Santa Catarina

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            Inventário de Maria Rosa da Silveira
            BR SC TJSC TRRJ-21830 · Processo · 1863-1880
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Rosa da Silveira (falecida);
            Jeremias Antonio da Silveira (inventariante e co-herdeiro).

            Herdeiros:
            Caetana Maria da Silveira;
            Caetano Vieira Pamplona;
            Francisca Maria da Silveira;
            Francisco de Barcellos e Aguiar (neto);
            Jose de Barcellos (neto);
            Luiz Santana Carpes (co-herdeiro);
            Manoel de Medeiros (co-herdeiro);
            Manoel Vieira Pamplona;
            Marcelina Rosa da Silveira Carpes;
            Maria Luiza (neta);
            Mariano Vieira Pamplona;
            Victorino Jose de Barcellos (neto).

            Resumo:
            Este processo se trata de um inventário iniciado por Jeremias, genro da falecida e inventariada Maria Rosa da Silveira. Como a finada deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo dos órfãos e contou com um tutor para representá-los.

            Foram declarados bens como casas, terras, engenhos, sítios, roças, caixas, mobília, animais, objetos de cobre e um alambique. Ainda no arrolamento, são citadas cinco pessoas escravizadas, de nomes: Marcos, Domingos e Augusto, sem etnias especificadas; e Florencia e Jacinto, denominados como crioulos. Durante a ação, os herdeiros solicitam que alguns bens avaliados façam parte de suas legítimas heranças.

            Por meio de petição, Jacinto afirma que foi avaliado com um valor muito superior a o que valia, por estar doente; ele faz essa afirmação porque pretendia pagar por sua liberdade aos herdeiros. Ele requer que os filhos e co-herdeiros da falecida respondam se concordam ou não com o pedido do autor. As partes concordam com o requerimento de alforria, mas pedem que Jacinto seja abonado para conseguir sua liberdade paga com o mesmo valor dado na avaliação. Com isso, a quantia original é depositada e ele consegue sua alforria.

            Ocorre a partilha de bens entre os herdeiros. O juiz julga por sentença o processo, requerendo o pagamento das custas e que o valor da herança dos herdeiros menores seja depositado no Cofre Público, para posteriormente terem acesso. Ao final da ação, é revelado que Victorino, Francisco e Maria Luiza atingiram a maioridade e solicitaram a devolução do dinheiro guardado, enquanto o neto Jose havia falecido.

            Atuaram no processo:
            avaliador Ignacio Gonçalves Lopes;
            avaliador Ricardo Antonio Lopes;
            curador dos órfãos Marcellino Antonio Dutra;
            escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
            juiz de órfãos suplente Antonio Francisco de Farias
            partidor capitão João Francisco Cidade;
            partidor Luiz Carlos de Saldanha e Souza;
            signatário Porfirio Jose Rodrigues;
            signatário advogado Candido Gonçalves de Oliveira;
            signatário Ovidio Antonio Dutra.

            Localidades relevantes:
            Caiacanga Mirim;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital;
            cova funda (localidade em Rio Tavares);
            freguesia do Ribeirão;
            Rio Tavares;
            travessão do limoeiro (localidade em Rio Tavares).

            Compõem o processo:
            auto de avaliação;
            autos de partilha;
            certidão de batismo;
            contas;
            petições;
            sentença;
            termos de declaração;
            termos de juramento.

            Inventário de Maria Rita da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-8990 · Processo · 1852-1854
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Maria Ritta da Silva (inventariada);
            Joaquim Soares da Silva Ramos (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Ritta da Silva;
            Carolina Maria da Silva;
            Luiza Maria da Silva;
            Ritta Maria da Silva;
            José Soares da Silva Ramos;
            Manoel Soares da Silva Ramos;
            Clarinda Maria da Silva;
            Juvencio Soares da Silva Ramos.

            Co-herdeiros:
            José Rodrigues de Medeiros;
            Henrique Machado Mauricio;
            Margarida Maria da Silva.

            Resumo: É feito o inventário da falecida Maria Ritta da Silva por seu viúvo, Joaquim Soares da Silva Ramos. São citados os herdeiros para receber os bens da falecida, os quais são: dívidas, animais, prata, casa e engenho de farinha. Além disso são mencionadas três pessoas escravizadas, as quais são Justina (descrita como crioulo), Germana e seu filho Luiz (descrito como crioulo).

