Santa Catarina

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            BR SC TJSC TRRJ-50211 · Processo · 1862-1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Januario Corrêa de França (falecido);
            Maria Ursula de Andrade (falecida);
            Bento Christovão de França (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Alberto José da França;
            Anna;
            Antonio Corrêa de França;
            Bento José Fernandes (co-herdeiro);
            Chrissanto Fernandes Dias (co-herdeiro);
            João Corrêa de França;
            José Manoel de França;
            Josepha;
            Manoel Ferreira de Sousa (co-herdeiro);
            Maria Ursula do Rosario;
            Salvador Miguel de França.

            Resumo:
            Bento Christovão de França abriu um processo de inventário pelos bens de seus pais, Maria Ursula de Andrade e Januario Corrêa de França. Januário tinha falecido há seis anos no momento da ação e, com isso, os bens ficaram na posse de Maria; quando esta faleceu, 4 anos depois do marido, o patrimônio foi apoderado pelos herdeiros, mas sem partilha formal.

            O avaliador nomeado, João Franco de Oliveira Sousa, não foi louvado ao decorrer da ação, e Domingos José Prattes foi responsável pela avaliação dos bens. O patrimônio avaliado contou com utensílios de cozinha, caixas, mobília, um oratório, um pilão, canoas, terras (referidos como “pastos do Sambaqui”), casas, uma casa “na cidade” e engenhos de farinha.

            Nesta ação, foram mencionadas 17 pessoas escravizadas, dos nomes: Julião e José, descritos como pretos e crioulos, com profissões na lavoura; Custódia (2 anos de idade), Manoel e João, designados como pardos; Francisco, Marianna, Joanna, Maria (7 anos de idade), João, Thomazia (7 anos de idade), Florencia, e Anna (8 anos de idade), descritos como pardos, crioulos e com trabalhos na lavoura; e João, Rufina (5 anos de idade), Joanna (3 anos de idade), Antonio (1 ano de idade) descritos como pardos e crioulos.

            A partir de uma declaração, mais uma pessoa escravizada que estava em poder dos herdeiros e co-herdeiros foi adicionada no arrolamento: Antonio (10 anos de idade), descrito como pardo, crioulo e trabalhador na lavoura. As dívidas passivas também são inseridas no documento.

            Os bens foram repartidos em igualdade entre os herdeiros, e parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas passivas declaradas pelo inventariante. O juiz julgou o processo por sentença, e requereu que o inventariante realizasse a entrega de alguns bens para serem julgados em edital de praça, destinados ao pagamento das custas do inventário e suas dívidas.

            Mais tarde, foi anexado ao processo um traslado de edital de arrematação da casa na cidade, e nele foram realizados pregões; entretanto, não houveram lançadores — com os argumentos de que isso haveria acontecido por conta da “crise atual” —, e os herdeiros concordaram em pagar as custas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Domingos José Prattes;
            avaliador João Franco de Oliveira Sousa;
            avaliador José Estevão de Miranda e Oliveira;
            escrivão e tabelião interino Valentim Antonio de Sousa;
            juiz municipal quarto suplente capitão Antonio Vieira de Araujo;
            juiz municipal Tertuliano Teixeira de Freitas;
            oficial de justiça Antonio José da Costa Gloria;
            oficial de justiça e porteiro Manoel Luis Bueno;
            partidor Alexandre Ernesto de Oliveira;
            partidor Antonio Carlos Machado de Oliveira;
            procurador João Domingues das Neves.

            Localidades relevantes:
            Areias pequenas;
            cidade de Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul (atual município de São Francisco do Sul, Santa Catarina);
            comarca de Nossa Senhora da Graça;
            distrito do Senhor Bom Jesus de Parati (atual município de Araquari, Santa Catarina);
            Igreja Matriz;
            Mato-dentro;
            Passa-tres;
            rua da graça;
            rua da praça;
            Sambaqui.

            Compõem o processo:
            auto de avaliação;
            auto de partilha;
            contas;
            petições;
            pregões;
            procurações;
            sentença;
            termo de audiência;
            termo de desistência;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de edital.

            Variação de nome:
            Arêas pequenas;
            João Domingues das Nives.

            Inventário de Jeronimo dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-10761571 · Processo · 1824
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario na cidade de Desterro, à época comarca da ilha de Santa Catarina província de Santa Catarina.

            Partes do processo: Jeronimo dos Santos (inventariado); Anna Joaquina de jesus (inventariante, testamenteira, herdeira).

            Resumo: Anna Joaquina de Jesus está fazendo o inventário dos bens de seu falecido esposo Jeronimo dos Santos, que morava na vila de São José. Ele deixou testamento e não teve filhos, ficando como herdeira a esposa. Entre os bens constam terras, casas, utensílios, mobílias, quantia em dinheiro, dívidas, escravizados de nomes Bernardo (crioulo), Joaquim (crioulo), Januário (crioulo), Joao (crioulo) e Maria.

            Atuaram no processo: avaliador Antônio José Duarte; avaliador João Meira de Souza; escrivão João Francisco Cidade; juiz Francisco José Nunes; partidor João Joaquim Bernardo de Moraes; partidor José Honório de Souza; testamenteiro Manoel Ferreira de Mello; testamenteiro sargento-mor José Caetano de Carpes.

