tiro de arma de fogo empregado no peito da vitima, disparado pelo réu Fidellis José de Moraes. Sem haver um motivo claro por trás do homicídio, com o réu afirmando apenas ser inimigo da vítima, havendo relatos por partes das testemunhas que o réu já havia ameaçado a vitima de morte. O processo é concluído com a sentença de prisão do réu.

          Localidades mencionadas:

          • Vila de Lages;
          • Quarteirão da Costa da Serra;
          • Guarapuava;
          • Vila de Castro;
          • Província de São Paulo;
          • Província de Minas Gerais;
          • Província do Sul; Rio Grande do Sul;

          Atuaram no processo:

          • Escrivão Mathias Gomes da Silva; Escrivão Antonio Ricken de Amorim; Escrivão José Luíz Pereira; Escrivão Constancio Xavier de Souza; Escrivão e Delegado Generoso Pereira dos Anjos;
          • Promotor Público João Francisco de Souza;
          • Inspetor Joaquim Antunes de Oliveira; Inspetor Matheus José de Souza;
          • Oficial de Justiça Caciano Jozé Ferreira;
          • Delegado de Polícia Matheus José de Souza; Delegado de Polícia e Juiz Antonio Saturnino de Souza e Oliveira; Militar; Major;
          • Juiz Guilherme Ricken; Juiz José Nicolau Pereira dos Santos; Juiz Laurentino José da Costa; Juiz Joaquim José Henriques; Juiz Manoel Caetano do Amaral; Juiz José Marcelino Alves de Sá; Militar Capitão;

          Variação de nome: Fidelis José de Morais; Fidellis de Tal.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Sumário Crime de Fortunato Maltegutti

          Partes:
          A justiça (autora).
          Fortunato Maltegutti (réu); Vicente Bepon (réu); Martinho Stapazzoli (réu); Dario Galvan (réu); Antônio Stapazzoli (réu); Jacintho Galvan (réu); Egydio Galvan (réu); João Bepppon (réu); Daniel Floriani (réu); Paschoal Baschirotto (réu); Antônio Baschirotto (réu).
          Vergílio Pereira (vítima).
          Comarca de Orleans, localidade de Barracão; homicídio; armas de fogo.
          Misto de escrita: tipográfica; tinteiro; ferrogálica; e carimbo.

          Tribunal de Justiça de Santa Catarina
          Sumário Crime de João Manoel Affonso Barroso de Castro
          BR SC TJSC TRPOA-31229 · Processo · 1885
          Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

          Partes:
          João Manoel Affonso Barroso de Castro (réu); Pedro José Leite Júnior (autor); Raymundo Antônio de Farias (vítima)

          Colônia; Difamação; Acusação de homicídio; Tiro; Ferimento grave; Arma de fogo; Indeferido; Conflito entre as partes; Imigração; Portugal; Santa Maria do Salto; Reino de Portugal; Rua presidente Araújo; São José; São Paulo; Freguesia de São Joaquim da Costa da Serra; Menção ao jornal "Lageano"; Queixoso julgado como procedente; Libelo Crime; Desistência;

          Escrivão e Tabelião José Luís Pereira; Juiz Mauricio Ribeiro de Cordova; Juiz Francisco Pereira da Silva e Oliveira; Juiz Manoel Thomé Ferreira Batalha; Juiz Plácido da Rosa Madruga; Advogado Francisco Victorino dos Santos Furtado; Promotor Público José Joaquim de Cordova Passos; Signatário Joaquim Bernardo de Souza Brito; Contador Athayde;

          51 Folhas.

          Tribunal da Relação de Porto Alegre
          Sumário Crime de José Bento de Andrade
          BR SC TJSC TRRJ-29188 · Processo · 1848
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Partes:
          José Bento de Andrade (réu);
          A Justiça por seu Promotor (autor);
          Gregório Mendes (vítima).
          Homicídio; arma de fogo; Comarca do Norte da Província de Santa Catarina; Topônimo: “Quarteirão dos Curitibanos”

          Antonio Carlos de Carvalho, promotor público;
          Guilherme Ricken, juiz municipal, delegado de policia; cidadão; Cavaleiro da Imperial Ordem da Roza;
          Gregorio Mendes;
          José Albino Salvador Nunes, testemunha;
          José Albino;
          Mathias Gomes da Silva;
          Maria Joaquina;
          Manoel Francisco de Sousa, testemunha;
          Mathias Gomes da Silva;

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
          Sumário Crime de José Maria de Albuquerque
          BR SC TJSC TRRJ-29192 · Processo · 1848
          Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

          Sumário Crime na vila de Lages, à época comarca do Norte da província de Santa Catarina.

          Partes do processo: Justiça (autora); José Maria de Albuquerque (assassinado).

          Resumo: O delegado da comarca do norte recebeu um auto de corpo de delito feito na vila de Lages, após encontrarem um corpo no rio Caveirão. A vítima se chamava José Maria de Albuquerque e era agregado de Antônio do Amaral Gurgel, morador do local chamado Rincão dos Ilheas. Examinadores analisaram o corpo e concluíram que a causa da morte foi uma fratura no crânio e uma rachadura acima da nuca. O juiz ordenou que o escrivão chamasse seis moradores da vizinhança para testemunhar sobre o caso. Três dessas testemunhas prestaram depoimento.

          Atuaram no processo: escrivão Mathias Gomes da Silva; examinador José Pereira Gomes; examinador Bruno Pereira da Fonceca; inspetor de quarteirão Manoel Borges d’Oliveira; juiz José Joaquim da Cunha Passos; juiz laurentino José da Costa; juiz/delegado Guilherme Rickin; oficial de justiça Gregório Antônio; testemunha José Jacinto; testemunha João França; testemunha Francisco Antônio.

          Localidades relevantes: Rincão dos Ilheas; Rio Caveirão; vila de Lages; comarca do Norte.

          Tribunal da Relação do Rio de Janeiro