            Contém uma carta precatória enviada ao Juízo dos Órfãos da villa de Porto Bello da Primeira Comarca;

            Atuaram no processo:
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d'Oliveira Camara;
            escrivão dos órfãos Antonio Ramos Martins;
            curador dos órfãos Manoel de Freitas Sampaio;
            procurador Manoel do Nascimento Ramos;
            avaliador Sabino Francisco Furtado;
            avaliador Cypriano Ramos Martins;
            signatário Antonio Francisco de Carvalho;
            juiz dos órfãos primeiro suplente João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos terceiro suplente José da Silva Mafra;
            juiz dos órfãos doutor Francisco Honorato Cidade.

            Localidades relevantes:
            villa de São José;
            Segunda Comarca;
            villa de Porto Belo;
            Primeira Comarca;
            Cubatão;
            rio dos Lobos;
            Sertão dos Bobos.

            Compõem o processo:
            Declaração;
            Procuração;
            Carta precatória;
            Compra e venda;
            Juramento aos avaliadores;
            Avaliação dos bens;
            Conclusão.

            Variação de nome:
            inventariante Francisco Soares da Silva Ramos;
            escravizada Geremana.

            Inventário de Maria Rita
            BR SC TJSC TRRJ-19791 · Processo · 1841-1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Maria Rita (inventariada);
            Manoel José Correia da Camara (inventariante e postumamente inventariado);
            Laura Rodrigues Lisboa (inventariante).

            Herdeiros:
            Manoel;
            Joaquim;
            Maria do Espirito Santo;
            menor Felisberto;
            menor Serafina;
            menor Joze

            Resumo: Inventário requerido pelo marido da falecida, Manoel José Correia da Camara, nele contendo bens como casas, terras, prata, ouro, jóias, pedras, móveis, tecidos, quantia em dinheiro, animais, dívidas e escravizados. As terras tiveram suas localidades descritas como: Campos em Capão Alto ao pé do Rio Caveiras; e Rincão denominado Mulla. Além disso, foram descritas 07 pessoas escravizadas, de nomes: Manoel, Domingos, Francisco, Eugenio, Ilena, Roza, Américo. Os escravizados Domingos e Ilena foram descritos como de nação (africana), Francisco e Eugenio foram descritos como crioulos (brasileiro) e os escravizados
            Americo e Roza foram descritos como ladinos. O segundo inventário do processo é de Manoel José Correia da Câmara, tendo como inventariante sua segunda esposa, que possui o título de madrasta dos herdeiros. Nele, constam os mesmos bens do inventário anterior, que estão sendo repassados para os herdeiros. Visto em correição por irregularidades na separação de bens.

            Atuaram no processo:
            escrivão de órfãos e tabelião e partidor Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão Joaquim Rodriguez de Mineira;
            escrivão José Joaquim da Cunha Passos;
            escrivão Manoel Joaquim da Silva;
            tabelião João Joaquim Rodrigues de Andrade;
            tabelião Mathias Gomes da Silva;
            signatário Bento Domingues da Cunha;
            coletor de rendas e partidor Luiz Gonzaga de Almeida;
            coletor de rendas e curador geral major Joaquim Fernandes da Fonceca;
            curador geral padre João Vicente Fernandes;
            curador geral Manoel Barbosa;
            avaliador Joaquim Ferraz;
            avaliador Joaquim Rodrigues de Oliveira;
            louvador José Candido Coimbra Maÿer;
            louvador Domingos Leite;
            partidor Jose Joaquim da Cunha Passos;
            partidor Mathias Gomes da Silva;
            partidor Generoso Pereira dos Anjos Junior;
            procurador Guilherme Ricken;
            procurador Maralino de Castro e Lima;
            procurador José Manoel Leite;
            juiz ordinário capitão mór Joaquim Ribeiro do Amaral;
            juiz de órfãos alferes João Thomaz e Silva;
            juiz de órfãos capitão Joze Jacinto de Oliveira;
            juiz de órfãos Antonio Caetano Machado;
            juiz corregedor Joaquim José Henriques.

            Localidades relevantes:
            Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages;
            Capão Alto;
            Rio Caveiras;
            São Miguel;
            Boa Vista.

            Compõe o processo:
            Notificação de curador;
            Auto de partilha;
            Avaliação de bens;
            Escritura de compra e venda de escravizados;
            Escritura de compra e venda de terras;
            Nomeação e juramento de avaliadores;
            Juramento dos partidores;
            Recibos fiscais;
            Termo de juramento;
            Termo de louvação;
            Termo de tutela;
            Procuração
            Prestação de contas.

            Variações de nomes:
            menor Seraphim;
            escravizada Ighna.

            Inventário de Maria Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-19593 · Processo · 1809
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            São partes do processo:
            Maria Pereira (falecida);
            Daturo Romão Corrêa (inventariante).