            Localidades: vila der São José; cidade de Desterro.

            Compõe o processo: traslado de testamento; custas de selo.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Joana Rosa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-87677 · Processo · 1868-1870
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Sebastião da Foz de Tijucas, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joana Rosa de Jesus (falecida);
            Francisco Pereira (inventariante).

            Herdeiros:
            Amalia;
            Antonio (neto);
            Francisco Cevasco (co-herdeiro);
            Francisco Pereira (co-herdeiro)
            Gabriel Gonçalves Pereira (co-herdeiro);
            Helena Rosa;
            Hortença (neta);
            Ignacia;
            João Domingos de Sousa (co-herdeiro);
            João Jose Vieira Nunes (co-herdeiro);
            Joaquim Luis da Silva;
            José (neto);
            José Antonio da Silva Mafra (co-herdeiro);
            José Marcelino da Silva;
            Manoel (neto);
            Manoel Antonio de Sousa Pereira (co-herdeiro);
            Manoel Marcelino da Silva;
            Marcelino José da Silva;
            Marcos José da Silva;
            Merenciana;
            Rita;
            Rosa;
            Thomas (neto).

            Resumo:
            Foi aberto um processo de inventário pelos bens de Joana Rosa de Jesus, por seu genro Francisco Pereira. A finada deixou netos menores de idade, e foi nomeado o tutor Marcellino Jose dos Santos, pai dos herdeiros, para representá-los no decorrer da ação; além disso, o processo passou pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador.

            Os bens avaliados foram uma quantia de dinheiro, jóias, concha de prata e metal, utensílios de cozinha, móveis, caixas, ferramentas, cavadeiras, automóveis descritos como carro, fornos de cobre, itens de montaria, animais, casas, um engenho sem descrição, um engenho de farinha, uma casa de paiol, canoas, uma bacia, uma pedra de amolar, couro de boi, um cobertor, toalhas, guardanapos, panos, sacos de algodão, roças de mandioca e cana, materiais para construção, barril, garrafões, barricas, terras, uma escada e ferro de passar. Foram mencionadas seis pessoas escravizadas no arrolamento, de nomes: Francisco, José e Antonio, descritos como africanos; e e Damasio, Dionisia e Rafael, designados como crioulos.

            Os herdeiros requereram sua legítima parte materna, e decidiram como seria feita a partilha dos bens e das pessoas escravizadas, em um termo de declaração. Por meio de petição, Marcos requereu que Francisco, homem escravizado, fosse inserido em sua legítima parte da herança, argumentando que Francisco iria ajudá-lo em seus serviços. Foi revelado que dois herdeiros haviam solicitado Francisco como legítima parte materna, e Marcos declarou que cobriria a licitação paga por Marcelino José da Silva, o outro herdeiro requerente.

            Após o processo de partilha, o curador não concordou com a parte designada ao neto Thomas, em que o juiz requereu o ajuste das quantias e uma segunda partilha dos bens não despachados. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz determinou o pagamento das custas de maneira pro rata pelos interessados. Mais tarde, o processo foi visto em correição, sendo exigido que o tutor fizesse a inserção da hipoteca de seus filhos.

            Atuaram no processo:
            avaliador José Luis Alves de Campos;
            avaliador Manoel José de Araujo Roslindo;
            curador geral dos órfãos João José Vieira Nunes;
            escrivão Domingos Ramos Martins Sobrinho;
            juiz de órfãos primeiro suplente tenente coronel Luis Francisco de Sousa Conceicão;
            juiz de órfãos segundo suplente tenente Henrique Carlos Boiteux;
            juiz de órfãos tenente José Luis Tiburcio Junior;
            juiz de órfãos terceiro suplente José Luiz Alves de Campos;
            oficial de justiça Domingos José de Oliveira Cortes;
            oficial de justiça Manoel Pinto da Silva;
            partidor Domingos Silva Magalhães;
            partidor Luis Antonio Vieira;
            procurador Manoel Sutorrio de Sousa Pereira;
            signatário Dilandino da Rocha Linhares;
            signatário Fernando José Marques;
            signatário Francisco José dos Praseres;
            signatário João Antonio Gularte;
            signatário Joaquim Pedro Carreirão;
            signatário José Firmino de Novaes;
            signatário Manoel José dos Praseres;
            tabelião Leonardo George de Campos;
            tutor Marcelino José dos Santos.

            Localidades relevantes:
            comarca de Nossa Senhora da Graça;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            distrito de Timbé (atual município de Timbé do Sul, Santa Catarina);
            Ganchos;
            Morretes;
            Moura;
            Oliveira;
            Serraria;
            vila de São Sebastião da Foz de Tijucas (atual município de Tijucas, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            avaliação e partilha dos bens;
            correição;
            descrição de bens;
            partilha;
            petições;
            sentença;
            termo de juramento;
            termo de louvação;
            termo de responsabilidade;
            termos de declaração.

            Variação de nome:
            Collonia dos Morretes;
            comarca de São Miguel;
            José Marcellino da Silva;
            município de Tijucas Grandes;
            Rosa Maria da Conceição;
            vila de Tijucas.