            Resumo: Processo em que a justiça intima Daturo Romão Corrêa para inventariar os bens de sua falecida viúva, Maria Pereira. Entre os bens inventariados há animais, terras, roupas, joias, prataria, e uma escravizada de nome Ignocência.

            É mencionada a seguinte localidade:
            Paragem de Caveiras.

            Atuaram no processo:
            Escrivão Francisco José de Santa Anna Sousa;
            Juiz/tenente Balthazar Joaquim de Oliveira.

            Variações de nome;
            Daturo Romai Corrêa.
            Francisco José de Santa Ana Sousa;
            Francisco José de Santana Sousa;
            Inocência.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Maria Magdalena Pereira
            BR SC TJSC TRPOA-31256 · Processo · 1886
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inventário de Maria Magdalena Pereira.
            Herdeiros: Candido Vicente Ribeiro ; Manoel Ferreira De Andrade ; Candido Vicente Ribeiro Jr ; Narciso Vicente Ribeiro ; Emilio Vicente Ribeiro ; João Fellipe Pessão ; Francisco Serafim Antunes ; Antonio Vicente Ribeiro ; Jorge Candido Ribeiro; e Antonia do Espírito Santo.

            Inventário de Maria Magdalena de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-56719 · Processo · 1870
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário na vila de Tijucas, à época comarca de Itajaí da província de Santa Catarina.

            Partes do processo: Maria Magdalena de Jesus (falecida); Francisco Vieira Chaves (inventariante).

            Herdeiros: José Vieira Chaves; Pedro Francisco de Brazeres; Manoel Francisco Vieira; João Francisco Vieira; Anna Maria Magdalena; Luiza Maria Magdalena; Francisca Maria Magdalena; Bernardina Maria Magdalena; Maria Fortunata; Luiz José da Silva; Francisco (menor); Rosa (menor) Prudêncio (menor); Domingos (menor); Florença (falecida).

            Resumo: Francisco Vieira Chaves realizou o inventário de sua falecida esposa Maria Magdalena de Jesus, moradora no distrito de Zimbros, vila de Tijucas. Maria deixou filhos e netos como herdeiros. Dos bens inventariados incluem casas, terras, engenho de farinha, canoas, alambique, animais, carros, utensílios, mobílias e dívidas, que foram repartidos entre seus herdeiros, filhos e netos, de comum acordo.

            Atuaram no processo: advogado Custodio Nunes de Almeida; advogado Eleutério Francisco de Souza; avaliador José Antônio da Silva; avaliador/signatário Matheus José dos Santos; escrivão Guilherme Augusto Varella; escrivão Domingos Ramos Martins Sobrinho; juiz José Luiz Tibúrcio Júnior; juiz Luiz Francisco de Sousa Conceição; partidor Luiz Antônio Vieira; partidor Domingos da Silva Magalhaes.

            Localidades relevantes: vila de Tijucas; praia de Fora; Praia do Mariscal; praia do Mar Manso; distrito de Zimbros; travessão da Faustina; Bombas; Camboriú; Colônia Velha; travessão do Garcia; comarca de Itajaí.

            Compõem o processo: custas de selo; autos de avaliação; autos de partição; prestação de contas.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Maria Magdalena
            BR SC TJSC TRRJ-20152 · Processo · 1852
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário judicial realizado na vila de Lages, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Magdalena (falecida);
            Manoel Rodrigues de Souza (inventariante).

            Herdeiros:
            Anna Maria de Lima;
            Filipe Jose de Souza.

            Resumo:
            Neste processo, o inventariante, o tenente-coronel Manoel Rodrigues de Souza, moveu um processo de inventário judicial por conta do falecimento de sua sogra, Maria Magdalena, após uma tentativa mal-sucedida de partilha amigável com seu cunhado.
            O autor da ação afirmou que alguns bens deixados pela falecida ficaram em poder unilateral, requerendo um novo inventário e partilha. No processo, os bens citados constavam objetos de prata e ouro, sapatos, vestimentas, roupas de cama, um capote de camelão, animais, utensílios de cobre e ferro, e casas. Além disso, consta um 02 pessoas escravizadas, de nomes Eva e Manoel. O juiz julgou, por sentença, que os bens fossem partilhados; e notificou o inventariante para o pagamento das custas do processo.

            Localidades relevantes:
            Divisa (local rural na vila de Lages);
            rua da Cadeia (localizada na Vila de Lages);
            vila de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de inventário;
            título de herdeiros;
            relação dos bens;
            sentença;
            correição.

            Atuaram no processo:
            escrivão do judicial Generozo Pereira dos Anjos Junior;
            juiz municipal Guilherme Ricken;
            juiz corregedor José Joaquim Henriques.